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	<title>mais de 200 mil mortes &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Covid-19: Brasil tem 1.841 mortes num dia e ultrapassa 200 mil vítimas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aglomeração]]></category>
		<category><![CDATA[mais de 200 mil mortes]]></category>
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					<description><![CDATA[Números revelados pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) revelam novos recordes. Mortes: 1.841. Casos: 94.517 Ontem (7) foi o dia com mais mortes por covid-19 no Brasil desde o início do surto, em março, superando as 200 mil. De acordo com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), foram registradas 1.841 vítimas em 24 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Números revelados pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) revelam novos recordes. Mortes: 1.841. Casos: 94.517</p>
<p></p>
<p>Ontem (7) foi o dia com mais mortes por covid-19 no Brasil desde o início do surto, em março, superando as 200 mil. De acordo com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), foram registradas 1.841 vítimas em 24 horas. Com o acréscimo, o país chegou a 200.498 mortos pela pandemia do novo coronavírus.</p>
<p> </p>
<p>O número de novos casos também teve a maior escalada desde o início da epidemia. Foram 94.517 novos infectados, somando 7.961.673. Com os números desta quinta-feira, a média móvel de casos e mortes teve flta. Levando em conta cinco dias, a média de mortes chegou a 793, diante de 683 ontem. Os casos foram de 35.422 para 40.814. As médias são importantes para avaliar o crescimento da pandemia.</p>
<p> <strong>Aglomerações mortais</strong></p>
<p>A elevação nos números tem relação com as aglomerações observadas ao longo do mês de dezembro. Os números tendem a piorar, de acordo com especialistas, já que as medidas de isolamento social foram deixadas de lado em praias lotadas, festas e grandes eventos. As próximas duas semanas devem apresentar números que superam o pico, até então registrado entre maio e agosto.</p>
<p> </p>
<p>A covid-19 é a doença que mais matou em um ano na história do Brasil, superando cânceres e males cardiovasculares. E os números ainda são, seguramente, menores do que a realidade. A subnotificação é um fato reconhecido por autoridades e denunciado por cientistas. O Brasil é o segundo país em número de mortes no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Entretanto, testa pouco e mal; é um dos países com menor capacidade de testagem no mundo democrático.</p>
<p> </p>
<p><strong>Covid-19 e caos no Brasil</strong></p>
<p>Enquanto cidades observam o colapso no sistema de Saúde, como Manaus, as medidas de isolamento social seguem brandas e insuficientes. Belo Horizonte tomou a dianteira ao decretar o fechamento do comércio não essencial. Entretanto, o estado com maior número de vítimas, São Paulo, segue sem obrigatoriedade efetiva de distanciamento social.</p>
<p> </p>
<p>São Paulo tem 1.515.158 infectados e 47.768 mortos. Os leitos de UTI seguem com ocupação crescente. Desde o início do ano, houve aumento de mais de 5% na ocupação. O estado tem 65,3% de leitos ocupados e a Grande São Paulo, 65,5%. Hoje foi o dia com maior número de doentes no estado, com mais de 15 mil infectados.</p>
<p> </p>
<p>A realidade da covid-19 também se abate sobre outros países. A Europa segue com medidas intensas de isolamento social. Reino Unido, Países Baixos e Alemanha intensificam as restrições, mesmo com processo de vacinação em curso. Nos Estados Unidos, hoje foi o dia com maior número de mortos, 3.865. Os norte-americanos já observam falta de leitos em grandes cidades, como Los Angeles e Sacramento, na California,</p>
<p>Crédito: Rovena Rosa Agência Brasil<br />Fonte: Rede Brasil Atual<br />Escrito por: Gabriel Valery</p>
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