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	<title>Milei aprova reforma trabalhista &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Governo Milei aprova reforma trabalhista na Câmara dos Deputados na Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornaa de 12h na argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[Reforma trabalhista argentina]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto prevê mudanças como redução de indenizações, jornada de até 12 horas e restrição ao direito de greve O governo do presidente Javier Milei aprovou, na madrugada esta sexta-feira (20), a reforma trabalhista na Câmara dos Deputados da Argentina. A votação terminou com 135 votos favoráveis e 115 contrários, após o projeto já ter passado pelo Senado [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Projeto prevê mudanças como redução de indenizações, jornada de até 12 horas e restrição ao direito de greve</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo do presidente Javier Milei aprovou, na madrugada esta sexta-feira (20), a reforma trabalhista na <strong>Câmara dos Deputados</strong> da Argentina. A votação terminou com 135 votos favoráveis e 115 contrários, após o projeto já ter passado pelo Senado na semana anterior, onde sofreu mais de 20 alterações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto precisará voltar ao Senado, onde havia sido aprovado na última quinta-feira (12), pois o governo precisou retirar o tópico que reduzia o salário dos trabalhadores em 50% em casos de acidentes fora do ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vista como uma das reformas mais amplas na legislação trabalhista argentina desde a redemocratização, a&nbsp;proposta reúne mais de 200 artigos e promove mudanças profundas nas regras trabalhistas. Entre os principais pontos estão a redução das indenizações por demissão, a possibilidade de dividir o período de férias e a ampliação da jornada de trabalho, que pode chegar a até 12 horas diárias em determinados casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo defende que a reforma é essencial para reduzir a informalidade, que afeta mais de 40% dos trabalhadores do país, e estimular a criação de empregos. Já a oposição considera o projeto prejudicial aos trabalhadores e afirma que a medida representa um retrocesso nos direitos trabalhistas. Alguns parlamentares também alertaram para possíveis impactos negativos no financiamento de fundos trabalhistas e no sistema previdenciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão foi marcada por forte tensão política e ocorreu no mesmo dia em que sindicatos realizaram&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/argentina-greve-votacao-reforma-trabalhista/"><strong>uma greve geral de 24 horas</strong></a>, a quarta desde o início do governo Milei. Manifestantes se concentraram nas proximidades do Congresso, em Buenos Aires, e houve confrontos com as forças de segurança. A polícia utilizou jatos d’água e gás de pimenta para dispersar a multidão após o lançamento de objetos contra os agentes. Pelo menos 14 pessoas foram detidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo diante da resistência, o governo pretende sancionar a reforma até o início de março, quando começam as sessões ordinárias do Congresso, consolidando uma das principais promessas da agenda econômica de Milei.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Veja principais pontos da reforma</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Férias mais flexíveis, que poderão ser fracionadas em períodos mínimos de sete dias</li>



<li>Restrições a greves em setores considerados essenciais</li>



<li>Ampliação do período de experiência para até seis meses com indenizações reduzida</li>



<li>Flexibilização da jornada, com ampliação de 8 para até 12 horas diárias</li>



<li>Mudanças na negociação coletiva, com permissão para acordos diretos entre empresas e sindicatos locais</li>



<li>Alterações em indenizações e demissões, com redução no cálculo das indenizações e possibilidade de pagamento parcelado</li>
</ul>
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