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	<title>marketing enganoso &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Santander pagará multa de US$ 10 milhões por telemarketing enganoso</title>
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<p>Para evitar uma a&ccedil;&atilde;o judicial, o Banco Santander concordou em pagar uma multa de US$ 10 milh&otilde;es, como parte do acordo com o Consumer Financial Protection Bureau (CFPB &ndash; Departamento de Prote&ccedil;&atilde;o Financeira ao Consumidor) dos EUA. O CFPB acusou o banco de cobrar ilegalmente de seus clientes taxas sobre saques a descoberto (overdraft), um esquema que foi viabilizado por um servi&ccedil;o de telemarketing enganoso.&nbsp;</p>
<p>O servi&ccedil;o de telemarketing para captar a ades&atilde;o de clientes ao programa de cobertura de saques a descoberto foi prestado por uma empresa terceirizada, que fez o que quis, de 2010 a 2014, sob as vistas grossas do banco. Em alguns casos, a empresa de telemarketing sequer pediu consentimento a clientes para inclu&iacute;-los em seu programa Protetor de Contas, informou o CFPB, segundo o The Boston Globe, The National Law Journal, o site Consumerist e outras publica&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Ao cobrar US$ 35 por saque a descoberto, o Santander violou as regras federais que, entre outras coisas, pro&iacute;bem os bancos e cooperativas de cr&eacute;dito de cobrar qualquer taxa sobre saque a descoberto sem &ldquo;consentimento afirmativo&rdquo; do cliente. Sem esse tipo de consentimento, os bancos e cooperativas de cr&eacute;dito n&atilde;o podem autorizar saques a descoberto em caixas eletr&ocirc;nicos (ATMs) ou transa&ccedil;&otilde;es com cart&atilde;o de d&eacute;bito, para depois cobrar a taxa.</p>
<p>Em outros casos, os representantes do servi&ccedil;o de telemarketing garantiram aos clientes que o servi&ccedil;o de saque a descoberto era gratuito e muitos deles demoraram a descobrir que estavam pagando centenas de d&oacute;lares em taxas.</p>
<p>Outros representantes teriam garantido aos clientes que n&atilde;o pagariam qualquer taxa, se eles cobrissem o saque a descoberto dentro de cinco dias. Em outros casos, disseram aos clientes que s&oacute; pagariam taxas sobre transa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia apenas e que compras que n&atilde;o fossem de emerg&ecirc;ncia n&atilde;o seriam taxadas.</p>
<p>Segundo o CFPB, alguns representantes da empresa de telemarketing garantiram a clientes que s&oacute; seriam cobradas taxas sobre saques a descoberto se eles n&atilde;o optassem (opt-in) pelo servi&ccedil;o Protetor de Contas.</p>
<p>Em alguns casos, os representantes pediam ao cliente autoriza&ccedil;&atilde;o para lhes enviar por correio o material promocional do programa. E, obtida a autoriza&ccedil;&atilde;o, lhes pediam os &uacute;ltimos quatro n&uacute;meros do Social Security (que corresponde ao CPF, no Brasil), o que era suficiente para inscrever um cliente no programa, mesmo sem seu &ldquo;consentimento afirmativo&rdquo;.</p>
<p>A acusa&ccedil;&atilde;o do CFPB declara que, para estimular a capta&ccedil;&atilde;o de clientes para o programa, o Santander premiava a empresa de telemarketing com um pagamento maior por hora, se ela conseguisse captar um certo n&uacute;mero de clientes em determinado per&iacute;odo.</p>
<p>Ao fazer o an&uacute;ncio, o CFPB pediu aos bancos que supervisem o trabalho das empresas terceirizadas que contratam para prestar servi&ccedil;os de telemarketing na venda de prote&ccedil;&atilde;o de contas em que os clientes fazem saques a descoberto. Com isso, deu a entender que o Banco Santander serviu de boi de piranha, ao receber uma puni&ccedil;&atilde;o exemplar que serviria de mensagem para todos.</p>
<p>Em um relat&oacute;rio recente, o CFPB destacou que, em 2015, os bancos obtiveram receitas de US$ 11,16 bilh&otilde;es em taxas sobre saques a descoberto ou sobre cheques sem fundos. Isso representa 8% da renda l&iacute;quida total dos bancos inclu&iacute;dos no relat&oacute;rio ou 5,5% dos lucros antes da tributa&ccedil;&atilde;o dos mesmos bancos (tecnicamente, receita l&iacute;quida total antes da tributa&ccedil;&atilde;o e de itens extraordin&aacute;rios). Representa, ainda, 65,3% (ou quase dois ter&ccedil;os) de toda a receita com taxas de contas de dep&oacute;sito dos clientes.</p>
<p>No relat&oacute;rio, o CFPB declara que, no momento, est&aacute; examinando com mais cuidado as pr&aacute;ticas dos bancos no que se refere a saques a descoberto e promete analisar mais profundamente os dados colhidos, para melhor monitorar e entender os programas de saque a descoberto no mercado, a fim de proteger o consumidor.</p>
<p>O Santander, por sua vez, lamentou que a firma de telemarketing n&atilde;o seguiu suas orienta&ccedil;&otilde;es, embora admita que n&atilde;o supervisionou suas opera&ccedil;&otilde;es como deveria. Anunciou que cancelou o contrato com a firma de telemarketing e que est&aacute; implementando controles adicionais para assegurar um supervis&atilde;o mais eficaz das firmas terceirizadas no futuro.</p>
<p>Fonte: www.amodireito.com.br</p>
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