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	<title>maior inflação desde 94 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>maior inflação desde 94 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Prévia da inflação de setembro é a maior para o mês desde 1994</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inflação de setembro 2021]]></category>
		<category><![CDATA[maior inflação desde 94]]></category>
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					<description><![CDATA[Alta acumulada do IPCA-15 em 12 meses atinge dois dígitos e vai para 10,05%. A gasolina, que subiu 2,85% e acumula alta de 39,05% nos últimos 12 meses, continua vilã dos preços altos O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), uma prévia da inflação oficial, subiu 1,14% em setembro, o maior desde fevereiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alta acumulada do IPCA-15 em 12 meses atinge dois dígitos e vai para 10,05%. A gasolina, que subiu 2,85% e acumula alta de 39,05% nos últimos 12 meses, continua vilã dos preços altos</p>
<p></p>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), uma prévia da inflação oficial, subiu 1,14% em setembro, o maior desde fevereiro de 2016 (1,42%) e também o maior para um mês de setembro desde 1994, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (24).</p>
<p> </p>
<p>O índice do IPCA-15 em 12 meses atingiu os dois dígitos e acumula alta de 10,05%. No ano, a alta acumulada é de 7,02%.</p>
<p> </p>
<p>Em todas as regiões do país, o IBGE registrou aumento em setembro em todas as áreas pesquisadas. A maior variação foi registrada em Curitiba (1,58%), onde pesaram as altas da gasolina (5,90%) e da energia elétrica (4,92%). Na capital paranaense, o IPCA-15 acumula a maior alta entre as capitais nos últimos doze meses (12,61%).</p>
<p> </p>
<p>No índice geral do país, mais uma vez, os combustíveis foram os que mais contribuíram para a alta da inflação. O grupo Transportes aumentou 2,22%, influenciado pela alta dos combustíveis (3,00%). A gasolina subiu 2,85% e acumula 39,05% nos últimos 12 meses.</p>
<p> </p>
<p>O IBGE registrou alta em oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados. O maior impacto (0,46 p.p.) e a maior variação (2,22%) vieram do grupo Transportes.</p>
<p> </p>
<p>A segunda maior contribuição veio de Alimentação e bebidas (1,27% e 0,27 p.p.), que subiu mais do que no mês anterior (1,02%). Na sequência, veio Habitação (1,55%), cujo resultado desacelerou em relação ao IPCA-15 de agosto (1,97%) e contribuiu com 0,25 p.p. no índice do mês. Os demais grupos ficaram entre o -0,01% de Educação e o 1,23% de Artigos de residência.</p>
<p> </p>
<p>A alimentação no domicílio subiu de 1,29% em agosto para 1,51% em setembro. Os preços das carnes subiram 1,10% e contribuíram com 0,03 p.p. de impacto.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, houve altas também nos preços da batata-inglesa (10,41%), do café moído (7,80%), do frango em pedaços (4,70%), das frutas (2,81%) e do leite longa vida (2,01%). Por outro lado, houve queda pelo oitavo mês consecutivo nos preços do arroz (-1,03%) e pelo sexto mês consecutivo nos preços da cebola (-7,51%).</p>
<p> </p>
<p>No grupo Habitação (1,55%), a maior contribuição (0,17 p.p.) veio mais uma vez da energia elétrica (3,61%), embora a variação tenha sido inferior à de agosto (5,00%). No mês passado, vigorou a bandeira vermelha patamar 2, com acréscimo de R$ 9,492 a cada 100 kWh consumidos. A partir de 1º de setembro, passou a valer a bandeira tarifária de Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 para os mesmos 100 kWh. Além disso, houve reajuste de 8,92% nas tarifas em Belém (10,24%), vigente desde 7 de agosto.</p>
<p>Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil<br />Fonte: SEEB do RJ</p>
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