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	<title>Itaú demite &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Itaú demite &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Itaú fecha unidades, demite e impõe metas que adoecem trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 17:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú adoece]]></category>
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		<category><![CDATA[Itaú fecha agências]]></category>
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					<description><![CDATA[Itaú fecha agências, demite, impõe metas, assédio moral e digital O movimento sindical denuncia o desrespeito do maior banco privado do país com seus trabalhadores. Mesmo com lucros bilionários — mais de R$ 20 bilhões no primeiro semestre de 2025 —, o Itaú segue fechando agências, promovendo demissões em massa e precarizando as condições de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-15baf62947f13b8baabcb12a9c4765d0">Itaú fecha agências, demite, impõe metas, assédio moral e digital</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical denuncia o desrespeito do maior banco privado do país com seus trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com lucros bilionários — mais de R$ 20 bilhões no primeiro semestre de 2025 —, o Itaú segue fechando agências, promovendo demissões em massa e precarizando as condições de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cada semana, novas unidades são encerradas e centenas de empregados são desligados. Os que permanecem enfrentam sobrecarga, acúmulo de funções e metas cada vez mais abusivas, em um ambiente de trabalho marcado pela pressão e pelo medo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os colegas estão sendo massacrados por metas, tensos com ameaças de demissão, muitos são demitidos e os restantes estão adoecendo numa gestão desumana, que busca o lucro com o suor e a vida dos bancários. É hora de mobilização em torno do nosso sindicato, na defesa dos direitos, salários e a humanização do local de trabalho&#8221;, destaca Elcio Quinta, trabalhador do Itaú e presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>“Feito para pessoas”? Só no marketing</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de sustentar em suas campanhas publicitárias o discurso de ser “feito para pessoas”, na prática, o Itaú adota um modelo de gestão centrado em resultados e metas inalcançáveis, sem considerar o impacto humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os trabalhadores denunciam a contradição entre a imagem humanizada do banco e a realidade cruel das demissões e do assédio moral e digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço da automação e da digitalização, o Itaú investe em tecnologia sem garantir requalificação ou segurança aos empregados, transferindo o peso das transformações para quem está na linha de frente do atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical cobra o fim das demissões, a reabertura do diálogo e o respeito aos direitos da categoria.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fechamento de agências e demissões: um ataque ao emprego e à população</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, o Itaú fechou centenas de agências bancárias em todo o Brasil, especialmente em pequenas e médias cidades, afetando não apenas os trabalhadores, mas também a população que depende do atendimento presencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada agência fechada representa menos empregos, mais filas e pior atendimento. A política de enxugamento e digitalização forçada demonstra que o banco coloca o lucro acima do compromisso social com o país</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Adoecimento e assédio: basta de metas impossíveis!</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pressão por resultados tem causado adoecimento físico e emocional entre os bancários. Crescem os casos de ansiedade, depressão e burnout, agravados por cobranças excessivas e monitoramento digital por ferramentas de inteligência artificial, que operam sem transparência e sem limites claros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical defende a criação de políticas efetivas de saúde mental, com acompanhamento psicológico, redução de metas e um ambiente de trabalho pautado pelo respeito e acolhimento.</p>
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		<title>Itaú demite bancária com covid-19 mesmo tendo a informação</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/itau-demite-bancaria-com-covid-19-mesmo-tendo-a-informacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[demissão com covid]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú demite]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo apresentando sintomas e comprovando positiva da doença no exame demissional, médico do banco a considerou apta para a demissão; caso reforça o desprezo da marca mais valiosa da América Latina com seus trabalhadores, que apesar dos lucros bilionários, está demitindo em plena pandemia O Itaú foi além na falta de sensibilidade demonstrada com as demissões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo apresentando sintomas e comprovando positiva da doença no exame demissional, médico do banco a considerou apta para a demissão; caso reforça o desprezo da marca mais valiosa da América Latina com seus trabalhadores, que apesar dos lucros bilionários, está demitindo em plena pandemia</p>
<p></p>
<p>O Itaú foi além na falta de sensibilidade demonstrada com as demissões feitas em plena pandemia, e demitiu inclusive uma bancária diagnosticada com covid-19. Mesmo apresentando sintomas da doença e exame positivo no exame demissional, o “médico do banco” a considerou apta para a demissão.</p>
<p> </p>
<p>No dia 18 de setembro, a trabalhadora começou a sentir sintomas como dor de cabeça, dores no corpo e coriza. Dois dias depois, ela fez o exame, que resultou positivo para a doença. Ela ficou 14 dias afastada do trabalho. Sem o banco exigir novo exame, a bancária (da capital) retornou ao trabalho no dia 5 de outubro.</p>
<p> </p>
<h4>Banco foi informado</h4>
<p>Ela conta que informou as sequelas da doença, como falta de paladar e de olfato. A demissão ocorreu no dia 8. Como ainda apresentava sintomas da covid-19, no dia 11 ela refez o teste, que mais uma vez apontou positivo para a doença.</p>
<p> </p>
<p>O exame demissional foi feito na terça-feira 13. A trabalhadora apresentou exame feito dois dias antes que atestava positivo para o vírus, e relatou ao médico do banco que ainda estava com sintomas da doença. Inacreditavelmente, o médico a considerou apta para a demissão.</p>
<p> </p>
<p>A trabalhadora então procurou o Sindicato de São Paulo, que entrou em contato com o Itaú para cobrar a reversão da demissão. O banco se negou a reintegrá-la.</p>
<p>  </p>
<h4>“Entregou metas, mas menos que os colegas”</h4>
<p>A justificativa da demissão foi baixa performance. Contudo, a trabalhadora foi mantida na retaguarda, em serviços operacionais, tendo sido transferida de uma agência para outra desde que quebrou o pé ao cair da escada da agência onde trabalhava fixa, há cerca de dois anos.</p>
<p> </p>
<h4>Demissão é ilegal</h4>
<p>A demissão é ilegal por três motivos: a bancária trabalhava na linha de frente e pegou a doença no trabalho; o banco sequer emitiu Comunicação de Acidente de Trabalho; e o médico contratado pela empresa considerou apta uma pessoa com sintomas e exame comprovando a doença.</p>
<p>Fonte: SEEB de São Paulo com edição do SEEB de Santos e Região</p>
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