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	<title>Lutadora &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Lutadora &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Marielle Presente! Ato contra seu assassinato na Pça dos Andradas, hoje!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Brutalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Não vamos nos calar diante de tamanha brutalidade, tampouco mediremos esforços para honrar as batalhas que a companheira travou em vida. Queremos imediata apuração dos fatos! Queremos a verdade! A Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, o Sindicato dos Bancários de Santos e Região, movimentos sindical e social, além do PSOL/Santos realizarão ato na Pça [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não vamos nos calar diante de tamanha brutalidade, tampouco mediremos esforços para honrar as batalhas que a companheira travou em vida. Queremos imediata apuração dos fatos! Queremos a verdade!</p>
<p>A <a href="https://www.intersindicalcentral.com.br/" target="_blank">Intersindical – Central da Classe Trabalhadora</a>, o <a href="https://santosbancarios.com.br/" target="_blank">Sindicato dos Bancários de Santos e Região</a>, movimentos sindical e social, além do <a href="https://www.psolsantos.com.br/" target="_blank">PSOL/Santos</a> realizarão ato na Pça Andradas, Santos/ &#8211; SP, às 17h, hoje (15/3), para protestar contra o assassinato da vereadora e defensora dos direitos humanos, Marielle Franco (PSOL/RJ).</p>
<p> </p>
<p>Marielle Franco foi assassinada por mais um ato de violência e extermínio que corresponde ao cotidiano da população negra e lutadora no Brasil. Cotidiano, que Marielle, como militante feminista, negra, socialista e moradora da periferia conhecia bem e lutava para transformar.</p>
<p> </p>
<p>Marielle nunca se calou diante das injustiças que assolam o Rio de Janeiro, denunciou a violências nas comunidades, a farsa das UPPs e, mais recentemente, a intervenção militar no estado.</p>
<p> </p>
<p>O crime teve repercussão internacional, nos principais jornais do mundo. Veículos de Estados Unidos, Reino Unido, Portugal, Peru, Venezuela destacaram a morte da parlamentar e sua biografia.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>ONU</strong></span></p>
<p> </p>
<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil manifestou consternação com o assassinato da defensora dos direitos humanos. Em nota, a entidade diz que espera rigor na investigação do caso e breve elucidação, com responsabilização pela autoria do crime: &#8220;Marielle era um dos marcos da renovação da participação política das mulheres, diferenciando-se pelo caráter progressista em assuntos sociais no contexto da responsabilidade do Poder Legislativo local&#8221;.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Assassinato</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Quinta vereadora mais votada da cidade do Rio em 2016 (com 46.502 votos), a ativista feminista, negra e liderança na favela da Maré, onde cresceu, Marielle Franco, foi morta a tiros no bairro do Estácio, região central, por volta das 9h da noite. Ela estava dentro de um carro acompanhada de um motorista, que também foi morto, e de uma assessora, que sobreviveu. Quatro dos nove tiros dirigidos contra a vereadora atingiram sua cabeça.</p>
<p> </p>
<p>A parlamentar voltava do evento Jovens Negras Movendo as Estruturas, na Lapa, quando teve o carro emparelhado por outro veículo. Nenhum sinal de assalto, mas fortes indícios de execução.</p>
<p> </p>
<p>Quatro dias antes, Marielle havia denunciado o assassinato de dois jovens e a truculência policial durante operações na Favela de Acari, na zona norte do Rio na última semana. Ela compartilhou uma publicação no Facebook e comentou que o batalhão que atua na região é conhecido como “batalhão da morte”. Escreveu: “Precisamos gritar para que todos saibam o está acontecendo em Acari nesse momento. O 41° Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro está aterrorizando e violentando moradores de Acari. Nessa semana dois jovens foram mortos e jogados em um valão. Hoje a polícia andou pelas ruas ameaçando os moradores. Acontece desde sempre e com a intervenção ficou ainda pior”.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Mandato</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Usava o mandato para denunciar a violência policial e para cuidar dos interesses e preocupações de mulheres negras como ela. Eleita pelo PSOL, a socióloga pós-graduada em administração pública acabara de ser nomeada relatora da comissão da Câmara Municipal que deveria fiscalizar a intervenção militar na segurança do estado do Rio.</p>
<p> </p>
<p>Marielle estava no primeiro mandato como parlamentar. Tinha 38 anos. Era socióloga, com mestrado em Administração Pública. Foi à luta contra a violência policial nas favelas que a aproximou da política. Foi aluna e depois assessora de Marcelo Freixo, na Assembleia Legislativa do Rio.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Intervenção militar</strong></span></p>
<p> </p>
<p>A vereadora era uma das vozes mais duras contra a intervenção militar no Rio de Janeiro, decretada por Temer. Há duas semanas, havia assumido a relatoria da Comissão da Câmara de Vereadores do Rio, criada para acompanhar a intervenção federal na segurança pública do estado.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Marielle, Presente!</strong></span></p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.facebook.com/events/2008029139437243/" target="_blank">Confirme Presença no Evento</a></p>
<p>Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região com Intersindical, FSP e SEEB de SP</p>
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