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	<title>Judiciário &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Judiciário &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Justiça reconhece mensagens enviadas fora do horário de trabalho pelo WhatsApp como horas extras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2025 07:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Funcionária que continuava trabalhando pelo WhatsApp após o expediente garante pagamento de horas extras A Justiça do Trabalho reconheceu o direito ao pagamento de horas extras à uma funcionária de Limeira, no interior de São Paulo, que continuava respondendo mensagens em grupos de WhatsApp da empresa após encerrar o expediente e bater o ponto. O [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fae3bd805b5ea9d2e16b44f9f6ca13e8">Funcionária que continuava trabalhando pelo WhatsApp após o expediente garante pagamento de horas extras</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça do Trabalho reconheceu o direito ao pagamento de horas extras à uma funcionária de Limeira, no interior de São Paulo, que continuava respondendo mensagens em grupos de WhatsApp da empresa após encerrar o expediente e bater o ponto. O Judiciário considerou a situação como prestação de serviço fora da jornada formal. Agora, a trabalhadora deverá receber as diferenças, com acréscimo legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a autora da ação, seu expediente era presencial, de segunda a sexta-feira, das 7h45 às 15h33, e aos sábados das 9h às 15h20. No entanto, ela continuava respondendo mensagens até às 20h40.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va5Tooy1dAw2eWQooL1K">Siga o canal do Sindicato no WhatsApp</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de registrar a saída no sistema, ela alegou que seguia trabalhando virtualmente, enviando mensagens nos grupos corporativos até o período noturno. Mesmo quando promovida a coordenadora e com jornada estendida presencialmente, manteve a rotina de permanecer conectada após o expediente, o que motivou o pedido de horas extras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No processo, a empresa negou a alegação, sustentando que o uso de celulares na área operacional era proibido por questões de segurança e sigilo. Afirmou, ainda, que todas as horas extras feitas foram devidamente computadas em banco de horas e compensadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Decisão da Justiça</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da juíza Solange Denise Belchior Santaella, da 2ª Vara do Trabalho de Limeira, em julgamento realizado na quarta-feira (4), reconheceu o direito da funcionária. No processo, uma testemunha confirmou a habitualidade da disponibilidade da trabalhadora, que seguia enviando mensagens após o expediente. Como não houve prova de compensação ou pagamento dessas horas adicionais, a magistrada deferiu o pedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença condenou a empresa ao pagamento de horas extras com adicional de 50% e reflexos sobre demais verbas trabalhistas, considerando o expediente estendido até as 20h40 em todos os dias trabalhados. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso.</p>
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		<title>STF suspende julgamento de recursos para garantir revisão da vida toda</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stf-suspende-julgamento-de-recursos-para-garantir-revisao-da-vida-toda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 08:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[contribuições previdenciárias]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213/1991)]]></category>
		<category><![CDATA[revisão da vida toda]]></category>
		<category><![CDATA[STF – Supremo Tribunal Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Pedido de destaque do ministro Alexandre de Moraes suspendeu análise O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu na segunda-feira (26/8) o julgamento de dois recursos contra a decisão da Corte que derrubou a possibilidade de revisão da vida toda de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A questão estava [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-446cc53381ff9c9a23cc6b770292a692">Pedido de destaque do ministro Alexandre de Moraes suspendeu análise</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu na segunda-feira (26/8) o julgamento de dois recursos contra a decisão da Corte que derrubou a possibilidade de revisão da vida toda de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão estava em julgamento no plenário virtual do STF, mas a análise foi interrompida por um pedido de destaque feito pelo ministro. Não há data definida para a retomada do julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da suspensão, quatro ministros se manifestaram pela rejeição dos recursos apresentados pelo Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev) e pela Confederação Nacional dos Trabalhadoras Metalúrgicos (CNTM).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do relator, ministro Nunes Marques, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia votaram no mesmo sentido e negaram os recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os argumentos apresentados, as entidades defenderam que a revisão seja garantida para quem estava com processos na Justiça. Instâncias inferiores do Judiciário já garantiram o direito à revisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em março deste ano, o Supremo decidiu que os aposentados não têm direito de optarem pela regra mais favorável para recálculo do benefício. O placar do julgamento ficou em 7 votos a 4.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão anulou outra deliberação da Corte favorável à revisão da vida toda. A reviravolta ocorreu porque os ministros julgaram duas ações de inconstitucionalidade contra a Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213/1991), e não o recurso extraordinário no qual os aposentados ganharam o direito à revisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao julgarem constitucional as regras previdenciárias de 1999, a maioria dos ministros entendeu que a regra de transição é obrigatória e não pode ser opcional aos aposentados conforme o cálculo mais benéfico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda o caso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, quando o Supremo estava com outra composição plenária, foi reconhecida a revisão da vida toda e permitido que aposentados que entraram na Justiça possam pedir o recálculo do benefício com base em todas as contribuições feitas ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O STF reconheceu que o beneficiário poderia optar pelo critério de cálculo que renda o maior valor mensal, cabendo ao aposentado avaliar se o cálculo de toda vida pode aumentar ou não o benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o entendimento, a regra de transição feita pela Reforma da Previdência de 1999, que excluía as contribuições antecedentes a julho de 1994, quando o Plano Real foi implementado, poderia ser afastada caso fosse desvantajosa ao segurado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os aposentados pediram que as contribuições previdenciárias realizadas antes de julho de 1994 sejam consideradas no cálculo dos benefícios. Essas contribuições pararam de ser consideradas em decorrência da reforma da Previdência de 1999, cujas regras de transição excluíam da conta os pagamentos antes do Plano Real.</p>
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		<title>Decisão confirma direito à gratificação no Banco do Brasil</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/decisao-confirma-direito-a-gratificacao-no-banco-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[5ª Vara do Trabalho de Macapá]]></category>
		<category><![CDATA[Cargo Comissionado]]></category>
		<category><![CDATA[Gratificação de Função]]></category>
		<category><![CDATA[Incorporação da Gratificação de Função]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória dos Trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão da justiça que vale para todo o Brasil: funcionários que exerciam função em novembro de 2017, há pelo menos dez anos, não podem ter a comissão retirada pelo banco. Funcionários do Banco do Brasil, que em novembro de 2017 tinham cargo comissionado há no mínimo dez anos, não poderão perder a gratificação, ainda que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Decisão da justiça que vale para todo o Brasil: funcionários que exerciam função em novembro de 2017, há pelo menos dez anos, não podem ter a comissão retirada pelo banco.</p>
<p>Funcionários do <a href="https://santosbancarios.com.br/artigos/banco-do-brasil" target="_blank">Banco do Brasil</a>, que em novembro de 2017 tinham cargo comissionado há no mínimo dez anos, não poderão perder a gratificação, ainda que tenham sido revertidos aos seus cargos anteriores.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/direitos-e-empregos-estao-em-jogo-nesta-campanha-salarial-2018" target="_blank"># Direitos e empregos estão em jogo nesta Campanha Salarial 2018</a></em></p>
<p> </p>
<p>A decisão é da 5ª Vara do Trabalho de Macapá (AP) e vale para todo o Brasil. A Justiça reitera que, salvo a existência de justo motivo, tal gratificação já se incorporou à remuneração do bancário.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/juiza-federal-de-santos-anula-desconto-do-bb-em-greve-geral-contra-reformas" target="_blank"># Juíza Federal de Santos anula desconto do BB em Greve Geral</a></em></p>
<p> </p>
<p>Caso descumpra a decisão, o BB pagará multa diária de R$ 5.000 por trabalhador que tenha a gratificação suprimida ou reduzida. A decisão judicial registrou, ainda, que o valor da gratificação incorporado corresponde à média da gratificação recebida nos últimos dez anos. Ainda que o banco tenha ingressado com recurso, a aplicação da sentença é imediata.</p>
<p> </p>
<p>Mesmo diante das mudanças na lei trabalhista pós-golpe presidêncial de Michel Temer, que acabou com as súmulas, inclusive a 372 que previa o direito à gratificação, houve êxito nessa ação em prol do trabalhador. Apesar da viória, é necessário de ter cautela, pois as decisões ainda são frágeis frente ao que o Judiciário pode decidir no TRT. Muita coisa acaba sendo mais política do que técnica, por isso temos de ser vigilantes e estar permanentemente mobilizados ao lado do Sindicato. Não se pode apenas confiar no Judiciário.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://www.facebook.com/santosbancarios/" target="_blank"># Curta a página do Sindicato no Facebook</a></em></p>
<p> </p>
<p>A sentença foi proferida nos autos do processo nº 0001296-75.2017.5.08.0208, em ação proposta pelo Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Amapá. Essa decisão também abrange os caixas do BB de todo Brasil.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Nova vitória dos trabalhadores</strong></span></p>
<p>Essa ação não se confunde com a Ação Civil Pública que tramita em Brasília, onde uma tutela antecipada garante aos empregados atingidos pela reestruturação iniciada em novembro de 2016, a incorporação da média das comissões/gratificações recebidas por no mínimo dez anos.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista?url=artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank"># Não fique só, Fique Sócio!</a></em></p>
<p> </p>
<p>Essa ação afirma que o processo de reestruturação não é motivo suficiente para respaldar a não incorporação das comissões ou gratificações dos bancários.</p>
<p> </p>
<p>Já na ação que tramita no Amapá, a tese é relativa à reforma trabalhista e seu impacto nos contratos em vigor para aqueles que, na data da entrada em vigor da Lei 13.467/2017, 11 de novembro de 2017, já contavam com pelo menos dez anos de recebimento de gratificações/comissões.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome</strong></em>.</p>
<p> </p>
<p>Crédito: Fernando Diegues<br />Fonte: SEEB SP</p>
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