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	<title>Lucro cai &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Lucro cai &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Lucro dos bancos cai em 2023 e economistas culpam as próprias instituições financeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 12:34:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos lucro cai]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Devedores dos bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[Ganho dos quatro grandes bancos do país com ações na bolsa recuou 8,7% no segundo trimestre por perdas com devedores O lucro dos&#160;maiores bancos brasileiros&#160;está caindo em 2023. No primeiro trimestre, as cinco maiores instituições financeiras do país – Itaú, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Caixa – lucraram 3% menos do que no mesmo [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Ganho dos quatro grandes bancos do país com ações na bolsa recuou 8,7% no segundo trimestre por perdas com devedores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O lucro dos&nbsp;<a href="http://xn--pib%20mais%20alto%2C%20inflao%20mais%20baixa-dxd7p:%20bancos%20erram%20previs%C3%B5es%20e%20influenciam%20economia%20para%20pior/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>maiores bancos brasileiros</strong></a>&nbsp;está caindo em 2023. No primeiro trimestre, as cinco maiores instituições financeiras do país – Itaú, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Caixa – lucraram 3% menos do que no mesmo período do ano passado. Esse resultado foi ainda pior no segundo trimestre do ano na&nbsp;comparação com o mesmo trimestre em 2022: foram 8,7% de queda, considerando os mesmos bancos, com exceção da Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução, segundo analistas do mercado financeiro, está ligada à <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.brasildefato.com.br/2022/08/22/quatro-a-cada-dez-brasileiros-adultos-estao-com-nome-sujo-por-inadimplencia" target="_blank"><strong>inadimplência de clientes</strong></a>. E, para economistas ouvidos pelo <strong>Brasil de Fato</strong>, esse aumento da inadimplência é em grande parte causado pelos próprios bancos. Ou seja, as instituições financeiras foram, em parte, culpadas pela queda dos seus lucros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil tem hoje cerca de 77% de suas famílias endividadas, de acordo com pesquisa mensal da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Ainda segundo a CNC, os bancos, em geral, são os principais credores dessas dívidas, já que 85% das famílias com dívidas têm contas a pagar do&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/06/camara-aprova-limites-para-juros-do-cartao-de-credito-e-criacao-do-programa-desenrola" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>cartão de crédito</strong></a>, fornecido por instituições financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/06/camara-aprova-limites-para-juros-do-cartao-de-credito-e-criacao-do-programa-desenrola" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>juros cobrados no cartão de crédito são hoje os mais caros do país</strong></a>, segundo levantamento periódico realizado pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac). São de 425% ao ano em média. Isso é mais do que o triplo do juro médio das operações de crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um juros de 425% ao ano, uma dívida de um usuário de cartão multiplica-se por cinco em um ano caso não seja paga. Torna-se, portanto, praticamente impagável, o que aumenta os índices de inadimplência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inadimplência em alta reduz o ganho dos bancos. Isso porque instituições financeiras deixam de receber os pagamentos que deveriam ser feitos justamente pela falta de capacidade do cliente de realizá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso, segundo analistas, tem acontecido neste ano, afetando principalmente os resultados de Bradesco e Santander. Os dois bancos tiveram redução de 36,7% e 18,5% dos seus lucros, respectivamente, nos primeiros seis meses do ano ante os mesmos meses do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O comprometimento da renda das famílias com dívidas dos bancos acaba sufocando o orçamento familiar e as pessoas acabam deixando de pagar suas dívidas&#8221;, explicou o economista André Roncaglia, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que vê culpa dos bancos pela inadimplência que os prejudica hoje. &#8220;Você cobrar algo em torno de 200%, 300% e até 400% ao ano no cheque especial certamente alimenta a rota da dívida e faz com que a inadimplência avance.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A inadimplência tem a ver com o aumento dos juros e do&nbsp;<em>spread&nbsp;</em>bancário [margem de ganho dos bancos em operações de crédito]&#8221;, acrescentou Mauricio Weiss, economista e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que também aponta o comportamento de bancos como causador da inadimplência.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bancos se movimentam</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Simone Deos, professora do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), também vê responsabilidade dos bancos nas taxas de endividamento e inadimplência no país – ou seja, também avalia que as instituições são responsáveis pela&nbsp;redução de seus lucros. Acredita que isso, inclusive, tenha feito&nbsp;os bancos viabilizarem alternativas para renegociação de dívidas, como o&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/06/05/desenrola-programa-tera-desconto-para-dividas-de-ate-r-5-mil-e-deve-beneficiar-30-milhoes" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Desenrola</strong></a>, lançado pelo governo federal em julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio dele, bancos voluntariamente podem repactuar débitos não pagos por seus clientes oferecendo a eles abatimentos e obtendo contrapartidas da União. Bancos que aderiram à iniciativa foram obrigados a retirar da lista de devedores mantidas pelo Serasa, por exemplo, clientes que tinham dívidas não pagas de até R$ 100.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo sempre disse que esperava uma grande adesão de bancos ao Desenrola. Inicialmente,&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/07/21/nubank-a-startup-que-colocou-1-milhao-de-brasileiros-no-spc-por-causa-de-r-100" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>estimou que o programa levaria a &#8220;desnegativação&#8221;&nbsp;de cerca de 2,5 milhão de débitos de até R$ 100</strong></a>. Segundo o Ministério da Fazenda, até o final da semana passada, 10 milhões de pequenas dívidas haviam sido &#8220;desnegativadas&#8221;&nbsp;–quatro vezes o previsto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Criou-se um medo de que a inadimplência pudesse gerar uma espiral de reflexos ainda piores em balanços de bancos&#8221;, complementou Deos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A professora ressaltou que a queda dos lucros é pequena, não suficiente para comprometer a rentabilidade do setor financeiro. Foram R$ 54,2 bilhões em lucros só nos primeiros seis meses do ano, para Itaú, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os&nbsp;<em>spreads</em>&nbsp;ainda são altíssimos. Comparações internacionais mostram que os&nbsp;<em>spreads&nbsp;</em>praticados no Brasil já há muito tempo não têm correspondência no mundo&#8221;, criticou. &#8220;O Brasil é campeão de taxa básica de juros [Selic, que está em 13,25% ao ano] e também em termos de&nbsp;<em>spread</em>. Isso precisa ser tratado pelo governo e Banco Central&#8221;, defendeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurada pelo&nbsp;<strong>Brasil de Fato</strong>&nbsp;para comentar a queda nos lucros dos bancos e a relação disso com as altas taxas praticadas por eles, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) não se pronunciou até a publicação desta reportagem.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cartão pode mudar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;Câmara dos Deputados aprovou no último dia 5 um&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2023/09/06/camara-aprova-limites-para-juros-do-cartao-de-credito-e-criacao-do-programa-desenrola" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>projeto de lei para limitar os juros rotativos do cartão de crédito</strong></a>. Segundo o projeto, o Conselho Monetário Nacional (CMN) ficaria encarregado de estipular um teto para a taxa cobrada quando um cliente não consegue pagar o valor total da fatura do seu cartão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conselho é formado hoje pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), pela ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), e pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto precisa ser aprovado pelo Senado para ir à sanção presidencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A economista e coordenadora do Programa de Serviços Financeiros do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ione Amorim, disse que a proposta em discussão no Congresso está baseada numa regra que funciona no Reino Unido. Ele explicou que, lá, se um cliente toma 100 libras emprestadas, pagará no máximo 200 libras – 100% de juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O economista Miguel de Oliveira, diretor-executivo da Anefac, concorda com a necessidade de limitação. Ele lembrou que os juros do cheque especial foram&nbsp;limitados em 8% ao mês em 2020. Para ele, funcionou. Bancos hoje já cobram menos do que 8%. &#8220;Houve reclamação geral dos bancos, disseram que iam acabar com a modalidade, mas nada aconteceu&#8221;, disse.</p>
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