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	<title>Marielle Franco violência digital &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Violência digital contra mulheres atinge níveis alarmantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 12:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco violência digital]]></category>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-caca91b5eb37c19afca503f2242490e5">É o que mostra pesquisa divulgada pelo Instituto Marielle Franco</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Marielle Franco (IMF) lança nesta quarta-feira (27), às 19h, no salão nobre da Câmara dos Deputados, em Brasília, a pesquisa inédita&nbsp;<em>“Regime de ameaça: a violência política de gênero e raça no âmbito digital (2025</em>)”, que mostra&nbsp;a dimensão e a gravidade dos ataques direcionados a mulheres negras no cenário político brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O estudo mostra que a violência política digital não é pontual, mas sistêmica e coordenada. Entre os casos mapeados, 71% das ameaças envolveram morte ou estupro, e 63% das ameaças de morte faziam referência direta ao assassinato de Marielle Franco, revelando um padrão simbólico e violento que transforma esse feminicídio político em uma advertência brutal às mulheres negras que ousam disputar o poder.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das vítimas é formada por mulheres negras cis, trans e travestis, LGBTQIA+, periféricas, defensoras de direitos humanos, parlamentares, candidatas e ativistas. A sistematização dos dados foi obtida a partir de atendimentos feitos&nbsp;pelo Instituto Marielle Franco, em parceria com o Instituto Alziras, o portal AzMina, o coletivo Vote LGBT, o centro de pesquisa Internet LAB, além de dados captados da Justiça Global e Terra de Direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São mulheres que carregam, na vida e na luta, a base que sustenta este país, mas seguem invisibilizadas. A violência que atinge cada uma delas é também uma violência contra a democracia”, afirma Luyara Franco, diretora executiva do IMF e filha de Marielle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também faz&nbsp;recomendações concretas, como a criação da Política Nacional de Enfrentamento à Violência Política de Gênero e Raça, que deverá orientar ações do Estado, do Legislativo, da sociedade civil e das plataformas digitais para garantir a proteção de mulheres negras na política.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com Luyara, o levantamento comprova, com dados, que a violência política digital contra mulheres negras não é isolada, mas&nbsp;parte de um sistema que busca afastar essas mulheres da vida pública.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Queremos que essa publicação sirva de base para ações concretas de proteção e para responsabilizar agressores e plataformas digitais. Nosso compromisso é com a memória, a justiça e a construção de um país em que as mulheres possam existir e disputar espaços políticos sem medo”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Criação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Inaugurado em 2019, o Instituto Marielle Franco é uma organização sem fins lucrativos, criada&nbsp;pela família da vereadora, com o objetivo de defender a memória e multiplicar seu legado, além de inspirar, conectar e potencializar mulheres negras, pessoas LGBTQIA+ e periféricas a seguirem em busca de um mundo mais justo e igualitário.</p>
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