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	<title>lewandovski &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Ministro defende limite ao uso da força policial, mas direita quer manter libera-geral</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ministro-defende-limite-ao-uso-da-forca-policial-mas-direita-quer-manter-libera-geral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 13:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto para policiais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[lewandovski]]></category>
		<category><![CDATA[Limite para policiais]]></category>
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					<description><![CDATA[Após jovem ser atingida por tiros da PRF, Lewandowski reforça que “a polícia não pode combater a criminalidade cometendo crimes”. Bolsonaristas reagem para que tudo continue como está O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski declarou, em nota, que “a polícia não pode combater a criminalidade cometendo crimes” e defendeu a padronização do [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-bb86b6e04166d6551c65f0f230b34815">Após jovem ser atingida por tiros da PRF, Lewandowski reforça que “a polícia não pode combater a criminalidade cometendo crimes”. Bolsonaristas reagem para que tudo continue como está</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski declarou, em nota, que “a polícia não pode combater a criminalidade cometendo crimes” e defendeu a padronização do uso da força pelas polícias. A fala ocorreu após mais um episódio de violência envolvendo agentes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e civis no Rio de Janeiro, horas depois da edição de decreto sobre o uso da força policial.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite desta terça-feira (24), véspera de Natal, o carro de uma família foi alvejado por policiais da corporação na rodovia Washington Luís (BR-040), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Na ação, Juliana Leite Rangel, de 26 anos, foi baleada na cabeça e está internada em estado gravíssimo. O pai dela também foi baleado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o caso, a direção-geral da PRF afastou preventivamente das atividades operacionais os policiais envolvidos no caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do ministro, ao qual a PRF está subordinada, “a polícia não pode combater a criminalidade cometendo crimes. As polícias federais precisam dar o exemplo às demais polícias”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comunicado diz, ainda, que “o lamentável incidente ocorrido nesta terça-feira (24), no Rio de Janeiro, demonstra a importância de uma normativa federal que padronize o uso da força pelas polícias em todo o país”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de se solidarizar com as vítimas e seus familiares, Lewandowski informou que o ministério “tem empenhado todos os esforços para que as responsabilidades sejam devidamente apuradas”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo dia em que a abordagem arbitrária da PRF ocorreu, o governo federal havia publicado, no Diário Oficial da União, decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva estabelecendo diretrizes para a atuação dos agentes de segurança, com foco na eficiência das ações, valorização dos profissionais e respeito aos direitos humanos. O texto é uma atualização de normativa que define o uso da força e de instrumentos de menor potencial ofensivo pelas polícias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso ocorrido nesta terça-feira é mais um a somar-se a um série de outros desvios no uso da força por parte da PRF que, vale lembrar, se tornou um braço importante da extrema-direita durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme levantamento feito pelo jornal&nbsp;<em>O Globo,&nbsp;</em>somente no estado do Rio de Janeiro, berço do bolsonarismo, houve uma explosão no número de mortes causados pela PRF entre 2019 e 2022. Nenhum caso foi registrado em 2019, mas os dois anos seguintes tiveram 13 mortes cada um — ou seja, em apenas seis meses de 2022, as mortes em operações da PRF triplicaram em relação ao ano anterior. Ao longo de todo aquele ano, foram 40 mortes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nível nacional, 47 mortes em ações da PRF foram registradas em todo o país no primeiro semestre de 2022. Um dos casos de maior repercussão foi a morte por asfixiamento de Genivaldo de Jesus Santos por três agentes da PRF, ocorrida em Sergipe em 2022.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso desta terça foi o terceiro ocorrido no RJ em pouco mais de um ano. Em meio a uma série de iniciativas para mudar a forma como a PRF passou a atuar desde 2019, o diretor-geral da PRF, Antônio Fernando Oliveira, disse, em entrevista à GloboNews que a corporação está orientada para atuar conforme política de direitos humanos e que existe uma comissão de controle de letalidade policial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não haverá impunidade em processo disciplinar com essa direção. Porque o limite da atividade policial precisa atender o limite legal da atuação. Nós não atuamos em atividade policial no vale tudo, não se combate crime cometendo crime”, declarou.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Direita não quer controle</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Três governadores expoentes do bolsonarismo — que defende uma atuação mais truculenta e letal por parte das polícias — reagiram ao decreto do governo federal, mesmo diante dos inúmeros casos de abusos e mortes causadas pela falta de maior controle das polícias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, Ibaneis Rocha (MDB), do Distrito Federal, e Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, criticaram a medida, usando como base o velho populismo policialesco que marca as gestões da direita na segurança pública.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O centro das críticas gira em torno de um suposto “engessamento” das polícias nas abordagens e do que eles encaram como “interferência” federal em assuntos que seriam de ordem estadual.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para eles, causa incômodo também o fato de que, embora as medidas não sejam obrigatórias devido ao sistema federativo do país, seu cumprimento condicionará o acesso ao repasse das verbas do Fundo Nacional de Segurança Pública. Castro, inclusive, ameaçou entrar no Supremo Tribunal Federal contra a medida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os argumentos dos governadores também ecoaram por meio da “bancada da bala”, mais preocupada em manter a alta letalidade policial e o desrespeito aos direitos humanos do que normatizar o uso da força e das armas pelos agentes públicos. Deputados desse grupo reagiram na mesma toada dos governadores. Rodolfo Nogueira (PL-MS), por exemplo, disse que apresentará projeto de lei contra as medidas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, o MJSP avalia agilizar a regulamentação do decreto, que inicialmente estava previsto para 90 dias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Lewandowski, em declaração dada recentemente à imprensa, “a força letal não pode ser a primeira reação das polícias. Só podemos usar a força letal em última instância. É preciso que a abordagem policial se dê sem qualquer discriminação contra o cidadão brasileiro”.&nbsp;</p>
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		<title>STF: Lewandowski define que Orçamento Secreto é inconstitucional</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stf-lewandowski-define-que-orcamento-secreto-e-inconstitucional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 14:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[emendas do relator]]></category>
		<category><![CDATA[lewandovski]]></category>
		<category><![CDATA[Lira]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento Secreto]]></category>
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					<description><![CDATA[O orçamento secreto foi o esquema montado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) para montar a base de apoio no Congresso e comprar votos para pautas de interesse no governo. Com voto de Ricardo Lewandowski, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de 6 a 4 e decidiu que o Orçamento Secreto é inconstitucional Com voto do ministro [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">O orçamento secreto foi o esquema montado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) para montar a base de apoio no Congresso e comprar votos para pautas de interesse no governo. Com voto de Ricardo Lewandowski, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de 6 a 4 e decidiu que o Orçamento Secreto é inconstitucional</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com voto do ministro Ricardo Lewandowski, proferido na manhã desta segunda-feira (19), o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de 6 a 4 e decidiu que o Orçamento Secreto é inconstitucional. Ainda falta o voto do ministro Gilmar Mendes, que não pode alterar o resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O STF analisa ações de partidos políticos que alegam que o orçamento secreto é inconstitucional, devido à falta de transparência na distribuição das emendas parlamentares e da falta de critério na escolha do deputado ou senador que será contemplado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora Rosa Weber e os ministros Edson Fachin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Luís Roberto Barroso já haviam votado, nas sessões da semana passada, pelo fim da prática e para limitar o uso das emendas de relator apenas para “correções” no orçamento, sem indicações parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">André Mendonça, Kássio Nunes Marques, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes entenderam que as emendas de relator podem continuar sendo distribuídas pelo relator do orçamento, desde que com critérios mais transparentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado via emendas de relator, o orçamento secreto foi o esquema montado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) para montar a base de apoio no Congresso e comprar votos para pautas de interesse no governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O esquema usou laranjas para omitir os nomes dos deputados que receberam recursos via emenda do relator, contrariando decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que pediu transparência no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Lewandowski vota para Bolsonaro apresentar plano de vacinação em 30 dias</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lewandowski-vota-para-bolsonaro-apresentar-plano-de-vacinacao-em-30-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[governo incompetente]]></category>
		<category><![CDATA[lewandovski]]></category>
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					<description><![CDATA[STF julga em dezembro ações movidas por partidos de oposição que contestam a falta de iniciativa do governo Bolsonaro no combate à pandemia. No voto antecipado, dia 24/11, o ministro afirma que a União tem o dever de considerar o emprego de todas as vacinas   O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>STF julga em dezembro ações movidas por partidos de oposição que contestam a falta de iniciativa do governo Bolsonaro no combate à pandemia. No voto antecipado, dia 24/11, o ministro afirma que a União tem o dever de considerar o emprego de todas as vacinas</p>
<p></p>
<p> </p>
<p>O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para que o governo federal apresente, em 30 dias, um plano de vacinação contra a Covid-19. Além desse prazo inicial, o plano terá de ser atualizado mensalmente, com fiscalização do Congresso Nacional, segundo o ministro.</p>
<p>Lewandowski é relator de duas ações movidas por partidos da oposição, que questionam a inação do governo Bolsonaro sobre as medidas de combate à pandemia. A falta de um planejamento detalhado para a vacinação também é alvo do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público Federal (MPF).</p>
<p>No voto antecipado nesta terça-feira (24), o ministro afirma que a União tem o “dever incontornável” de considerar o emprego de todas as vacinas. Portanto, qualquer opção só poderá ser descartada “com base em evidências científicas”.</p>
<p>Esses critérios devem levar em conta “a eficácia, acurácia, efetividade e segurança” dos imunizantes em questão. Além disso, deve considerar a “avaliação econômica comparativa dos custos e benefícios”.</p>
<p>Uma das ações – movida por PSOL, PT, PSB e PCdoB e Cidadania –, pede que o governo federal seja obrigado a apresentar um plano de imunização. Na outra, a Rede Sustentabilidade questiona a decisão de Bolsonaro, que desautorizou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que havia assinado protocolo de intenções para a aquisição de 46 milhões de doses da Coronavac.</p>
<p>Em vez de decidir individualmente, em caráter liminar, Lewandowski enviou, no final de outubro, essas ações diretamente ao plenário. O julgamento está marcado para 4 de dezembro.</p>
<p><strong>Longo prazo</strong></p>
<p>O ministro Lewandowski citou previsão da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que a atual pandemia pode ter comportamento semelhante à “gripe espanhola”. “Poderá estender-se por quase dois anos até que seja debelada e, mesmo assim, a depender do desenvolvimento de vacinas adequadas e de uma cooperação global”, diz o ministro em seu voto.</p>
<p>Crédito: Nelson Junior/STF<br />Fonte: Rede Brasil Atual<br />Escrito por: Tiago Pereira</p>
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