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	<title>Internet móvel &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Leilão do 5G deve ampliar desigualdade no acesso à internet</title>
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		<pubDate></pubDate>
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					<description><![CDATA[Coalizão Direitos na Rede pede abertura de inquérito para investigar falhas no edital do leilão previsto para o início de novembro A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) marcou para 4 de novembro o leilão das faixas de frequência do 5G no Brasil. Maior licitação do setor já realizada no país, a nova tecnologia tem potencial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Coalizão Direitos na Rede pede abertura de inquérito para investigar falhas no edital do leilão previsto para o início de novembro</p>
<p></p>
<p>A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) marcou para 4 de novembro o leilão das faixas de frequência do 5G no Brasil. Maior licitação do setor já realizada no país, a nova tecnologia tem potencial de alavancar negócios e democratizar o acesso à internet para milhões de brasileiros. No entanto, entidades ligadas à Coalizão Direitos na Rede (CDR) contestam os termos do edital. Denunciam que os critérios estabelecidos privilegiam grandes empresas de comunicação, sem estabelecer contrapartidas necessárias que garantam a universalização do acesso. Além disso, ao leiloar amplo espectro de uma só vez, a CDR aponta prejuízo aos cofres públicos, já que o valor mínimo de R$ 49,7 bilhões estaria subestimado.</p>
<p> </p>
<p>A CDR inclusive ingressou com representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) acusando a Anatel por improbidade administrativa no leilão do 5G. Além disso, mostra que os termos do edital ferem princípios do Marco Civil da Internet.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com a advogada especializada em telecomunicações e integrante do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação, Flávia Lefèvre, os termos previstos no edital não garantem redução das desigualdades regionais e sociais no acesso à internet, conforme determina a Constituição Federal. Nesse sentido, aponta “desproporcionalidade” nas contrapartidas em investimentos exigidas pelo Poder Público dos futuros vencedores do leilão.</p>
<p> </p>
<p>“Tudo isso nos preocupa, porque essa é uma chance que o Brasil não poderia perder para cobrir o fosso do acesso à internet entre os cidadãos mais pobres e os mais ricos. Estamos perdendo a oportunidade de dar consequência à garantia de universalização de um serviço que é público”, disse Flávia, em <a href="https://www.youtube.com/watch?v=wFJ_YNQsMW4#t=27m16s" target="_blank">entrevista a Glauco Faria, para o Jornal Brasil Atual</a>, nesta sexta-feira, 22.</p>
<p> </p>
<h4>Prejuízos</h4>
<p>A representação da CDR usou como base questionamentos apresentados pelo ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU), com base em estudo técnico da Secretaria de Infraestrutura e Comunicação do órgão. O ministro aponta falhas na precificação das frequências, que devem resultar em prejuízos em torno de R$ 70 bilhões aos cofres públicos. Em seu relatório, ele aponta que o conjunto de faixas a serem leiloadas deveria ter preço mínimo de pelo menos R$ 101 bilhões.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, as contrapartidas de investimento para conexão das escolas públicas exigidas dos vencedores, fixadas em R$ 5 bilhões, também são insuficientes. Estas incluem investimentos para universalização da internet em banda larga nas escolas públicas de todo o país. No entanto, custariam pelo menos R$ 9 bilhões, quase o dobro do exigido no edital.</p>
<p> </p>
<p>“Espera-se que o mercado vá fazer investimentos em áreas pouco atrativas economicamente por livre e espontânea vontade. Coisa que, pela nossa Constituição, é obrigação do Estado. Estamos perdendo oportunidade de definir contrapartidas proporcionais ao valor do que está sendo licitado”, disse Flávia.</p>
<p> </p>
<p>Ela sustenta que os termos do edital do 5G privilegiam grandes empresas – Vivo, Claro e TIM – que dominam o mercado de dados móveis no país. Nesse sentido, o consórcio Iniciativa 5G Brasil, que reúne 400 pequenos e médios provedores de internet, também pede na Anatel a anulação do leilão.</p>
<p> </p>
<p>Além disso, o edital também considera cidades importantes do país – Brasília, Salvador, Porto Alegre, São Bernardo do Campo e Curitiba – como inviáveis economicamente para a implantação do 5G, o que contribui para a redução do valor cobrado pelas frequências ofertadas. Por outro lado, a Anatel superestimou em diversos municípios a quantidade de antenas 5G a serem instaladas. Esse erro de cálculo aumenta os investimentos a serem realizados pelos vencedores, reduzindo os valores arrecadados pelo Estado.</p>
<p>Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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