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	<title>Marcha das Mulheres &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Marcha das Mulheres &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Marcha das Margaridas deve reunir mais de 100 mil mulheres em Brasília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 11:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Margaridas]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha feminista em Brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela reconstrução do Brasil e pelo bem viver é o tema neste ano Mais de 100 mil mulheres brasileiras do campo, da floresta, das águas e das cidades, além de representantes de 33 países, estão em Brasília,&#160; na&#160; 7ª Marcha das Margaridas. O evento, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), federações e [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Pela reconstrução do Brasil e pelo bem viver é o tema neste ano</h2>



<p></p>



<p>Mais de 100 mil mulheres brasileiras do campo, da floresta, das águas e das cidades, além de representantes de 33 países, estão em Brasília,&nbsp; na&nbsp; 7ª Marcha das Margaridas. O evento, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), federações e sindicatos filiados e 16 organizações parceiras, ocorre a cada quatro anos e a edição de 2023 tem o lema Pela Reconstrução do Brasil e pelo bem viver.&nbsp;</p>



<p>São trabalhadoras rurais, indígenas, quilombolas, ribeirinhas, sem-terra, extrativistas, da comunidade LGBTQIA+ e moradoras de&nbsp; centros urbanos. Para&nbsp; a Contag, a marcha é a&nbsp; maior ação política de mulheres da América Latina.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pautas &nbsp;</h2>



<p>As principais demandas reivindicadas este ano pelas &#8220;margaridas&#8221; estão&nbsp; divididas em&nbsp; 13 eixos políticos que serão debatidos nos dois dias do evento:&nbsp;</p>



<p>Democracia participativa e soberania popular;&nbsp;</p>



<p>Poder e participação política das mulheres;&nbsp;</p>



<p>Vida livre de todas as formas de violência, sem racismo e sem sexismo;&nbsp;</p>



<p>Autonomia e liberdade das mulheres sobre o seu corpo e a sua sexualidade;&nbsp;</p>



<p>Proteção da natureza com justiça ambiental e climática;&nbsp;</p>



<p>Autodeterminação dos povos, com soberania alimentar, hídrica e energética;&nbsp;</p>



<p>Democratização do acesso à terra e garantia dos direitos territoriais e dos maretórios;&nbsp;</p>



<p>Direito de acesso e uso da biodiversidade, defesa dos bens comuns;&nbsp;</p>



<p>Vida saudável com agroecologia e segurança alimentar e nutricional;&nbsp;</p>



<p>Autonomia econômica, inclusão produtiva, trabalho e renda;&nbsp;</p>



<p>Saúde, Previdência e Assistência Social pública, universal e solidária;&nbsp;</p>



<p>Educação Pública não sexista e antirracista e direito à educação do e no campo;&nbsp;</p>



<p>Universalização do acesso à internet e inclusão digital.&nbsp;</p>



<p>A coordenadora-geral da Marcha das Margaridas e secretária de Mulheres da Contag, a piauiense Mazé Morais, comentou, em entrevista à&nbsp; <strong>Agência Brasil</strong>,&nbsp; a expectativa para a marcha&nbsp; e a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-06/marcha-das-margaridas-2023-pede-reconstrucao-do-brasil-e-bem-viver" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>pauta</strong></a>&nbsp;construída em diversas reuniões realizadas desde 2021 pelo país.&nbsp; “Construímos uma pauta e a entregamos ao governo [federal] em 21 de junho. Um governo do campo popular democrático. A nossa expectativa é que as autoridades, no ato de encerramento da marcha, possam, de fato, fazer anúncios relevantes&nbsp; em relação às políticas públicas, a programas, espaços importantes, que realmente causem impacto&nbsp; na vida das mulheres em todos os territórios do Brasil”. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conquistas</h2>



<p>“Essa é a marcha da esperança, porque estamos muito confiantes&nbsp; quanto à&nbsp; retomada dos programas, das&nbsp; políticas, conquistas, que ao longo do caminhar de muita luta, nós, as margaridas, conquistamos. Infelizmente, muitas delas foram retiradas, extintas. Então, há uma expectativa muito grande&nbsp; de que vai ser uma grandiosa marcha, com a representatividade linda da diversidade que somos todas nós”.&nbsp;</p>



<p>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, disse&nbsp; que nos últimos meses&nbsp; a pasta trabalhou em parceria com outros ministérios para garantir respostas às diversas reivindicações das margaridas. “Desde ações de enfrentamento à violência contra as mulheres e garantia da autonomia econômica, à proteção dos biomas e justiça climática, por exemplo”.&nbsp;</p>



<p>&nbsp; “Hoje, temos um governo que respeita as mulheres do campo, da floresta e das águas e que tem a participação social como eixo fundamental na construção e implementação de políticas públicas. Então, a Marcha das Margaridas é essa força que move estruturas e que impulsiona o Brasil rumo ao desenvolvimento sustentável, ao bem viver”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inspiração&nbsp;</h2>



<p>Desde 2000, o nome da marcha é uma homenagem a&nbsp; Margarida Maria Alves, ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, na Paraíba. Ela foi assassinada em 12 de agosto de 1983, devido à luta pelos direitos da categoria. Desde então, a liderança se tornou símbolo da resistência de milhares de homens e mulheres que buscam justiça e dignidade.&nbsp; Latifundiários da região são suspeitos do homicídio. Mas, até hoje, o crime segue sem solução e os mandantes não foram condenados.</p>



<p>O caso de Margarida Maria Alves chegou&nbsp; à&nbsp; Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), onde, de acordo com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, se tornou um marco na denúncia das violações sistemáticas dos direitos fundamentais. Em abril de 2020, a comissão publicou o Relatório de Mérito 31/20 sobre o caso. O documento concluiu que o Estado brasileiro é responsável pela violação dos direitos à vida, integridade pessoal, proteção e garantias judiciais de Margarida Alves e as pessoas indicadas no&nbsp;<a href="https://www.oas.org/pt/cidh/decisiones/2020/BR_12.332_PT.PDF" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>relatório internacional</strong></a>.&nbsp; O relatório&nbsp; ainda faz recomendações ao Estado brasileiro sobre como reparar integralmente os familiares da vítima; a investigação efetiva para esclarecer os fatos; o fortalecimento do Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, concentrando-se na prevenção de atos de violência.&nbsp;</p>



<p>Quatro décadas após o assassinato da paraibana, a secretária Mazé Morais  defende a memória da sindicalista que lutou pelos trabalhadores do campo. “Margarida será sempre a nossa inspiradora e é por isso que a gente segue em marcha”. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mulheres marcham pela Vida e contra a Reforma da Previdência!</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mulheres-marcham-pela-vida-e-contra-a-reforma-da-previdencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional das Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[O Coletivo de Mulheres do Sindicato dos Bancários de Santos e Região esteve presente, dia 8 de Março, no Gonzaga, em Santos SP, no Ato: Mulheres Marchando por um Novo Dia! Pela Vida das Mulheres, Contra a Previdência e a Retirada de Direitos! No Dia Internacional da Mulher &#8211; 8 de Março &#8211; foi realizado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Coletivo de Mulheres do Sindicato dos Bancários de Santos e Região esteve presente, dia 8 de Março, no Gonzaga, em Santos SP, no Ato: Mulheres Marchando por um Novo Dia! Pela Vida das Mulheres, Contra a Previdência e a Retirada de Direitos!</p>
<p>No Dia Internacional da Mulher &#8211; 8 de Março &#8211; foi realizado, em Santos SP, ato convocado por Mulheres Trabalhadoras, estudantes, indígenas, quilombolas, caiçaras, ribeirinhas e ciganas. A concentração na Estação da Cidadania, no Gonzaga, iniciou com atividades a partir das 16h (leia abaixo) e saída da Marcha às 19h30, até a Pça. Independência, o protesto encerrou por volta das 21h30.</p>
<p> </p>
<h4>As bandeiras levantadas foram: </h4>
<p>* Contra o Feminicídio e Política de Armamento</p>
<p> </p>
<p>* Marielle Vive! Combate à criminalização dos movimentos sociais e partidos políticos de esquerda</p>
<p> </p>
<p>* Defesa da Previdência Social e dos Direitos Trabalhistas</p>
<p> </p>
<p>* Diversidade Sexual, combate à LGBTfobia</p>
<p> </p>
<p>* Vidas Negras importam, Enfrentamento ao Racismo</p>
<p> </p>
<p>* Povos tradicionais (indígenas, ribeirinhos, caiçaras, quilombolas e ciganos)</p>
<p> </p>
<p>* Meio ambiente e as vítimas das mineradoras</p>
<p> </p>
<p>* Mães, Crianças e Adolescentes</p>
<p> </p>
<p><strong>A Programação Cultural</strong></p>
<p> </p>
<p>A partir das 16 horas (Estação da Cidadania)</p>
<p> </p>
<p>&#8211; Oficinas (confecção de cartazes e estampa em camisetas);</p>
<p> </p>
<p>&#8211; Exposição de Fotos (Lentes Nagô)</p>
<p> </p>
<p>&#8211; Projeção de vídeos</p>
<p> </p>
<p>&#8211; Varais Livres (poesia, protestos,desenhos, músicas,frases etc)</p>
<p> </p>
<p>&#8211; Slam e mulheres da batalha do caos</p>
<p> </p>
<p>&#8211; Apresentação do Grupo Tsara Romai de Mulheres Ciganas</p>
<p> </p>
<p>&#8211; Grafite</p>
<p> </p>
<h4>Na Praça da Independência teve:</h4>
<p> </p>
<p>&#8211; Apresentação de capoeira</p>
<p> </p>
<p>&#8211; slam</p>
<p> </p>
<h4>Aposentadoria da bancária será mais prejudicada caso Reforma seja aprovada!</h4>
<p>Igualdade de oportunidades para todos, a luta pela aposentadoria digna e contra a Reforma da Previdência e respeito às diferenças são lutas prioritárias do Sindicato dos Bancários de Santos e Região. “A ampliação dos direitos das bancárias e o combate à desigualdade no setor financeiro sempre foram fundamentais, mas agora temos a urgente preocupação em barrar esta Reforma da Previdência que violenta ainda mais as mulheres”, ressaltou Eneida Koury, a primeira mulher a presidir a entidade, em 86 anos de existência! Eneida vai para o segundo mandato.</p>
<p> </p>
<p>O governo apresenta uma reforma da Previdência que vai prejudicar todos os trabalhadores, mas que é ainda mais cruel com as mulheres. Além de discriminadas no mercado de trabalho com salários menores mesmo em funções iguais e terem jornadas duplas, como emprego e trabalho doméstico.</p>
<p> </p>
<p>A Reforma propõe que para receber apenas 60% do benefício, as mulheres só podem se aposentar aos 62 anos de idade (pelas regras atuais a idade mínima para mulheres é 60 anos) e com 20 anos de contribuição (hoje o tempo mínimo de contribuição é 15 anos).</p>
<p> </p>
<p>Por exemplo: uma bancária com 31 anos e 11 anos de banco. Atualmente pela fórmula Idade + contribuição progressiva (85/95), para receber o benefício integral, ela se aposentaria aos 55 anos e com 35 anos de contribuição, em 2043, quando a soma de sua idade e do tempo de contribuição seria 90 (a fórmula 85/95 progrediu a partir de 2018 para 86/96, e a cada dois anos aumenta um ponto, até alcançar 90/100 em 2027).</p>
<p> </p>
<p>Já pela proposta de Bolsonaro, para ter direito ao benefício integral, precisará de 62 anos de idade e ter contribuído por 40 anos, caso mantenha seu emprego ou pague ininterruptamente. Caso a Proposta do governo seja aprovada, a bancária (exemplificada) terá de ter 7 anos a mais de idade e contribuir por mais 5 anos. Toda mulher, independente da idade, terá um acréscimo de tempo considerável para sua aposentadoria. Lute contra a Reforma da Previdência!</p>
<p>Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região</p>
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