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	<title>Itaú condenado TST terceirização &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Itaú condenado TST terceirização &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Itaú é condenado por terceirização e indenizará milhares de funcionários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:34:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú condenado por terceirização]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú condenado TST terceirização]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão definitiva da ilegalidade é do TST O Banco Itaú sofreu uma derrota definitiva na Justiça do Trabalho e deverá indenizar milhares de funcionários após uma condenação relacionada à terceirização considerada ilegal de trabalhadores. A decisão foi confirmada pelo ministro Ives Gandra Martins, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que rejeitou um recurso da [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a3396543a5189fef746946c7e366cb69">A decisão definitiva da ilegalidade é do TST</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco Itaú sofreu uma derrota definitiva na Justiça do Trabalho e deverá indenizar milhares de funcionários após uma condenação relacionada à terceirização considerada ilegal de trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi confirmada pelo ministro Ives Gandra Martins, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que rejeitou um recurso da Financeira Itaú e declarou o trânsito em julgado do&nbsp;<a href="https://fra1-ib.adnxs.com/ssclick2?e=wqT_3QKhAfBDoQAAAAMAxBkFAQj8w8_RBhDJzKCt3Ym6zXAYpciww5TuyapVINfk0QsoywMw_Gc4AkCUn_rnAki14JkBUABaA1VTRGIBBfBYaAFwAXi0BYAB0I4GiAEBkAECmAEFoAECqQEJyi7L_bC2P7EB0DOsmAAytD-5AfyMCwdCsrA_wQFMKI5NPLG-P8kBPNo4Yi0-wT_YAZUE4AEA8AGA9AL4AQA./s=3b9c6ca12f34f943f0616e3fca2d9268719347fa/ip=177.124.140.250/bcr=AAAAAAAA8D8=/pp=CBDEE34384E94606/cnd=%21Ch27TAiM59ofEJSf-ucCGLXgmQEgACgAMQAAAAAAAAAAOglGUkExOjY4NzVAr0xJHcnlP6Q_FEBRAAAAAAAAAABZAAAAAAAAAABhuB6F61G4nj9pAAAAAAAAAABxAAAAAAAAAAB4AIIBHAio2iUQBRgCIgApAAAAAAAA8D8xAAAAAAAA4D-JAQAAAAAAAPA_/cca=MTMzMDgjRlJBMTo2ODc1/bn=100176/clickenc=https%3A%2F%2Fwww.drogal.com.br%2Fmedley%3F_q%3Dmedley%26map%3Dft%26va_utm%3Dhttps%253A%252F%252Fevents.newtail-media.newtail.com.br%252Fv1%252Fbeacon%252Fview%252F83f7d7d5-8de1-4d82-94e8-4ccebd451cc4%253Fpublisher_id%253D99be6a15-f498-4f3c-8635-6a9a5eab0176%2526ad_type%253Dbanner_off_site%2526campaign_id%253Dee960051-36db-4163-a55a-eedcb2f3f896%2526pname%253DplacementRequestTester%2526ad_size%253D970x250%2526context%253Dsearch%2526term%253Dmedleyglobodrogal%2526brand%253Ddr%2526channel%253Dsite%3Futm_source%3Dgama%26utm_medium%3Dgama_display_cpc%26utm_campaign%3Dretail-media-gama-medley-marco%26utm_content%3Das25_bem-estar-saude-gama_display_cpc-1200x627" target="_blank" rel="noreferrer noopener">processo</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação teve origem em uma condenação imposta pela 13ª Vara do Trabalho de Brasília, em 2016. Segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT), o grupo utilizava empregados da FIC Promotora para desempenhar atividades típicas do setor bancário sem garantir direitos assegurados à categoria, como a jornada de seis horas diárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o processo, os trabalhadores atuavam em atividades como concessão de empréstimos, financiamentos,&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Emissão de cartões de crédito, recebimento de pagamentos e cobranças. Embora estivessem formalmente vinculados a outra empresa, os contracheques eram emitidos pela Financeira Itaú e as questões relacionadas a recursos humanos eram tratadas pelo próprio banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPT sustentou que a FIC Promotora teria sido criada dentro do mesmo grupo econômico com o objetivo de burlar a legislação trabalhista. Em 2018, o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) manteve a condenação, entendendo que os empregados foram prejudicados ao não serem enquadrados na categoria bancária, apesar de exercerem funções compatíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de ressarcir os trabalhadores atingidos pela decisão, o Itaú foi condenado ao pagamento de R$ 1 milhão por dano moral coletivo. O TRT-10 também determinou que os efeitos da decisão tenham abrangência nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após ter um recurso negado por ter sido apresentado fora do prazo, a Financeira Itaú recorreu ao TST. No entanto, o ministro Ives Gandra Martins manteve o entendimento de que não havia possibilidade de rediscutir a questão, confirmando a condenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Itaú informou que está avaliando a decisão e analisando as medidas judiciais cabíveis. O banco afirmou ainda que o processo trata de fatos anteriores a 2013 e argumentou que a terceirização passou a ser regulamentada por legislação posterior, além de citar mudanças recentes na jurisprudência sobre o tema.</p>
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