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	<title>licença-gala &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Bancário coagido a adiar casamento para coincidir com as férias será indenizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:12:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[adiar casamento]]></category>
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		<category><![CDATA[licença-gala]]></category>
		<category><![CDATA[Objetivo mesquinho]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco negou licença-gala e coagiu funcionário a adiar casamento para as férias. A 1ª turma do TRT da 21ª região manteve condenação de instituição financeira ao pagamento de R$ 13 mil por danos morais a bancário que foi coagido a alterar a data de seu casamento para coincidir com o período de férias, de modo [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a7a97387c2ed408351b4a6c3d1de6472">Banco negou licença-gala e coagiu funcionário a adiar casamento para as férias.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 1ª turma do TRT da 21ª região manteve condenação de <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/"><strong>instituição financeira</strong></a> ao pagamento de R$ 13 mil por danos morais a bancário que foi coagido a alterar a data de seu casamento para coincidir com o período de férias, de modo a não usufruir da licença-casamento prevista na legislação trabalhista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado concluiu que a conduta patronal violou direitos da personalidade do trabalhador ao interferir em decisão de caráter estritamente pessoal.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O caso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O empregado havia programado a cerimônia para data que lhe permitiria usufruir da licença-gala. Entretanto, após informar a empresa sobre o casamento, recebeu orientação para remarcar o evento para o período das férias, sob a justificativa de que não seria possível conceder a licença diante das necessidades do serviço. Diante da situação, o trabalhador alterou a celebração para evitar prejuízos profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em defesa, a empregadora afirmou que a alegação de coação para remarcação de casamento não possui lastro probatório, destacando que a concessão de férias é ato discricionário do empregador e que não houve conduta ilícita, nexo causal ou dano efetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1ª instância, o juízo destacou que a licença-casamento constitui direito assegurado pela CLT e que a ingerência do empregador extrapolou o poder diretivo, alcançando esfera íntima da vida do empregado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a sentença, obrigar o trabalhador a reorganizar um acontecimento familiar de tamanha relevância caracteriza ofensa à dignidade e justifica a reparação por danos morais, a qual fixou em R$ 13 mil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">&#8220;Objetivo mesquinho&#8221;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo sentido, ao analisar o caso no TRT, o relator, juiz convocado Manoel Medeiros Soares de Sousa, observou que a prova oral confirmou a versão apresentada pelo bancário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme ressaltou, testemunhas relataram que a mudança da data do casamento decorreu de exigência da gestão, que condicionou a realização da cerimônia ao período de férias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, para o magistrado, a empresa interferiu indevidamente na organização da vida privada do empregado, impondo-lhe restrição incompatível com os direitos assegurados pela legislação trabalhista &#8220;para que fosse cumprido o objetivo mesquinho do atingimento de metas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É previsível o dano à honra, à imagem, à intimidade, à liberdade de ação e à autoestima do reclamante, diante da supressão de direito assegurado por lei de se afastar do emprego para poder comparecer à própria cerimônia de casamento e de ter que se justificar perante e a família e a sociedade, expondo a forma vexatória do óbice desnecessário imposto pelo empregador”, concluiu, ao votar pela manutenção da condenação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje.trt21.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0000394-97.2025.5.21.0041/2#38ba457" data-type="link" data-id="https://pje.trt21.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0000394-97.2025.5.21.0041/2#38ba457">0000394-97.2025.5.21.0041</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/7/3C5D80CF67F3EA_Bancariocoagidoaadiarcasamento.pdf" data-type="link" data-id="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/7/3C5D80CF67F3EA_Bancariocoagidoaadiarcasamento.pdf">Leia o acórdão</a>.</h4>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Suas férias, sua PLR e os seus vales-alimentação e refeição não são privilégios dados pelo banco, são conquistas do Sindicato. Fortaleça quem luta por você: Sindicalize-se!</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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