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	<title>justiça federal &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>justiça federal &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Condenado por feminicídio ressarcirá INSS pela pensão paga às filhas da ex</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 07:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação regressiva]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
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		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão visa ressarcir os cofres públicos e reforçar políticas de combate à violência doméstica A&#160;juíza Federal Marta Ribeiro Pacheco, da 1ª vara Federal de Guarapuava/PR,&#160;determinou que um homem de 53 anos, condenado e preso pelo assassinato de sua esposa, devolva ao INSS os valores pagos em benefícios às duas filhas do casal. A decisão visa&#160;reforçar [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-009d427e8d48a7aeee4da40e7cfff2f6">Decisão visa ressarcir os cofres públicos e reforçar políticas de combate à violência doméstica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;juíza Federal Marta Ribeiro Pacheco, da 1ª vara Federal de Guarapuava/PR,&nbsp;determinou que um homem de 53 anos, condenado e preso pelo assassinato de sua esposa, devolva ao INSS os valores pagos em benefícios às duas filhas do casal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão visa&nbsp;reforçar políticas de combate à violência doméstica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crime ocorreu em outubro de 2019, no município de Pinhão, região Central do Paraná. Desde então, as meninas têm recebido pensão por morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido do INSS, feito pela AGU, é baseado em leis que preveem a ação regressiva, pois o crime que originou os benefícios às crianças é considerado um prejuízo aos cofres públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de pedir a devolução do dinheiro, o objetivo da ação, conforme declarou a procuradora Federal Isabela Cristina Pedrosa Bittencourt Alves, é &#8220;colaborar com as políticas públicas de prevenção e repressão aos crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher, levando-se em conta o caráter punitivo-pedagógico das ações regressivas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza acolheu os argumentos da AGU e determinou que o homem deverá ressarcir o INSS pelos valores já pagos às beneficiárias &#8211; com as devidas correções monetárias &#8211; e pelos pagamentos futuros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os depósitos deverão ser realizados todo dia 20, até as filhas completarem 21 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada salientou que &#8220;mesmo antes da alteração promovida pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/l13846.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/l13846.htm">lei 13.846/19</a>, para incluir a violência doméstica como hipótese autorizadora da ação regressiva, a jurisprudência já permitia a interpretação ampliativa da norma&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, mesmo em outros casos, pode ser necessário ressarcir o Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal também decidiu que, independentemente de o condenado ressarcir o INSS, os benefícios pagos às filhas serão mantidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal não divulgou o número do processo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Auxílio-doença pago junto com aposentadoria não pode ser devolvido</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/auxilio-doenca-pago-junto-com-aposentadoria-nao-pode-ser-devolvido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 07:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria por Invalidez]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio-Doença]]></category>
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		<category><![CDATA[Descontos]]></category>
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		<category><![CDATA[devolução duplicidade]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
		<category><![CDATA[restituição de valores]]></category>
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					<description><![CDATA[INSS deve restituir descontos que promoveu na aposentadoria da autora na tentativa de compensar auxílio-doença Benefícios previdenciários têm natureza alimentar, ou seja, são voltados à subsistência, e o pagamento de suas parcelas por longo período gera no segurado o sentimento de que sempre poderá contar com esse dinheiro. Assim, não é justo exigir a restituição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4edbd364dc7348f6d862f5446bdd755b">INSS deve restituir descontos que promoveu na aposentadoria da autora na tentativa de compensar auxílio-doença</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Benefícios previdenciários têm natureza alimentar, ou seja, são voltados à subsistência, e o pagamento de suas parcelas por longo período gera no segurado o sentimento de que sempre poderá contar com esse dinheiro. Assim, não é justo exigir a restituição de valores já consumidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse entendimento, o juiz Wesley Schneider Collyer, da 1ª Vara Federal de Cascavel (PR), decidiu que parcelas de auxílio-doença pagas a uma mulher não podem ser devolvidas e ainda condenou o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a restituir valores descontados da aposentadoria por invalidez recebida pela autora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher recebeu auxílio-doença e aposentadoria por invalidez ao mesmo tempo por certo período. Isso porque a data de início da aposentadoria por invalidez retroagiu e atingiu o período em que o auxílio-doença vinha sendo pago.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido ao “pagamento em duplicidade”, o INSS promoveu descontos na aposentadoria da autora, para compensar os valores recebidos no auxílio-doença.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sem má-fé</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher, então, acionou a Justiça e alegou que não agiu com má-fé, nem induziu o INSS a erro. Ela pediu a devolução dos valores descontados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz Wesley Schneider Collyer concordou que “não houve ardil, nem má-fé” da autora, mas apenas a concessão da aposentadoria com data retroativa, que ocasionou o pagamento conjunto do benefício com o auxílio-doença por certo tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido à “evidente boa-fé” da autora, somada ao “caráter alimentar do benefício recebido”, o julgador considerou que os valores “pagos em excesso” não poderiam ser devolvidos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/07/sentenca-sem-devolucao-auxilio-doenca-pago-junto-a-aposentadoria-por-invalidez-restituicao-descontos.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/07/sentenca-sem-devolucao-auxilio-doenca-pago-junto-a-aposentadoria-por-invalidez-restituicao-descontos.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: 5002966-90.2024.4.04.7005</h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Golpe: Caixa Econômica não está indenizando quem teve dados vazados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/golpe-caixa-economica-nao-esta-indenizando-quem-teve-dados-vazados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2024 08:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim de Ocorrência (BO)]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Fraude busca obter dinheiro das vítimas após pagamento de um suposto imposto para receber montante esperado Nos últimos dias, publicações na rede social Facebook divulgaram uma falsa indenização da Caixa Econômica Federal. São prometidos valores até R$ 5 mil para quem tiver sido “afetado” por um suposto vazamento de dados. A falsa publicação se utiliza [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f1070fe8ee28c4c6b2e1dfbba5d621e9">Fraude busca obter dinheiro das vítimas após pagamento de um suposto imposto para receber montante esperado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias, publicações na rede social Facebook divulgaram uma falsa indenização da Caixa Econômica Federal. São prometidos valores até R$ 5 mil para quem tiver sido “afetado” por um suposto vazamento de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falsa publicação se utiliza de um vídeo do jornalista William Waack. No entanto, a Caixa informa que a indenização não existe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A postagem, na verdade, é um golpe para obter dinheiro das vítimas após pagarem um suposto imposto para receber o montante esperado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vídeo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação do golpe traz um vídeo com o título sobreposto “Quase todo brasileiro ignora isto”. Mais abaixo, o apresentador de telejornal William Waack supostamente lê uma notícia na CNN Brasil, como sugere o segundo título sobreposto: “Justiça determina que Caixa indenize milhões de brasileiros devido a vazamento de dados”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Após um vazamento de dados da Caixa Econômica, a justiça determinou que uma indenização seja paga aos brasileiros que sofreram com isso. Milhões de brasileiros que possuem conta na Caixa serão indenizados e o valor pode chegar até R$ 5 mil. Os pagamentos se iniciaram na semana passada e o prazo se inspira nessa semana. Verifique agora mesmo se você possui o valor da indenização disponível para saque. Toque em ‘Saiba mais’ antes que o prazo se esgote”, diz o áudio falso do vídeo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suposta voz de William Waack foi criada por golpistas e os lábios do âncora não sincronizam com o que o suposto áudio dele está dizendo. A manipulação pode ter sido feita com uso de inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em anexo ao vídeo, há um link falso dizendo “CAIXA COM.BR. Faça sua consulta em três minutos, online e gratuito”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fake News</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A história falsa criada pelos golpistas, no entanto, se baseia em um fato real. Em setembro de 2023, a Justiça Federal fixou em R$ 15 mil o valor a ser pago a cada um dos beneficiários do extinto Auxílio Brasil afetados por um vazamento de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão, contudo, não era definitiva e cabia recurso. Na ocasião, cerca de 4 milhões de pessoas teriam sido atingidas em mais de 4 mil municípios do Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Golpe</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O golpe se materializa quando a vítima clica no link e é direcionada para uma página falsa, que simula o site da CNN Brasil com uma suposta reportagem com o título “Ministério Público Federal multa Caixa em R$ 200 milhões e obriga indenização imediata de 2 mil até 30 mil reais para cada usuário com dados vazados”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do texto da “reportagem” começar, há um botão/link chamado “Acessar no site oficial”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo link leva a vítima para um site, também falso, com três supostos passos para obter a indenização. Veja abaixo o golpe:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“1 — Digite seu CPF para verificar se está aprovado (a) receber para indenização de até R$ 30.000,00. 2 — Verificaremos se seus dados foram prejudicados no vazamento de informações da Caixa, e com isso, se você tem direito à indenização. 3 — Sua consulta será realizada por um atendente, com um tempo de espera entre 2 e 5 minutos. Comece o seu atendimento abaixo para consultar o valor da sua indenização utilizando o seu CPF”, diz a fraude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No site, há também uma “assistente virtual” que pede para a vítima digitar o número de CPF. Após uma suposta checagem, o internauta recebe a seguinte mensagem:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para continuar, confirme se esses são seus dados”, trazendo nome, data de nascimento, nome da mãe e sexo. A atendente afirma que os dados foram vazados, usando até mesmo um “áudio” para informar isso, sugere a indenização disponível — no caso simulado pela reportagem, foi de R$ 17.240,90. Quando é solicitado o pagamento da indenização, é simulado um envio via Pix, mas diz que falta pagar um “imposto transacional, que é uma pequena porcentagem do valor total da sua indenização”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, é solicitado um valor e, novamente, dados pessoais. A vítima que realizar tal pagamento, porém, terá sido enganada, pois fornecerá dinheiro aos golpistas e não receberá valor algum em troca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso caia no golpe, a vítima deve registrar um Boletim de Ocorrência (BO), fazer uma reclamação no Procon e avisar ao banco e a operadora do cartão.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diretor da PF promete ‘resposta final’ do caso Marielle para primeiro trimestre</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/diretor-da-pf-promete-resposta-final-do-caso-marielle-para-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 08:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato de Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Justiça e Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Andrei Rodrigues, investigações apontarão possíveis mandantes da execução da vereadora e do motorista Anderson Gomes O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes terão “uma resposta final” até o fim de março. A informação foi dada durante entrevista à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1f0cffba62a8a214e95b901872f87935">Segundo Andrei Rodrigues, investigações apontarão possíveis mandantes da execução da vereadora e do motorista Anderson Gomes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes terão “uma resposta final” até o fim de março. A informação foi dada durante entrevista à CBN.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rodrigues disse estar convicto de que, até o fim do primeiro trimestre deste ano, os investigadores à frente do caso vão entregar, à Justiça Federal, os nomes dos possíveis mandantes da dupla execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um desafio que a PF assumiu no ano passado. Estamos há um ano à frente dessa investigação, de um crime que aconteceu há cinco anos, com a convicção de que ainda neste primeiro trimestre a Polícia Federal dará uma resposta final do caso Marielle”, garantiu Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes foram assassinados na noite de 14 de março de 2018, no Estácio, Zona Norte do Rio de Janeiro. Eles foram executados com vários tiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações levaram à prisão de dois executores: o PM reformado Ronnie Lessa, por ter atirado na vereadora, e o motorista e ex-policial militar Elcio de Queiroz. Os mandantes permanecem desconhecidos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Flávio Dino</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 22 de dezembro, já de saída do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino afirmou que as mortes de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes serão “integralmente elucidadas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não tenham dúvidas, o caso Marielle, em breve, será integralmente elucidado. Porque esse é um caso fundamental pelo seu simbolismo de defesa das mulheres, de defesa das mulheres na política, de defesa da política”, disse, à época, o ministro Dino.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa terá de indenizar correntista vítima de saques fraudulentos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-tera-de-indenizar-correntista-vitima-de-saques-fraudulentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituição foi condenada a ressarcir danos materiais e morais A juíza federal Diana Brunstein, da 7ª Vara Cível Federal de São Paulo/SP, condenou a Caixa Econômica Federal ao pagamento de R$ 64.800,80 por danos materiais causados a um cliente que foi vítima de transferências fraudulentas em conta corrente. A decisão determinou também que o banco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Instituição foi condenada a ressarcir danos materiais e morais</p>
<p></p>
<p>A juíza federal Diana Brunstein, da 7ª Vara Cível Federal de São Paulo/SP, condenou a Caixa Econômica Federal ao pagamento de R$ 64.800,80 por danos materiais causados a um cliente que foi vítima de transferências fraudulentas em conta corrente. A decisão determinou também que o banco público pague o valor de R$ 6.480,88, a título de dados morais.</p>
<p> </p>
<p>O autor da ação narrou que utiliza a conta corrente apenas para o recebimento de seu benefício previdenciário e mensalmente realizava apenas uma movimentação para sacar, em caixa eletrônico, os seus vencimentos.   </p>
<p> </p>
<p>Segundo o correntista, no dia 9/3/2021, foi creditado em sua conta o valor de R$ 79.592,28, em virtude do vencimento de uma aplicação financeira feita em Letra de Crédito Imobiliário. Alegou que, ao consultar o extrato no dia 26 do mesmo mês, foi surpreendido pelas retiradas feitas por terceiros, por meio de duas transferências eletrônicas (TED) e dois PIX. O total do prejuízo chegou a R$ 64.808,80. O cliente informou, ainda, que lavrou um boletim de ocorrência e contestou os saques junto à instituição financeira.  </p>
<p> </p>
<p>A Caixa informou que não havia limites de saques cadastrados para a conta do cliente e alegou a regularidade na prestação de serviços e a ausência de responsabilidade por eventuais danos sofridos pelo autor. Assim, requereu a improcedência da ação.  </p>
<p> </p>
<p>Para a juíza federal Diana Brunstein, a relação de consumo existente entre o autor e a ré, fornecedora de serviços, é incontestável. “É aplicável o Código de Defesa do Consumidor, cujo artigo 14 estabelece que o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pelos danos causados aos consumidores em decorrência de falhas na prestação de suas atividades”, apontou.   </p>
<p> </p>
<p>“No caso, determinar ao correntista a prova de que não foi ele quem transferiu os valores de sua conta, equivale ao estabelecimento de uma presunção de inviolabilidade do sistema de segurança das instituições financeiras. Já o contrário, determinar ao banco que demonstre a autoria das transferências é viável e compatível com a estrutura econômica e técnica destas entidades”, afirmou.   </p>
<p> </p>
<p>A magistrada avaliou que não existiram indícios de tentativa de fraude pelo autor e que havia evidências de que as transferências via TED e PIX, realmente, foram realizados por terceiros. “Tão logo notou o ocorrido, o autor dirigiu-se até uma das agências da Caixa para contestar os saques e tentar a devolução das quantias subtraídas pela via administrativa, chegando, inclusive, a providenciar um Boletim de Ocorrência no dia seguinte à subtração.  </p>
<p> </p>
<p>Por fim, a decisão determinou que os valores relativos aos danos material e moral sejam corrigidos monetariamente, conforme o Manual de Orientação de Procedimentos para os Cálculos na Justiça Federal.  </p>
<p>Crédito: freepik<br />Fonte: TRF3</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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