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	<title>Laudo Médico &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Laudo Médico &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Santander demite bancária em tratamento contra o câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de Humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[Funcionária de área que está sendo automatizada foi dispensada por um banco que lucra cada vez mais com demissões; Movimento Sindical cobrou revisão do desligamento, mas empresa não deu resposta Em mais um flagrante desrespeito a quem se esforça para garantir os lucros (e os dividendos pagos aos acionistas) cada vez mais expressivos, o Santander [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Funcionária de área que está sendo automatizada foi dispensada por um banco que lucra cada vez mais com demissões; Movimento Sindical cobrou revisão do desligamento, mas empresa não deu resposta<br />
</p>
<p>Em mais um flagrante desrespeito a quem se esforça para garantir os lucros (e os dividendos pagos aos acionistas) cada vez mais expressivos, o <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/santander" target="_blank">Santander</a> demitiu uma bancária em pleno tratamento contra o câncer, e às vésperas do Natal.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Fortaleça suas Lutas, <a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se" target="_blank">Sindicalize-se!</a></strong></em></p>
<p> </p>
<p>Paula (nome fictício) enfrenta uma batalha contra um tumor na mama e tinha acabado de retornar do período de férias. A demissão ocorreu um dia depois, no dia 19 de novembro.</p>
<p> </p>
<p>“Faço acompanhamento no médico de seis em seis meses, tomo comprimido todos os dias e injeção de três em três meses. (&#8230;) apresentei atestados comprovando que eu faço tratamento e, na terça feira, (&#8230;) quando foi umas 9h, me demitiram com a justificativa de performance. Eu perguntei ‘Por quê? A minha atividade não está em dia? Não está tudo certo?’ O gerente respondeu que sente muito, e que a área está passando por uma transformação.”</p>
<p> </p>
<p>Ela trabalhava no departamento de manufatura, no Radar (antigo Casa 1, localizado em São Paulo). A área está sob supervisão de uma consultoria independente que analisa os processos para automatiza-los a fim de cortar custos com pessoal.</p>
<p> </p>
<p>“Um monte de gente estava sendo demitida e eu fiquei muito preocupada com meu plano de saúde. Fui até o hospital e pedi para o médico me dar alta porque eu achava que ia ser demitida e não ia conseguir custear os medicamentos. O médico falou ‘não, você não pode ter alta porque ainda corre risco de morte’”, conta Paula.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Siga o Sindicato no <a href="https://twitter.com/santosbancarios" target="_blank">twitter</a></strong></em></p>
<p> </p>
<p>Após a demissão, ela procurou o Sindicato dos Bancários de SP, que a orientou a pedir um laudo médico no hospital. No dia 21 de novembro foi enviado para o Santander um e-mail, com o laudo médico em anexo, explicando o quadro médico da trabalhadora e cobrando a revisão da demissão. Mas até o momento da publicação deste texto não houve retorno do banco.</p>
<p> </p>
<p>É uma contradição o banco, através do seu presidente e diretoria executiva, promover campanha de prevenção do câncer de mama demitir essa bancária em pleno tratamento contra a mesma doença.</p>
<p> </p>
<p>Assim como é uma vergonha um banco lucrar tanto à custa da sociedade e da saúde dos trabalhadores e ainda contratar uma consultoria, visando demitir, em uma empresa com sobrecarga de trabalho em muitas áreas, e em um país com 12 milhões de desempregados. Isso resume a falta de humanidade da gestão brasileira do banco com matriz na Espanha, onde seria impensável o mesmo tipo de postura.</p>
<p> </p>
<p>Somente com o que arrecada com tarifas e serviços cobrados do cliente, o Santander poderia pagar praticamente duas folhas de pagamentos (199%). Isso representa mais 49.000 trabalhadores. O banco precisa de uma concessão pública para atuar no mercado financeiro do nosso país. Se é público, é um direito do povo brasileiro. E o Santander deveria <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/jb-o-que-podemos-fazer-por-voce-hoje" target="_blank">retribuir à sociedade brasileira</a> por meio da geração de empregos, e não <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/no-santander-o-presente-de-natal-e-a-demissao" target="_blank">demitindo pais e mães de família às vésperas do Natal</a>.</p>
<p> </p>
<p>A trabalhadora demitida agora diz ter mágoa de uma empresa para a qual trabalhou por 13 anos e da qual disse sempre ter sentido orgulho.</p>
<p> </p>
<p>“Eu fiquei muito decepcionada, indignada. Sempre vi o banco de uma forma muito positiva. A empresa sempre se preocupou em mostrar que é um banco justo. Mas justo com quem? Não é justo nem com os funcionários, porque o banco tem noção das coisas que acontecem. Eu fiquei bem decepcionada, indignada, porque esperaram eu voltar das minhas férias para me mandar embora mesmo sabendo de todo o processo [clínico]”, desabafa. </p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whats do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e nome</strong></em></p>
<p>Fonte: Sindicato dos Bancários de SP &#8211; 27/11<br />Escrito por: Redação Spbancarios</p>
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