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	<title>menos de 18% de mulheres &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>menos de 18% de mulheres &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bancada feminina cresce, mas ocupam menos de 18% das cadeiras na Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bancada feminina]]></category>
		<category><![CDATA[câmara federal feminina]]></category>
		<category><![CDATA[deputadas são poucas]]></category>
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					<description><![CDATA[Deputadas eleitas são 91, antes eram 77; Erika Hilton e Duda Salabert são as primeiras trans no Congresso     A representatividade feminina na Câmara dos Deputados vai aumentar na próxima legislatura, mas ainda seguirá longe do equilíbrio entre homens e mulheres existente na população. De 77 cadeiras na atual composição, passarão a ser 91 as ocupadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deputadas eleitas são 91, antes eram 77; Erika Hilton e Duda Salabert são as primeiras trans no Congresso</p>
<p></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>A representatividade feminina na Câmara dos Deputados vai aumentar na próxima legislatura, mas ainda seguirá longe do equilíbrio entre homens e mulheres existente na população. De 77 cadeiras na atual composição, passarão a ser 91 as ocupadas por mulheres. Ou seja: cerca de 17,7% do total de 513 parlamentares eleitos para a Câmara.</p>
<p> </p>
<p>A própria Câmara, ao noticiar o crescimento da bancada feminina, afirma que há uma sub-representação, e destaca que a média de participação de mulheres em parlamentos pelo mundo é de 26,4%. O levantamento é da União Interparlamentar (UIP), que destaca que o Brasil ocupa o 146º lugar entre 193 países analisados. Países como Cuba (com 53,4% de deputadas) e México (50%) tiveram desempenhos bem melhores.</p>
<p> </p>
<p>Em oito estados, mulheres vindas dos mais diferentes campos políticos foram os nomes mais mais votados para a Câmara dos Deputados: Bia Kicis (PL-DF), Caroline de Toni (PL-SC), Detinha (PL-MA), Dra Alessandra Haber (MDB-PA), Natália Bonavides (PT-RN), Socorro Neri (PP-AC), Silvye Alves (União-GO) e Yandra de André (União-SE).</p>
<p> </p>
<p>Donos das maiores bancadas eleitas, o PL e a Federação Brasil da Esperança (encabeçada pelo PT) têm, também, o maior número de mulheres eleitas: 17 pelo PL e 21 pela federação de esquerda. Destaque também para o PSD, que passou de uma para quatro deputadas.</p>
<p> </p>
<p><strong>Primeiras deputadas trans</strong></p>
<p>As deputadas federais eleitas Erika Hilton (PSOL-SP) e Duda Salabert (PDT-MG) fizeram história ao se tornarem as primeiras trans eleitas para a Câmara. Elas exerciam mandatos de vereadoras nas capitais de seus estados e agora partirão para Brasília.</p>
<p> </p>
<p><strong>Incentivos são insuficientes</strong></p>
<p>Na busca por ampliar a representação feminina, a legislação eleitoral tem uma série de incentivos. Porém, na prática, os números de deputadas eleitas mostram que eles são insuficientes.</p>
<p> </p>
<p>Entre as medidas estão a obrigação de cada partido indicar pelo menos 30% de candidatas mulheres. Além disso, o mesmo percentual mínimo (30%) deve ser dedicado a elas na dedicação de recursos do fundo eleitoral e do tempo de TV. Muitas vezes, porém, são lançadas &#8220;candidaturas-laranja&#8221;, ou seja, de fachada, para garantir o cumprimento das regras. </p>
<p>Crédito: Cleia Viana/Câmara dos Depitados<br />Fonte: Rede Brasil Atual &#8211; edição Rodrigo Durão Coelho   </p>
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