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	<title>Ministério &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Extinção do Ministério do Trabalho contraria Constituição, diz AGU</title>
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		<pubDate></pubDate>
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					<description><![CDATA[Governo eleito afirmou que pasta será dividida em três ministérios Nesta segunda-feira, 3, o futuro chefe da Casa Civil afirmou que, durante o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, o ministério do Trabalho será dividido entre as pastas de Justiça e Segurança Pública, Economia e Cidadania.   A decisão do futuro governo teve idas e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo eleito afirmou que pasta será dividida em três ministérios</p>
<p>Nesta segunda-feira, 3, o futuro chefe da Casa Civil afirmou que, durante o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, o ministério do Trabalho será dividido entre as pastas de Justiça e Segurança Pública, Economia e Cidadania.</p>
<p> </p>
<p>A decisão do futuro governo teve idas e vindas. Logo após ser eleito, Jair Bolsonaro anunciou que pretendia extinguir a pasta e anexá-la a outros ministérios. Em 13 de novembro, no entanto, recuou, afirmando que o Trabalho teria mantido seu status de ministério. Nesta segunda-feira, 3, a ideia de incorporar a pasta a outros três ministérios foi reafirmada por Lorenzoni.</p>
<p> </p>
<p>A possível extinção da pasta gerou críticas. O atual ministro do Trabalho, Caio Vieira de Mello aprovou parecer da Advocacia Geral da União (AGU) que trata das atribuições constitucionais do Ministério do Trabalho. O parecer foi elaborado pelo advogado da União e consultou jurídico da pasta Francisco Moacir Barros, e publicado no DOU.</p>
<p> </p>
<p>No relatório, os autores mencionam as atribuições da pasta, em especial no equilíbrio das relações de trabalho e na promoção de políticas públicas para o desenvolvimento do país. O documento lista deveres da pasta e artigos da Constituição Federal que seriam contrariados com a extinção do ministério.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com o relatório, a concentração de todas as atribuições atualmente exercidas pelo ministério do Trabalho em um único órgão &#8220;é um imperativo lógico do princípio da eficiência administrativa e do artigo 10 da Constituição&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>O parecer ressalta que o princípio constitucional da eficiência exige que a atividade administrativa seja exercida com “presteza, perfeição e rendimento funcional” e que, sob a ótica desse princípio, a Administração deve buscar o melhor resultado possível no exercício de suas atribuições constitucionais.</p>
<p> </p>
<p>“E é inegável que o melhor resultado possível na promoção de políticas públicas dá-se mediante o exercício coordenado de ações governamentais, desenvolvidos por um único órgão especializado e dotado de estrutura e agentes públicos com experiência e conhecimentos técnicos para tanto.”</p>
<p> </p>
<p>O relatório pontua ainda que o ministério é importante para a promoção de políticas públicas de emprego e para a elaboração de estudos, pesquisas, projetos e programas ligados ao mercado de trabalho, além de efetuar o controle e evitar desvios em benefícios sociais como o seguro-desemprego.</p>
<p> </p>
<p>“Em razão das disposições constitucionais tratadas nesta manifestação, acredita-se que não se pode simplesmente abrir mão do principal órgão responsável pela promoção das políticas públicas nacionais de trabalho emprego, sobretudo sob o ilusório argumento de que a extinção tornará as relações econômicas e os negócios no país mais livres.”</p>
<p>Fonte: migalhas.com.br</p>
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