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	<title>IR aprofunda injustiças &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>IR aprofunda injustiças &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Para fiscais da Receita, texto do IR aprofunda injustiças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[IR aprofunda injustiças]]></category>
		<category><![CDATA[PL 2337]]></category>
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					<description><![CDATA[Partidos concordaram em tirar da pauta o PL 2.337. Relator disse que texto será “aprimorado” a partir de sugestões de vários partidos Os partidos não chegaram a acordo, terça-feira (17), para votar o projeto de lei que altera regras do Imposto de Renda, tanto para pessoas físicas como jurídicas. Por isso, concordaram em retirar o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Partidos concordaram em tirar da pauta o PL 2.337. Relator disse que texto será “aprimorado” a partir de sugestões de vários partidos</p>
<p></p>
<p>Os partidos não chegaram a acordo, terça-feira (17), para votar o projeto de lei que altera regras do Imposto de Renda, tanto para pessoas físicas como jurídicas. Por isso, concordaram em retirar o texto da pauta, para tentar um entendimento. Por 390 votos a 99, com uma abstenção, foi aprovada a proposta de retirada de pauta. “Várias sugestões foram atendidas hoje. Vamos continuar nosso trabalho para aprimorar o texto”, disse o relator, Celso Sabino (PSDB-PA).</p>
<p> </p>
<p>Duas semanas atrás, a Câmara aprovou (278 a 158) requerimento de urgência para tramitação do projeto. Desde então, a matéria foi entrando e saindo da pauta do plenário. Durante o dia, o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), já comentava que ainda não havia acordo para votar o projeto. Um “empurra-empurra” normal, segundo ele.</p>
<p> </p>
<p><strong>Faixa de isenção sobe</strong></p>
<p>Com substitutivo de Celso Sabino, o Projeto de Lei 2.337 muda, por exemplo, a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), com correção de 31,3%, para R$ 2.500. As demais seriam reajustadas entre 13,2% e 13,6%. Mas é mantida a alíquota máxima de 27,5%, um item bastante criticado como fomentador de injustiça. Além disso, a proposta prevê o fim da declaração simplificada para quem recebe acima de R$ 40 mi por ano, o que deve aumentar a carga desse grupo.</p>
<p> </p>
<p>Pelo PL, seria fixado tributo (de 20% na fonte) sobre lucros e dividendos distribuídos por empresas a acionistas. Já o imposto para pessoa jurídica (IRPJ) cairia de 15% para 6,5% no ano que vem e 5,5% em 2023.</p>
<p> </p>
<p><strong>Projeto foi “deformado”</strong></p>
<p>Na semana passada, o Sindicato Nacional dos Auditores da Receita Federal (Sindifisco) divulgou nota criticando o projeto. “Nasceu virtuoso por propor medidas tributárias progressivas, mas se deformou ao longo das pressões do lobby dos grandes contribuintes, dos profissionais liberais, como advogados e médicos, e de parcela dos parlamentares interessados em enfraquecer a fiscalização tributária”, afirmou a entidade. “As alterações foram tão profundas que o projeto está irreconhecível, lesivo para o país, brindando núcleos de privilegiados e aprofundando as injustiças fiscais.”</p>
<p> </p>
<p>Para a Oxfam Brasil e a Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), o projeto em discussão “reduz ainda mais as receitas e a participação relativa do Imposto de Renda na arrecadação total”. Além de conceder “tratamento privilegiado às rendas do capital e às pessoas físicas com altas rendas, aprofundando a inconstitucionalidade da tributação e a vergonhosa regressividade do sistema”.</p>
<p>Crédito: Marcello Casal Junior/EBC<br />Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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