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	<title>Lavagem de Dinheiro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Lavagem de Dinheiro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>O golpe no Santander</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 07:17:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[desvio]]></category>
		<category><![CDATA[ex-funcionários]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Carbono Oculto]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistema Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Criminosos contaram com ajuda de ex-funcionários para roubar 11 milhões de reais de duas contas no banco. Em um esquema semelhante ao maior roubo ao sistema financeiro do país, criminosos roubaram mais de 11 milhões de reais das contas de duas empresas no banco Santander, a HS Prevent e a Thomriss Embalagens Plásticas. A Polícia [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a2f1a7929f48adea6dc39c01385d1ebb">Criminosos contaram com ajuda de ex-funcionários para roubar 11 milhões de reais de duas contas no banco.</h4>



<p>Em um esquema semelhante ao maior roubo ao sistema financeiro do país, criminosos roubaram mais de 11 milhões de reais das contas de duas empresas no banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a>, a HS Prevent e a Thomriss Embalagens Plásticas. A Polícia Civil de São Paulo deflagrou, na ultima semana de outubro, a Operação Swap Oculto, que cumpriu vinte mandados de busca e apreensão contra ex-funcionários do banco, laranjas e hackers.</p>



<p>As investigações, que começaram no setor de compliance do Santander, apuram a relação de ao menos quatro ex-funcionários com a quadrilha. Eles foram alvos da operação e a polícia tenta determinar se foram cooptados pelos criminosos ou se faziam parte do grupo.</p>



<p>De acordo com a investigação, os criminosos — com o auxílio de funcionários do banco — trocaram os dispositivos autorizados para movimentações financeiras. Em seguida, fizeram diversas transações via Pix em um curto intervalo de tempo, transferindo os valores desviados para contas abertas no nome das próprias empresas na fintech 3R Bank, também investigada.</p>



<p>Segundo as autoridades, a 3R Bank operava na modalidade de “Pix indireto” – ou seja, não era conectada diretamente ao Banco Central, atuava por meio de uma instituição intermediária, a CorpxBank. O dinheiro roubado foi transformado em criptomoedas.</p>



<p>O modelo do roubo no Santander foi o mesmo usado no maior roubo ao sistema financeiro já registrado no país, por meio de invasão da C&amp;M Software, em julho, que causou prejuízo superior a 800 milhões de reais. O uso de “insiders”, funcionários, se repetiu no Santander. No caso da C&amp;M, o operador de TI João Nazareno Roque forneceu o acesso inicial aos hackers.</p>



<p>Outra coincidência está no método de dissimulação e pulverização dos valores roubados. Em ambos os casos, o dinheiro foi inicialmente transferido para fintechs menores para escapar do rastreio imediato. Depois, os valores seguiram para “contas-bolsão”, contas de fintechs hospedadas em bancos de maior porte. Por fim, os valores foram convertidos em criptomoedas e dispersos em várias carteiras digitais.</p>



<p>No caso da C&amp;M, os promotores conseguiram recuperar o equivalente a 12 milhões de reais em criptomoedas. Já no Santander, a polícia recuperou o equivalente a cerca de 1 milhão de reais.</p>



<p>De acordo com fontes ligadas às duas investigações, esse método de desvio e lavagem digital representa uma nova estratégia entre criminosos especializados em fraudes cibernéticas. Fintechs que atuam à margem da regulação facilitam a dispersão rápida do dinheiro, tornando o rastreamento mais difícil.</p>



<p>A prática também foi observada em operações anteriores contra a lavagem de dinheiro do PCC, como a Operação Carbono Oculto, que revelou uma rede de fintechs utilizadas exclusivamente para movimentações ilícitas.</p>



<p>Em nota, o Santander informou que identificou a fraude e comunicou a polícia. Disse que colabora com as investigações desde o início e que “possui sistemas eficazes de prevenção a fraudes para identificar e coibir eventuais desvios de conduta”.</p>



<p>A CorpxBank afirma que forneceu todos os documentos “cruciais” para as investigações. Disse que uma rigorosa apuração interna resultou no aprimoramento das políticas de segurança. Clique <a href="https://media.obastidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/01131559/nota-corpx.pdf" data-type="link" data-id="https://media.obastidor.com.br/wp-content/uploads/2025/10/01131559/nota-corpx.pdf">aqui</a> para ler a íntegra da nota.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-financiou-empreendimentos-de-moradia-popular-para-investidores-em-bairros-nobres/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/santander-financiou-empreendimentos-de-moradia-popular-para-investidores-em-bairros-nobres/">Santander financiou empreendimentos de moradia popular para investidores em bairros nobres</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O lado obscuro do Banco Safra – Fraudes, coações e conluios</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/o-lado-obscuro-do-banco-safra-fraudes-coacoes-e-conluios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Outros bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Coações]]></category>
		<category><![CDATA[Conluios]]></category>
		<category><![CDATA[Criptomoedas]]></category>
		<category><![CDATA[Executivo de Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[STJ (Superior Tribunal de Justiça)]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo reportagem da Folha de São Paulo, publicada em 19/10, a Justiça condenou o superintendente de segurança do Safra a um ano de prisão por ameaçar um cliente Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo, a Justiça condenou o superintendente de segurança do banco Safra a um ano de prisão por ameaçar um cliente. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo reportagem da Folha de São Paulo, publicada em 19/10, a Justiça condenou o superintendente de segurança do Safra a um ano de prisão por ameaçar um cliente</p>
<p>Segundo <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/10/superintendente-do-safra-e-condenado-por-ameacar-cliente.shtml" target="_blank">reportagem do jornal Folha de São Paulo</a>, a Justiça condenou o superintendente de segurança do banco <a href="https://santosbancarios.com.br/pesquisa/safra/AND/t" target="_blank">Safra</a> a um ano de prisão por ameaçar um cliente. O caso é sério e foi comparado a ações de gangsters.</p>
<p> </p>
<p>O executivo do grupo Safra, Sebastião Jesus Garozzo, teria contratado o segurança Jefferson Fiuza para perseguir um empresário do grupo Gobbo.</p>
<p> </p>
<p>O empresário foi perseguido em Campinas (interior de São Paulo). Segundo a Polícia, Fiuza carregava em seu carro 172 munições de pistola, uma faca, barra de ferro e um par de algemas.</p>
<p> </p>
<p><img decoding="async" title="O lado obscuro do Banco Safra – Fraudes, coações e conluios" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2019/10/9208-1571668554.png" alt="O lado obscuro do Banco Safra – Fraudes, coações e conluios" /></p>
<p> </p>
<p>Fiuza declarou que carregava as algemas por fetiche sexual. Ele também disse que as munições eram para tiro ao alvo, apesar de não ter documentos comprovando a prática. A faca era para descascar laranja e a barra de ferro para trocar a roda do carro.</p>
<p> </p>
<p>O juiz considerou as justificativas irônicas e condenou Fiuza a três anos de prisão e Sebastião a um ano.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Os motivos para perseguição</strong></span></p>
<p> </p>
<p>O grupo Gobbo era um comércio familiar do interior de São Paulo, que contava com 12 lojas de calçados e faturava 15 milhões, até quebrar.</p>
<p> </p>
<p>Segundo Guto Gobbo, gerente das lojas Gobbo, a falência teria acontecido por fraudes feitas pelo Safra.</p>
<p> </p>
<p>Desde 2008 Gobbo faz críticas pesadas ao Safra, tendo criado o site Safraude, onde ele conta como o banco Safra fraudou antecipações dos recebíveis de cartão de crédito.</p>
<p> </p>
<p>As manifestações do empresário não foram bem vistas pelo banco, que resolveu processá-lo e, por meio de seus agentes, coagi-lo.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>A fraude dos Safras</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Primeiramente, o gerente do grupo Safra da região foi até a loja da Gobbo para fechar um negócio vantajoso. O Safra oferecia contratos de adiantamento de recebíveis pela taxa 1,99% e com esse dinheiro seria possível ganhar desconto na compra de calçados e roupas, como explica Guto Gobbo:</p>
<p> </p>
<p><em>“A proposta da executiva do Banco Safra era interessante à ambas as partes: Antecipar os valores das vendas a prazo, feitas com as maquinas de cartões de crédito a um custo de 1,9% a.m., uma transação conhecida no mercado como “ Operação Fumaça”. Com esse recurso, passaríamos a comprar à vista de nossos fornecedores com um desconto de 5 a 6 % a.m. Por se tratar de empresas da mesma família, porém distintas, os formulários de antecipação eram individuais.”</em></p>
<p> </p>
<p><img decoding="async" title="O lado obscuro do Banco Safra – Fraudes, coações e conluios" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2019/10/9208-1571668653.png" alt="O lado obscuro do Banco Safra – Fraudes, coações e conluios" /></p>
<p> </p>
<p>Os contratos eram enviados para a agência com alguns dados, como de juros, preenchidos à lápis. As lojas Gobbo continuava aumentando as vendas, mas as contas não fechavam.</p>
<p> </p>
<p>Por isso eles contrataram uma auditoria para ver o que estava acontecendo, o resultado?</p>
<p> </p>
<p>Como resultado foram encontrados mais de 3 mil contratos com taxas de juros fraudadas, que chegavam a cobrar 5,2% ao mês, em contratos que deveriam ser de 1,9%.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Gerentes que desapareciam</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Enquanto as fraudes aconteciam, outros bancos mostravam interesse pelo contrato dos Gobbos, mas os agentes desses bancos desapareciam misteriosamente após um tempo.</p>
<p> </p>
<p>O que acontecia? Gobbo afirma que o banco Safra usava uma tática chamada de “POC”:</p>
<p> </p>
<p><em>“Ao tomar conhecimento do interesse do concorrente, o Safra valia-se de um recurso conhecido como “POC” que, dentre outras possibilidades, permite ao gerente interferir sobre qualquer operação bancária dos clientes. Neste caso, o meio utilizado era a não autorização à compensação de alguns cheques, durante esse período de sondagem comercial. Só éramos alertados de que nosso cadastro constava da lista de inadimplentes do Serasa semanas depois.”</em></p>
<p> </p>
<p>Como consequência, os gerentes bancários perdiam interesse pelo conta de Gobbo, já o banco Safra pedia desculpas pelo acontecido:</p>
<p> </p>
<p><em>&#8220;O inconveniente nos era comunicado juntamente com explícitos pedidos de desculpas, pela equipe do Safra.&#8221;</em></p>
<p> </p>
<p>Gobbo ganhou 3 ações contra o Safra no STJ (Superior Tribunal de Justiça), nelas o STJ reconheceu as fraudes apresentadas. O Safra foi condenado a devolver R$1 milhão.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Práticas comuns nos bancos?</strong></span></p>
<p> </p>
<p>O caso Gobbo mostra o poder das instituições bancárias – agindo quase como gangsters, eles tentam esmagar os concorrentes e extorquir dinheiro de seus clientes.</p>
<p> </p>
<p>A perseguição bancária acontece também no mercado de criptoativos, visto por eles como possíveis competidores.</p>
<p> </p>
<p>O Itaú, um dos responsáveis pela lavagem de dinheiro dos operadores descobertos na operação Lava Jato, disse ao CADE que fecha sistematicamente as contas de corretoras de criptomoedas pois está preocupado com a lavagem de dinheiro:</p>
<p> </p>
<p><em>“Isso porque, ainda que o Itaú Unibanco opte por não atender corretoras de criptomoedas, pois entende que moedas virtuais que podem ser trocadas por dinheiro real ou outras moedas virtuais são potencialmente vulneráveis à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.“</em></p>
<p> </p>
<p>Outro caso chocante é do CEO da Foxbit, que teve a sua conta e a de seus familiares fechadas sem aviso prévio apenas por fazer operações legais com criptomoedas.</p>
<p> </p>
<p>As práticas desonestas são muitas e incluem venda de pacotes casados, taxas cobradas indevidamente, desobediência a legislação vigente e outras, como mostra o vídeo do Canal do Otário:</p>
<p> </p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/wFRNo4chEPY" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p> </p>
<p>Até agora o Banco Safra não respondeu a nenhuma reportagem sobre o tema.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: COINTIMES PRO | A maior plataforma de conteúdo sobre criptomoeda</p>
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