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	<title>mapa da fome &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>mapa da fome &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Brasil sai do Mapa da Fome, indica relatório da ONU</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/brasil-sai-do-mapa-da-fome-indica-relatorio-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 21:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
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					<description><![CDATA[FAO monitora situação alimentar nos países Relatório apresentado nesta segunda-feira (28/7) durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da Organização das Nações Unidas (ONU) (UNFSS+4), na Etiópia, revela que o Brasil está novamente fora do Mapa da Fome. O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-194743f63bf4504e3ff480d688764b03">FAO monitora situação alimentar nos países</h4>



<p>Relatório apresentado nesta segunda-feira (28/7) durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da Organização das Nações Unidas (ONU) (UNFSS+4), na Etiópia, revela que o Brasil está novamente fora do Mapa da Fome. O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente.</p>



<p>Os dados constam do estudo O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025), produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU).</p>



<p>O Mapa da Fome é um indicador global da FAO que identifica países em que mais de 2,5% da população sofrem de subalimentação grave (insegurança alimentar crônica).</p>



<p>Estar no Mapa da Fome significa que uma parcela significativa da população do país não tem acesso regular a alimentos suficientes para uma vida saudável. O relatório SOFI divulga esse indicador sempre na forma de médias trienais, considerando as informações dos últimos três anos.</p>



<p>O Brasil alcançou esse patamar em 2014, mas tinha retornado ao Mapa da Fome no triênio 2018/2020. Agora, no triênio 2022/2024, voltou a ficar abaixo de 2,5%.</p>



<p>Nota divulgada, em Brasília, pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome destaca que “a conquista foi alcançada em apenas dois anos, tendo em vista que 2022 foi um período considerado crítico para a fome no Brasil”.</p>



<p>“A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de decisões políticas do governo brasileiro que priorizaram a redução da pobreza, o estímulo à geração de emprego e renda, o apoio à agricultura familiar, o fortalecimento da alimentação escolar e o acesso à alimentação saudável&#8221;, explica a nota.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como é calculado o Mapa da Fome</h4>



<p>A FAO adota alguns indicadores para monitorar a situação alimentar nos países. O principal deles é a Prevalência de Subnutrição (Prevalence of undernourishment – PoU), utilizado na construção do Mapa da Fome. Esse indicador identifica, em cada país, o percentual da população em risco de subnutrição.</p>



<p><strong>O PoU é calculado a partir de três variáveis:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>quantidade de alimentos disponíveis no país, considerando produção interna, importação e exportação;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>o consumo de alimentos pela população, considerando as diferenças de capacidade de aquisição (a renda);</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>a quantidade adequada de calorias/dia, definida para um indivíduo médio representativo da população.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fome: Sob Bolsonaro, Brasil retrocede aos níveis da década de 1990</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/fome-sob-bolsonaro-brasil-retrocede-aos-niveis-da-decada-de-1990/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Insegurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[mapa da fome]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa aponta que 33,1 milhões de brasileiros vivem sem ter o que comer diariamente. Pessoas com mais de 30 anos devem se lembrar que a fome era um tema comum nos noticiários brasileiros da década de 1990. O flagelo da fome, como era chamado, era pautado quase diariamente já que uma parte considerável da população vivia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa aponta que 33,1 milhões de brasileiros vivem sem ter o que comer diariamente.</p>
<p></p>
<p>Pessoas com mais de 30 anos devem se lembrar que a fome era um tema comum nos noticiários brasileiros da década de 1990. O flagelo da fome, como era chamado, era pautado quase diariamente já que uma parte considerável da população vivia abaixo da linha da miséria e padecia da falta de acesso aos alimentos &#8211; situação que vem ocorrendo novamente desde o golpe em 2016 e que chegou ao ápice em 2022.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com o 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (<a href="https://pesquisassan.net.br/" target="_blank">Rede PENSSAN</a>), <strong>33,1 milhões de brasileiros vivem sem ter o que comer diariamente</strong>. O número representa cerca de 15% da população estimada pelo o <a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank">IBGE</a> para este ano: 214.388.866 de pessoas.</p>
<p> </p>
<p>Conforme os inquéritos anteriores realizados pela mesma organização, o aumento do número de famélicos no País vem crescendo progressivamente. Em 2018, um ano antes da posse de Jair Bolsonaro como presidente, o número de pessoas passando fome era de 10,3 milhões. Já em 2020, com dois anos de mandato do atual presidente, cerca de 19 milhões de brasileiros passavam fome. Ou seja, <strong>somente durante a presidência de Bolsonaro a quantidade de pessoas passando fome aumentou aproximadamente 200%.</strong></p>
<p> </p>
<p>De acordo com Ana Maria Segall, médica epidemiologista e pesquisadora da Rede PENSSAN, &#8220;Os caminhos escolhidos para a política econômica e a gestão inconsequente da pandemia só poderiam levar ao aumento ainda mais escandaloso da desigualdade social e da fome no nosso país&#8221;.</p>
<p> </p>
<h4>Austeridade fiscal: aumento da riqueza para alguns, aumento da pobreza e da fome para muitos</h4>
<p>Ainda em 2021, Francisco Menezes, analista de Programas da ActionAid e ex-presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), apontava que a <a href="https://recontaai.com.br/fome-no-brasil-tem-origem-politica-diz-ex-presidente-do-consea" target="_blank">fome no Brasil tinha origens políticas</a>.</p>
<p> </p>
<p>Neste mês de junho, <a href="https://recontaai.com.br/fome-no-brasil-tem-origem-politica-diz-ex-presidente-do-consea" target="_blank">o site UOL noticiou que o governo Bolsonaro praticamente zerou o orçamento do principal programa de aquisição de alimentos da agricultura familiar</a>, o Alimenta Brasil &#8211; que antes de ter o nome modificado por Bolsonaro se chamava Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Conforme explica o site do Ministério da Cidadania, responsáel pelo programa, o objetivo do Alimenta Brasil é &#8220;promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Porém, dados apurados pelo gabinete do deputado Heitor Schuch (PSB-RS) com informações do Ministério da Cidadania mostram que com exceção de 2020 &#8211; quando o Alimenta Brasil recebeu verba de adicional de  R$ 500 milhões por causa da pandemia &#8211; o valor aportado pelo governo no programa vem decrescendo. Para efeito de comparação, em 2012 sob Dilma Rousseff, o governo destinou R$ 586 milhões ao programa. Em 2021 foram apenas R$ 58,9 milhões, mesmo com o aumento da fome no País.</p>
<p> </p>
<p>Para além do Alimenta Brasil, o <a href="https://recontaai.com.br/bolsonaro-fechou-mais-de-vinte-armazens-publicos-de-alimentos-em-2019" target="_blank">governo Bolsonaro também destruiu outros programas que poderiam ajudar a conter o aumento da fome</a>, como os armazéns da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), empresa pública ligada ao Ministério da Agricultura.</p>
<p>Crédito: freepik<br />Fonte: Reconta Aí<br />Escrito por: Renata Vilela</p>
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