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	<title>IPCA &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Mar 2026 16:15:58 +0000</lastBuildDate>
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	<title>IPCA &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-431-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 16:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para o crescimento da economia é 1,85% A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,17% para 4,31% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7de8ae2222e46516dfc243fd34db65a3">Estimativa para o crescimento da economia é 1,85%</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,17% para 4,31% este ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio às tensões em torno da guerra no Oriente Médio, pela terceira semana seguida a previsão para a inflação deste ano foi elevada, mas ainda se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7%, uma aceleração diante do registrado em janeiro, 0,33%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2027, a projeção da inflação subiu de 3,8% para 3,84%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,57% e 3,5%, respectivamente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião da semana passada, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 15% ao ano, a Selic estava no maior nível desde julho de 2006, fixada em 15,25% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro reuniões seguintes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após esse período prolongado de manutenção da taxa, havia indicação de início de um ciclo de redução, entretanto, diante das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio, o BC não descarta rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próximo encontro do Copom para definir a Selic será em abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 12,5% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,75% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 1,84% para 1,85%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,45.</p>
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		<title>Inflação do governo Lula 3 pode ser a menor em mais de 25 anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/inflacao-do-governo-lula-3-pode-ser-a-menor-em-mais-de-25-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 12:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[LULA]]></category>
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					<description><![CDATA[Último recorde de menor inflação acumulada também foi registrado durante o governo Lula, entre 2006 e 2010 O Brasil caminha para encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a menor inflação acumulada desde 1999, ano em que foi implantado o regime de metas — sistema que orienta as decisões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-bfef8f63d2ee2ec1911df6d303f040a6">Último recorde de menor inflação acumulada também foi registrado durante o governo Lula, entre 2006 e 2010</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil caminha para encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a menor inflação acumulada desde 1999, ano em que foi implantado o regime de metas — sistema que orienta as decisões do Banco Central para manter a estabilidade dos preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com estimativa do economista André Braz, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), publicada pela Folha de S. Paulo, a inflação acumulada entre 2023 e 2026 pode alcançar 19,11%, caso as projeções para 2025 e 2026 se confirmem. Se isso ocorrer, será o menor índice registrado em um mandato presidencial em mais de duas décadas e meia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último recorde de menor inflação acumulada também foi registrado durante o governo Lula, entre 2006 e 2010, quando o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) somou 22,21%. Ainda assim, mesmo com a tendência de queda, a percepção da população segue de perda de poder de compra, o que mostra um descompasso entre os números oficiais e o cotidiano dos brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Braz, a diferença ocorre porque o IPCA é uma média ponderada e nem sempre reflete o comportamento dos preços de itens que pesam mais no orçamento das famílias, como alimentos e energia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Percepção popular sobre a inflação é desafio para o governo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa Datafolha realizada em abril apontou que 54% dos brasileiros responsabilizam o governo Lula pela alta dos alimentos nos meses anteriores. Para integrantes da equipe de comunicação do Planalto, essa percepção representa um desafio político para 2026, já que a inflação “sentida” pelo consumidor demora mais a refletir as melhorias econômicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, o governo aposta em políticas de aumento da renda, como o Auxílio Gás e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, ainda em análise no Congresso, como forma de amenizar esse impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Braz explica que, mesmo com os salários sendo corrigidos pela inflação, o problema surge quando o aumento dos alimentos é muito superior à média. “Se a carne sobe 20% e o salário apenas 4%, a família acaba substituindo carne por ovo e reduzindo a qualidade da alimentação”, afirma.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Expectativa de novo recorde</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade de terminar 2026 com a menor inflação acumulada desde o início do regime de metas é vista como motivo de orgulho dentro do governo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem reforçado esse discurso em eventos públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O senhor [Lula] vai terminar o terceiro mandato com a menor inflação acumulada da história do Brasil. O mais importante é que o senhor está batendo esse próprio recorde. Porque antes desse mandato, o senhor já tinha batido esse recorde no segundo mandato”, declarou Haddad durante o lançamento do programa Reforma Casa Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O sistema de metas de inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 1999, o regime de metas de inflação começou com um objetivo de 8% ao ano, sendo gradualmente reduzido ao longo dos anos. Desde 2024, o Brasil adota o modelo de meta contínua, em que o alvo central é de 3% ao ano, com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
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		<item>
		<title>Preços de alimentos e bebidas caem pelo 4º mês seguido</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/precos-de-alimentos-e-bebidas-caem-pelo-4o-mes-seguido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 06:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Queda nos preços de itens como tomate, cebola e batata-inglesa impacta o IPCA, que ficou em 0,48% em setembro. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma variação de 0,48% em setembro de 2025, conforme divulgado nesta quinta-feira (9/10) pelo IBGE. A alta de 0,59 ponto percentual em relação a agosto, quando o [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-38a089fed96c6406fb4f44538f4ff916">Queda nos preços de itens como tomate, cebola e batata-inglesa impacta o IPCA, que ficou em 0,48% em setembro.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma variação de 0,48% em setembro de 2025, conforme divulgado nesta quinta-feira (9/10) pelo IBGE. A alta de 0,59 ponto percentual em relação a agosto, quando o índice apresentou uma queda de -0,11%, foi impulsionada principalmente pelo aumento nos preços da energia elétrica, mas o destaque ficou com a queda nos preços de alimentos e bebidas. Em termos anuais, a inflação acumula 3,64%, enquanto nos últimos 12 meses, o índice é de 5,17%. Em setembro de 2024, a variação foi de 0,44%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo alimentação e bebidas (-0,26%) continuou sua trajetória de queda, registrando o quarto mês consecutivo de deflação. Os preços de itens como tomate (-11,52%), cebola (-10,16%), alho (-8,70%) e batata-inglesa (-8,55%) foram os principais responsáveis por essa redução. Por outro lado, frutas e o óleo de soja tiveram aumentos de 2,40% e 3,57%, respectivamente, atenuando a queda no grupo. A alimentação no domicílio foi a principal responsável por essa desaceleração, com uma queda de 0,41%, após uma redução mais acentuada de 0,83% em agosto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-sanciona-gratuidade-em-conta-de-luz-para-familias-de-baixa-renda/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-sanciona-gratuidade-em-conta-de-luz-para-familias-de-baixa-renda/">Lula sanciona gratuidade em conta de luz para famílias de baixa renda</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>IPCA-15 acelera para 0,33% em novembro, acima do esperado, diz IBGE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ipca-15-acelera-para-033-em-novembro-acima-do-esperado-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 12:54:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA novembro]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o IBGE, o principal impacto para o resultado do mês veio do setor Alimentação e bebidas, que teve variação de 0,82% O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial do País, voltou a acelerar em novembro e subiu 0,33% no mês, após ter registrado alta de 0,21% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-87e1c1efc5fe56c37273796b310bb491">Segundo o IBGE, o principal impacto para o resultado do mês veio do setor Alimentação e bebidas, que teve variação de 0,82%</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial do País, voltou a acelerar em novembro e subiu 0,33% no mês, após ter registrado alta de 0,21% em outubro, informou nesta terça-feira (28) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outubro de 2022, a taxa tinha ficado em 0,53%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos 12 meses, a variação do IPCA-15 foi de 4,84%, ante os 5,5% observados nos 12 meses até outubro. No ano, o indicador acumula alta de 4,30%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A variação mensal ficou acima da estimativa de 0,30% feita por analistas do mercado financeiro, segundo o consenso Refinitiv. A projeção do consenso para a inflação anual estava em 4,80%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, oito registraram alta em novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, o principal impacto para o resultado do mês veio do setor Alimentação e bebidas, que teve a maior variação (0,82%) e o maior impacto (0,17 p.p.) no mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os grupos Despesas pessoais (0,52%) e Transportes (0,18%) também registraram alta e contribuíram com, respectivamente, 0,05 p.p. e 0,04 p.p. para o indicador do mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No lado das quedas, o grupo Comunicação (-0,22%) recuou pelo terceiro mês consecutivo. As demais variações ficaram entre o 0,03% de Educação e o 0,55% de Vestuário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Alimentos e bebidas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No grupo Alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio subiu 1,06% em novembro, após cinco quedas consecutivas. Contribuíram para esse resultado as altas da cebola (30,61%), batata-inglesa (14,01%), arroz (2,60%), frutas (2,53%) e das carnes (1,42%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já os preços do feijão-carioca (-4,25%) e do leite longa vida (-1,91%) caíram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alimentação fora do domicílio (0,22%) registrou resultado similar ao de outubro (0,21%), por conta do subitem refeição (0,22%), que apresentou a mesma variação do mês anterior. Já o lanche (0,35%) registrou alta, após queda de 0,11% em outubro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Despesas pessoais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo Despesas pessoais (0,52%) apresentou resultado superior ao do mês anterior (0,31%), influenciado pelas altas do pacote turístico (2,04%), da hospedagem (1,27%) e do serviço bancário (0,63%).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Transportes</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No grupo dos Transportes (0,18%), o subitem passagem aérea subiu 19,03% e teve o maior impacto individual no índice do mês (0,16 p.p.). O subitem táxi também apresentou alta, de 2,60%, devido aos reajustes de 20,84% em Porto Alegre (16,67%), a partir de 9 de outubro, e de 6,67% em São Paulo (3,76%), a partir de 28 de outubro. O subitem ônibus urbano (-1,35%) sofreu reajuste de 6,12% em Salvador (0,44%), em 13 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em combustíveis (-2,11%), houve queda no etanol (-2,49%), na gasolina (-2,25%) e no gás veicular (-0,57%), enquanto o óleo diesel (1,12%) subiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em Transportes, em função da gratuidade nos transportes metropolitanos concedida a toda a população de São Paulo (0,65%), nos dias de realização das provas do Eem (nos dias 5 e 12), foi registrada redução de 6,25% nos subitens trem, metrô, ônibus urbano e integração de transporte público.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Habitação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No grupo Habitação (0,20%), o resultado de energia elétrica residencial (0,42%) foi decorrente de reajustes em três áreas de abrangência do índice: de 9,65% em Brasília (6,70%), a partir de 22 de outubro; de 5,91% em Goiânia (7,41%), a partir de 22 de outubro; e de 6,79% em uma das concessionárias pesquisadas em São Paulo (-0,03%), a partir de 23 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já alta da taxa de água e esgoto (0,45%) veio de reajustes em duas áreas: de 14,43% em Fortaleza (7,67%), a partir de 29 de outubro e de 6,75% em Salvador (2,23%), a partir de 25 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gás encanado (0,13%) também apresentou alta por conta do reajuste de 0,92% no Rio de Janeiro (0,42%) a partir de 01 de novembro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Regiões</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto aos índices regionais, nove áreas tiveram alta em novembro. A maior variação foi registrada em Brasília (0,61%), por conta das altas da passagem aérea (13,47%) e da energia elétrica residencial (6,70%). Já o menor resultado ocorreu em Salvador (-0,12%), influenciado pela queda nos preços da gasolina (-4,00%).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nível de incerteza econômica no Brasil é o menor desde 2017, diz FGV</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/nivel-de-incerteza-economica-no-brasil-e-o-menor-desde-2017-diz-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 09:32:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[incerteza econômica]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[A instituição apontou uma evolução das perspectivas para o cenário macroeconômico do País A Fundação Getúlio Vargas informou que o nível de incerteza econômica no Brasil é o menor desde 2017, com base na medição realizada pela instituição. Em comunicado divulgado nesta segunda-feira 31, a FGV registrou uma queda de 4,1 pontos em julho, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">A instituição apontou uma evolução das perspectivas para o cenário macroeconômico do País</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://educacao-executiva.fgv.br/cursos/live/mba-live/llm-em-direito-empresarial-1?nis=8" data-type="URL" data-id="https://educacao-executiva.fgv.br/cursos/live/mba-live/llm-em-direito-empresarial-1?nis=8">Fundação Getúlio Vargas</a> informou que o nível de incerteza econômica no Brasil é o menor desde 2017, com base na medição realizada pela instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado divulgado nesta segunda-feira 31, a FGV registrou uma queda de 4,1 pontos em julho, que levou o País aos 103,5 pontos, menor número desde novembro de 2017, quando o índice marcou 103,1 pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a FGV, o indicador acumula uma redução de 13,2 pontos nos últimos quatro meses. O resultado é influenciado pela desaceleração da inflação e pela heterogeneidade nas previsões de 12 meses para o IPCA e para a taxa Selic, que determina a base dos cálculos para os juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“De forma geral, a queda do Indicador de Incerteza da Economia nos últimos meses tem relação com a melhoria das perspectivas para o cenário macroeconômico do País, com redução também das incertezas fiscais e políticas”, diz uma nota da FGV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o histórico da Fundação desde 2012, o ápice da incerteza ocorreu durante a pandemia de Covid-19, especificamente em 2020, quando o índice ultrapassou os 210 pontos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BC pergunta sobre ‘atenção’ no crédito e reoneração em pesquisa pré-Copom</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bc-pergunta-sobre-atencao-no-credito-e-reoneracao-em-pesquisa-pre-copom/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 12:56:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Para economistas, inclusão da pergunta pode ser um aceno técnico — e não político — do BC ao governo, que vem criticando o patamar de juros no país Em meio ao debate no mercado sobre uma ameaça de uma crise de crédito no Brasil, especialmente após os reflexos do rombo bilionário da Americanas, o Banco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Para economistas, inclusão da pergunta pode ser um aceno técnico — e não político — do BC ao governo, que vem criticando o patamar de juros no país</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio ao debate no mercado sobre uma ameaça de uma crise de crédito no Brasil, especialmente após os reflexos do rombo bilionário da Americanas, o Banco Central inseriu no questionário pré-Copom de março uma pergunta sobre “pontos de atenção” para evolução do mercado de crédito em 2023 e possíveis efeitos em projeções sobre a atividade econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pergunta é feita em complemento ao tradicional pedido de expectativas para o mercado de crédito no ano. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que define a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), acontece nos dias 21 e 22 de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas instituições financeiras já começaram a antecipar o cenário de cortes da Selic, citando o risco de uma crise de crédito em uma economia já em desaceleração, devido ao aperto monetário bastante significativo (a taxa está atualmente em 13,75% ao ano).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para alguns economistas, a inclusão da pergunta pode ser um aceno técnico — e não político — do BC ao governo, que vem criticando duramente o patamar de juros no Brasil, de que o início da redução não está tão distante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No questionário pré-Copom, o BC também pergunta sobre o impacto da reoneração parcial de combustíveis anunciada pelo governo federal no mês passado, assim como possíveis outras medidas que reverteriam a redução de impostos realizada no ano passado (como a que limitou a alíquota de ICMS praticada pelos estados sobre itens essenciais, como combustíveis, energia e telecomunicações).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O BC questiona o efeito potencial sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o índice oficial de inflação do país, de 2023. Questiona também o que já está contemplado nas estimativas dos analistas participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito inflacionário, a autoridade monetária também pergunta, como tem sido de praxe, as projeções para o IPCA de 2023 e 2024, as razões pelas quais os analistas ajustaram as estimativas desde o último Copom, em fevereiro, e os riscos para uma mudança do cenário atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também há pedidos de projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano e para o hiato do produto ao longo de 2024. No cenário externo, o BC quer saber as previsões para o PIB e a inflação da China, dos Estados Unidos e da Zona do Euro, assim como os riscos para esses indicadores e a evolução do ambiente desde o último Copom.</p>
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		<item>
		<title>Prévia da inflação oficial fica em 0,76% em fevereiro</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/previa-da-inflacao-oficial-fica-em-076-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2023 13:20:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Itens como educação, aluguel residencial e energia puxaram índice O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou taxa de 0,76% em fevereiro deste ano. O índice ficou acima do registrado em janeiro (0,55%) e abaixo do observado em fevereiro de 2022 (0,99%). Segundo dados divulgados hoje (24) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Itens como educação, aluguel residencial e energia puxaram índice</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou taxa de 0,76% em fevereiro deste ano. O índice ficou acima do registrado em janeiro (0,55%) e abaixo do observado em fevereiro de 2022 (0,99%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 acumula taxa de inflação de 1,31% nos dois primeiros meses do ano. Em 12 meses, a taxa acumulada é de 5,63%, abaixo dos 5,87% acumulados nos 12 meses imediatamente anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oito dos nove grupos de despesa pesquisados pelo IBGE tiveram alta de preços em fevereiro, com destaque para educação (6,41%), devido aos reajustes que normalmente são praticados no início do ano letivo. As principais variações entre vieram do ensino médio (10,29%), do ensino fundamental (10,04%), da pré-escola (9,58%) e da creche (7,28%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo habitação, com uma variação de preços de 0,63%, teve a segunda maior contribuição para a prévia da inflação em fevereiro. Houve inflação em itens como aluguel residencial (0,89%), condomínio (0,62%), taxa de água e esgoto (1,32%), gás encanado (1,50%) e energia elétrica (0,35%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os alimentos e bebidas subiram 0,39% na prévia do mês, com destaque para itens como cenoura (24,25%), hortaliças e verduras (8,71%), leite longa vida (3,63%), arroz (2,75%) e frutas (2,33%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vestuário foi o único grupo de despesas com deflação (queda de preços): -0,05%. Os demais grupos apresentaram as seguintes variações: comunicação (0,78%), artigos de residência (0,71%), despesas pessoais (0,63%), saúde e cuidados pessoais (0,55%) e transportes (0,08%).</p>
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		<item>
		<title>Boletim Focus: projeção para a inflação em 2023 volta a subir e a do PIB cai</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/boletim-focus-a-expectativa-para-o-indice-de-precos-ao-consumidor-amplo-ipca-para-este-ano-subiu-de-578-para-579-na-nona-alta-seguida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 12:18:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[A expectativa para IPCA para este ano subiu de 5,78% para 5,79%, na nona alta seguida; projeção para o PIB caiu de 0,79% para 0,76% Os analistas do mercado financeiro mantiveram nesta semana a tendência de alta na projeções para a inflação tanto de 2023, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (13) no Relatório [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">A expectativa para IPCA para este ano subiu de 5,78% para 5,79%, na nona alta seguida; projeção para o PIB caiu de 0,79% para 0,76%</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os analistas do mercado financeiro mantiveram nesta semana a tendência de alta na projeções para a inflação tanto de 2023, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (13) no Relatório Focus, do Banco Central. Boletim Focus: A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano subiu de 5,78% para 5,79%, na nona alta seguida</p>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção de inflação oficial de 2024 também avançou, de 3,93% para 4,0% (quarta semana seguida de elevação), enquanto a de 2025 subiu de 3,50% para 3,60% e a de 2026 permaneceu em 3,50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especificamente para os preços administrados, a projeção do IPCA também manteve a expectativa de alta na semana, passando de 8,44% para 8,53%, na 11ª semana de alta. Há um mês, a projeção estava em 6,95%. Para 2024, subiu de 4,24% para 4,29. As de 2025 e de 2026 foram mantidas em 3,67% e 3,50%, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2023 caiu de 0,79% para 0,76%, enquanto a de 2024 foi mantida em 1,50%, Mas a de 2025 recuou de 1,89% para 1,85. A de 2026 continuou em 2,0%</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão da taxa de juros básica da economia brasileira (Selic) subiu 12,50% para 12,75% em 2023, enquanto a de 2024 avançou para 9,75% para 10,0%. A de 2025 foi mantida em 9,0% e a de 2026 permaneceu em 8,50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão da taxa de juros básica da economia brasileira (Selic) voltou a subir, tanto para 2023 como para 2024. Para este ano, avançou de 12,50% para 12,75% e, para o ano que vem, subiu de 9,75% para 10,0%. A estimativa para a taxa de juros permaneceu em 9,0% para 2025 e em 8,50% para 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa para o dólar foi mantida em R$ 5,25 para este ano, e em R$ 5,30 para 2024, 2025 e 2026. Mas subiu de R$ 5,30 para R$ 5,33 em 2026.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>IPCA sobe 0,53% em janeiro, abaixo das estimativas; inflação em 12 meses fica em 5,77%</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ipca-sobe-053-em-janeiro-abaixo-das-estimativas-inflacao-em-12-meses-fica-em-577/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 13:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação janeiro 2023]]></category>
		<category><![CDATA[INPC]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=46157</guid>

					<description><![CDATA[Segundo o IBGE, foi o quarto mês seguido de alta; grupo de Alimentação e bebidas (0,59%) exerceu o maior impacto sobre o índice geral O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,53% em janeiro ante dezembro, quarto mês seguido de alta, informou nesta quinta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Segundo o IBGE, foi o quarto mês seguido de alta; grupo de Alimentação e bebidas (0,59%) exerceu o maior impacto sobre o índice geral</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,53% em janeiro ante dezembro, quarto mês seguido de alta, informou nesta quinta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de 5,77%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados ficaram abaixo do consenso Refinitiv que previa alta de 0,57% no mês e de 5,80% na comparação anual. Em janeiro de 2022, a variação mensal tinha sido de 0,54%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo de Alimentação e bebidas (0,59%) exerceu o maior impacto positivo sobre o índice geral, contribuindo com 0,13 ponto percentual (p.p.), com grande influência dos subitens batata-inglesa (14,14%) e cenoura (17,55%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As altas nesses dois casos se explicam pela grande quantidade de chuvas nas regiões produtoras. Por outro lado, observamos queda de 22,68% no preço da cebola, por conta da maior oferta vindo das regiões Nordeste e Sul, item que teve alta de mais de 130% em 2022”, explicou em nota o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo dos transportes (0,55%) exerceu o segundo maior impacto positivo sobre o índice geral, contribuindo com 0,11 p.p. em janeiro, com maior pressão dos combustíveis, que registraram alta de 0,68%. “Os destaques foram a gasolina, com alta de 0,83%, o emplacamento e licença, que incorporou pela primeira vez a fração referente ao IPVA de 2023, com alta de 1,60%, e o automóvel novo, com aumento de 0,83%”, disse Kislanov.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve desaceleração no grupo de Saúde e cuidados pessoais (de 1,60% em dezembro para 0,16% em janeiro). O gerente da pesquisa destacou que o item que mais impactou neste resultado foi o de higiene pessoal, com recuo de 1,26%. O resultado foi explicado pela queda nos preços de perfumes e artigos de maquiagem, devido a descontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, apenas Vestuário apresentou variação negativa (-0,27%). “Cabe registrar que foi a primeira queda no grupo após 23 meses seguidos de altas, com a última retração tendo sido registrada em janeiro de 2021”, disse Kislanov.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O recuo em janeiro, segundo ele, se deve ao fato de várias lojas terem aplicado descontos sobre os preços que foram praticados em dezembro, para o Natal. O fator que mais influenciou no resultado foi uma queda de 1,37% no item de roupas femininas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>INPC</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve alta de 0,46% em janeiro, abaixo do registrado no mês anterior (0,69%). O INPC acumula alta de 5,71% nos últimos 12 meses, abaixo dos 5,93% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2022, a taxa foi de 0,67%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IPCA tem maior taxa para maio em 25 anos e inflação dispara</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ipca-tem-maior-taxa-para-maio-em-25-anos-e-inflacao-dispara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta dos alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice agora está acima de 8% na taxa acumulada. Supera os dois dígitos em algumas regiões. IBGE aponta pressão de energia , gás e a gasolina que acumula alta de 45,8%, em 12 meses O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegou a 0,83% em maio, taxa mais alta para o mês desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Índice agora está acima de 8% na taxa acumulada. Supera os dois dígitos em algumas regiões. IBGE aponta pressão de energia , gás e a gasolina que acumula alta de 45,8%, em 12 meses</p>
<p></p>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegou a 0,83% em maio, taxa mais alta para o mês desde 1996, segundo o IBGE, que divulgou o resultado nesta quarta-feira (9). Com isso, o indicador oficial de inflação no país soma 3,22% no ano e atinge 8,06% em 12 meses. É o maior índice acumulado em quase cinco anos. Já o INPC se aproximou dos 9% (8,90%). Em algumas regiões, a taxa supera os dois dígitos.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com o IBGE, os nove grupos que compõem o IPCA-15 registraram alta no mês passado. Entre os itens que pesaram na taxa, estão a energia elétrica – com nova bandeira tarifária – e o gás, tanto encanado como de botijão.</p>
<p> </p>
<p><strong>Casa e transporte</strong></p>
<p>A maior variação entre os grupos foi de Habitação: 1,78%, com impacto de 0,28 ponto percentual na taxa geral. Em seguida, Transportes registrou variação de 1,15% e foi responsável por 0,24 ponto. Assim, esses dois, somados, responderam por mais da metade da inflação de maio.</p>
<p> </p>
<p>Apenas a energia elétrica, com alta de 5,37%, teve impacto de 0,23 ponto. “Em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,169 na conta de luz a cada 100 quilowatts-hora consumidos”, informa o IBGE. “Vale lembrar que, entre janeiro e abril, estava em vigor a bandeira amarela, cujo acréscimo é menor (R$ 1,343). Além disso, no final de abril, ocorreram reajustes em diversas regiões de abrangência do índice”, acrescenta o instituto.</p>
<p> </p>
<p>Ainda no grupo Habitação, o IBGE cita a taxa de água e esgoto (1,61%), depois de reajustes e São Paulo e Curitiba. Subiram também os preços do gás de botijão (1,24%) e encanado (4,58%).</p>
<p> </p>
<p><strong>Gasolina soma 45,8% em 12 meses</strong></p>
<p>Em Transportes (aumento de 1,15% em maio), o maior impacto veio da gasolina, que subiu em média 2,87%. O combustível acumula alta de 24,70% no ano e de 45,80% em 12 meses. Outros aumentos no mês passado vêm do gás veicular (23,75%), do etanol (12,92%) e do óleo diesel (4,61%).</p>
<p> </p>
<p>Mais altas: automóveis novos (1,15%) e usados (0,88%), pneu (2,30%) e conserto de automóvel (1,19%). Nos transportes públicos, queda de 3,98%, influenciada pelas passagens aéreas (-28,33%, impacto de -0,12 ponto). Mas aumentaram o metrô (Rio de Janeiro) e ônibus urbanos (Salvador).</p>
<p> </p>
<p><strong>Remédios também mais caros</strong></p>
<p>Já no grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,76%), os produtos farmacêuticos subiram 1,47% e deram contribuição de 0,05 ponto à taxa mensal. Segundo o IBGE, também subiu o custo médio do plano de saúde (0,67%) e de itens de higiene pessoal (0,63%), com impactos de 0,03 e 0,02 ponto, respectivamente.</p>
<p> </p>
<p>O grupo Alimentação e Bebidas teve variação de 0,44%, pouco acima de abril. A alimentação no domicílio subiu menos (0,23%), e o IBGE cita itens como frutas (-8,39%), cebola (-7,22%) e arroz (-1,14%). Já as carnes, com alta de 2,24% em maio, acumula aumento de 38% em 12 meses. Já a alimentação (0,23%, em alta) teve impacto tanto do lanche (2,10%) como da refeição (0,63%).</p>
<p> </p>
<p><strong>Aumento em todas as regiões</strong></p>
<p>Por fim, o grupo Artigos de Residência subiu 1,25%, maior variação em maio, com contribuição de 0,05 ponto para o resultado total. O IBGE destaca os itens TV, som e informática (2,16%) e eletrodomésticos e equipamentos (1,04%).</p>
<p> </p>
<p>Entre as áreas pesquisadas, o maior índice foi apurado na região metropolitana de Salvador (1,12%) e o menor, em Brasília (0,27%). Na Grande São Paulo, o IPCA foi a 0,78%. Em 12 meses, varia de 6,57% (região metropolitana do Rio de Janeiro) a 11,43% (Rio Branco). Também atinge dois dígitos em Campo Grande (10,91%). Soma 8,68% em Belo Horizonte, 7,44% em Brasília, 8,20% em Porto Alegre e 7,28% em São Paulo.</p>
<p> </p>
<p><strong>INPC: quase 9%</strong></p>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) foi de 0,96%, maior variação para maio desde 2016. A taxa soma 3,33% no ano e 8,90% em 12 meses.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o IBGE, os produtos alimentícios subiram 0,53%, enquanto os não alimentícios aumentaram 1,10%.</p>
<p>Crédito: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas<br />Fonte: Rede Brasil Atual<br />Escrito por: Vitor Nuzzi</p>
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	</channel>
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