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	<title>Israel genocida &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Israel genocida &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Comissão da ONU acusa Israel de cometer genocídio contra palestinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 13:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel genocida]]></category>
		<category><![CDATA[Onu Israel genocida]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório aponta quatro dos cinco atos previstos na Convenção de 1948 para caracterizar o crime de genocídio Uma comissão de investigação da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou nesta terça-feira (16) que Israel cometeu genocídio contra palestinos na Faixa de Gaza desde o início da guerra contra o Hamas, em outubro de 2023. De acordo [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Relatório aponta quatro dos cinco atos previstos na Convenção de 1948 para caracterizar o crime de genocídio</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma comissão de investigação da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou nesta terça-feira (16) que Israel cometeu genocídio contra palestinos na Faixa de Gaza desde o início da guerra contra o Hamas, em outubro de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o novo relatório, há motivos razoáveis para concluir que quatro dos cinco atos tipificados pela Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio de 1948 foram cometidos: matar membros de um grupo, causar graves danos físicos e mentais, impor condições destinadas à destruição parcial ou total do grupo e impedir nascimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento cita declarações de líderes israelenses e o padrão de conduta das forças armadas como evidências de uma intenção genocida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contexto da guerra</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A última onda genocida de Israel foi deflagrado em 7 de outubro de 2023, quando militantes do Hamas atacaram o sul do país, num ato de resistência contra extermínios e bombardeios constantes dos anos anteriores contra a população palestina. Em resposta, o Exército israelense lançou uma ofensiva de grandes proporções contra Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, ao menos&nbsp;64.905 pessoas morreram&nbsp;em ataques israelenses, segundo o Ministério da Saúde local, administrado pelo Hamas. Mais de 90% das casas foram destruídas ou danificadas, e os sistemas de saúde, água e saneamento entraram em colapso. Organismos internacionais já confirmaram a existência de fome em Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evidências citadas pela comissão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório de 72 páginas afirma que autoridades israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o presidente Isaac Herzog e o então ministro da Defesa Yoav Gallant, incitaram práticas genocidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as declarações citadas estão falas de Gallant chamando palestinos de “animais humanos” e de Herzog responsabilizando “uma nação inteira” pelos ataques do Hamas. Netanyahu, por sua vez, prometeu reduzir Gaza a “escombros” logo após 7 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comissão sustenta que a intenção genocida é a “única inferência razoável” a partir das ações e discursos das autoridades israelenses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Responsabilidade internacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os especialistas, os atos são “atribuíveis ao Estado de Israel”, que teria falhado em prevenir, punir e evitar a continuidade do genocídio. O relatório também alerta que todos os demais países signatários da Convenção de 1948 têm obrigação imediata de agir para prevenir e punir o crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, a Corte Internacional de Justiça (CIJ) analisa uma ação apresentada pela África do Sul acusando Israel de genocídio em Gaza. O governo israelense rejeita as acusações e as considera “infundadas e tendenciosas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é genocídio segundo a ONU?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio&nbsp;foi aprovada em 1948, após o Holocausto, e define genocídio como&nbsp;a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cinco atos previstos na Convenção:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Matar membros do grupo</li>



<li>Causar danos físicos ou mentais graves</li>



<li>Impor condições de vida destinadas à destruição parcial ou total do grupo</li>



<li>Adotar medidas para impedir nascimentos</li>



<li>Transferir à força crianças de um grupo para outro</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que diz a comissão da ONU</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório divulgado em 16 de setembro de 2025, Israel teria cometido&nbsp;quatro desses cinco atos&nbsp;contra palestinos em Gaza:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Assassinatos em massa e ataques a civis (ato 1).</li>



<li>Ferimentos graves, deslocamentos forçados e destruição ambiental (ato 2).</li>



<li>Fome, bloqueio de serviços básicos e destruição de moradias (ato 3).</li>



<li>Ataque a clínica de fertilidade, impedindo nascimentos (ato 4).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importância do relatório</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O reconhecimento de&nbsp;intenção genocida&nbsp;é central: sem ela, os atos poderiam ser classificados apenas como&nbsp;crimes de guerra&nbsp;ou&nbsp;crimes contra a humanidade.</li>



<li>Todos os países signatários da Convenção têm&nbsp;dever legal de prevenir e punir o genocídio.</li>



<li>O caso pode abrir caminho para responsabilização internacional do Estado de Israel e de seus líderes políticos e militares.</li>
</ul>
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