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	<title>metas na caixa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Jul 2024 11:27:42 +0000</lastBuildDate>
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	<title>metas na caixa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Caixa: Empregados exigem fim da cobrança abusiva de metas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-empregados-exigem-fim-da-cobranca-abusiva-de-metas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 11:26:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[metas na caixa]]></category>
		<category><![CDATA[negociação Caixa 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Políticas de saúde do banco precisam ser efetivas para a melhoria do ambiente de trabalho A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal se reuniu, sexta-feira (26), com o banco para tratar sobre os diversos problemas do dia a dia que afetam a saúde do trabalhador.&#160; “Não é possível que quase 76% dos [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f41287e1e0ad785febf4131bb6a910c6">Políticas de saúde do banco precisam ser efetivas para a melhoria do ambiente de trabalho</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal se reuniu, sexta-feira (26), com o banco para tratar sobre os diversos problemas do dia a dia que afetam a saúde do trabalhador.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não é possível que quase 76% dos casos de afastamentos para tratamento de saúde de empregados da Caixa, devido a questões relacionadas ao trabalho (B91), sejam por causa problemas mentais ou comportamentais”, disse o coordenador da CEE/Caixa, Rafael de Castro, se referindo aos dados mais recentes do INSS levantados pelo Dieese. “E todos nós aqui, de ambos os lados da mesa, sabemos que esses problemas são causados pelas ferramentas adoecedoras utilizadas pelo banco para fazer a gestão de pessoas e a cobrança abusiva de metas, além de falta de orientação da direção para gerir as equipes de forma humanizada de fato”, completou.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento citado, realizado pelo Dieese, aponta que, entre os principais motivos de afastamentos acidentários (B91) das empregadas e empregados da Caixa, 75,4% são devido a tratamentos de doenças mentais e comportamentais; 12,8% a doenças osteomusculares e do tecido conjuntivo; 3,1% a fraturas; e 0,2% a problemas nervosos.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Caixa, a taxa de absenteísmo no banco é de 3,51%, e todos os empregados que tenham sido cobrados por tratamentos de doenças relacionadas ao trabalho (B91), devem entrar em contato com o banco para serem ressarcidos, pois os custos são de responsabilidade do banco.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o representante da Federa-RJ, Rogério Campanate, a forma como a Caixa apresentou os números de absenteísmo e de doenças mentais no banco deu a aparência de que o número de afastamentos na Caixa é pequeno. “Embora o número absoluto de que 1 bilhão de pessoas no mundo sofre de depressão/ansiedade chame a atenção, ele representa aproximadamente 12,5% da população mundial. No caso da consulta nacional aos bancários, esse número fica em torno de 40% (mais de três vezes a média mundial), condizente com a pesquisa realizada pelo Dieese no âmbito do estado do Rio de Janeiro”, observou. “E no caso do absenteísmo, a Caixa traz a informação em percentuais, com 0,37% dos empregados, a cada mês, licenciados por acidente de trabalho. Fazendo o exercício inverso e convertendo esse percentual em números absolutos temos, por mês, mais de três centenas de empregados adoecidos pela empresa, fora as subnotificações, e isso é inaceitável! Especialmente quando se tem a informação de que até 85% dos empregados atribuem esse adoecimento às metas e as formas de cobrança para seu atingimento”, completou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">É preciso resolver</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><br>“A Caixa precisa olhar para todos os instrumentos de acompanhamento que possui e observá-los enquanto instrumentos adoecedores que são. O TDV (time de vendas), por exemplo, coloca indivíduos para disputar individualmente, o tempo todo para estar no time, mas não são um time, já que não é um trabalho de equipe. E esse instrumento tem sido imprescindível para a avaliação individual e promoções”, disse a representante da Fetec-SP, Vivian Sá.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos instrumentos adoecedores, o coordenador da CEE/Caixa citou exemplos de práticas adoecedoras: cobrança pelo WhatsApp, Teams, ligações-ponte; e controle de hora em hora no meio e até depois do expediente. &#8220;É desvirtuamento completo da relação cliente-empregado, onde o foco é o resultado do banco e não a necessidade do cliente que atendemos”, disse Rafael.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa se comprometeu a acabar com o&nbsp;<em>feedback&nbsp;</em>de caráter punitivo e utilizar o mecanismo apenas para contribuir com o desenvolvimento das empregadas e empregados.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os empregados também lembraram que faz dois anos que toda a mídia divulgou as denúncias de assédio moral e sexual envolvendo o ex-presidente do banco, Pedro Guimarães, e que não houve punição para o principal denunciado. Cobraram solução para o caso para evitar que empregados e empregadas fiquem com receio de denunciar e ainda serem punidos por fazerem a denúncia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Políticas de prevenção</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os empregados também exigiram a melhoria do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), com mais credenciamento de profissionais e clínicas de saúde para a realização dos exames e também com políticas efetivas de prevenção.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Caixa joga nas costas dos empregados a responsabilidade pela sua saúde com programas voltados para prática de esporte, lazer e atividades lúdicas, entretanto, ações práticas para o fim da estrutura adoecedora não foram apresentadas, como o fim de metas abusivas, o fim da gestão por medo e do assédio moral e a garantia da remuneração, com o medo do descomissionamento arbitrário”, observou o representante da Fetec-CN, Antonio Abdan. “Esperamos da empresa o desenvolvimento de um ambiente de trabalho que não adoeça”, completou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Derruba o teto</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A CEE também cobrou o fim do teto de 6,5% da folha de pagamentos para gastos da Caixa com a saúde dos empregados. Lembraram que o teto foi inserido no estatuto do banco por causa de uma leitura equivocada do CPC33, que limita os gastos das empresas de economia aberta com a saúde dos empregados. A representação sindical dos trabalhadores observou que, como a Caixa não possui ações na Bolsa de Valores, não teria a obrigação de se enquadrar ao CPC33.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi uma conquista a manutenção do modelo 70/30 para o custeio do Saúde Caixa. Mas, por causa do teto de 6,5%, nos últimos anos a Caixa não tem arcado com os 70% dos custos que lhe caberia. Precisamos retirar este teto do estatuto do banco para que ele arque, efetivamente, com os 70% dos custos que cabe”, defendeu o representante da Feeb-BA/SE, Emanoel de Souza.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os empregados cobraram que todos os custos que a Caixa joga para o Saúde Caixa, que não seja efetivamente de saúde, como os custos da escola inclusiva, sejam arcados pela Caixa, como os custos da escola inclusiva para os filhos neurodivergentes de empregadas e empregados e aqueles gerados por doenças ocupacionais (B91).<br> </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa se dispôs a realizar uma reunião do GT de Saúde, para tratar de questões específicas que envolvem o Saúde Caixa na terça-feira (30), ainda sem horário definido e, a pedido dos empregados, divulgou a relação de nomes dos responsáveis pelas Gipes, que começam a funcionar a partir de 5 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gipes Belém – Emelyn Azevedo<br>Gipes BH – Ricardo Lopes Broto<br>Gipes DF – Diogo Almeida<br>Gipes Curitiba – Marcia Shizue<br>Gipes São Paulo – Leandro José Correia<br>Gipes Salvador – Claudia Mierlo<br>Gipes Rio de Janeiro – Rodrigo Pereira<br>Gipes Fortaleza em aberto</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caixa: Negociação sobre metas está confirmada com urgência!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-negociacao-sobre-metas-esta-confirmada-com-urgencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2023 14:40:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Metas impossíveis na Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[metas na caixa]]></category>
		<category><![CDATA[negociação caixa sobre metas]]></category>
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					<description><![CDATA[Existem muitas denúncias contra cobrança de metas impossíveis. Conforme os representantes dos empregados a reunião tem caráter de  urgência, dia 17 O movimento sindical enviou um ofício para a Caixa Econômica Federal, na terça-feira (8), reforçando a necessidade da reunião pré-agendada para o dia 16 de agosto (quarta-feira) para tratar sobre o tema metas e [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Existem muitas denúncias contra cobrança de metas impossíveis. Conforme os representantes dos empregados a reunião tem caráter de  urgência, dia 17</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical enviou um ofício para a Caixa Econômica Federal, na terça-feira (8), reforçando a necessidade da reunião pré-agendada para o dia 16 de agosto (quarta-feira) para tratar sobre o tema metas e as formas de seu acompanhamento pelo banco.<br><br>Sindicatos de todo o país estão recebendo reclamações de metas impossíveis de serem cumpridas, como as que estabelecem volume de financiamento a ser concedido, sem que haja dotação orçamentária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Existem muitos produtos atrelados aos contratos de financiamento. Com isso, o cumprimento das metas estabelecidas para o estabelecimento de contratos destes produtos também fica prejudicado”, disse a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt.<br><br>O ofício ainda reforça que “o referido tema já foi cobrado em outras oportunidades e conforme a Convenção Coletiva de Trabalho 2022/2024, cláusula 87, existe o compromisso da Caixa em fazer o debate.”<br><br>A Caixa entrou em contato com a representação das empregadas e empregados quarta-feira (9) e solicitou que, ao invés do 16, a reunião ocorra no dia 17.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa: faltam empregados e sobram metas impossíveis para os bancários</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-faltam-empregados-e-sobram-metas-impossiveis-para-os-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 12:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de empregados]]></category>
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		<category><![CDATA[Problemas na Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Metas ainda mais desumanas, problemas estruturais, em equipamentos e sistemas somadas à falta de valorização, inclusive para pagamento de horas-extras, continua a fazer parte do cotidiano dos trabalhadores Sindicatos de bancários de todo o país têm recebido reclamações sobre as novas metas impostas às empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal. “Estão propondo metas com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Metas ainda mais desumanas, problemas estruturais, em equipamentos e sistemas somadas à falta de valorização, inclusive para pagamento de horas-extras, continua a fazer parte do cotidiano dos trabalhadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sindicatos de bancários de todo o país têm recebido reclamações sobre as novas metas impostas às empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal. “Estão propondo metas com curva de crescimento de mais de 100% de um mês para o outro. Algumas deveriam ter sido cumpridas desde o início do ano, mas a regra foi definida somente agora. E a Caixa ainda tem coragem de dizer que quem não conseguiu atingir o objetivo no primeiro semestre, pode corrigir agora no segundo”, afirmou indignado o empregado da Caixa e dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Rafael de Castro.<br><br>A afirmação de que os objetivos não alcançados podem ser “corrigidos” no próximo semestre foi feita durante&nbsp;<a href="https://contrafcut.com.br/noticias/caixa-apresenta-ferramenta-que-substituira-gdp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reunião de apresentação do Conquiste</a>&nbsp;(sistema de metas e avaliação do banco) numa&nbsp;<em>live</em>&nbsp;para os empregados.<br><br>“E pior, existem metas que precisam ser cumpridas pelas lotéricas, e outras em transações dos clientes pela internet, que se não forem cumpridas, afetam o resultado da agência. Aí, o cliente chega no banco para contratar um financiamento, a gente precisa direcioná-lo para a lotérica, que nem sempre tem interesse. O cliente volta para o banco e a gente tem que fazer todo o processo e acompanhá-lo até a lotérica apenas para ele finalizar o procedimento”, explicou o dirigente da Contraf. “O mesmo acontece com transações pela internet, que fazemos todos os procedimentos pelo celular do cliente”, completou.<br><br>“Com isso, os já sobrecarregados empregados da Caixa realizam negócios e os direcionam à ‘rede parceira’ para finalização. Quem é remunerada e reconhecida é a ‘rede parceira’ por um serviço que não prestou, porque, o empregado teve que fazer isso para que sua agência não fosse penalizada”, criticou a diretora executiva da Contraf, Eliana Brasil. “E o empregado cai em uma armadilha, pois o banco utiliza estes dados para dizer que não precisa contratar mais empregados, porque os clientes estão utilizando os serviços de correspondentes bancários e realizando o autoatendimento pela internet”, completou.<br><br>Para a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, a impressão é que este tipo de meta é estabelecida por quem não tem nenhuma familiaridade com o cotidiano de trabalho na agência. “E ainda temos que ouvir elogios às redes parceiras, sendo que é a gente que executa todo o trabalho”, disse.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Meta de seguros</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outra crítica é com relação aos objetivos de venda de seguros (Caixa Seguridade). “Não levam em consideração a capacidade de produção e a falta de condições de trabalho nas unidades. Além disso, gera uma grande demanda de tempo de trabalho de muitos empregados e corresponde a um resultado em torno de 5% do balanço da empresa, enquanto no Conquiste chega a quase 1/3 do resultado”, disse o representante da Federação das Trabalhadoras e Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa-RJ), Rogério Campanate, acrescentando ainda que muitos dos resultados não são mensuráveis.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Meta de crédito</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outra crítica apontada pela representação dos trabalhadores às novas metas impostas pela Caixa é com relação aos objetivos a serem alcançados em contratos de financiamento. “Além de não levarem em conta as características da agência e sua capacidade de fechar tais contratos, querem que os empregados ofereçam um volume de crédito maior do que a dotação orçamentária disponibilizada”, informou representante da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Estado de São Paulo (Fetec), Hugo Saraiva.<br><br>“E quando se fala de meta de crédito, na verdade, o que a Caixa quer dizer é a venda de seguros e outros produtos agregados, como cartões. E, como não tem dotação orçamentária para os contratos de financiamento, além de não haver condições de cumprir a meta exigida de crédito, também não há possibilidade de cumprir a meta destes produtos atrelados”, explicou Lizandre Souza Borges, representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Fetraf) dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. “Apesar de não disponibilizar todos os recursos, a Caixa não reduz as metas. Nem dos contratos de financiamentos, nem dos produtos agregados”, completou.<br><br>O “novo” Conquiste tem itens de metas que não são mensuráveis como o tempo de espera. “O banco cobra dos empregados um resultado que sequer é capaz de mensurar, porque o sistema simplesmente não funciona e mais que isso, com a falta de empregados é desumana essa cobrança”, salientou Chay Cândida Fernandes, representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Fetrafi) do Nordeste.<br><br>“O orçamento necessário não existe, mas as metas desumanas, sistemas instáveis, equipamentos antigos, falta de orçamento para pagamento de hora-extra, retrabalho, falta de suporte operacional, falta de valorização continuam existindo”, disse Fabiana Proscholdt.<br><br>Para a coordenadora da CEE, outro ponto fundamental a respeito dos objetivos determinados no Conquiste é a discrepância deles com a real necessidade/ capacidade das unidades, gerando uma carência de significado para os empregados. “Há muito tempo os objetivos não levam em consideração a capacidade de produção das unidades e muito menos sua vocação. O resultado desse absurdo é que unidades que atingiram a alta performance, caem de classe porque as metas desconsideraram a sustentabilidade da própria unidade”, explicou. “Soma-se a isso o verdadeiro apagão de conhecimentos de CRR (custos, receitas e resultados) por parte das equipes de gestores das unidades (há anos não se faz um treinamento com os gerentes a respeito do CRR)”, completou Fabiana Proscholdt.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Próxima reunião</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima reunião da CEE com a Caixa para tratar sobre metas e o Conquiste está marcada para o dia 16 de agosto.<br><br>“Teremos muito o que conversar em nossa próxima reunião de negociação com a Caixa. E que seja uma conversa com seriedade, para que haja soluções, sem que o banco tente tapar o sol com a peneira e pare de prejudicar os empregados e a população, que sofrem com o desmonte provocado pela gestão passada”, avaliou a coordenadora da CEE.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa continua sem atender demanda pelo fim da função por minuto</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-continua-sem-atender-demanda-pelo-fim-da-funcao-por-minuto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 12:21:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Função por minuto]]></category>
		<category><![CDATA[metas na caixa]]></category>
		<category><![CDATA[penhor caixa]]></category>
		<category><![CDATA[tesoureiro Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco também não apresentou respostas para a reivindicação da exclusão dos caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor do “time de vendas” e tampouco sobre o questionamento com relação à redução da jornada com redução salarial dos tesoureiros O Grupo de Trabalho formado por representantes da Caixa Econômica Federal e dos empregados para tratar de questões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Banco também não apresentou respostas para a reivindicação da exclusão dos caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor do “time de vendas” e tampouco sobre o questionamento com relação à redução da jornada com redução salarial dos tesoureiros</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Trabalho formado por representantes da Caixa Econômica Federal e dos empregados para tratar de questões específicas dos trabalhadores que exercem as funções de caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor retomou as negociações, terça-feira (27). O banco continuou se esquivando das respostas sobre o fim da designação de função por minuto e retorno das funções efetivas.<br><br>A Comissão Executiva do Empregados (CEE) ressaltou que a designação da função por minuto para os caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor inviabiliza o trabalho, gera tensão, adoecimento e prejuízo aos trabalhadores. “A função minuto é uma aberração! É uma atividade que não conta para nada na carreira dos empregados, fora a questão dos reflexos de final de semana, PLR, férias e afins. Isso sem contar a sobrecarga de trabalho e a cobrança de vendas. É surreal!”, apontaram.<br><br>Com o intuito de minimizar as ações judiciais, a representação dos trabalhadores também solicitou a inclusão da “pausa de 10 minutos” como objeto das Comissões de Conciliação Voluntárias (CCVs).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Demandas sem repostas</strong><strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante que ficou sem resposta foi a redução da jornada de tesoureiros, de oito para seis horas, com redução proporcional do salário e orientação para que não sejam autorizadas horas-extras para estes profissionais. Existe decisão judicial para que a Caixa reduza a jornada da função, mas as ações judiciais não mencionam a redução salarial.<br><br>Na reunião anterior o banco havia dito não existir orientação neste sentido e que era preciso analisar casos específicos. Os casos continuaram acontecendo em diversas regiões do país.<br><br>Nenhuma resposta foi dada, também sobre a exclusão das funções de caixa, tesoureiro e avaliador de penhor do “time de vendas” e tampouco sobre a revisão do Programa Qualidade de Vendas (PQV), que, ao invés de ser educativo está sendo usado como ferramenta de punição aos empregados quando existe uma venda “indevida”. Segundo sindicalistas, o problema que são as metas abusivas que é o cerne não está sendo resolvido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto reforçado na reunião foi a necessidade urgente de troca de equipamentos, bem como a estabilidade dos sistemas. “Na última reunião, a Caixa trouxe a informação de melhorias no SISAG (Sistema de Automação de Produtos e Serviços Bancários de Agência), mas o que pudemos perceber é que o sistema passou a ficar mais instável, afetando inclusive outras aplicações. Isso tem prejudicado o trabalho dos empregados e causado demora no atendimento à população”, afirmou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora do CEE.<br><br>Ao final da reunião, após a representação dos trabalhadores reforçar a cobrança de respostas, a representação do banco tentou argumentar que as atividades realizadas estão dentro do escopo de trabalho das funções. Mas, a CEE lembrou que, na reunião passada, já havia discordância desta argumentação e o pedido para que o banco resgatasse as atribuições previstas no RH183 e comparasse com o que os empregados vêm fazendo na prática, para que eles não executem tarefas que não sejam de suas responsabilidades, com a intenção acabar com os desvios de funções.<br><br>Após esta observação, a representação da Caixa disse que levaria as questões para serem analisadas pelos setores específicos.<br><br>A representação sindical reforçou outro pedido feito na reunião passada, para que a Caixa aprimore a ata das reuniões, de modo a facilitar o atendimento das reivindicações e o acompanhamento do que está sendo realizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Respostas dadas</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco relembrou que demandas sobre a melhoria dos mobiliários, contemplando a substituição com participação avaliação pelos usuários, foram atendidas. Disse também que existe um cronograma para a adaptação de agências para pessoas com deficiência (PCDs). Também está sendo realizada a revisão da formação de avaliadores de penhor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sindicalistas afirmam que PQV da Caixa é inaceitável</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicalistas-afirmam-que-pqv-da-caixa-e-inaceitavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 11:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa pune por metas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[metas na caixa]]></category>
		<category><![CDATA[PQV Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Punição por metas]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Mendonça da Caxia]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo os sindicalistas, o mais urgente no momento é atacar o problema do assédio e as metas absurdas A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) cobrou da Caixa Econômica Federal (CEF) a imediata exclusão do caráter punitivo do Programa de Qualidade de Vendas (PQV), cuja nova versão, divulgada recentemente pelo banco, pune empregados por cancelamentos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Segundo os sindicalistas, o mais urgente no momento é atacar o problema do assédio e as metas absurdas</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) cobrou da Caixa Econômica Federal (CEF) a imediata exclusão do caráter punitivo do Programa de Qualidade de Vendas (PQV), cuja nova versão, divulgada recentemente pelo banco, pune empregados por cancelamentos de vendas. A negociação foi nesta sexta-feira (19), em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião contou com a presença do vice-presidente de Gestão de Pessoas, Sérgio Mendonça. Esse fato ganha importância histórica, pois a retomada desta instância no âmbito do banco público – que havia sido extinta no primeiro semestre de 2021, ainda sob a gestão de Pedro Guimarães – ocorreu a partir de uma reivindicação dos empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PQV é inaceitável</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura foi ressaltada a importância da Mesa de Negociação e a necessidade de ser o canal de negociação. Os representantes dos empregados foram unânimes em condenar o Programa de Qualidade de Vendas, classificado de inaceitável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Somos totalmente contrários ao PQV, pois não resolve o problema de uma venda malfeita. O problema não é a venda e sim o que motivou a que essa venda fosse feita dessa forma”, afirmou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/Caixa. Acrescentou que as metas cobradas são desumanas. “É preciso acabar com a cultura do assédio e antes de tudo oferecer treinamento adequado aos empregados. Além disso é urgente a contratação de novos para aliviar a sobrecarga dos colegas”, argumentou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Gestão humanizada X PQV</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os sindicalistas, o PQV transfere para o empregado a responsabilidade por problemas estruturais da empresa, como o déficit de pessoal, falhas no sistema, bons produtos, falta de tempo para aquisição de conhecimento no horário de trabalho, e falta de recursos para o atendimento aos clientes. A Caixa precisa contratar mis empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião com a Caixa, a CEE defendeu que os empregados não podem ser punidos pelo fato de clientes cancelarem produtos seguindo orientação enviada pelo próprio banco. Foi dito, inclusive, não haver motivo para proibir os trabalhadores de participarem de Processos de Seleção Interna (PSI) e muito menos usar de ameaças para intimidar os bancários da rede, como sugere a proposta do PQV apresentada pelo banco.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Retrocesso</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Comissão, os problemas registrados nas agências e outras unidades da Caixa seguem na linha de retrocesso desenfreado, e isso é inadmissível. Para a CEE, o mais urgente no momento é atacar o problema do assédio e as metas absurdas. Para a reconstrução da Caixa que o Brasil precisa, a medida de gestão mais emergencial é o respeito e a valorização do seu corpo funcional. A gestão tem que de fato ser humanizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à questão do assédio moral e sexual, especificamente, os dirigentes cobraram um espaço específico para tratar do tema que atinge hoje a imagem do banco e é causa de grande parte do adoecimento de empregadas e de empregados. Foi cobrado, também, a definição de um calendário de negociações, com cronograma de debates para que as reivindicações da categoria avancem no rumo de propostas minimamente decentes. Isso, segundo a representação dos empregados, irá fortalecer o DNA público e social da Caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Demais itens</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro tratou ainda de questões relacionadas a condições de trabalho. Os representantes dos empregados frisaram a necessidade de avanços nas reivindicações dos trabalhadores. Disseram serem urgentes medidas que viabilizem a solução de problemas estruturais deixados pelas últimas gestões da Caixa. Fatiamento do banco em subsidiárias, sucateamento das áreas de infraestrutura e dos equipamentos e mobiliários são “entulhos autoritários” que precisam ser revistos com urgência.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A representação dos empregados reivindicou ainda:</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Fim do teto de gasto do Saúde CAIXA</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Valorização da Universidade Caixa (volta dos cursos presenciais na jornada de trabalho)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Processos seletivos internos transparentes e democráticos (abertos a todos)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Home Office – cumprir efetivamente a legislação (priorizar PCD, pais e mães de PCDS)</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Jornada reduzida para os pais de filhos PCDs</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Rediscutir PCS</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Volta das GIPES (descentralização, uma por estado).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Fim das funções por minuto – bem como a efetivação dos colegas que executam hoje essas atividades</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Empregados perseguidos na gestão anterior &#8211; necessidade de reparações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Fim do banco de horas negativo com dotação pras horas extras</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Vice-presidente de Pessoas se pronuncia</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No fim do encontro, depois de ouvir as demandas apresentadas pelos representantes dos empregados, Sérgio Mendonça ressaltou a importância da Caixa “uma espécie de jóia da coroa do Brasil por ser um banco público muito importante em termos sociais e econômicos”. O vice-presidente de Pessoas reiterou que o compromisso da atual gestão do banco é de diálogo permanente com as empregadas e os empregados, para evitar que saiam programas sem conversar com as representações dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso compromisso, portanto, é fazer o diálogo de forma transparente e de boa fé. Vamos procurar dar as respostas em curtíssimo espaço para as demandas apresentadas”, complementou.</p>
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		<title>Caixa vai negociar PQV</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-vai-negociar-pqv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 11:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio na Caixa sobre metas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[metas na caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação Caixa PQV]]></category>
		<category><![CDATA[PQV Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Após cobranças dos sindicatos, a diretoria da Caixa chama representação dos trabalhadores para negociar mudanças no Programa de Qualidade de Vendas (PQV); reunião ocorrerá na sexta-feira (19) Após cobrança realizada pelo movimento sindical, a Caixa Econômica Federal convocou reunião para negociar mudanças no Programa de Qualidade de Vendas (PQV). A versão do programa apresentada pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Após cobranças dos sindicatos, a diretoria da Caixa chama representação dos trabalhadores para negociar mudanças no Programa de Qualidade de Vendas (PQV); reunião ocorrerá na sexta-feira (19)</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após cobrança realizada pelo movimento sindical, a Caixa Econômica Federal convocou reunião para negociar mudanças no Programa de Qualidade de Vendas (PQV). A versão do programa apresentada pelo banco aumenta as punições para as empregadas e empregados que não cumprirem as metas estabelecidas. A reunião de negociação será realizada na sexta-feira (19), a partir das 14h.<br><br>Mais detalhes sobre da solução do problema leia aqui no site ou redes sociais do Sindicato.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Assista o Podcast do Sindicato</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Atenção bancários, trabalhadores em geral, jovens e toda a população; vocês agora têm notícias voltadas exclusivamente aos seus interesses no Farol da Baixada, o Podcast do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, que estreou quarta-feira (17/05), às 11h, no canal do&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/@FarolDaBaixada" target="_blank" rel="noreferrer noopener">youtube.com/@FarolDaBaixada</a>. Não perca!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os programas são disponibilizados sempre às quartas-feiras, às 11h.&nbsp;<strong>Entre no canal, clique em inscrever-se, depois no sininho, escolha todas e dê um joinha maneiro, pronto você estará ligado!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo sobre direitos da categoria, políticas do governo de interesse dos trabalhadores em geral, sobre aumento salarial, assédio no trabalho, luta por melhores condições, trabalhadores autônomos, de plataformas (Uber, Ifood…), previdência social, privatizações, meio ambiente e muito mais num papo descontraído com apresentação de Eneida Koury, diretora do Sindicato e convidados. Se liga, não perca essa!</p>
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		<item>
		<title>Assédio na Caixa continua</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/assedio-na-caixa-continua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 12:37:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio na Caixa com metas]]></category>
		<category><![CDATA[Assedio na Caixa novamente]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[metas na caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudanças no Programa de Qualidade de Vendas (PQV) aumentam punições para trabalhadores A Caixa Econômica Federal apresentou, na segunda-feira (15), mudanças no Programa de Qualidade de Vendas (PQV) que aumentam as punições para as empregadas e empregados que não cumprem as metas estabelecidas. No novo PQV da Caixa, as vendas de cartão de crédito, seguros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Mudanças no Programa de Qualidade de Vendas (PQV) aumentam punições para trabalhadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa Econômica Federal apresentou, na segunda-feira (15), mudanças no Programa de Qualidade de Vendas (PQV) que aumentam as punições para as empregadas e empregados que não cumprem as metas estabelecidas.<br><br>No novo PQV da Caixa, as vendas de cartão de crédito, seguros e cesta de serviços são avaliadas por até 90 dias após a contratação. Se o cliente cancelar o serviço neste período, o empregado perde pontos no programa. E os bancários acham injusta a penalização por clientes cancelarem produtos da cesta de serviços, sendo que a própria Caixa manda mensagem para eles, os orientando a solicitarem o cancelamento quando o produto não se enquadrar em seu perfil.<br><br>A apuração dos resultados do primeiro semestre de 2023 será feita em dois momentos. O primeiro vai considerar o primeiro trimestre, já com a aplicação das novas faixas de resultados definidas; habilitação, ou desabilitação em campanhas; bonificação, ou punição em processo seletivo (PSI/Score). O segundo momento considerará os resultados do segundo trimestre, considerando a incidência das novas faixas; início das consequências referentes às novas faixas com mensageria; acompanhamento do desempenho do empregado; avaliação das contestações em mais de uma instância; deflator no IQV decorrente da ausência de avaliação de contestação.<br><br>O movimento sindical irá se reunir ainda nesta quarta-feira (17), a partir das 18h, para definir como debater esse assunto com a nova direção do banco.</p>
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		<title>Caixa quer aumentar metas para 200%. Sindicatos pressionam!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-quer-aumentar-metas-para-200-sindicatos-pressionam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[metas 200%]]></category>
		<category><![CDATA[metas absurdas]]></category>
		<category><![CDATA[metas na caixa]]></category>
		<category><![CDATA[superexploção]]></category>
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					<description><![CDATA[Semana passada circularam informações nas agências da Caixa sobre aumento de 200% da meta na maior parte dos produtos. Os empregados já estão esgotados com diversos pagamentos e as unidades abrindo mais cedo. Movimento sindical pressiona por redução de metas Informações que circularam nas agências da Caixa semana passada aventaram sobre um aumento de 200% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada circularam informações nas agências da Caixa sobre aumento de 200% da meta na maior parte dos produtos. Os empregados já estão esgotados com diversos pagamentos e as unidades abrindo mais cedo. Movimento sindical pressiona por redução de metas</p>
<p></p>
<p>Informações que circularam nas agências da Caixa semana passada aventaram sobre um aumento de 200% da meta na maior parte dos produtos e indicadores no Conquiste, o sistema de mensuração e acompanhamento de resultados do banco.</p>
<p> </p>
<p>A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) do banco público entrou em contato com a vice-presidência Rede de Varejo (Vired) e solicitou o reprocessamento das metas para os valores anteriores. A ação será feira pela Controladoria do banco no Conquiste e o assunto será debatido adequadamente com a Rede.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Em plena pandemia não deveriam nem existir metas. Imaginem que se 100% já está difícil de atingir, 200% é totalmente impraticável. Reafirmamos que o Sindicato dos Bancários de Santos e Região sempre foi contra qualquer tipo de metas, muito menos as absurdas. Neste cenário, onde os empregados da Caixa já estão esgotados, com a abertura mais cedo para pagar milhares de auxílios e atender a população a cobrança de metas é desumana”, diz Ricardo Saraiva Big, presidente em exercício do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p><strong>Metas absurdas</strong></p>
<p>A cobrança de metas na Caixa tem sido debatida desde o início da pandemia. Com parte dos trabalhadores em home office e outros atuando no pagamento do auxílio emergencial e do FGTS emergencial, a Caixa continuou com as cobranças, mesmo com o indicativo da diretoria de que isso não seria feito.</p>
<p> </p>
<p>No início do mês de outubro, a direção da Caixa aumentou em R$ 2 milhões a meta de consignado do INSS em algumas agências. Os empregados, já estão exaustos, estão sendo cobrados para que cumpram mais de 120% das metas de venda de produtos. Em outro exemplo, as metas para o crédito consignado foram desmembradas, com a separação entre servidores públicos e aposentados.</p>
<p> </p>
<p>Ainda na Campanha Salarial de 2020, o movimento sindical reforçou a reivindicação à direção da Caixa para deixar de cobrar as metas enquanto perdurar a pandemia.</p>
<p>Crédito: Fabiano Couto<br />Fonte: Fenae com edição do SEEB de Santos e Região</p>
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