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	<title>Lgbtfobia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Lgbtfobia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Combate à LGBTfobia é dever de todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 11:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Lgbtfobia]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIA+]]></category>
		<category><![CDATA[Transfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra LGBT]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia, nesta quarta (17), é também momento para reflexão sobre a violência no país No Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia de 2023, nesta quarta-feira (17), o Brasil tem muito a refletir e repudiar. No ano passado, foram registradas pelo menos 273 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia, nesta quarta (17), é também momento para reflexão sobre a violência no país</h4>



<p></p>



<p>No Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia de 2023, nesta quarta-feira (17), o Brasil tem muito a refletir e repudiar. No ano passado, foram registradas pelo menos 273 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no país. Foram 228 assassinatos, 30 suicídios e 15 mortes por outras causas, como decorrentes de lesões por agressão.<br><br>Os dados são do&nbsp;<a href="https://observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/dossie/mortes-lgbt-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Observatório de Mortes Violentas Contra LGBTI+</a>. Os números, porém, podem ainda ser piores, pois, como não há números oficiais sobre esses crimes, o levantamento é feito principalmente a partir de informações divulgadas pela imprensa.<br><br>Para Adilson Barros, da direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), “o dia 17 tem sua referência na luta para mudar toda situação de violência e descaso de uma parcela da população, enquanto grande parte da sociedade discrimina e ignora leis e iniciativas para sua inclusão”.<br><br></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma vítima a cada 32 horas</strong><strong></strong></h4>



<p>As maiores vítimas são travestis e transexuais, com 58% das mortes. Em seguida vêm os casos de gays, com 35%, e de lésbicas e de homens trans com 3% cada. No total, a média é de uma pessoa LGBTQIA+ morta por causa violenta a cada 32 horas no Brasil.<br><br>As vítimas tinham de 13 a 75 anos, com concentração maior entre jovens adultos, de 20 a 29 anos (33,33%). O Nordeste, com 118 casos, e o Sudeste, com outros 71, foram as regiões mais hostis contra pessoas LGBTQIA+.<br><br>Adilson, que também é militante dos movimentos LGBTQIA+, ressalta que “mesmo com mudanças na forma de olhar social e biologicamente, os LGBTQIA+ ainda não estão em um mundo confortável para os caminhos do respeito e compreensão da igualdade”.<br><br>Ele também observa que a questão é preocupante não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. “Ainda hoje, há pelo menos 69 países que criminalizam relacionamentos consensuais entre pessoas do mesmo sexo, alguns inclusive com pena de morte”, completa.<br><br></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ambiente ruim</strong><strong></strong></h4>



<p>O dossiê do Observatório mostra em 2022 uma redução de 14% de casos, em relação a 2021, quando foram elencadas 316 mortes violentas no Brasil. No entanto, em relação a 2000, quando o levantamento começou a ser feito e registrou 130 mortes, o aumento é de 108%. Por isso, o relatório afirma que os dados, vistos no longo prazo, indicam que o ambiente político e social brasileiro continua a estimular a LGBTfobia.<br><br></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>No trabalho</strong><strong></strong></h4>



<p>A aceitação de profissionais LGBTQIA+ é outro ponto que precisa de atenção, conforme Adilson. “As empresas em geral, e os bancos em particular, precisam estar preparados para receber essa população e aprender a lidar com a diversidade no dia a dia. A contratação por orientação sexual e identidade de gênero deve ser tratada como uma conquista, um avanço nos direitos”, diz. Para o militante, “a partir desse processo, campanhas de combate à discriminação no local de trabalho ganharão fôlego e contribuirão para a construção de um ambiente de trabalho saudável”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br><strong>Defenda-se</strong></h4>



<p>Conheça aqui a cartilha <a rel="noreferrer noopener" href="https://antrabrasil.files.wordpress.com/2020/03/cartilha-lgbtifobia.pdf" target="_blank"><em>O que fazer em caso de violência LGBTfóbica</em></a>, publicada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (<a rel="noreferrer noopener" href="https://antrabrasil.org/" target="_blank">Antra</a>). Para encontrar apoio, em caso de necessidade, acesse o <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank">Mapa da Cidadania</a>, produzido pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank">ABGLT</a>), com serviços e ferramentas jurídicas de defesa da comunidade LGBTQIA+, com informações de todas as unidades da Federação.</p>



<p>Conheça também <a rel="noreferrer noopener" href="https://transrespect.org/en/tvt-publication-series/" target="_blank">publicações da Transgender Europe</a>, várias com versão em português.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>O desmonte de direitos e a população LGBT</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/o-desmonte-de-direitos-e-a-populacao-lgbt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Lgbtfobia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientação Sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[População LGBT: um dos segmentos mais atingidos pelo assédio moral no trabalho. Torna-se cada vez mais necessário que as pessoas LGBT compreendam seu papel na luta contra o desmonte de direitos encampado, no país, por Michel Temer e seus aliados do Congresso Nacional. Isso porque essas pessoas, (sobretudo mulheres lésbicas masculinizadas, homens gays mais femininos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>População LGBT: um dos segmentos mais atingidos pelo assédio moral no trabalho.<br />
</p>
<p>Torna-se cada vez mais necessário que as pessoas LGBT compreendam seu papel na luta contra o desmonte de direitos encampado, no país, por Michel Temer e seus aliados do Congresso Nacional. Isso porque essas pessoas, (sobretudo mulheres lésbicas masculinizadas, homens gays mais femininos, pessoas transexuais e travestis) serão constantemente jogadas para a marginalização por não se adequarem aos padrões impostos por uma sociedade machista e lgbtfóbica.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://www.facebook.com/santosbancarios/" target="_blank"># Curta a página do Sindicato no Facebook</a></em></p>
<p> </p>
<p>Para essas pessoas, a dificuldade de conseguir um emprego é enorme. E quando elas conseguem, geralmente são absorvidas por empresas conhecidas por não terem a preocupação real com o bem-estar do trabalhador, por promoverem jornadas de trabalho longas e exaustivas, sem remuneração justa, além de praticarem assédio moral, em razão da condição dessas pessoas.</p>
<p> </p>
<p>A reforma trabalhista trouxe entendimentos muito prejudiciais aos trabalhadores, de forma geral. Com ela existe a possibilidade, por exemplo, de o empregado ser demitido e depois readmitido com salário menor, de acordos durante o período de trabalho que se sobreporão ao que estabelece a Consolidação de Leis do Trabalho, grávidas trabalhando em lugares insalubres, além de outras arbitrariedades advindas dessa reforma que entrou em vigor em novembro do ano passado. Para as pessoas LGBT, essa reforma é ainda mais perigosa, pois além de sofrerem com a retirada dos direitos trabalhistas mais elementares, ainda precisarão enfrentar diariamente a discriminação de gênero e de orientação sexual.</p>
<p> </p>
<p>Com a lei de terceirização haverá o aumento dos subempregos e essa população, que já tem pouco acesso e que tem menos direitos assegurados na legislação, vai ser ainda mais afetada.</p>
<p> </p>
<p>Infelizmente a mão de obra mais barata é formada em sua grande maioria por mulheres, negros e LGBTs. Vivemos num sistema opressor machista, racista e cis/heteronormativo. E por conta disso, e ainda que esses grupos estejam qualificados para o trabalho, são os homens, brancos, héteros a ocuparem cargos mais elevados.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista?url=artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank"># Não fique só, Fique Sócio!</a></em></p>
<p> </p>
<p>Uma pesquisa da empresa de recrutamento Elancers mostrou que 20% das empresas que atuam no Brasil se recusam a contratar pessoas LGBT. Muitas empresas preferem rejeitar um candidato LGBT pelo receio de que suas imagens sejam associadas a esse candidato.</p>
<p> </p>
<p>A Reforma da Previdência, se aprovada, será outra medida que prejudicará imensamente essa parcela da população. Se a expectativa para os trabalhadores não LGBT é de se aposentarem mais tarde, para as pessoas LGBT, a expectativa é a pior possível: a de nunca se aposentarem.</p>
<p> </p>
<p>E não se aposentar, para grande parte das pessoas LGBT, significa passar a vida inteira em trabalhos precarizados e num um ambiente hostil que impõe, a muitas delas, que se mantenham nos armários para não sofrerem ainda mais discriminação. É uma tortura, uma crueldade sem limites.</p>
<p> </p>
<p>Para lutar contra essa ordem fascista que quer tomar conta do País, é preciso que as pessoas LGBT e a sua militância reforcem as fileiras de luta, tomando as ruas, ao lado dos demais trabalhadores. Precisamos ter em mente que direitos trabalhistas e previdenciários são também direitos humanos e se eles forem retirados, a nossa população sofrerá mais do que as demais pessoas.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/direitos-e-empregos-estao-em-jogo-nesta-campanha-salarial-2018" target="_blank"># Direitos e empregos estão em jogo nesta Campanha Salarial 2018</a></em></p>
<p> </p>
<p>Ter em mente também que precisamos colocar gente nossa nos espaços de decisão. Eleger candidatas e candidatos realmente preocupados com a dignidade das LGBT, mulheres, negros, trabalhadores, pobres e todos os grupos vulneráveis deste País. Combater a velha política que quer manter no poder homens, brancos, heteros e ricos.</p>
<p> </p>
<p>Há muitos anos que a comunidade LGBT deixou de se calar diante da opressão e da discriminação. Nos tornamos uma população forte e corajosa. E essa coragem será crucial para garantir que todos tenham seus direitos trabalhistas, previdenciários e demais direitos de cidadania assegurados. Também está, em nossas mãos, a missão de trazer de volta a esperança de dias mais justos. Então, à luta Diversidade!</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: Jundiaí Agora<br />Escrito por: ROSE GOUVEIA &#8211; Advogada, Militante Feminista e LGBT </p>
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