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	<title>luta antirracista &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Estado racista distanciou Brasil da paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[julho das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[luta antirracista]]></category>
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					<description><![CDATA[Escritora negra Ana Cruz, destaca que campanha Julho das Pretas reafirma feminismo negro e luta antirracista no Brasil Vivemos em um estado que distanciou o Brasil da possibilidade de ser uma república da paz. Essa é a opinião da escritora e poeta Ana Cruz, coordenadora do Movimento Cultural Mulheres Negras Construindo Visibilidade. Ana Cruz avalia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escritora negra Ana Cruz, destaca que campanha Julho das Pretas reafirma feminismo negro e luta antirracista no Brasil</p>
<p></p>
<p>Vivemos em um estado que distanciou o Brasil da possibilidade de ser uma república da paz. Essa é a opinião da escritora e poeta Ana Cruz, coordenadora do Movimento Cultural Mulheres Negras Construindo Visibilidade. Ana Cruz avalia que o Julho das Pretas reafirma as bandeiras de luta do movimento negro.</p>
<p> </p>
<p>“São bandeiras como implementação de políticas de ação afirmativas; denúncias às violências e repressões praticadas pelas instituições do Estado. Também reafirma o feminismo negro interseccional e do quilombismo. Ambos tiveram suas bases teóricas e sociológicas construídas ao longo da década de 1980 por ativistas e intelectuais negras de vários lugares do país. Vale ressaltar que o Julho das Mulheres Negras também têm criado espaços importantes de reflexões sobre os rumos dos ativismos negro, e como os mesmos têm despertado a consciência individual e coletiva na perspectiva de uma construção mais hegemônica”, avalia Ana Cruz. O Julho das Pretas está em sua nona edição e visa mostrar mulheres negras como as maiores vítimas da violência, da pandemia, do racismo e do machismo no Brasil.</p>
<p> </p>
<p>A escritora lembra que pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 28% da população brasileira são compostas por mulheres negras. “São dados também que revelam a trágica realidade de uma imensa população que há séculos está exposta às diferentes formas de violência e mecanismo de exclusão dentro e fora das políticas públicas resultado com que o racismo e o sexismo incidem e estruturam a sociedade brasileira.</p>
<p> </p>
<p>Ana Cruz ressalta que as batalhas das mulheres negras na maioria das vezes são tratadas sob indiferenças e descasos pela a sociedade racista brasileira. “Mesmo assim elas perseguem com toda convicção o objetivo de transformar o potencial desse enorme percentual estatístico negro num também contingente em que reside o poder de desestabilizar as engrenagens políticas e jurídicas que suportam os pilares do Estado racista, que há mais de quinhentos anos mata, aniquila e tenciona a existência de toda a comunidade negra. Este mesmo Estado também distanciou o Brasil da possibilidade de ser uma república da paz, sem os vícios antiéticos da colonização”, destaca.</p>
<p> </p>
<p><strong>História</strong></p>
<p>O Julho das Pretas começou a surgir 1992, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) realizou na República Dominicana o 1º Encontro de Mulheres Afro-latinoamericanas e Caribenhas. No Brasil, o 25 de julho também é o Dia Nacional de Teresa de Benguela e da Mulher Negra. É uma referência à líder quilombola, que comandou a luta do quilombo de Quariterê, no século 18.</p>
<p>Fonte: Contraf</p>
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