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		<title>Governo usa Caixa como comitê de campanha eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento sindical critica o uso político da estatal como ferramenta de campanha eleitoral. “Lançar programas que já existem e anunciá-los em discurso eleitoral é fazer do banco público um comitê de campanha”, diz Sergio Takemoto, presidente da Fenae, critica o uso político da estatal como ferramenta de campanha eleitoral. “Lançar programas que já existem e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Movimento sindical critica o uso político da estatal como ferramenta de campanha eleitoral. “Lançar programas que já existem e anunciá-los em discurso eleitoral é fazer do banco público um comitê de campanha”, diz</p>
<p></p>
<p>Sergio Takemoto, presidente da Fenae, critica o uso político da estatal como ferramenta de campanha eleitoral. “Lançar programas que já existem e anunciá-los em discurso eleitoral é fazer do banco público um comitê de campanha”, afirma. “Não há como separar esta ação com o claro interesse nas eleições. A Caixa e as políticas públicas que ela opera estão sendo capitalizadas como propaganda política. Isto é inaceitável”, reforça Takemoto, em referência ao (re)lançamento do ‘Você no Azul’, por exemplo.</p>
<p> </p>
<p>Na última semana, o presidente da República, que tenta reeleição, anunciou o programa de renegociação de dívidas como sendo uma novidade. O ‘Você no Azul’, contudo, já existe na Caixa desde 2019. Na avaliação do presidente da Fenae, o momento em que o programa foi retomado, em um contexto político, é inapropriado.</p>
<p> </p>
<p>O ‘Você no Azul’ foi criado em 2019 para a renegociação de dívidas de pessoas físicas e jurídicas. Os descontos chegam a 90% do total da dívida.</p>
<p> </p>
<p>Sergio Takemoto também cita outros programas e políticas públicas que já existiam na estatal e vêm sendo usados como medida eleitoreira. É o caso do ‘Caixa para Elas’ &#8211; nome criado como vitrine para atrair o público feminino; mas, produtos financeiros do programa já eram oferecidos pelo banco.</p>
<p> </p>
<p>As recentes mudanças no [extinto] programa habitacional Casa Verde e Amarela &#8211; para permitir o uso de emendas parlamentares no pagamento de entrada nos financiamentos &#8211; também é visto como uso da máquina pública para fins políticos. “São programas fundamentais como políticas públicas para a população, mas não podem ser usados dessa maneira”, alerta o presidente da Fenae.</p>
<p>Fonte: recontaaí por Fenae</p>
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