<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>intervenção judicial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/intervencao-judicial/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Thu, 01 Aug 2024 08:42:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>intervenção judicial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Banco que cobrou juros abusivos não poderá restringir nome de devedor</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-que-cobrou-juros-abusivos-nao-podera-restringir-nome-de-devedor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 08:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Instituições Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Juros Abusivos]]></category>
		<category><![CDATA[restrição ao crédito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=56076</guid>

					<description><![CDATA[Juiz destacou que os juros cobrados ultrapassavam a taxa média do Banco Central para contratos similares, o que justificou a intervenção judicial para proteção dos direitos do consumidor O juiz de Direito André Alexandre Happke, da unidade Estadual de Direito Bancário de SC, concedeu tutela de urgência e determinou a suspensão das cobranças e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1b6f7d293ac63ddc6b5aec41efa8714b">Juiz destacou que os juros cobrados ultrapassavam a taxa média do Banco Central para contratos similares, o que justificou a intervenção judicial para proteção dos direitos do consumidor</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz de Direito André Alexandre Happke, da unidade Estadual de Direito Bancário de SC, concedeu tutela de urgência e determinou a suspensão das cobranças e a retirada do nome de um consumidor inadimplente dos cadastros de restrição ao crédito, após identificar cláusulas abusivas e ilegais em contratos de financiamento de veículo com uma instituição financeira. Além disso, a decisão impede a instituição financeira de reaver o veículo dado como garantia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos autos, o consumir diz ter identificado irregularidades nos encargos cobrados durante o período de inadimplência, como a cobrança de comissão de permanência e juros de mora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, o magistrado argumentou que, para que a mora seja descaracterizada, é necessário comprovar ilegalidades substanciais nos encargos durante a normalidade do contrato, como juros remuneratórios ou capitalização indevida.&nbsp;Nesse sentido, o juiz destacou a existência de cláusulas contratuais que poderiam ser consideradas abusivas, como a comissão de permanência, multa e juros de mora durante o período de inadimplência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ademais, o juiz destacou que a análise do caso mostrou que os juros cobrados ultrapassavam a taxa média do Banco Central para contratos similares, o que justificou a intervenção judicial para proteção dos direitos do consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A&nbsp;ilegalidade deve transparecer do caso concreto, não sendo bastante que se constate juros superiores a 12% a.a. ou maiores do que a taxa média do Banco Central.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, concedeu tutela de urgência para que o banco retire o nome do consumidor do cadastro de restrição ao crédito, além de não reaver o veículo que garante o pagamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://eprocwebcon.tjsc.jus.br/consulta1g/externo_controlador.php?acao=processo_seleciona_publica&amp;num_processo=50340414820248240930&amp;eventos=true&amp;num_chave=&amp;num_chave_documento=&amp;hash=f70cfc316198ab373a57e3ac45414cea" data-type="link" data-id="https://eprocwebcon.tjsc.jus.br/consulta1g/externo_controlador.php?acao=processo_seleciona_publica&amp;num_processo=50340414820248240930&amp;eventos=true&amp;num_chave=&amp;num_chave_documento=&amp;hash=f70cfc316198ab373a57e3ac45414cea">5034041-48.2024.8.24.0930</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/7/40DA53ACB9D7B8_tjsc4.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/7/40DA53ACB9D7B8_tjsc4.pdf">Confira aqui a decisão</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
