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	<title>LGBTQIA+ &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Dados apresentados pela Caixa reforçam necessidade do fim do teto do Saúde Caixa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:03:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
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		<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[CEE/Caixa cobra retirada do limite de 6,5% da folha salarial para custeio do plano; para representação dos empregados, teto transfere cada vez mais despesas para trabalhadores, aposentados e pensionistas. Os dados apresentados pela Caixa durante a mesa de negociação de quarta-feira (8/7), em São Paulo, reforçam a necessidade de acabar com o teto de 6,5% [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6ba5e3b9b5fa4e8c564373e66e775b9a">CEE/Caixa cobra retirada do limite de 6,5% da folha salarial para custeio do plano; para representação dos empregados, teto transfere cada vez mais despesas para trabalhadores, aposentados e pensionistas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados pela <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/"><strong>Caixa</strong></a> durante a mesa de negociação de quarta-feira (8/7), em São Paulo, reforçam a necessidade de acabar com o teto de 6,5% da folha de pagamento para os gastos do banco com o Saúde Caixa. Para a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), os números confirmam que a limitação da participação da empresa no custeio do plano pressiona os empregados, aposentados e pensionistas, justamente em um cenário de aumento permanente dos custos assistenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião marcou a primeira mesa de negociação específica da Campanha Nacional dos Bancários 2026 com a Caixa. Na pauta, além do Saúde Caixa, também foram discutidas questões referentes à diversidade, como a garantia de direitos para pessoas com deficiência e neurodivergentes, combate ao racismo, igualdade de oportunidades para mulheres, pessoas negras, LGBTQIA+, empregadas com mais de 40 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No debate sobre o plano de saúde, a representação dos empregados voltou a defender o fim do teto, a retomada do modelo de custeio com participação de 70% da Caixa e 30% dos usuários, a manutenção dos princípios de solidariedade, mutualismo e pacto intergeracional, além da defesa do Saúde Caixa para todos, com fim do teto de custeio, isonomia de direitos para contratados a partir de setembro de 2018 e melhoria da rede de atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo na abertura, a CEE reforçou que a mesa de negociação precisa ser respeitada e valorizada pela Caixa, não apenas durante a Campanha Nacional, mas também nas negociações permanentes. A representação dos empregados destacou que a força do banco público passa pela valorização de quem trabalha na instituição, pela recomposição do quadro de pessoal e pelo respeito às entidades representativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Caixa só cumpre plenamente seu papel de banco público quando respeita seus empregados e negocia de verdade com a representação eleita pela categoria. Esta mesa é o espaço legítimo para tratar dos direitos dos trabalhadores, do Saúde Caixa, da diversidade e das condições de trabalho”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Saúde Caixa é ponto decisivo da campanha</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa apresentou dados que mostram que, em 2025, o Saúde Caixa registrou despesas assistenciais de R$ 4,294 bilhões, despesas totais de R$ 4,387 bilhões e receita total de R$ 3,759 bilhões. A participação da Caixa, limitada a 6,5% da folha de pagamento e proventos, foi de R$ 2,063 bilhões. Já os usuários contribuíram com R$ 1,392 bilhão em mensalidades e R$ 303,5 milhões em coparticipação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Luiza Hansen, os dados deixam claro que o teto precisa ser retirado. “A própria apresentação da Caixa mostra que as despesas do plano crescem em um ritmo que não cabe dentro de uma trava fixa de 6,5% da folha. Quando a participação do banco fica limitada, quem paga a diferença são os empregados, aposentados e pensionistas. O fim do teto é condição para preservar o Saúde Caixa como um plano solidário, sustentável e acessível”, afirmou. Luiza também observou que “Dentre os dados apresentados pela empresa, único plano superavitário entre as estatais tem a correlação de 70% de pagamento pela empresa e 30% pelos empregados”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE também destacou que a inflação médica cresce muito acima da inflação geral e dos reajustes salariais, o que aprofunda o problema provocado pelo teto. A representação dos empregados alertou que, quando os custos do plano sobem acima da variação salarial, a diferença acaba recaindo sobre os usuários. A preocupação é que novos reajustes no Saúde Caixa consumam parte do ganho real reivindicado pela categoria na Campanha Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Saúde Caixa é uma conquista histórica dos empregados e não pode ser tratado como mera despesa a ser contida às custas da saúde dos trabalhadores. A Caixa é uma empresa pública, lucrativa, com papel social estratégico, e precisa assumir sua responsabilidade com a saúde de quem sustenta o banco todos os dias”, disse o representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Fetrafi)do Rio Grande do Sul, Lucas Cunha.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Teto aumenta peso sobre os usuários</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação da CEE, o teto estatutário distorce o modelo de custeio do Saúde Caixa. O plano foi construído com base na solidariedade entre ativos, aposentados, pensionistas e dependentes. Mas, ao limitar a contribuição da empresa, o teto quebra esse equilíbrio e aumenta progressivamente o peso sobre os usuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lucas afirmou que os números apresentados pela Caixa reforçam uma cobrança antiga do movimento associativo e sindical. “O teto de 6,5% é o principal problema estrutural do Saúde Caixa. Ele impede que a Caixa acompanhe adequadamente a evolução dos custos assistenciais e empurra a conta para os empregados. Os dados apresentados mostram que não há saída justa e sustentável sem a retirada desse limite”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora da CEE/Caixa ressaltou que o Saúde Caixa não pode ser comparado a planos de mercado, porque é um plano de autogestão, construído a partir da relação de trabalho e da responsabilidade da Caixa com seus empregados. “O Saúde Caixa não existe para gerar lucro. Ele existe para garantir atendimento de qualidade às empregadas, empregados, aposentados, pensionistas e seus dependentes. Por isso, a lógica tem que ser a da solidariedade, não a da transferência de custos para os usuários”, completou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Envelhecimento da carteira exige mais responsabilidade da Caixa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto apresentado pela Caixa foi o perfil da carteira do Saúde Caixa. O plano possui 127.401 famílias e 273.291 beneficiários. Os dados mostram que os beneficiários com 59 anos ou mais representam 30,72% do total e concentram 52,33% das despesas. Já os beneficiários de 0 a 18 anos representam 21,4% da carteira e respondem por 8,94% dos gastos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a CEE, esses dados reforçam a importância do pacto intergeracional. O envelhecimento da carteira é uma realidade dos planos de autogestão e precisa ser enfrentado com financiamento adequado, e não com aumento de cobrança sobre quem depende do plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O envelhecimento da carteira não pode ser usado como justificativa para penalizar aposentados, empregados da ativa e dependentes. Ele confirma justamente a necessidade de fortalecer o pacto intergeracional e ampliar a responsabilidade da Caixa no custeio”, afirmou Luiza Hansen.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="764" height="430" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-19.50.01.jpeg" alt="" class="wp-image-69176" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-19.50.01.jpeg 764w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-19.50.01-300x169.jpeg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-19.50.01-150x84.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-19.50.01-600x338.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-08-at-19.50.01-20x11.jpeg 20w" sizes="(max-width: 764px) 100vw, 764px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Foto Contraf</em></strong></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Pós-2018 também precisam de garantia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos empregados também voltou a cobrar isonomia para os contratados a partir de setembro de 2018. Segundo informações apresentadas na mesa, há aproximadamente 14 mil empregados nessa situação, dos quais cerca de 11 mil estão no Saúde Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A minuta específica da categoria reivindica a garantia do Saúde Caixa para todos, inclusive na aposentadoria, aos admitidos a partir de 1º de setembro de 2018, além do fim do teto estatutário e da garantia da proporção de custeio de 70% para a Caixa e 30% para os empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não aceitamos empregados de primeira e de segunda categoria. Quem entrou depois de 2018 trabalha para a mesma Caixa, atende a mesma população e precisa ter o mesmo direito ao Saúde Caixa, inclusive quando se aposentar. Isso é justiça e isonomia”, afirmou Luiza.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rede credenciada e transparência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE também cobrou melhorias na rede credenciada, especialmente em pequenas cidades e regiões com vazios assistenciais. A Caixa informou que a proposta de convênio de reciprocidade com a Cassi, reivindicação da CEE e do Conselho de Usuários há tempos, caminhou. Dados preliminares indicam que o convênio teria potencial de ampliar a rede em 1.803 municípios, com potencial de atendimento a cerca de 95 mil beneficiários e integração de 7.037 prestadores do Saúde Caixa, além de redução da necessidade de reembolsos integrais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a representação dos empregados, a ampliação da rede é importante, mas precisa priorizar as regiões mais críticas e ser acompanhada de transparência. A CEE reforçou que os dados financeiros, assistenciais, atuariais e de rede devem ser apresentados primeiro e de forma completa na mesa de negociação e ao Conselho de Usuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A mesa de negociação é o fórum legítimo para discutir o Saúde Caixa. Os dados precisam ser apresentados com transparência, para que a representação dos empregados possa avaliar, questionar e propor soluções. O plano pertence aos usuários e sua gestão precisa respeitar esse princípio”, destacou Luiza.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Campanha segue com mobilização</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE/Caixa defende que o fim do teto de 6,5% seja tratado como prioridade na Campanha Nacional 2026. Para as entidades, os dados apresentados pela Caixa confirmam que a sustentabilidade do Saúde Caixa depende de mais participação do banco, e não de mais cobrança dos usuários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acabar com o teto é defender o Saúde Caixa, defender a renda dos empregados e defender o direito à saúde. Essa será uma luta central da campanha”, concluiu a coordenadora da CEE/Caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dados e transparência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE também cobrou acesso completo e prévio aos dados do Saúde Caixa na mesa de negociação. Para a representação dos empregados, informações sobre receitas, despesas, rede, sinistralidade, custeio e projeções precisam ser apresentadas de forma transparente ao fórum legítimo de negociação, ao Conselho de Usuários e à CEE/Caixa, que é quem dá assistência à Contraf às negociações com o banco e representa aproximadamente 82% das empregadas e empregados do banco em todo o país, segundo dados do banco.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Escola Inclusiva e medicamentos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto apresentado pela representação dos empregados foi a necessidade de retirar do Saúde Caixa custos que devem ser assumidos diretamente pela empresa. A CEE defende que benefícios relacionados à política de recursos humanos, como Escola Inclusiva e reembolso de medicamentos de uso contínuo, sejam custeados pela Caixa, e não pelo plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A minuta reivindica que o benefício Escola Inclusiva, voltado a filhos PcDs e neurodivergentes, seja transferido para os custos de gestão da empresa, deixando de compor as despesas do Saúde Caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Diversidade precisa virar compromisso em acordo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Caixa apresentou dados de ações em diversidade e inclusão sobre iniciativas desenvolvidas pelo banco e metas estruturais para 2026. O banco informou que possui oito comissões de diversidade e que realiza, desde maio, o 1º Censo de Diversidade específico da Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram apresentados dados sobre ações de letramento LGBTQIA+, acessibilidade física e digital, formação em Libras, oficinas de inclusão PcD, mentoria para mulheres e pessoas pretas, pardas e indígenas, além de metas para ampliar a presença de mulheres e pessoas negras, indígenas, amarelas e PcDs em cargos de gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE reconheceu a importância das iniciativas, mas cobrou mais dados para que possa analisar as iniciativas com mais cuidados. “Não foram apresentados dados sobre igualdade racial e não há políticas para atender demandas de PCDs. Também é preciso garantir a renda de mulheres vítimas de violência doméstica que precisem ser transferidas para se sentirem seguras de que não voltarão a sofrer violências do agressor”, observou a representante da Fetrafi Nordeste, Cândida Fernandes (Chay).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação das empregadas e empregados também reivindicou que as políticas de diversidade sejam garantidas no ACT, para que não dependam apenas da vontade de cada gestão. Cobrou também a informação prévia das reuniões aos representantes sindicais nos comitês e espaços internos que discutem diversidade, para que a participação do movimento sindical seja efetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Programas são importantes, mas direitos precisam estar protegidos em acordo coletivo. Quando colocamos esses compromissos no ACT, damos estabilidade às políticas, garantimos acompanhamento e criamos instrumentos para cobrar avanços concretos”, afirmou o representante da Federa-RJ, Rogério Campanate.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PCDs e neurodivergentes cobram avanços</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais debatidos foi a pauta das pessoas com deficiência e neurodivergentes. A representação dos empregados relatou dificuldades no enquadramento de pessoas autistas como PcDs e cobrou mais participação dos próprios empregados PcDs na construção de cartilhas, normas e políticas internas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE lembrou que houve avanços no ACT anterior para pais e mães de filhos com deficiência, mas destacou que é preciso avançar também nos direitos dos próprios empregados PcDs. A minuta reivindica reconhecimento da pessoa autista como pessoa com deficiência, desburocratização dos processos de enquadramento, adaptações razoáveis, acessibilidade nas unidades, acompanhamento multidisciplinar, combate ao capacitismo e fiscalização sindical dos critérios usados pela Caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto cobrado foi o teletrabalho para empregados PcDs e neurodivergentes, quando houver recomendação técnica ou médica. A CEE apontou desigualdades entre unidades, com colegas em situações semelhantes recebendo tratamentos diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos empregados defendeu que as condições de saúde e acessibilidade precisam ser tratadas como direito, não como concessão da chefia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não se trata de privilégio. Estamos falando de acessibilidade, inclusão e condições reais de trabalho. A Caixa precisa garantir que empregados PcDs e neurodivergentes tenham suas necessidades respeitadas, sem depender da sensibilidade de cada gestor ou de judicialização”, disse Luiza.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mulheres, raça, LGBTQIA+ e etarismo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A representação dos empregados também cobrou dados mais completos sobre raça, gênero, idade, orientação sexual, cargos, funções e evolução na carreira. A avaliação da CEE é que só é possível medir a efetividade das políticas de diversidade com transparência e acompanhamento permanente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, foi destacado que os dados apresentados sobre mulheres em cargos de chefia precisam ser aprofundados. A CEE questionou quantas mulheres chegam aos cargos mais altos, como ocorre o encarreiramento após os 40 anos e qual é a presença feminina nas vice-presidências e demais posições estratégicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pauta racial, a representação cobrou informações sobre onde estão as pessoas negras na estrutura da Caixa, como evoluem na carreira e quais são os protocolos efetivos para casos de racismo praticados por clientes, gestores ou colegas. A representante da Fetrafi-NE defendeu que a Caixa disponibilize apoio psicológico e jurídico, por meio das Gipes, para empregados vítimas de racismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não basta divulgar uma norma ou dizer que existe protocolo. A vítima precisa saber a quem recorrer, precisa ser acolhida e precisa ter segurança de que não será retaliada. Racismo é violência, e a Caixa tem obrigação de proteger seus empregados”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi reforçada a cobrança por estabilidade de renda e proteção funcional para empregadas vítimas de violência doméstica, além de medidas permanentes contra LGBTfobia, discriminação de gênero e etarismo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Calendário de negociação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A CEE reforçou que as empregadas e empregados devem acompanhar os canais oficiais do movimento sindical, Fenae e Apcefs para se manterem informados sobre o andamento das negociações. As próximas mesas específicas com a Caixa estão previstas para os dias 17, 23 e 31 de julho, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A mobilização da categoria é fundamental. Negociação forte depende de empregado informado, organizado e acompanhando cada passo da campanha. Vamos seguir cobrando avanços reais, tanto no Saúde Caixa quanto na diversidade, porque esses temas mexem diretamente com a vida das pessoas”, concluiu Luiza Hansen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As negociações específicas com a Caixa continuam em julho. A orientação é que empregadas e empregados acompanhem os sites dos sindicatos para se manterem informados e mobilizados.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Quem trabalha junto, conquista junto. Fortaleça nossa voz, sindicalize-se!</a></h2>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo lança plano para promover empregabilidade de pessoas LGBTQIAPN+</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-lanca-plano-para-promover-empregabilidade-de-pessoas-lgbtqiapn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 11:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[empregos lgbt]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[programa do governo lgbt]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa inédita busca impulsionar a inclusão e a diversidade de profissionais LGBTQIAPN+ Em um movimento inédito para impulsionar a inclusão, o&#160;Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+,&#160;lançou no dia 18 de junho&#160;a&#160;Estratégia Nacional de Trabalho Digno, Educação e Geração de Renda para Pessoas LGBTQIA+, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12d0d3a4f42851404daccb22b6b00925">Iniciativa inédita busca impulsionar a inclusão e a diversidade de profissionais LGBTQIAPN+</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um movimento inédito para impulsionar a inclusão, o&nbsp;<strong>Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC)</strong>, por meio da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+,&nbsp;<a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2025/junho/governo-lanca-edital-para-adesao-de-empresas-a-estrategia-nacional-de-trabalho-digno-para-pessoas-lgbtqia-vulneraveis" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lançou no dia 18 de junho</a>&nbsp;a&nbsp;<strong>Estratégia Nacional de Trabalho Digno, Educação e Geração de Renda para Pessoas LGBTQIA+</strong>, com um edital para as empresas interessadas aderirem a iniciativa. Saiba mais detalhes na&nbsp;<strong><a href="https://tvtnews.com.br/">TVT News</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto, anunciado em São Paulo, é um dos principais compromissos do governo Lula com o desenvolvimento profissional da população LGBTQIAPN+ em vulnerabilidade e fez parte da programação para a Parada do Orgulho LGBT+ da capital paulista, que aconteceu no domingo (22).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia nasceu de um diálogo colaborativo com o setor privado, contando com a participação inicial do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ e do Banco do Brasil. A proposta é construir um plano robusto e adaptável, incorporando diversas perspectivas para garantir sua solidez e eficácia. Empresas públicas e privadas são convidadas a aderir, demonstrando um compromisso real com a diversidade e inclusão no ambiente de trabalho. Atualmente, 160 instituições já manifestaram interesse em participar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Adesão de empresas na Estratégia Nacional</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas públicas e privadas que desejam participar da estratégia, devem apresentar um plano de trabalho com ações de empregabilidade para a população LGBTQIAPN+ ao MDHC. Os planos apresentados serão analisados e contarão com a contribuição do Comitê de Oportunidades Econômicas para Pessoas LGBTQIA+. As instituições que&nbsp;colocarem em prática seus planos de trabalho serão classificadas pelo Governo Federal como empresas com boas práticas e integrarão a Estratégia Nacional.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-27394385300ee3ca14d86be809fb555c">O compromisso do MDHC com as pautas da população </h4>



<p class="wp-block-paragraph">LGBTQIAPN+ foi destaque na Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo no último domingo (22). Sob o tema “<em>Envelhecer LGBT+: Memória, Resistência e Futuro</em>”, a tradicional passeata que reúne luta e cultura da população LGBT+, conscientizou os brasileiros sobre os desafios enfrentados por esse grupo marginalizado no envelhecimento, como etarismo, solidão, o escasso acesso a direitos e a falta de rede de apoio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, o Governo Federal lançou a campanha nacional “<em>O Brasil é de Todas as Cores</em>”, visando engajar a população LGBTQIA+ na formulação de políticas públicas e mobilizá-la para a 4ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+. A ministra Macaé Evaristo reafirmou o apoio do Ministério à luta da população LGBTQIA+ na defesa da democracia, lembrando da importância do avanço na conscientização das empresas para acolher essa população no ambiente corporativo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do lançamento da Estratégia Nacional de Trabalho Digno, que faz parte do projeto piloto do Programa Empodera+, o MDHC e a Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ realizaram outras atividades em São Paulo na semana que antecedeu a Parada. Entre elas, a participação em oficinas, na 24ª Feira da Diversidade Cultural LGBT+ e na 3ª Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais. O Ministério também entregou 150 computadores para 15 organizações que atuam na luta por direitos LGBTQIA+.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>LGBTQIA+: Apresentador e emissora pagarão R$ 300 mil por discriminação</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lgbtqia-apresentador-e-emissora-pagarao-r-300-mil-por-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 08:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ABI - Associação Brasileira de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[Juíza reafirmou a responsabilidade da liberdade de expressão frente à proteção dos direitos humanos A juíza Federal Ingrid Schroder Sliwka, da 5ª vara de Porto Alegre/RS, condenou uma emissora de TV aberta e apresentador ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos, devido à veiculação de conteúdo considerado ofensivo à diversidade e pluralidade. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-47d51d4538d79a3dc9d3362c72cac8c6">Juíza reafirmou a responsabilidade da liberdade de expressão frente à proteção dos direitos humanos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza Federal Ingrid Schroder Sliwka, da 5ª vara de Porto Alegre/RS, condenou uma emissora de TV aberta e apresentador ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos, devido à veiculação de conteúdo considerado ofensivo à diversidade e pluralidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada considerou que o discurso ultrapassou os limites legais e promoveu discriminação, estigmatização e exclusão da população LGBTQIAPN+.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre as ações</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em sentenças conjuntas proferidas em duas ações civis públicas, o MPF &#8211; Ministério Público Federal e entidades representativas da Comunidade LGBTQIAPN+, com a participação da DPU &#8211; Defensoria Pública da União, questionaram programas exibidos pela emissora em junho e novembro de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No curso do processo, além de ouvidas as partes, foi considerada a manifestação da ABI &#8211; Associação Brasileira de Imprensa, que, na condição de amicus curiae, apontou haver responsabilidade dos réus pelo &#8220;discurso discriminatório e violador de direitos humanos da população LGBTQIAPN+&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Decisão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o mérito, a juíza avaliou que o discurso ultrapassou os limites legais, constitucionais e constantes de tratados internacionais firmados pelo Brasil em relação aos direitos de liberdade de expressão, de crítica e de imprensa, bem como o respeito a outros direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada considerou que o conteúdo dos programas foi ofensivo e promoveu discriminação, preconceito, estigmatização e exclusão de um grupo vulnerável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">V. Exa. destacou que, embora a censura não tenha cabimento, a liberdade de expressão está sujeita à responsabilização em caso de excessos ou de ofensas a direitos, com a necessária reparação pelos danos causados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a juíza concluiu que a postura dos réus ultrapassou as liberdades de imprensa, expressão e jornalismo, configurando comportamento ilícito e incompatível com os valores constitucionais e internacionais de respeito à dignidade humana e combate à discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A atividade de comunicação desenvolvida pelo apresentador implica, por sua natureza, risco para os direitos de outrem, especialmente quando a liberdade de imprensa e de comunicação, constitucionalmente consagrada, é praticada com excessos.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, condenou a emissora e o apresentador ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos, a serem destinados ao Fundo Federal de Defesa dos Direitos Difusos, determinando, ainda, a remoção dos conteúdos considerados ofensivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número do processo não foi divulgado.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><a href="https://www.instagram.com/p/DDeq0hGNGny/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DDeq0hGNGny/">Siga o Sindicato no Instagram</a></h5>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.instagram.com/p/DDeq0hGNGny/"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-28-at-05.15.45-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-59511" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-28-at-05.15.45-1024x1024.jpeg 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-28-at-05.15.45-300x300.jpeg 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-28-at-05.15.45-150x150.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-28-at-05.15.45-768x768.jpeg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-28-at-05.15.45-1536x1536.jpeg 1536w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-28-at-05.15.45-1100x1100.jpeg 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-28-at-05.15.45-600x600.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-28-at-05.15.45-20x20.jpeg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-28-at-05.15.45.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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		<title>Combate à LGBTfobia é dever de todos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/combate-a-lgbtfobia-e-dever-de-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 11:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Lgbtfobia]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[Transfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra LGBT]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia, nesta quarta (17), é também momento para reflexão sobre a violência no país No Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia de 2023, nesta quarta-feira (17), o Brasil tem muito a refletir e repudiar. No ano passado, foram registradas pelo menos 273 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia, nesta quarta (17), é também momento para reflexão sobre a violência no país</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia de 2023, nesta quarta-feira (17), o Brasil tem muito a refletir e repudiar. No ano passado, foram registradas pelo menos 273 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no país. Foram 228 assassinatos, 30 suicídios e 15 mortes por outras causas, como decorrentes de lesões por agressão.<br><br>Os dados são do&nbsp;<a href="https://observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/dossie/mortes-lgbt-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Observatório de Mortes Violentas Contra LGBTI+</a>. Os números, porém, podem ainda ser piores, pois, como não há números oficiais sobre esses crimes, o levantamento é feito principalmente a partir de informações divulgadas pela imprensa.<br><br>Para Adilson Barros, da direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), “o dia 17 tem sua referência na luta para mudar toda situação de violência e descaso de uma parcela da população, enquanto grande parte da sociedade discrimina e ignora leis e iniciativas para sua inclusão”.<br><br></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma vítima a cada 32 horas</strong><strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As maiores vítimas são travestis e transexuais, com 58% das mortes. Em seguida vêm os casos de gays, com 35%, e de lésbicas e de homens trans com 3% cada. No total, a média é de uma pessoa LGBTQIA+ morta por causa violenta a cada 32 horas no Brasil.<br><br>As vítimas tinham de 13 a 75 anos, com concentração maior entre jovens adultos, de 20 a 29 anos (33,33%). O Nordeste, com 118 casos, e o Sudeste, com outros 71, foram as regiões mais hostis contra pessoas LGBTQIA+.<br><br>Adilson, que também é militante dos movimentos LGBTQIA+, ressalta que “mesmo com mudanças na forma de olhar social e biologicamente, os LGBTQIA+ ainda não estão em um mundo confortável para os caminhos do respeito e compreensão da igualdade”.<br><br>Ele também observa que a questão é preocupante não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. “Ainda hoje, há pelo menos 69 países que criminalizam relacionamentos consensuais entre pessoas do mesmo sexo, alguns inclusive com pena de morte”, completa.<br><br></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ambiente ruim</strong><strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O dossiê do Observatório mostra em 2022 uma redução de 14% de casos, em relação a 2021, quando foram elencadas 316 mortes violentas no Brasil. No entanto, em relação a 2000, quando o levantamento começou a ser feito e registrou 130 mortes, o aumento é de 108%. Por isso, o relatório afirma que os dados, vistos no longo prazo, indicam que o ambiente político e social brasileiro continua a estimular a LGBTfobia.<br><br></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>No trabalho</strong><strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A aceitação de profissionais LGBTQIA+ é outro ponto que precisa de atenção, conforme Adilson. “As empresas em geral, e os bancos em particular, precisam estar preparados para receber essa população e aprender a lidar com a diversidade no dia a dia. A contratação por orientação sexual e identidade de gênero deve ser tratada como uma conquista, um avanço nos direitos”, diz. Para o militante, “a partir desse processo, campanhas de combate à discriminação no local de trabalho ganharão fôlego e contribuirão para a construção de um ambiente de trabalho saudável”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br><strong>Defenda-se</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça aqui a cartilha <a rel="noreferrer noopener" href="https://antrabrasil.files.wordpress.com/2020/03/cartilha-lgbtifobia.pdf" target="_blank"><em>O que fazer em caso de violência LGBTfóbica</em></a>, publicada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (<a rel="noreferrer noopener" href="https://antrabrasil.org/" target="_blank">Antra</a>). Para encontrar apoio, em caso de necessidade, acesse o <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank">Mapa da Cidadania</a>, produzido pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank">ABGLT</a>), com serviços e ferramentas jurídicas de defesa da comunidade LGBTQIA+, com informações de todas as unidades da Federação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça também <a rel="noreferrer noopener" href="https://transrespect.org/en/tvt-publication-series/" target="_blank">publicações da Transgender Europe</a>, várias com versão em português.</p>
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