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	<title>licença paternidade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>licença paternidade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Aumento gradual da licença-paternidade vai à sanção presidencial</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/aumento-gradual-da-licenca-paternidade-vai-a-sancao-presidencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 12:24:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[licença paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[licença paternidade aumenta para 20 dias]]></category>
		<category><![CDATA[licença paternidade dos bancários]]></category>
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					<description><![CDATA[No projeto (PL 5.811/2025), a licença chegará a 20 dias em 2029. Os pais BANCÁRIOS, depois de muita luta dos sindicatos, têm o direito desde 2016. Leia regras no final do texto O Plenário aprovou nesta quarta-feira (4), em regime de urgência, o projeto de lei que aumenta de forma gradual o período de afastamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">No projeto (PL 5.811/2025), a licença chegará a 20 dias em 2029. Os pais BANCÁRIOS, depois de muita luta dos sindicatos, têm o direito desde 2016. Leia regras no final do texto</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plenário aprovou nesta quarta-feira (4), em regime de urgência, o projeto de lei que aumenta de forma gradual o período de afastamento do trabalho para pais segurados da Previdência Social. Aprovado em votação simbólica, o texto será encaminhado à sanção presidencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto assegura garantia de&nbsp;remuneração integral, estabilidade no emprego e novas regras para adoção e famílias em situação de vulnerabilidade. Regulamenta um direito social previsto na Constituição de 1988, mas que permaneceu restrito desde então ao prazo transitório de cinco dias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/171606" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 5.811/2025</a>, a licença-paternidade e o salário-paternidade, considerados isoladamente, terão a duração total de:</p>



<p class="wp-block-paragraph">. 10 dias, a partir de 1º de janeiro de 2027;</p>



<p class="wp-block-paragraph">. 15 dias, a partir de 1º de janeiro de 2028;</p>



<p class="wp-block-paragraph">. 20 dias, a partir de 1º de janeiro de 2029.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De autoria da ex-senadora Patrícia Saboya, o texto foi relatado pela senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto já havia sido aprovado na Câmara com alterações, voltou para o Senado e seguiu para apreciação do Plenário, após ter sido aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em dezembro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Licença-paternidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o projeto, a licença-paternidade será concedida ao empregado, sem prejuízo do emprego e do salário, em razão de nascimento de filho, de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou de adolescente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O benefício será suspenso, cessado ou indeferido quando houver elementos concretos que indiquem a prática, pelo pai, de violência doméstica ou familiar ou de abandono material em relação à criança ou ao adolescente sob sua responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Salário-paternidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O salário-paternidade para o segurado empregado ou o trabalhador avulso consistirá em renda mensal igual à sua remuneração integral, proporcional à duração do benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe à empresa pagar o salário-paternidade devido ao respectivo empregado, podendo obter reembolso, observado o limite máximo dos benefícios pagos pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As microempresas e pequenas empresas poderão receber reembolso do salário-paternidade pago aos empregados que lhes prestem serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Discussão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a leitura de seu relatório em Plenário, Ana Paula Lobato destacou a importância do projeto e da presença do pai no acompanhamento dos primeiros dias de vida das crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) destacou que o projeto “faz justiça” e que a aprovação o texto “uniu direita e esquerda, com apoio da sociedade civil”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação do projeto foi saudada ainda pela senadora Augusta Brito (PT-CE) e pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Bancários têm o direito desde 2016</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da luta sindical, os pais bancários têm o direito a 20 dias, desde 27 de dezembro de 2016. Por exemplo, todos, atualmente conforme a Constituição de 1988, podem tirar 5 dias de licença por conta do nascimento/adoção do bebê. Além dessa opção, os que optarem poderão se cadastrar para prorrogar a licença por mais 15 dias, mediante apresentação do certificado do curso de paternidade responsável, <strong>antes do bebê nascer</strong>.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/como-funciona-a-licenca-paternidade-do-bancario/">Leia mais sobre as regras, clicando aqui!</a></h5>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmara aprova ampliação gradual da licença-paternidade</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/camara-aprova-ampliacao-gradual-da-licenca-paternidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 05:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Lei (PL) 3935/2008]]></category>
		<category><![CDATA[licença paternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Licença passará de 10 dias para 20 dias. A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (04/11), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias. A proposta, aprovada de maneira simbólica com o voto contrário do Novo, aumenta a licença de forma escalonada de 10 dias do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Licença passará de 10 dias para 20 dias.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (04/11), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta, aprovada de maneira simbólica com o voto contrário do Novo, aumenta a licença de forma escalonada de 10 dias do primeiro ao segundo ano de vigência da lei até 20 dias a partir do quarto ano. A licença ainda poderá ser dividida em dois períodos a partir da requisição do empregado. O texto agora retorna para análise no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, o projeto previa que a licença seria de 10 dias no 1º ano de aplicação da lei, de 15 dias no segundo ano, com acréscimo de 5 dias/ano até 30 dias no 5º ano, mantido daí em diante. Porém, o relator, deputado Pedro Campos (PSB-PE), teve que fazer ajustes no texto para conseguir a aprovação. Além disso, o projeto determina que a licença de 120 dias será concedida apenas em caso de falecimento materno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as alterações, o prazo máximo estabelecido para a licença-paternidade será de 10 dias, do primeiro ao segundo ano; 15 dias, do segundo ao terceiro ano; e 20 dias, a partir do quarto ano. Além disso, a proposta determina que a licença de 20 dias só será concedida se o governo conseguir cumprir as metas fiscais previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) referente ao segundo ano de aplicação da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a meta não seja verificada, a licença de 20 dias só entrará em vigor a partir do segundo exercício financeiro seguinte àquele em que se verificar o cumprimento da meta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto diz ainda que a licença-paternidade e o salário-paternidade nos casos de nascimento, adoção ou guarda judicial para fins de adoção de criança ou adolescente com deficiência, passarão de 30 para 60 dias, com vigência escalonada até o quinto ano de vigência da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia: <a href="http://Como funciona a Licença- Paternidade do bancário">Como funciona a Licença- Paternidade do bancário</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A licença-paternidade é concedida ao empregado, com remuneração integral, em razão de nascimento de filho, de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou adolescente, sem prejuízo do emprego e do salário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao argumentar pela defesa da proposta, o relator afirmou que nenhum direito é mais fundamental do que o de nascer cercado de cuidado. Campos apontou ainda que o tema era alvo de debates desde a Assembleia Nacional Constituinte, que elaborou a Constituição de 1988, que reconhece a família como base da sociedade e impõe ao Estado o dever de lhe assegurar especial proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Durante décadas, o Direito do Trabalho brasileiro reconheceu essa necessidade apenas pela perspectiva materna. A licença-maternidade representou um avanço civilizatório, mas a paternidade permaneceu à margem, como se o cuidado fosse uma atribuição exclusiva da mulher. Essa assimetria repercute não apenas na sobrecarga das mães, mas também na ausência paterna em um dos períodos mais decisivos da vida da criança”, observou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos para o pagamento da licença virão do Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Caso o texto seja aprovado, a estimativa apresentada pelo relator diz que a previsão é de que o impacto fiscal líquido (despesas e perda de receita) será de cerca de R$ 2,61 bilhões, em 2026; de R$ 3,3 bilhões, em 2027; de R$ 4,35 bilhões, em 2028; de R$ 5,44 bilhões em 2029.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pedro Campos apontou que os recursos para a nova política podem vir do Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp), que prevê a atualização do valor e a regularização de veículos, imóveis, valores, títulos e ações no Imposto de Renda, caso sejam lícitos e não tenham sido declarados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poderá ser considerada, como fonte de custeio complementar, a receita prevista no Projeto de Lei Complementar apresentado pelo Governo na Câmara dos Deputados, que visa elevar a arrecadação federal em R$ 19,76 bilhões em 2026.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="613" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/0d9a7699-1024x613.webp" alt="" class="wp-image-65009" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/0d9a7699-1024x613.webp 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/0d9a7699-300x179.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/0d9a7699-150x90.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/0d9a7699-768x459.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/0d9a7699-1100x658.webp 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/0d9a7699-600x359.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/0d9a7699-20x12.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/0d9a7699.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Lula Marques/Agência Brasil</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto promove alterações diretas na Consolidação das Leis do Trabalho. A licença-paternidade passa a figurar, ao lado da licença-maternidade, como direito social de mesma hierarquia e abrangência. Para tanto, cria um novo benefício denominado salário-paternidade, de idêntica duração ao da licença-maternidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto diz ainda que o salário-paternidade será destinado às mesmas categorias de segurados atualmente contempladas pelo salário-maternidade, e, ressalvados os empregados em geral, será pago diretamente pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a quem também caberá o pagamento ao empregado do microempreendedor individual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o texto, está prevista a concessão de incentivos fiscais para as empresas aderirem à licença. Além disso, o projeto diz que a licença pode ser suspensa pela Justiça quando houver elementos que indiquem a prática, pelo pai, de violência doméstica ou abandono material em relação a criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto diz ainda que será permitida a manutenção simultânea de salário-paternidade e salário-maternidade, em relação a nascimento ou adoção, ou guarda judicial para fins de adoção, de uma mesma criança ou adolescente. Porém, o primeiro estará condicionado ao afastamento do segurado do trabalho ou da atividade desempenhada, sob pena de suspensão do benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A medida harmoniza, assim, o dever constitucional de proteção com a racionalidade econômica, pois o envolvimento paterno fortalece vínculos familiares, reduz desigualdades e favorece ambientes de trabalho mais equilibrados e produtivos”, pontuou Campos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deputados do Novo se posicionaram contra a matéria. O líder Marcel van Hattem (Novo-RS) criticou o projeto com o argumento de que estabelecer uma licença-paternidade ampliada vai prejudicar a atividade econômica, especialmente as micro e pequenas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o parlamentar, a iniciativa traz “preocupação para o mercado de trabalho”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Haverá uma ampliação de licenças obrigatórias, reduzindo margens de compensação, afetando as pequenas e microempresas que menos condições de arcar com essa mudança abrupta na legislação. O novo tem se colocado contrariamente a matéria. Manifestamos a posição contrário do partido”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O argumento foi rebatido pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que lembrou que o projeto foi apresentado em 2008. A deputada esclareceu que os recursos virão da Seguridade Social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O problema é que o argumento sempre é de quem paga. Mas quem a paga a licença-maternidade e a paternidade é o trabalhador na assistência social”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) comemorou a aprovação. “Hoje foi uma vitória de toda a bancada feminina, mas também do Parlamento brasileiro que hoje está ouvindo os pais, ouvindo as mães e ouvindo as famílias”, disse.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pediatras pedem aprovação de lei com licença-paternidade de 1 mês</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pediatras-pedem-aprovacao-de-lei-com-licenca-paternidade-de-1-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 12:31:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[licença paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[licença paternidade de 30 dias]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatras e licença paternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Para entidade, mudança é uma estratégia de desenvolvimento humano A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou terça-feira (5/8) uma&#160;carta aberta&#160;a parlamentares brasileiros pedindo a aprovação de projetos de lei que tratam da ampliação da licença-paternidade para, pelo menos, quatro semanas e que, há anos, aguardam desfecho. Em nota, a entidade aponta&#160;que soma forças junto à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Para entidade, mudança é uma estratégia de desenvolvimento humano</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou terça-feira (5/8) uma&nbsp;<a href="https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/news/em-carta-aberta-sbp-pede-ampliacao-da-licenca-paternidade-e-aponta-impactos-positivos-na-amamentaca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">carta aberta</a>&nbsp;a parlamentares brasileiros pedindo a aprovação de projetos de lei que tratam da ampliação da licença-paternidade para, pelo menos, quatro semanas e que, há anos, aguardam desfecho.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a entidade aponta&nbsp;que soma forças junto à Coalizão Licença Paternidade (CoPai), que reúne especialistas, organizações da sociedade civil e entidades científicas em defesa da parentalidade ativa como estratégia de desenvolvimento humano e justiça social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O grupo defende que a licença-paternidade tenha de 30 a 60 dias – período até 12 vezes maior que o atualmente concedido pela legislação.&nbsp;</strong>“Ampliar o prazo de concessão desse direito já previsto na CLT [Consolidação das Leis do Trabalho] repercute positivamente na saúde e no desenvolvimento das crianças, além de fortalecer os laços familiares.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para os pediatras, o modelo vigente no Brasil, que concede apenas cinco dias de licença ao pai, está em desacordo com evidências científicas que tratam dos benefícios da presença paterna nos primeiros dias de vida do bebê.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A carta cita&nbsp;estudos que ressaltam efeitos positivos de uma licença paternidade de quatro semanas – entre eles, a possibilidade de apoiar o aleitamento materno e contribuir com o desenvolvimento neuro-cognitivo dos bebês. “Garantir o início da vida com presença, afeto e suporte é uma responsabilidade compartilhada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento destaca ainda que diversos países já adotam modelos de licença parental compartilhada, que permitem a divisão flexível do tempo de cuidado entre mães e pais e destaca que licença-paternidade “não é luxo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É cuidado, é saúde, é desenvolvimento. E, sobretudo, é um direito de crianças e famílias que desejam começar a vida com mais afeto, apoio e dignidade”, concluiu a SBP.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A luta bancária conquistou a licença-paternidade de 20 dias</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/a-luta-bancaria-conquistou-a-licenca-paternidade-de-20-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 12:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Congreso e licença paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[licença paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Luta da licença paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[STF julga Congresso]]></category>
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					<description><![CDATA[Congresso não regulamentou até hoje, mas bancário tem licença-paternidade de 20 dias, desde 2016. Enquanto muitas categorias ainda não conseguiram por falta de mobilização, unidade e sindicatos fortes! A licença-paternidade de 20 dias é um direito de todos os bancários, após os sindicatos pressionarem, na Campanha Salarial 2016, a Fenaban (federação dos bancos) e o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Congresso não regulamentou até hoje, mas bancário tem licença-paternidade de 20 dias, desde 2016. Enquanto muitas categorias ainda não conseguiram por falta de mobilização, unidade e sindicatos fortes!</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A licença-paternidade de 20 dias é um direito de todos os bancários, após os sindicatos pressionarem, na Campanha Salarial 2016, a Fenaban (federação dos bancos) e o governo, o direito que está na Constituição. A licença foi confirmada para a categoria, em dezembro de 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as instituições financeiras foram notificadas e orientadas, na época, a conceder o benefício, inclusive de forma retroativa. Assim, todos os pais de bebês nascidos a partir de 27 de dezembro de 2016 poderiam gozar da licença-paternidade de 20 dias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">”Infelizmente muitas categorias ainda não têm o direito por falta de mobilização e unidade contra os desmandos de uma maioria patronal eleita para o Congresso, desde sempre”, alerta Eneida koury, secretária de Finanças do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e bancária do BB. </p>



<h4 class="wp-block-heading">STF julga omissão do Congresso referente a licença-paternidade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) voltará a julgar amanhã quarta-feira (8) se houve omissão do parlamento na regulamentação da licença-paternidade. Na última deliberação, a corte já havia formado maioria para que o Congresso aprove lei da licença, mas não se decidiu sobre o prazo e o modelo do benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação direta de Inconstitucionalidade por omissão, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) cobra a regulamentação de um direito que está garantido na Constituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A criança, sujeito de direitos, merece proteção familiar que garanta seu pleno desenvolvimento, e a responsabilidade pela efetivação de seu desenvolvimento é compartilhada pelo Estado e sociedade. Conviver em família significa garantir àqueles que estão em fase de desenvolvimento, crianças e adolescentes, um ambiente em que, além de viver com saúde, educação e alimentos, a criança desfrute de uma rede afetiva e protetiva”, diz a ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade afirmou ainda que existem vários projetos de lei em tramitação nas duas casas legislativas, que cuidam da regulamentação da licença-paternidade, e a falta de regulamentação priva o trabalhador não só em relação ao prazo da licença, mas em aspectos outros de suma importância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim, a CNTS solicita que seja declarada a equivalência dos direitos entre pai e mãe, no âmbito do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e dos regimes próprios de Previdência Social (RPPS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, requer também que seja concedido aos pais adotantes o mesmo período de licença-paternidade previsto para a licença-maternidade às mães adotivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a entidade reivindica que seja “deferido ao pai o mesmo período de licença maternidade que seria concedido à mãe na hipótese trágica de sua morte em face do parto; que os planos de benefícios de previdência complementar sejam adaptados para contemplar o direito; e que seja da mesma forma deferido o período de licença-maternidade ao pai, na hipótese de incapacidade provisória ou definitiva da mãe, em função de complicações com a saúde da mãe durante ou após o parto, ainda no período de gozo da licença maternidade”.</p>
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