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	<title>Medidas Administrativas e Judiciais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Medidas Administrativas e Judiciais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Parasita é o sistema financeiro protegido por Guedes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Feb 2020 13:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Apesp]]></category>
		<category><![CDATA[Declaração Ofensiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidades de diversas áreas do serviço público criticam declaração; há quem estude questioná-lo na Justiça A declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, comparando servidores públicos a parasitas repercutiu mal entre integrantes do funcionalismo. O Sindilegis (sindicato dos servidores da Câmara, Senado e Tribunal de Contas da União) emitiu nota de repúdio. &#62;&#62;&#160;Paulo Guedes compara [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades de diversas áreas do serviço público criticam declaração; há quem estude questioná-lo na Justiça</p>
<p>A declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, comparando servidores públicos a parasitas repercutiu mal entre integrantes do funcionalismo. O Sindilegis (sindicato dos servidores da Câmara, Senado e Tribunal de Contas da União) emitiu nota de repúdio.</p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/paulo-guedes-compara-funcionario-publico-a-parasita-durante-palestra" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt;&nbsp;Paulo Guedes compara funcionário público a &#8216;parasita&#8217; durante palestra</a></p>
<p>&#8220;Parasita é o sistema financeiro, protegido pelo ministro da Economia, que escraviza o povo brasileiro em benefício de meia dúzia de banqueiros&#8221;, afirmou o presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão na nota.</p>
<p>O sindicato diz já ter acionado seu corpo jurídico para avaliar as medidas judiciais cabíveis contra os insultos do ministro.</p>
<p>Em defesa do projeto de emergência fiscal, Guedes comparou servidores públicos a parasitas, que estão matando o hospedeiro (o governo) ao receberem reajustes automáticos enquanto estados estão quebrados.</p>
<p>&#8220;O governo está quebrado, gasta 90% da receita com salário e é obrigado a dar aumento&#8221;, argumentou o ministro, durante seminário sobre o Pacto Federativo, realizado nesta sexta-feira (7) pela Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE).</p>
<p>&#8220;O funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação, além de ter estabilidade na carreira e aposentadoria generosa. O hospedeiro está morrendo, o cara virou um parasita&#8221;, disse, defendendo o fim dos reajustes automáticos.</p>
<p>Segundo Elesbão, a postura do ministro e do governo deixam claro que não há qualquer intenção de diálogo com o serviço público no que chamam de reforma administrativa. “O que fica bastante evidente, além da profunda arrogância e desrespeito pelos trabalhadores desse país, é que estão precarizando todas as relações de trabalho e tentando desmontar o Estado que existe para proteger o cidadão. A serviço e benefício de quem?”</p>
<p>Ainda de acordo com a nota do sindicato, o vice-presidente da entidade, Alison Souza, estava no evento e condenou a postura de Guedes e de autoridades públicas que atacam os trabalhadores.</p>
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<p>“É evidente o profundo desconhecimento de alguns agentes públicos sobre a qualidade do trabalho realizado pelos servidores –ou a imensa má fé com que tentam nos responsabilizar pela sua própria incompetência. O Brasil precisa de um ambiente equilibrado e propício aos negócios para se desenvolver. Manifestações como essa vão exatamente no sentido oposto. Nós, servidores, trabalhamos duro todos os dias para dar rumo a este País”, afirmou Souza.</p>
<p>Também em nota, o Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), que representa mais de 200 mil servidores, disse que Guedes desrespeita de forma gratuita a categoria.</p>
<p>&#8220;O Fórum afirma que ele [Paulo Guedes] demonstra desprezo com o funcionalismo, além de desconhecer a máquina pública. O grupo pede retratação pública do ministro e afirma que vai tomar medidas administrativas e judiciais.&#8221;</p>
<p>A FUP (Federação Única dos Petroleiros) afirmou que repudia as declarações e que Guedes ataca de forma injusta parcela da população que serve aos governos e suas autarquias.“O próprio ministro está cercado, convive diariamente e é servido pelo mesmo trabalhador público que agora anuncia desavergonhadamente repudiar como &#8216;parasita&#8217;”, afirmou em nota.</p>
<p>A Unafisco (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal) disse que falta elegância e patriotismo a Guedes.“O assédio institucional que vem sendo praticado pelo sr. Paulo Guedes em relação aos servidores públicos já ultrapassa os limites legais e merece reação à altura”, disse a entidade.</p>
<p>A associação que reúne dos procuradores do estado de São Paulo também divulgou nota em repúdio à manifestação do ministro.</p>
<p>&#8220;A Apesp lamenta a agressão verbal do Ministro, ressaltando que os servidores públicos do estado de São Paulo e do Brasil desempenham um trabalho de vital importância para a sociedade e ao funcionamento da administração pública.&#8221;</p>
<p>De acordo com o texto da Apesp (Associação dos Procuradores do Estado de São Paulo), os servidores públicos estão presentes na vida da população em áreas vitais como educação, saúde, justiça, segurança e transporte. &#8220;Se utilizasse ou necessitasse destes serviços, o ministro saberia certamente valorizá-los.&#8221;</p>
<p>&#8220;Dessa forma, a Apesp, não apenas refuta a pecha de &#8216;parasitas&#8217; atribuída aos servidores públicos, como também convida o ministro a se informar melhor sobre a importância que os servidores públicos têm para o povo que mora no estado de São Paulo e no Brasil.&#8221;</p>
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<p>Fonte: Folha de São Paulo &#8211; 07/02/2020</p>
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