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	<title>interesse do patrão &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>interesse do patrão &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Assédio eleitoral é crime. Centrais orientam trabalhadores a denunciarem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio eleitoral]]></category>
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					<description><![CDATA[Nove centrais sindicais estão distribuindo um folheto que alerta os trabalhadores sobre coação eleitoral: onde denunciar ou quem procurar   quando o patrão fizer ameaças a quem não votar em seu candidato Nove centrais sindicais estão distribuindo um folheto sobre assédio ou coação eleitoral, explicando que a prática é um crime previsto na legislação brasileira, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nove centrais sindicais estão distribuindo um folheto que alerta os trabalhadores sobre coação eleitoral: onde denunciar ou quem procurar   quando o patrão fizer ameaças a quem não votar em seu candidato</p>
<p></p>
<p>Nove centrais sindicais estão distribuindo um folheto sobre assédio ou coação eleitoral, explicando que a prática é um crime previsto na legislação brasileira, e dando informações sobre como e onde os trabalhadores e trabalhadoras podem denunciar.</p>
<p> </p>
<p>“Liberdade eleitoral, eleição 2022: Coação Eleitoral é crime” é o título do panfleto, que começa dizendo que “os patrões que ameaçam demitir quem não votar no candidato que atende seus interesses, ou os que querem obrigar os trabalhadores e trabalhadoras a não votar no candidato comprometido com a pauta da classe trabalhadora, estão cometendo crime eleitoral”.</p>
<p> </p>
<p>Esse foi o caso da ruralista baiana que divulgou vídeo estimulando os colegas empresários do agronegócio do oeste do estado a demitir &#8216;sem dó&#8217; os trabalhadores que tivessem revelada a intenção de votar no ex-presidente Lula (PT). Essa semana, ela assinou um termo de ajuste de conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e terá de se retratar, reconhecendo que errou ao praticar assédio eleitoral.</p>
<p> </p>
<p>Para se livrar de uma ação judicial, Roseli Vitória Martelli D’Agostini Lins se comprometeu a fazer uma retratação pública e custear uma campanha de esclarecimento sobre esse tipo de assédio e ainda a não praticar qualquer outro ato de incitação ao assédio eleitoral. Se descumprir poderá pagar multas de R$ 20 mil por cada item descumprido.</p>
<p> </p>
<p><strong>Procure o sindicato ou o MPT e denuncie sem medo</strong></p>
<p>O trabalhador que for vítima de crimes como esse praticado pela empresária baiana, deve procurar o sindicato da categoria ou o Ministério Público do Trabalho (MPT) para denunciar, orienta o folheto das centrais.</p>
<p> </p>
<p>E quem estiver preocupado com retaliações, pode ficar tranquilo: a denúncia pode ser anônima. O trabalhador não precisa se identificar, diz o folheto.</p>
<p> </p>
<p><strong>Somos a maioria e exigimos respeito</strong></p>
<p>“Somos a maioria do eleitorado brasileiro e podemos decidir a eleição no dia 2 de outubro elegendo o novo presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais que elaborem projetos, leis e medidas econômicas, trabalhistas, sociais e previdenciárias favoráveis à classe trabalhadora e à maioria do povo”, segue o texto.</p>
<p> </p>
<p>“Alguns patrões temem perder privilégios e também não querem que o trabalhador conquiste direitos. Por isso, ameaçam para que mudemos o voto”, diz o panfleto.</p>
<p> </p>
<p>O panfleto também lista as punições aos patrões que praticarem assédio político-eleitoral, entre elas, a condenação por danos morais coletivos ou danos individuais aos trabalhadores vitimados e multas diárias. O responsável pelo assédio eleitoral também poderá ser punido, seja ele o patrão ou algum chefe, inclusive criminalmente.</p>
<p> </p>
<p>Assinam o panfleto: Intersindical Central da Classe, Trabalhadora CUT, Força Sindical, CTB, UGT, CSB, CSP Conlutas, NCST e Pública (Central dos Servidores). </p>
<p>Crédito: Reprodução<br />Fonte: Redação CUT</p>
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