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	<title>mãe &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>mãe &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TST permite a bancária fazer teletrabalho para cuidar de filho com doença grave</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 08:08:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Mãe ganhou direito de fazer home office para cuidar de filho com sequelas de doença neurológica Por unanimidade, a 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a decisão que atendeu ao pedido de uma escriturária do Banco do Brasil em Natal para trabalhar em regime de teletrabalho para cuidar do filho, que tem grave [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b67c66219b7a48689244a0fc63f34f0c">Mãe ganhou direito de fazer home office para cuidar de filho com sequelas de doença neurológica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a decisão que atendeu ao pedido de uma escriturária do<a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/"> Banco do Brasil</a> em Natal para trabalhar em regime de teletrabalho para cuidar do filho, que tem grave doença neurológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A bancária foi admitida em 2005 e, em 2010, seu filho, então com oito meses, passou 26 dias internado com quadro de meningoencefalite grave. Após a alta, ele ficou com diversas sequelas, como perda auditiva, cognitiva e motora e epilepsia. A partir de 2011, ela se afastou em “licença interesse”, não remunerada pelo banco, mas pelos planos de saúde e de previdência privada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na reclamação trabalhista, a escriturária disse que em setembro de 2021, ao fim da licença, pediu para ser lotada em Natal, mas foi informada de que não havia vaga na cidade. Com receio de ser enviada para o interior do estado, pediu a prorrogação do benefício, diante da necessidade de manter os cuidados com o filho. Caso não fosse possível, de forma alternativa, pediu o retorno ao trabalho em uma agência próxima de sua casa, com redução de jornada e sem perda salarial e de vantagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, o pedido foi negado pelo BB, com a justificativa de que o afastamento por meio da licença é concedido de acordo com o critério e a conveniência do banco e está sujeito às regras internas. “A suspensão da licença se encontra na esfera do poder diretivo do empregador, no que tange à administração de seus recursos humanos”, acentuou a empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fim de conciliar os interesses do banco e as necessidades do filho da bancária, permitindo sua presença em casa, o juízo da 1ª Vara do Trabalho de Natal determinou que a escriturária voltasse ao trabalho, mas de forma exclusivamente remota, com redução de um terço da jornada e lotação em uma das agências de Natal. A sentença foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (RN).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Além do pedido</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso ao TST, o Banco do Brasil sustentou que a escriturária não havia requerido o teletrabalho na reclamação trabalhista e, por isso, a decisão teria ido além do pedido e deveria ser anulada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator da matéria, ministro José Roberto Pimenta, observou que em nenhum momento a bancária quis que o retorno fosse exclusivamente presencial. “Por essa razão, não há como entender que essa modalidade remota de trabalho não estivesse virtualmente abrangida nos limites da petição inicial, ainda que não de forma literal e expressa.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator, a adoção do regime de teletrabalho compatibilizou, “com prudência e equilíbrio”, a necessidade de assegurar ao Banco do Brasil o seu direito de obter a prestação de serviços em razão do contrato de trabalho, sem perda de produtividade e sem prejudicar outros empregados lotados em Natal, e a necessidade da empregada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro assinalou ainda que o Código de Processo Civil (CPC) estabelece, no seu artigo 322, que o pedido deve ser certo, mas também dispõe, no parágrafo 2º, que a interpretação do pedido “considerará o conjunto da postulação e observará o princípio da boa-fé”. A decisão foi unânime. Com informações da assessoria de imprensa do TST.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AIRR 504-61.2021.5.21.0001</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A dupla jornada de trabalho: mães esgotadas com Síndrome de Burnout</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/a-dupla-jornada-de-trabalho-maes-esgotadas-com-sindrome-de-burnout/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
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					<description><![CDATA[Dividir as tarefas com o/a parceiro/a é fundamental tanto para a saúde quanto para a construção de relações igualitárias Certa vez li uma frase que vem a calhar: “a mãe perfeita não chora, não se desespera, não perde a sanidade e, acima de tudo, não existe”. No entanto, às vezes exigimos muito, porque queremos ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dividir as tarefas com o/a parceiro/a é fundamental tanto para a saúde quanto para a construção de relações igualitárias</p>
<p>Certa vez li uma frase que vem a calhar: “a mãe perfeita não chora, não se desespera, não perde a sanidade e, acima de tudo, não existe”. No entanto, às vezes exigimos muito, porque queremos ser a mãe perfeita. Como resultado, acabamos exaustas, física e mentalmente, por isso não é surpresa constatar que estamos sofremos a síndrome de burnout.</p>
<p> </p>
<h4>O que é a Síndrome de Burnout?</h4>
<p>Síndrome de Burnout é uma resposta do corpo quando ele foi é submetido a um estresse prolongado e intenso, tanto física quanto emocionalmente. Este é um problema comum para os profissionais que trabalham em contato direto com pessoas em situações de alto estresse, como médicos e enfermeiras.</p>
<p> </p>
<p>Na verdade, esta síndrome foi descrita pela primeira vez no final dos anos 60 para se referir ao desgaste sofrido por policiais. Psicólogos, assistentes sociais e operadores de telemarketing são algumas das profissões mais expostas a este problema.</p>
<p> </p>
<p>O principal problema é que a síndrome de burnout provoca uma série de sintomas que são facilmente confundidos com os de outras doenças. Na verdade, ele provoca sintomas psicossomáticos, como dores de cabeça recorrentes, insônia, fadiga severa e dificuldades gastrointestinais. Ele também é acompanhado de alguns sintomas emocionais, como ansiedade, depressão, irritabilidade e distanciamento afetivo.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, as pessoas com síndrome de burnout se sentem oprimidas e cansadas. Na verdade, muitas vezes elas experimentam sensações intensas de desamparo e desespero desde a hora em que acordam. Em última análise, se este problema não for tratado, vai acabar levando o doente a sofrer de anedonia; ou seja, você perde a capacidade de sentir prazer.</p>
<h4>
<p>Por que as mães sofrem da Síndrome de Burnout?</h4>
<p>Ser mãe é um trabalho em tempo integral, 24 horas por dia, 365 dias por ano. A isto se acrescenta que muitas mulheres também trabalham e realizam a maior parte das tarefas domésticas. Em muitas ocasiões, assim que acabam de limpar a casa e colocar tudo em ordem, descobrem que já está tudo sujo e bagunçado novamente, o que cria um intenso sentimento de frustração e impotência que as faz questionar o sentido e o valor do que elas estão fazendo.</p>
<p> </p>
<p>Este problema ganhou ainda mais força nos últimos tempos, como muitas mulheres também sentem a necessidade de ser mães perfeitas, acompanhar os seus filhos nas atividades extracurriculares e, com esse esforço extra, evitar todos os tipos de problemas. Este estilo de parentalidade, chamado de hiperpaternidade, acelera ainda mais o processo de exaustão e aumenta o estresse. Na verdade, tudo leva a crer que as mães superprotetoras correm maior risco de desenvolver distúrbios emocionais, como depressão.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, a síndrome de burnout se alimenta da sensação de falta de controle compartilhada por muitas mães. Elas gostariam de proteger seus filhos, mas se percebem muitas vezes inseridas em situações de impotência. Essa sensação de incerteza e imprevisibilidade acaba sendo muito desgastante a partir do ponto de vista emocional.</p>
<h4>
<p>Como evitar este problema?</h4>
<p>– Aprenda a priorizar as tarefas realmente importantes. Se no final do dia não tiver feito tudo o que você tinha planejado em sua agenda, não se preocupe. Não há necessidade de ser uma super mãe.</p>
<p> </p>
<p>– Reserve algumas horas apenas para você. Com crianças, é difícil encontrar tempo para você, mas se não se esforçar, será sempre relegada à segundo plano em sua própria vida. Portanto, não se esqueça de reservar algumas horas para relaxar. Você pode se dedicar ao que você mais deseja, como assistir a um bom filme, ler, comer com os amigos ou tomar um banho relaxante.</p>
<p> </p>
<p>– Peça ajuda. Não há nada errado em se apoiar nas pessoas mais próximas, como seu parceiro, pais ou amigos. Na verdade, se você espalhar as tarefas domésticas mais equitativamente terá mais tempo para si mesma, você vai estar mais relaxada e vai melhorar o relacionamento com sua família. Você também pode contratar uma babá ou uma empregada para lhe dar uma mão.</p>
<p> </p>
<p>– Você precisa adotar um estilo de vida mais saudável. O estresse não é apenas um problema emocional, mas também é determinado pelo seu estilo de vida. Uma dieta saudável, prática de atividade física e o aprendizado de técnicas de relaxamento irá ajudá-la a evitar o stress.</p>
<p> </p>
<p>Texto originalmente publicado no site Etapa Infantil, traduzido e adaptado pela equipe da Revista Pazes.</p>
<p>Fonte: http://www.revistapazes.com/maes-esgotadas/</p>
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