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	<title>Lockdown santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Sindicato e Federação pressionam: Santander recua no &#8216;lockdown&#8217; da Baixada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Lockdown santander]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois da atuação e pressão do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e da Federação, Santander recua em desafiar e convocar todos os funcionários para trabalhar no período de &#8220;lockdown&#8221; na Baixada Santista. Ficou acertado que apenas 50% ficam na manutenção em esquema de rodízio, a outra metade trabalha em home office e os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da atuação e pressão do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e da Federação, Santander recua em desafiar e convocar todos os funcionários para trabalhar no período de &#8220;lockdown&#8221; na Baixada Santista. Ficou acertado que apenas 50% ficam na manutenção em esquema de rodízio, a outra metade trabalha em home office e os que têm banco de horas deverão cumprir até o final do decreto</p>
<p></p>
<p>Na última sexta-feira, depois de decretado o início de &#8220;lockdown&#8221; para dia 23/3, pelo Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb), formado pelos nove prefeitos das cidades da região, denúncias recebidas pelo dirigente do Sindicato os Bancários de Santos e Região, Fabiano Couto, alertavam que o Santander orientava, por videoconferência, na segunda-feira (22), suas equipes a trabalharem internamente, com manutenção dos terminais de autoatendimento, movimento de vendas pelo whatsapp.</p>
<p> </p>
<p>Na terça-feira (23), depois de fiscalização pelo sindicato, logo pela manhã do primeiro dia de paralisações dos serviços e dezenas de denúncias, foi constatado que todos os funcionários realmente foram convocados ao trabalho presencial. Apesar de os decretos de sete munícipios (Santos, São Vicente, Guarujá, Praia Grande, Cubatão, Mongaguá e Peruíbe) serem explícitos em afirmar que:</p>
<p> </p>
<p>“Nas agências bancárias ficam autorizados exclusivamente os serviços de autoatendimento, vedados os serviços e atividades internas, ressalvados os relacionados à segurança e à manutenção.”</p>
<p> </p>
<p>Na mesma manhã de terça-feira (23), o Sindicato entrou em contato com o presidente da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Jeferson Boava, para denunciar a situação.</p>
<p> </p>
<p>“Imediatamente depois de nossa conversa, o companheiro Jeferson entrou em contato com a superintendente de Relações Sindicais do Santander, Fabiana Ribeiro, que teve que mudar a situação”, afirma Ricardo Saraiva Big, secretário geral do Sindicato de Santos e Região e secretário de Relações Internacionais da Intersindical Central da Classe trabalhadora.</p>
<p> </p>
<p>Depois da atuação e pressão do Sindicato e da Federação, o Santander desautorizou o trabalho interno de todos os funcionários no período de lockdow na Baixada Santista.</p>
<p> </p>
<p>Ficou acertado que apenas 50% do quadro (diminuto) será responsável pela manutenção dos serviços em esquema de rodízio, a outra metade fica em home office e os que têm banco de horas deverão cumprir até o final do decreto.</p>
<p> </p>
<p>“Os bancários responderam aos nossos apelos e tivemos uma enxurrada de denúncias para respaldar nossa pressão ao banco. Fiscalizamos, fotografamos, fizemos vídeos e denunciamos a todo movimento sindical, em nossas redes sociais e na grande imprensa. Isto é uma vitória dos bancários contra o desafio do banco à nossa região, aos direitos dos funcionários e à vida”, afirma Fabiano Couto, dirigente do Sindicato e funcionário do Santander.</p>
<p> </p>
<p>Cabe agora aos órgãos oficiais das prefeituras que formam o Condesb fiscalizarem e se for constatado irregularidades aplicar multas que vão de R$ 300,00 até R$ 10.000,00. O Sindicato sempre fará as denúncias necessárias na defesa da categoria!</p>
<p> </p>
<p><strong>Histórico do &#8220;lockdown&#8221;</strong></p>
<p>Os nove prefeitos da Baixada Santista decidiram, na sexta-feira (19), colocar toda a Região em &#8220;lockdown&#8221; a partir já de terça-feira (23), as medidas se encerram apenas no dia 4 de abril, domingo de Páscoa.</p>
<p> </p>
<p><strong>Itanhaém e Bertioga negam postura mais restritiva</strong></p>
<p>Entre domingo (21) e segunda-feira (22), Santos, Cubatão, Mongaguá, Peruíbe, São Vicente, Praia Grande e Guarujá divulgaram decretos seguindo a mesma linha de restrições acordadas na reunião do dia 19/3 do Condesb (Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Baixada Santista), em relação aos bancos.</p>
<p> </p>
<p>Itanhaém também divulgou seu decreto municipal, mas permitindo, em seu artigo 5º, atendimento presencial limitado. Bertioga, no artigo 13º de seu decreto, permite que &#8220;o atendimento ao cliente, que não seja possível nos canais de autoatendimento, deverá ser por meio de agendamento, observada a taxa de ocupação máxima de 30% (trinta por cento) e cumpridos todos os protocolos sanitários.&#8221;</p>
<p>Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região</p>
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