<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>jornada excessiva &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/jornada-excessiva/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Nov -001 00:00:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>jornada excessiva &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Negociações com a Caixa são retomadas dia 26/5</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/negociacoes-com-a-caixa-sao-retomadas-dia-26-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Contratações]]></category>
		<category><![CDATA[jornada excessiva]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=4845</guid>

					<description><![CDATA[O movimento sindical realiza uma nova rodada de negocia&#231;&#227;o da mesa permanente com a Caixa Econ&#244;mica Federal, no dia 26 de maio, a partir das 9h30, em Bras&#237;lia. Na ocasi&#227;o, os representantes dos trabalhadores v&#227;o cobrar mais uma vez o aceleramento no processo das contrata&#231;&#245;es, como forma de combater a precariza&#231;&#227;o das condi&#231;&#245;es de trabalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>O movimento sindical realiza uma nova rodada de negocia&ccedil;&atilde;o da mesa permanente com a Caixa Econ&ocirc;mica Federal, no dia 26 de maio, a partir das 9h30, em Bras&iacute;lia. Na ocasi&atilde;o, os representantes dos trabalhadores v&atilde;o cobrar mais uma vez o aceleramento no processo das contrata&ccedil;&otilde;es, como forma de combater a precariza&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho no banco.</p>
<p>De acordo com informa&ccedil;&otilde;es da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional das Associa&ccedil;&otilde;es do Pessoal da Caixa Econ&ocirc;mica Federal (Fenae), a Caixa n&atilde;o tem contratado e a expectativa &eacute; de que sa&iacute;am mais de 3 mil empregados com o Plano de Apoio &agrave; Aposentadoria (PAA).</p>
<p>Essa ser&aacute; a segunda reuni&atilde;o de 2015. A primeira aconteceu no dia 31 de mar&ccedil;o, quando foram debatidos pontos como contrata&ccedil;&otilde;es, processos seletivos, promo&ccedil;&atilde;o por m&eacute;rito, descumprimento de jornada e n&atilde;o-pagamento de horas extras, entre outros.</p>
<p><span style="color:#FF0000"><strong>Processo por jornada excessiva</strong></span></p>
<p>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT) ingressou com a&ccedil;&atilde;o de execu&ccedil;&atilde;o contra a Caixa por jornada excessiva. O processo requer a regulariza&ccedil;&atilde;o do controle de ponto em todas as ag&ecirc;ncias do banco no interior de S&atilde;o Paulo, dentro de 120 dias a partir da data determinada pela Justi&ccedil;a, sob pena de multa di&aacute;ria de R$ 50 mil. A medida pretende evitar fraude no registro da quantidade de horas trabalhadas pelos funcion&aacute;rios da empresa. A a&ccedil;&atilde;o tramita na 1&ordf; Vara do Trabalho de Araraquara (SP).</p>
<p>O banco foi acionado porque manteve a irregularidade, apesar de ter sido multado em R$ 500 mil por descumprir termo de ajustamento de conduta (TAC), assinado para acabar com a carga hor&aacute;ria di&aacute;ria de mais de 12 horas e com casos de horas extras n&atilde;o registradas. No TAC, firmado em 2003, a Caixa se comprometeu a registrar o hor&aacute;rio efetivamente trabalhado dos funcion&aacute;rios, proibindo que as chefias fizessem altera&ccedil;&otilde;es na anota&ccedil;&atilde;o de jornada.&nbsp;</p>
<p>Ap&oacute;s o recebimento de uma den&uacute;ncia, o MPT intimou o banco a comprovar a anota&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica de jornada, determinada pela Portaria n&ordm; 1.510/2009, do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE). Gra&ccedil;as &agrave; den&uacute;ncia, o MPT descobriu a exist&ecirc;ncia de um relat&oacute;rio de auditoria interna do pr&oacute;prio banco, realizada em 2012, cuja exist&ecirc;ncia a CEF n&atilde;o havia informado ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico.</p>
<p>De acordo com a auditoria interna da Caixa, as anota&ccedil;&otilde;es realizadas no sistema eletr&ocirc;nico Sipon n&atilde;o ocorrem de forma fidedigna h&aacute; muitos anos, inclusive com a supress&atilde;o de horas trabalhadas. O relat&oacute;rio apontava inclusive casos de funcion&aacute;rios trabalhando durante o per&iacute;odo de f&eacute;rias, sem anota&ccedil;&atilde;o do tempo de trabalho, e de per&iacute;odos do ano em que 70% da jornada era adulterada, sem o registro de horas extras.</p>
<p>&quot;O sistema utilizado pela empresa &eacute; simplesmente falho e n&atilde;o proporciona qualquer garantia de registro fidedigno de jornada. O interesse da Caixa est&aacute; bem claro: extrair mais trabalho sem remunerar proporcionalmente os empregados. Isso &eacute; feito todos os dias pelo banco&quot;, destaca procurador Rafael de Ara&uacute;jo Gomes, &agrave; frente do caso.</p>
<p><span style="color:#FF0000"><strong>Doa&ccedil;&atilde;o</strong></span></p>
<p>Inicialmente a multa calculada pelo descumprimento era de R$ 4 milh&otilde;es. Mas em setembro de 2014 houve um acordo entre as partes, que reduziu o valor para R$ 500 mil., j&aacute; pago em favor de entidades beneficentes e &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos escolhidos pelo MPT.</p>
<p>Fonte: Contraf, Fenae e MPT</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
