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	<title>Jurisprudência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Jurisprudência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TST adota taxa Selic para corrigir indenização de bancário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 05:38:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[correção monetária]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
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		<category><![CDATA[STF – Supremo Tribunal Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
		<category><![CDATA[TST Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova interpretação visa unificar a jurisprudência do Tribunal, seguindo o entendimento do STF sobre a correção de créditos trabalhistas A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais do TST decidiu favoravelmente à aplicação da taxa Selic para o cálculo de juros e correção monetária de uma indenização. O pagamento, referente a uma ação trabalhista iniciada em [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Nova interpretação visa unificar a jurisprudência do Tribunal, seguindo o entendimento do STF sobre a correção de créditos trabalhistas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais do TST decidiu favoravelmente à aplicação da taxa Selic para o cálculo de juros e correção monetária de uma indenização. O pagamento, referente a uma ação trabalhista iniciada em 2011, será realizado por um <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">banco</a> a um ex-funcionário. Essa decisão, que visa uniformizar a jurisprudência das Turmas do TST, está em consonância com os entendimentos recentes do próprio Tribunal e do STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anteriormente, a Súmula 439 do TST determinava que os juros de mora em condenações por danos morais e materiais deveriam ser contados a partir da data de ajuizamento da ação. A correção monetária, por sua vez, incidia a partir da decisão que arbitrasse ou alterasse os valores das condenações, ou seja, quando o direito à indenização fosse reconhecido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso em questão, o TRT da 4ª região havia definido o IPCA-E como índice de correção monetária, decisão mantida pela 7ª turma do TST em 2017. Na ocasião, argumentou-se que não havia ofensa direta à Constituição da República, único requisito para interposição de recurso de revista na fase de execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, o STF firmou entendimento vinculante, a ser aplicado em todas as instâncias, determinando que a correção de créditos trabalhistas deveria seguir o mesmo padrão das condenações cíveis: IPCA-E na fase pré-judicial e Selic a partir do ajuizamento. Essa decisão também se aplica a processos em fase de execução com débitos pendentes e sem índice de correção definido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Breno Medeiros, relator dos embargos do banco à SDI-1, esclareceu que a decisão do STF tornou a taxa Selic o índice padrão tanto para correção monetária quanto para juros de mora em casos nos quais o índice de correção não tenha sido definido na decisão definitiva.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=182209&amp;anoInt=2012" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=182209&amp;anoInt=2012">E-RR-202-65.2011.5.04.0030</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/8/548409D44699D6_TST-selic.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/8/548409D44699D6_TST-selic.pdf">Confira aqui o acórdão</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça do Trabalho deve julgar em ação de honorários de advogado do BB</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/justica-do-trabalho-deve-julgar-em-acao-de-honorarios-de-advogado-do-bb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ASABB]]></category>
		<category><![CDATA[Associação dos Advogados do Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dissídios Individuais]]></category>
		<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamento de Honorários Advocatícios]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Trabalhistas]]></category>
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					<description><![CDATA[TST reafirmou competência da Justiça do Trabalho em ação sobre honorários de advogado do BB A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais reafirmou, ao julgar os embargos de declaração opostos pela Associação dos Advogados do Banco do Brasil (ASABB), a competência da Justiça do Trabalho para julgar ação em que um advogado empregado cobra da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>TST reafirmou competência da Justiça do Trabalho em ação sobre honorários de advogado do BB</p>
<p>A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais reafirmou, ao julgar os embargos de declaração opostos pela Associação dos Advogados do <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/banco-do-brasil" target="_blank">Banco do Brasil</a> (ASABB), a competência da Justiça do Trabalho para julgar ação em que um advogado empregado cobra da entidade o pagamento de honorários advocatícios nas causas em que atuou para o banco. Isso porque honorários decorrem de relação de emprego.</p>
<p> </p>
<p>Na ação de cobrança, ajuizada na 2ª Vara do Trabalho de São Luís em junho de 2013, o advogado relatou que os valores das causas ganhas iam para um fundo dos advogados empregados do BB, administrado pela associação, e o montante era rateado no fim do mês. No seu entendimento, o vínculo jurídico que o une à associação e as obrigações assumidas por ela estão diretamente ligados ao seu vínculo de emprego com o Banco do Brasil.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Siga o Sindicato no <a href="https://twitter.com/santosbancarios" target="_blank">Twitter</a></strong></em></p>
<p> </p>
<p>A ação chegou ao TST em julho de 2014 e foi examinada inicialmente pela Oitava Turma, que entendeu que a Justiça do Trabalho era incompetente para julgá-la. No entanto, em agosto de 2019, a SDI-1, órgão responsável pela uniformização da jurisprudência do TST, entendeu que o objeto da demanda decorre da relação trabalhista, e não de contrato de natureza civil entre os participantes do fundo constituído.</p>
<p> </p>
<p>Em embargos de declaração, a associação reiterou o argumento de que a relação entre ela e os associados é exclusivamente civil. Mas o relator, ministro Augusto César, lembrou que a SDI-1havia reconhecido a competência da Justiça do Trabalho por entender se tratar substancialmente de honorários advocatícios não repassados ao empregado, e os argumentos da ASABB revelam mero inconformismo com esse entendimento. O relator explicou que, apesar da intermediação da associação, a parcela não estaria descolada de sua origem no vínculo de emprego. Por unanimidade, a SDI-1 rejeitou os embargos de declaração. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>ED-E-RR -159700-88.2010.5.16.0002</strong></span></p>
<p> </p>
<p><em><span style="color: #000000;"><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no Whats do Sindicato: <a href="http://bit.ly/2lSzrBE_bancarios" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome</strong></span></em></p>
<p>Fonte: Consultor Jurídico &#8211; 11 de janeiro de 2020</p>
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