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	<title>Milei &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Milei &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Milei leva metade da Argentina à pobreza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 12:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[argentina pobre]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Milei]]></category>
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					<description><![CDATA[PIB em retração, explosão da pobreza, indigência e fome. Os resultados da política de extrema direita de Javier Milei Javier Milei completou 10 meses de mandato. Agora, ele enfrenta os resultados de sua política. Uma Argentina assolada por uma grave crise econômica e social. Foto: Reprodução O número de argentinos vivendo abaixo da linha da [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f1ced10c0c0797a347a792be7d6da99b">PIB em retração, explosão da pobreza, indigência e fome. Os resultados da política de extrema direita de Javier Milei</h3>



<p></p>



<p>Javier Milei completou 10 meses de mandato. Agora, ele enfrenta os resultados de sua política. Uma Argentina assolada por uma grave crise econômica e social. Foto: Reprodução</p>



<p>O número de argentinos vivendo abaixo da linha da pobreza explodiu no primeiro semestre deste ano. A política neoliberal de austeridade do<a href="https://tvtnews.com.br/venezuela-pede-prisao-de-milei-em-caso-de-roubo-de-aviao/">&nbsp;presidente&nbsp;</a>Javier&nbsp;<strong>Milei&nbsp;</strong>levou 15,7 milhões de pessoas para o patamar abaixo da linha da pobreza. Os reflexos da política de extrema direita foram divulgados ontem (27) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos do país (Indec). O estudo, que abrange 31 aglomerados urbanos, aponta que mais da metade das pessoas (52,9%) estão em situação de pobreza. Isso significa também que 4,3 milhões de famílias, ou 42,5% delas, estão em situação de insegurança.</p>



<p>Javier Milei completou 10 meses de mandato. Agora, ele enfrenta os resultados de sua política. Uma Argentina assolada por uma grave crise econômica e social. O país sofre com altos índices de endividamento, câmbio desvalorizado, reservas internacionais escassas e uma inflação alarmante de 236%.</p>



<p>Durante os primeiros seis meses do governo Milei, 3,4 milhões de pessoas caíram na faixa da pobreza, um aumento de 11,2% em relação ao segundo semestre de 2023, quando 12,3 milhões de pessoas (41,7% da população) estavam nessa condição.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Milei e indigência</h4>



<p>Para classificar quem está abaixo da linha da pobreza, o Indec calcula o rendimento das famílias e o acesso a necessidades básicas. Isso inclui alimentos, vestuário, transporte, educação e saúde. Além do aumento da pobreza, a pesquisa aponta que 5,4 milhões de pessoas (18,1% da população) estão em situação de indigência, ou seja, sem acesso a uma cesta de alimentos suficiente para suprir as necessidades diárias de energia e proteína. No segundo semestre de 2023, esse número era de 3,5 milhões (11,9%).</p>



<p>Quando se observam as famílias, 1,4 milhão delas foram consideradas indigentes (13,6%) no primeiro semestre deste ano, comparadas às 870 mil registradas no fim de 2023 (8,7%). A alta nos preços continua sendo um dos maiores desafios para os argentinos. No primeiro semestre, a inflação acumulada no país foi de 79,8%, gerando ceticismo nas ruas quanto à relação entre o índice geral e o custo da cesta de produtos consumidos pela população, especialmente a mais vulnerável.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recessão e desemprego</h4>



<p>O agravamento da crise social está ligado à recessão econômica. No primeiro trimestre de 2024, o Produto Interno Bruto (PIB) argentino recuou 5,1%, seguido de uma queda de 1,7% no segundo trimestre. Esse cenário recessivo tem contribuído para o aumento do desemprego, especialmente no setor privado, que demitiu cerca de 177 mil funcionários entre novembro de 2023 e abril de 2024, segundo um relatório do Centro de Estudos de Política Econômica (Cepa).</p>
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		<title>Com Milei, PIB da Argentina cai 1,7% no 2º trimestre</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/com-milei-pib-da-argentina-cai-17-no-2o-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Milei]]></category>
		<category><![CDATA[Milei diminui PIB argentino]]></category>
		<category><![CDATA[PIB argentino]]></category>
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					<description><![CDATA[“Terapia de choque” do presidente argentino fez o país acumular uma contração de 3,4% neste ano O Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) da Argentina divulgou nesta quarta-feira (18) que o Produto Interno Bruto (PIB) do país vizinho caiu 1,7% no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Com [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2dd01f46f4b27110e697a8e8b31ec708">“Terapia de choque” do presidente argentino fez o país acumular uma contração de 3,4% neste ano</h3>



<p></p>



<p>O Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) da Argentina divulgou nesta quarta-feira (18) que o Produto Interno Bruto (PIB) do país vizinho caiu 1,7% no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.</p>



<p>Com isso, a chamada terapia de choque do presidente argentino fez o país acumular uma contração de 3,4% neste ano.</p>



<p>No mesmo período, houve queda no consumo privado de 9,8%, nos investimentos de 29,4% e as importações diminuíram 22,5%. O saldo positivo se limitou ao avanço das exportações, 31,4%.</p>



<p>A inflação argentina ficou em 4,2% em agosto, uma alta de 0,2 ponto em comparação com julho, de 4%. O acumulado da inflação nos últimos 12 meses no país é de 236,7%.</p>



<p>No domingo (15), Milei compareceu ao Congresso para apresentar o projeto de orçamento do seu governo para o próximo ano. Na mensagem, prometeu medidas mais duras denominadas de “escudo fiscal” contra as mudanças macroeconômicas.</p>



<p>“Depois de anos em que a classe política viveu algemando as liberdades individuais, hoje viemos aqui para colocar uma algema ao Estado. Este projeto orçamentário que hoje apresentamos aqui tem uma metodologia que protege o equilíbrio fiscal independentemente do cenário econômico”, discursou.</p>



<p>De acordo com a BBC na Argentina, as medidas de Milei tiveram consequências muito graves para muitos argentinos.</p>



<p>Em particular, o freio à obra pública causou um colapso da construção, que caiu 32% no primeiro trimestre do ano, de acordo com o Indec. O índice de produção industrial recuou 15,4% no mesmo período.</p>



<p>“O colapso foi ainda pior do que durante a pandemia de coronavírus, com quedas que não se viam desde a crise de 2001/2, até agora a pior da história da Argentina”, diz o veículo.</p>



<p>Somado a isso, mais de 25.000 demissões no Estado, Milei já alertou que mandará embora outros 50.000 funcionários, em um país onde o trabalho público virou, nos últimos anos, o principal motor do emprego.</p>



<p>A BBC diz ainda que a redução de subsídios à energia e ao transporte bateu diretamente no bolso dos argentinos.</p>



<p>“Mas isso não foi tudo. Uma grande parte do ajuste se deu através do que os economistas chamam de ‘liquidificação de gastos’. É algo que acontece quando há alta inflação, que vai ‘comendo’ o valor do dinheiro. Se, por exemplo, você tem um salário determinado e este permanece o mesmo ao longo do tempo, cada mês de inflação irá reduzir o quanto se pode comprar com esse dinheiro”, diz o veículo.</p>
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		<title>Greve Geral na Argentina contra agressões de Milei aos direitos da população</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/greve-geral-na-argentina-contra-agressoes-de-milei-aos-direitos-da-populacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 11:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Apoio à greve Geral argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Greve Geral Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Milei]]></category>
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					<description><![CDATA[Dirigentes esperam influenciar Congresso na discussão de decretos governistas: “Vamos continuar nas ruas”. A Intersindical Central da Classe Trabalhadora e outras centrais sindicais participaram de ato em solidariedade em São Paulo Uma multidão tomou as ruas centrais de Buenos Aires, nesta quarta-feira (24), na primeira greve geral contra o governo&#160;Javier Milei, que tomou posse em [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10d1bd1b9d0b56d7e56d31e0eb8d439b">Dirigentes esperam influenciar Congresso na discussão de decretos governistas: “Vamos continuar nas ruas”. A Intersindical Central da Classe Trabalhadora e outras centrais sindicais participaram de ato em solidariedade em São Paulo</h4>



<p>Uma multidão tomou as ruas centrais de Buenos Aires, nesta quarta-feira (24), na primeira greve geral contra o governo&nbsp;Javier Milei, que tomou posse em dezembro e em seguida anunciou uma série de medidas de desregulamentação. Reunidas no Decreto de Necessidade e Urgência (DNU) 70 e o Projeto de Lei de Bases e Pontos de Partida para a Liberdade dos Argentinos, chamada resumidamente de&nbsp;<em>Lei Ônibus</em>. Para os trabalhadores da Argentina, projetos de destruição continuarão sendo combatidos. “Pátria não se vende” foi o lema dos protestos neste dia de&nbsp;<em>paro nacional</em>.</p>



<p>Para o secretário-geral da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras da Argentina (CTA), Hugo “Cachorro” Godoy, o presidente da República quer o controle do poder público. “Os deputados e senadores que validarem isso serão traidores da pátria”, disse em entrevista a uma rádio. Ele acrescentou que os parlamentares precisam ouvir a demanda da população, manifestada nas ruas. “Para rechaçar o DNU e a Lei Ônibus, e não permitir que se governe por decreto contra o povo.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pobreza e fome</h4>



<p>Segundo ele, a resposta, referindo-se ao protesto de hoje, com duração de 12 horas, “tem a ver com a magnitude da agressão”. Ele acusou o governo Milei de “entregar o patrimônio nacional e condenar à pobreza e à fome mais da metade da população argentina”. Para Godoy, as pessoas já estão no limite. “Estamos iniciando um plano de luta que vai continuar. Não sairemos das ruas.” O governo fez bloqueios em alguns pontos, mas não foram registrados incidentes ou conflitos.</p>



<p>Os DNUs são instrumentos legislativos que dão ao Executivo o poder de legislar em situações consideradas extraordinárias – sem passar pelo Congresso. Já a “Lei Ônibus”, originalmente, era um megaprojeto com 664 artigos, que trata de temas como privatização (de todas as empresas públicas), aposentadoria, punições contra protestos de rua, sistema eleitoral, normas ambientais e sistema educacional. Nesta semana, o governo mandou nova versão ao Congresso, cortando parte dos itens, para tentar facilitar a aprovação. Mas enfrenta resistência. Nesse sentido, pode haver nova paralisação na semana que vem.</p>



<h4 class="wp-block-heading">“Bala ou prisão?”</h4>



<p>Durante ato na Praça do Congresso – principal ponto de concentração, a dois quilômetros da Casa Rosada –, uma das frases que mais chamaram a atenção foi de Pablo Moyano, líder da Confederação Geral do Trabalho (CGT) e dos caminhoneiros, sobre “atirar no (rio) Riachuelo” o ministro da Economia, Luis Caputo. Depois, comentou com jornalistas: “Te pareceu infeliz quando Espert disse ‘bala ou prisão’?”. Ele se referia a ameaça do deputado governista e direitista José Luis Espert dirigida, ainda em dezembro, a parlamentares de esquerda.</p>



<p>Moyano disse ainda que o presidente Javier Milei já agrediu o próprio papa Francisco, evocou (Margareth) Thatcher e (Ronald) Reagan e “ninguém falou nada”. E completou: “Muitos trabalhadores não têm dinheiro suficiente, não conseguem pagar o aluguel… É uma frase metafórica! Não vamos atirá-lo no Riachuelo!”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Para porta-voz, greve é “política”</h4>



<p>Já o porta-voz do governo, Manuel Adorni, declarou que a greve convocada pela CGT é um movimento mais político do que em defesa dos trabalhadores. E reafirmou que o governo descontará o dia de funcionários do setor estatal que não foram trabalhar. Enquanto isso, a ministra da Segurança, Patricia Bullrich, publicava vídeos nas redes sociais para passar a ideia de que este era um dia normal na Argentina. O movimento atingiu diversos setores da economia, como transportes, educação, bancos e serviços públicos. Alguns voos foram cancelados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Intersindical e centrais protestam na Paulista</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/mane-indio-intersindical-na-paulista-greve-da-argentina-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-52468" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/mane-indio-intersindical-na-paulista-greve-da-argentina-1024x768.jpg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/mane-indio-intersindical-na-paulista-greve-da-argentina-300x225.jpg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/mane-indio-intersindical-na-paulista-greve-da-argentina-150x113.jpg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/mane-indio-intersindical-na-paulista-greve-da-argentina-768x576.jpg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/mane-indio-intersindical-na-paulista-greve-da-argentina-1536x1152.jpg 1536w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/mane-indio-intersindical-na-paulista-greve-da-argentina-1100x825.jpg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/mane-indio-intersindical-na-paulista-greve-da-argentina-600x450.jpg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/mane-indio-intersindical-na-paulista-greve-da-argentina-20x15.jpg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/mane-indio-intersindical-na-paulista-greve-da-argentina.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O ato em apoio a greve geral e solidariedade aos trabalhadores e ao povo argentino foi na Avenida Paulista em frente ao consulado da Argentina. Participaram além da Intersindical Central da Classe Trabalhadora, várias centrais sindicais.</p>



<p>Os dirigentes brasileiros pediram a revogação do DNU e da “Lei Ônibus”. “Ambos retiram direitos dos trabalhadores e aumentam a desigualdade social na Argentina”, afirmam.</p>
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		<title>Centrais sindicais fazem protesto massivo contra Milei na Argentina</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/centrais-sindicais-fazem-protesto-massivo-contra-milei-na-argentina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 11:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais contra Milei]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Milei]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto contra Milei]]></category>
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					<description><![CDATA[Dezenas de milhares de trabalhadores participaram do terceiro protesto contra decretos de Milei que atacam direitos e destroem o Estado na Argentina Centrais sindicais, movimentos sociais e organizações de esquerda realizaram um grande protesto nesta quarta-feira (27) em Buenos Aires, capital da Argentina. Os trabalhadores atenderam à convocação da Confederação Geral do Trabalho (CGT), maior [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-128b1327df0639b67364828e97c98f80">Dezenas de milhares de trabalhadores participaram do terceiro protesto contra decretos de Milei que atacam direitos e destroem o Estado na Argentina</h4>



<p></p>



<p>Centrais sindicais, movimentos sociais e organizações de esquerda realizaram um grande protesto nesta quarta-feira (27) em Buenos Aires, capital da Argentina. Os trabalhadores atenderam à convocação da Confederação Geral do Trabalho (CGT), maior central sindical do país. Também participaram a Central de Trabalhadores da Argentina (CTA), a Central dos Trabalhadores da Argentina Autônoma (CTAA) e a Associação de Trabalhadores do Estado (ATE). Eles protestam contra o&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/mundo/pacote-de-milei-virtualmente-cancela-estado-argentino-e-populacao-ja-ocupa-ruas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Decreto de Necessidade e Urgência&nbsp;</a>(DNU), que desregulamenta a economia, abre caminho para privatizações e ataca os direitos dos trabalhadores.</p>



<p>Mais especificamente, o protesto também é reação a outro decreto do presidente ultradireitista Javier Milei, publicado ontem, que determina a não renovação do contrato de servidores públicos incorporados ao longo de 2023.&nbsp;A medida deve&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/mundo/decreto-de-milei-extingue-empregos-de-7-mil-funcionarios-publicos-argentinos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">extinguir cerca de 7 mil postos</a>&nbsp;de trabalho no estado argentino.</p>



<p>Os trabalhadores marcharam em direção ao Palácio&nbsp;da Justiça, na Praça dos&nbsp;Tribunais, região central da capital. Eles apoiam ações judiciais que contestam a constitucionalidade dos decretos de Milei. Um manifesto intitulado “Somos trabalhadores, não somos a casta” denunciou a “feroz reforma trabalhista regressiva” presente no DNU. O documento que as medidas contidas no decreto são “arbitrárias, anticonstitucionais e lesivas a um vasto número de direitos civis, comerciais e sociais”. Dentre outras propostas, Milei quer facilitar demissões, reduzindo indenizações trabalhistas.</p>



<p>Nesse sentido, Héctor Daer e Pablo Moyano, dirigentes da CGT, disseram que é preciso derrotar o DNU “na política, na Justiça e nas ruas”. Além disso, anunciaram que o comitê central da CGT vai se reunir nesta quinta (28) para definir um “plano de luta” que pode incluir uma greve geral. Seria a primeira greve geral desde 29 de maio de 2019, quando os trabalhadores protestaram contra medidas do então presidente Mauricio Macri (2015-2019).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Repressão e ameaças</h4>



<p>Desde que tomou posse, em 10 de dezembro, este é o terceiro protesto contra Milei. Novamente o governo ativou um protocolo de ordem público&nbsp;que prevê a detenção e corte de benefícios sociais de manifestantes que bloquearem as vias. A ordem do Ministério da Segurança é para que os manifestantes marchem pelas calçadas.</p>



<p>À tarde, durante a dispersão do protesto, ao menos seis pessoas foram detidas. Isso porque um grupo de manifestantes tentou interromper o fluxo de trânsito na Avenida Corrientes, uma das vias mais importante de Buenos Aires. Os policiais reprimiram os manifestantes e entraram em choque com o grupo. Em meio aos empurrões, um ônibus chocou-se com uma viatura de polícia, e um agente de segurança acabou atropelado.</p>



<p>De acordo com a Polícia de Buenos Aires, &nbsp;quatro pessoas foram detidas por “por atentado e resistência à autoridade”. Fontes da CTAA disseram que um dos detidos é Martín Brunás, militante da organização e secretario de imprensa do partido Unidad Popular&nbsp;(UP).</p>



<h4 class="wp-block-heading">“Marcha é o primeiro passo, porque governo não vai parar”</h4>



<p>O líder do Polo Obrero Eduardo “Chiquito” Belliboni, que também participou do protesto, afirmou que a marcha desta quarta contra o DNU é apenas “o primeiro passo”. “Vamos para a greve geral e um plano de lutas nacional, porque o governo avança e não vai parar”, afirmou à agência estatal de notícias&nbsp;<em><a href="https://www.telam.com.ar/notas/202312/650667-cgt-marcha-dnu-milei.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Télam</a></em>. Além disso, o líder piqueteiro disse que o Milei causou mais danos em três semanas do que outros governos em dez anos.</p>



<p>Na noite de ontem (terça), em entrevista ao <a href="https://www.lanacion.com.ar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">jornal <em>La Nación</em></a>, a primeira desde a posse, Milei defendeu a aprovação do DNU. Passando por cima das instituições, ele declarou que <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/mundo/provincia-de-buenos-aires-pede-a-justica-que-decrete-a-nulidade-das-medidas-de-milei/">convocaria um plebiscito</a> se os congressistas não aprovarem seu megadecreto de desregulamentação da economia e do Estado.</p>
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