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	<title>Menor taxa de desemprego nos estados &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>IBGE: em 14 estados, desemprego de 2024 foi o menor já registrado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 13:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego em baixa 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego cresce 2024]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE e desemprego 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Menor taxa de desemprego nos estados]]></category>
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					<description><![CDATA[Mato Grosso e Santa Catarina têm taxas abaixo de 3% Para 14 estados, o ano de 2024 terminou com o menor nível de desemprego já registrado pela série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que começou em 2012. O dado foi divulgado nesta sexta-feira (14) pelo do Instituto Brasileiro de Geografia [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-092e30fdfcf2b78ed91577ed0d342c56">Mato Grosso e Santa Catarina têm taxas abaixo de 3%</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 14 estados, o ano de 2024 terminou com o menor nível de desemprego já registrado pela série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que começou em 2012. O dado foi divulgado nesta sexta-feira (14) pelo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comportamento desses estados se assemelha ao do Brasil como um todo, que registrou a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/taxa-de-desemprego-fica-em-62-no-ultimo-trimestre-de-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>taxa média de 6,6% de desemprego</strong></a>,&nbsp;em 2024, conforme já havia sido divulgado pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O recorde de baixa no nível de ocupação foi atingido nas seguintes localidades:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rio Grande do Norte (8,5%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amazonas (8,4%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amapá (8,3%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alagoas (7,6%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maranhão (7,1%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ceará (7%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acre (6,4%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo (6,2%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tocantins (5,5%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minas Gerais (5%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espírito Santo (3,9%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mato Grosso do Sul (3,9%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina (2,9%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mato Grosso (2,6%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As maiores taxas médias de 2024 foram apontadas na Bahia (10,8%), Pernambuco (10,8%) e Distrito Federal (9,6%).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Regiões</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por regiões, o Norte (7%), Sudeste (6,4%), Sul (4,2%) e Centro-Oeste (5,4%) alcançaram os menores níveis de desocupação desde o início da série histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no Nordeste, a taxa ficou em 9%, a menor desde 2015, porém acima do recorde mínimo de 8,6%, atingido em 2014.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Informalidade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE revelou que ao longo do ano passado, a taxa de informalidade no país foi de 39% da população ocupada, sendo as maiores médias no Pará (58,1%), Piauí, (56,6%) e Maranhão (55,3%). As menores ficaram localizadas em Santa Catarina (26,4%), Distrito Federal (29,6%) e São Paulo (31,1%).</p>
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