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	<title>Inteligência Artificial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Inteligência Artificial &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Veja 9 carreiras que devem dominar o mercado de trabalho nos próximos anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/veja-9-carreiras-que-devem-dominar-o-mercado-de-trabalho-nos-proximos-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 07:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carreiras]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
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					<description><![CDATA[Surgem carreiras promissoras, moldadas pela inteligência artificial, pela digitalização e pelo compromisso crescente com o meio ambiente O mercado de trabalho, em consonância com a econômica global, está passando por diversas mudanças, com a tecnologia e a sustentabilidade ditando o ritmo das oportunidades futuras. Diante disso, surgem carreiras promissoras, moldadas pela inteligência artificial, pela digitalização [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-c928cc7ef1ff5bb71204074d5923a63e">Surgem carreiras promissoras, moldadas pela inteligência artificial, pela digitalização e pelo compromisso crescente com o meio ambiente</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado de trabalho, em consonância com a econômica global, está passando por diversas mudanças, com a tecnologia e a sustentabilidade ditando o ritmo das oportunidades futuras. Diante disso, surgem carreiras promissoras, moldadas pela inteligência artificial, pela digitalização e pelo compromisso crescente com o meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com especialistas em mercado de <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br">trabalho</a>, automação e IA generativa não substituem, mas potencializam o talento humano. Profissões ligadas a tecnologia, como engenheiros de aprendizado de máquina e especialistas em cibersegurança, são hoje os os protagonistas dessa revolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Junto a isso, cresce o espaço para cuidadores, psicólogos e inovadores em biotecnologia, um campo que une ciência e tecnologia para personalizar tratamentos e melhorar vidas. Engenheiros e técnicos em energia solar, eólica e outras fontes limpas também devem ganhar destaque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor da construção civil também acompanha essa transformação, investindo em soluções sustentáveis e infraestrutura moderna. Paralelamente, a educação, especialmente a digital, se destaca como um vetor essencial para preparar profissionais que se reinventam constantemente. A informação é do site “Exame”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Carreiras que devem se destacar no futuro</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>1</strong> &#8211; <strong>Especialistas em Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina</strong> – profissionais que desenvolvem e gerenciam sistemas inteligentes, fundamentais para automação e inovação tecnológica;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>2</strong> &#8211; <strong>Desenvolvedores de Software e Aplicativos</strong> – responsáveis por criar soluções digitais para diversos setores, com alta demanda devido à digitalização crescente;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>3</strong> &#8211; <strong>Especialistas em Cibersegurança</strong> – essenciais para proteger dados e sistemas contra ameaças digitais, dado o aumento exponencial de ataques cibernéticos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>4</strong> &#8211; <strong>Engenheiros e Técnicos em Energias Renováveis</strong> – atuam na implementação e manutenção de tecnologias sustentáveis, como solar e eólica, alinhados às metas globais de redução de carbono;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>5</strong> &#8211; <strong>Profissionais da Saúde e Biotecnologia</strong> – incluem desde médicos e enfermeiros até pesquisadores em biotecnologia, impulsionados pelo envelhecimento populacional e avanços médicos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>6</strong> &#8211; <strong>Especialistas em Análise e Gestão de Dados</strong> – profissionais que interpretam grandes volumes de dados para apoiar decisões estratégicas nas empresas;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>7</strong> &#8211; <strong>Engenheiros de Infraestrutura Sustentável e Construção Civil</strong> – focados em projetos que incorporam práticas sustentáveis e tecnologias inovadoras para o desenvolvimento urbano;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>8</strong> &#8211; <strong>Educadores e Especialistas em Ensino Digital</strong> – com a expansão do ensino à distância e a necessidade de requalificação profissional, esses profissionais ganham relevância;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>9</strong> &#8211; <strong>Profissionais de Marketing Digital e Crescimento (Growth Marketing)</strong> – que combinam habilidades de análise de dados e estratégias digitais para impulsionar o crescimento de negócios.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sistema lucrativo sustenta desinformação científica nas redes sociais</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sistema-lucrativo-sustenta-desinformacao-cientifica-nas-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 08:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Brasileira de Ciências (ABC)]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[educação midiática e científica]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[negacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo sobre o assunto foi lançado nesta quinta-feira pela Academia Brasileira de Ciências Estudo da Academia Brasileira de Ciências (ABC) aponta que a desinformação científica é &#8220;sustentada por um ecossistema lucrativo que inclui a monetização de conteúdo enganoso e a exploração das crenças e emoções do público para ganho financeiro&#8221;. “Existem duas formas de entender [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9df8fe32bb3d2e069a3d17cd46efa056">Estudo sobre o assunto foi lançado nesta quinta-feira pela Academia Brasileira de Ciências</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Estudo da <a href="https://www.abc.org.br/" data-type="link" data-id="https://www.abc.org.br/">Academia Brasileira de Ciências (ABC)</a> aponta que a desinformação científica é &#8220;sustentada por um ecossistema lucrativo que inclui a monetização de conteúdo enganoso e a exploração das crenças e emoções do público para ganho financeiro&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Existem duas formas de entender esse sistema lucrativo. A primeira está no próprio usuário produtor da desinformação, que usa a estrutura das plataformas digitais para lucrar em torno disso e vender seus serviços e produtos, crença ou mesmo seu capital social. Outra diz respeito à forma como essas plataformas geram lucro em torno da visibilidade da desinformação. Há uma economia da atenção no qual a desinformação é um material altamente lucrativo para as próprias plataformas”, afirma Thaiane Oliveira, professora de pós-graduação em comunicação da Universidade Federal Fluminense, membro afiliada da ABC e coordenadora do grupo que elaborou o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho que objetiva combater a desinformação científica, fenômeno que cresce especialmente nas mídias sociais, reuniu especialistas para elaborar um relatório inédito com recomendações. O documento <em><strong>Desafios e estratégias na luta contra a desinformação científica</strong></em> foi lançado nesta quinta-feira (20/6), na sede da ABC no Rio. Ele diz ainda, entre outros pontos, que desinformação científica é a disseminação de informações falsas, enganosas ou imprecisas sobre questões científicas – frequentemente relacionadas a temas de saúde, ambientais ou tecnológicos. Sua divulgação impacta a capacidade das pessoas de tomarem decisões informadas, além de reduzir a confiança nas instituições científicas e governamentais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mídias sociais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As mídias sociais se configuraram como um espaço propício para a disseminação de informações falsas relacionadas à ciência. O funcionamento por meio de algoritmos – que favorecem a reprodução de conteúdos enganosos ou de acordo com as crenças do usuário – é um fator que agrava a situação. Um número pequeno, mas crescente, de pseudocientistas com grande alcance nessas redes também é fator de preocupação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um problema global. Vimos na pandemia várias desinformações sobre vacinas e hoje vemos o mesmo sobre meio ambiente e mudanças climáticas. A desinformação é um fenômeno multifacetado. E quando se trata de desinformação sobre ciência, isso ganha outras camadas de complexidade, porque a ciência não é uma verdade absoluta, e a dúvida faz parte do fazer científico”, explica Thaiane.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório reforça &#8220;a necessidade de mobilizar a comunidade acadêmica e científica, que pode atuar como defensora da regulamentação das práticas de disseminação de informações em plataformas digitais&#8221; – o que envolve a busca de modelos que imponham responsabilidade às empresas pela circulação de desinformação científica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inteligência artificial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Novos desafios surgem a cada dia. É o caso da inteligência artificial, ferramenta que pode colaborar tanto para a checagem de informações quanto para a propagação de informações falsas. Para os pesquisadores, é essencial &#8220;desenvolver estratégias que evitem a disseminação indiscriminada de dados gerados por IA e promover ferramentas para identificação e marcação de conteúdo gerado por máquinas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de fazer um panorama dos fatores que influenciam no avanço e compartilhamento desse tipo de informação falsa, o documento propõe recomendações para enfrentar o problema. Entram na lista a promoção da divulgação científica (como ampliar o acesso de estudantes a museus e treinar cientistas para comunicar seus estudos à imprensa); fortalecer a comunicação de universidades e demais instituições de pesquisa (com a criação de agências de notícias científicas especializadas); e investir em educação midiática e científica (com reforço do tema nos currículos educacionais).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras recomendações indicam a criação de linhas de pesquisa para o enfrentamento à desinformação; desenvolver um plano de ação midiática (com apoio ao jornalismo científico e a verificadores, por exemplo) e estabelecer redes especializadas contra a desinformação (o que inclui a defesa da regulamentação de plataformas que lucram com a desinformação), entre outros pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente recomendou que o enfrentamento à desinformação não se dá sem ser através da educação, preparando os cidadãos para uma educação científica, evitando que eles cometam equívocos pelo desconhecimento do próprio processo de se fazer ciência”, afirmou Thaiane.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acentua também que não tem como enfrentar a desinformação científica sem reconhecer o papel que cada educador, enquanto instituições acadêmicas, tem na formação profissional desses cidadãos. “É uma responsabilidade da universidade em educar essa população”, acrescentou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Resultado de discussões</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Glaucius Oliva, vice-presidente regional São Paulo da ABC e professor do Instituto de Física de São Carlos da USP, destaca que o relatório é resultado das discussões de grupo de trabalho instituído em 2023 pela ABC sobre o tema. Ao todo, 19 especialistas em desinformação e divulgação científica, entre membros da ABC e convidados, participaram do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Chegar até este relatório foi uma jornada desafiadora e esclarecedora, impulsionada pela necessidade urgente de abordar a desinformação científica que permeia nossa sociedade. Ao explorar as diversas facetas desse fenômeno, desde a propagação de teorias da conspiração até a erosão da confiança nas instituições científicas, buscamos oferecer uma visão abrangente e soluções viáveis para enfrentar essa crise&#8221;, disse Oliva. Ele lembra que diferentes ações são recomendadas pelo documento, que traz ainda um glossário dos principais termos ligados à desinformação científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Espero que este trabalho contribua para o fortalecimento do pensamento crítico, da alfabetização científica e da valorização do conhecimento baseado em evidências, essenciais para o avanço da ciência e a proteção da saúde pública. Acreditar na ciência é acreditar no futuro, e é com esse espírito que compartilhamos estas reflexões e recomendações com o público em geral&#8221;, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, a academia, mais uma vez, tem papel fundamental nessa luta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Considero que nessa fase em que estamos vivendo de negacionismo como algo que contamina o Brasil e o mundo, eu acho que a academia mais uma vez está dando uma contribuição nessa luta de ideia que é necessário travar ainda mais porque felizmente retomamos a democracia. Um livro dessa natureza ajuda a difundir o resgate das evidências científicas se torne um novo normal que nunca deveria deixar de ter sido”, disse a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, que participou do evento de forma remota.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em 5 anos, 99% do conteúdo da internet será gerado por IA. E nós?</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/em-5-anos-99-do-conteudo-da-internet-sera-gerado-por-ia-e-nos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 16:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IA na Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Robês na internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Qual o futuro da internet com a proliferação de robôs e do uso de Inteligência Artificial na geração de conteúdo nas redes? A internet como foi criada já era. A rede para conectar e aproximar pessoas já está tomada pelos robôs. Eles geram 47,4% de todo o tráfego nas redes. Aqueles views, aqueles likes, até aquela paquera no&#160;Tinder&#160;ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e1cf91eb781a3b0bb3b7931f2cd56f62">Qual o futuro da internet com a proliferação de robôs e do uso de Inteligência Artificial na geração de conteúdo nas redes?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://revistaforum.com.br/temas/internet-105.html"><strong>internet </strong></a>como foi criada já era. A rede para conectar e aproximar pessoas já está tomada pelos <a href="http://xn--robs%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20site-7xf:revistaforum.com.br/"><strong>robôs</strong></a>. Eles geram 47,4% de todo o tráfego nas redes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqueles views, aqueles likes, até aquela paquera no&nbsp;<a href="http://tinder%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20site:revistaforum.com.br/"><strong>Tinder&nbsp;</strong></a>ou no Instagram, pode não ser quem você está pensando. Não um humano fingindo-se outro. Mas um robô, criado para varrer a internet em busca de dados para alimentarem os algoritmos de seus contratantes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>&#8220;E o pior, 30% são robôs maliciosos, atuando com a intenção de copiar informações ou fazer ataques. Vários são capazes de imitar o humano, se tornando indetectáveis. Enquanto isso, o acesso realmente humano cai a cada ano. De 2021 a 2022, a queda foi de 5,1%. Se a tendência continuar, em breve a internet será terra de ninguém, ou melhor, terra de robôs&#8221; segundo o&nbsp;diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, Ronaldo Lemos, na Folha.</em></strong></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A circulação de robôs está tão intensa nas redes, que interfere nos resultados dos sites de busca. O Google busca forma de neutralizá-los. Internautas também. Muitos acrescentam em suas pesquisas o comando &#8220;Before: 2023&#8221;, para conseguir resultados anteriores a 2023, quando a influência dos robôs com conteúdos feitos com <a href="https://revistaforum.com.br/temas/inteligncia-artificial-22354.html"><strong>Inteligência Artificial </strong></a>era menor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Índia, foi feita uma pesquisa entre pessoas que frequentam sites de relacionamento, tipo Tinder. 77% delas descobriram que estavam conversando com um perfil criado por IA, inclusive nas fotos. Imagine a decepção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comércio adotou de vez os robôs para seu primeiro contato com os consumidores nas redes. É o famoso &#8220;tecle 1, tecle 2, tecle 3&#8221;, hoje ultrapassado, que desempregou muita gente de carne e osso nos atendimentos de telemarketing.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje as centrais de atendimento estão tomadas por robôs, que conversam com o consumidor por texto (chatbot), por voz (voice bots) ou por avatares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já nos habituamos a essa nova rotina e hoje falamos com a Lu da Magalu, que tem quase 7 milhões de seguidores no Instagram, ou com a Bia do Bradesco, quase que com naturalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse relacionamento, o ser humano é escanteado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, se já está ruim, a notícia que vem da Dinamarca é pior.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Um estudo do Instituto de Estudos do Futuro de Copenhague prevê que 99% do conteúdo que será postado na internet em 5 anos será gerado por inteligência artificial.</em></strong></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Seremos apenas 1% da rede em pouco tempo falando com 99% de conteúdo gerado por IA.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que mundo essa falta de comunicação entre humanos na internet nos trará?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos de novo nos encontrar nas ruas, praças, conversar olhos nos olhos, como uma vez há muito tempo foi?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como será o tempo futuro, quando acharemos um absurdo que pessoas perdessem grande parte de seu tempo postando nas redes sociais, num tempo em que elas só terão robôs?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o que será que eles, robôs, estarão fazendo entre si?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez alguns de nós façamos parte do 1% que ainda resistirá representando a espécie humana nessa selva de IA. Nossos gladiadores do futuro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo indica 3 tendências para o mercado de trabalho em 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/estudo-indica-3-tendencias-para-o-mercado-de-trabalho-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2024 13:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório feito por empresa de divulgação de vagas de emprego, reúne dados que indicam os fatores que impactarão o mercado em 2024, e cita inflação e uso de Inteligência Artificial Segundo o relatório divulgado pela Indeed, empresa de divulgação de vagas de emprego, existe uma tendência para o mercado de trabalho no ano de 2024, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-162f38742633ff71fb9f65a1895d9941">Relatório feito por empresa de divulgação de vagas de emprego, reúne dados que indicam os fatores que impactarão o mercado em 2024, e cita inflação e uso de Inteligência Artificial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório divulgado pela Indeed, empresa de divulgação de vagas de emprego, existe uma tendência para o mercado de trabalho no ano de 2024, que está muito atrelado ao surgimento e avanço da tecnologia das Inteligências Artificiais (IA). Além da IA, o estudo também levou em conta a oferta e demanda de vagas no mercado e as mudanças de inflação e salário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa indica que tanto os profissionais quanto os empregadores, precisam estar prontos para enfrentar um cenário de alta concorrência. Com base nesses dados, a pesquisa feita pela Hiring Lab da divisão de pesquisa da Indeed, chegou a 3 tendências para o mercado de trabalho em 2024.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais trabalhadores em idade ativa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo indicou que em 2024 mais trabalhadores em idade ativa, entre 25 e 54 anos, serão requeridos no mercado visando compensar o envelhecimento da população. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2010 até 2022, a idade média do brasileiro aumentou em 6 anos, chegando a 35, enquanto o índice de envelhecimento atingiu os 55,2, bem maior que a marca de 2010, que era de 30,7.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse envelhecimento populacional é um dos fatores responsáveis por alterar a taxa de participação no mercado. Trata-se de um movimento já observado nos Estados Unidos, mas que também pode ser projetado no contexto brasileiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais benefícios para trabalhadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório, o aumento dos salários no mercado brasileiro deve continuar em desaceleração, contudo ele não pode ficar abaixo da inflação, já que trabalhadores perderiam poder aquisitivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa cita o fenômeno que ficou conhecido como “Grande Renúncia”, momento em que houve um grande volume de pedidos de demissão voluntárias, e pontua que esse momento já ficou para trás. Porém, apesar das taxa de demissão voluntárias terem voltado ao normal, ainda há pessoas que estão deixando os seus empregos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste cenário de demissões voluntárias, uma forma de atrair trabalhadores é por meio de benefícios. Se empresas realmente querem manter seus funcionários, será necessário investir em algo que vá além do básico, oferecendo vantagens que impactam na qualidade de vida, como modelo de trabalho flexível e o bem-estar dos empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">IA no ambiente de trabalho</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns profissionais já incluíram o uso de Inteligências Artificias (IAs) na sua rotina de trabalho, segundo a pesquisa Indeed, este recurso será cada vez mais comum em 2024. A praticidade que essa tecnologia oferece tem capacidade de estimular a produtividade dos funcionários e, consequentemente, das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a empresa de vagas é improvável que ocorra a substituição de profissionais do mercado pelas IAs, já que o elemento humano” é insubstituível.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IA é a habilidade tecnológica mais buscada pelo mercado de trabalho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ia-e-a-habilidade-tecnologica-mais-buscada-pelo-mercado-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 07:42:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[vagas de emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Os salários na área podem chegar a R$ 40 mil Um estudo da Cortex, plataforma de inteligência de vendas B2B, revelou que a Inteligência Artificial é a habilidade tecnológica mais buscada pelas empresas no mercado de trabalho. Machine Learning e Internet das Coisas completam o ‘top 3’. O estudo foi realizado a partir da análise [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b5164d4ebd9fab1fe45f1db2142fe82e">Os salários na área podem chegar a R$ 40 mil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo da Cortex, plataforma de inteligência de vendas B2B, revelou que a <strong>Inteligência Artificial</strong> é a habilidade tecnológica mais buscada pelas empresas no mercado de trabalho. Machine Learning e Internet das Coisas completam o ‘top 3’.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi realizado a partir da análise de três milhões de vagas de emprego divulgadas entre março e junho nos principais portais do Brasil, das quais 34.324 estão relacionadas à Inteligência Artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro, um alerta do FMI revelou que o uso das ferramentas de Inteligência Artificial pode afetar até 40% dos empregos atualmente existentes no mundo. Nos países emergentes, como o Brasil, cerca de 40% dos empregos devem ser afetados pela IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O FMI alerta, ainda, que o uso de IA pode aumentar a agitação social. Desde a ascensão do ChatGPT, o uso das ferramentas de Inteligência Artificial passou a fazer parte das discussões do Fórum Econômico de Davos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja algumas das habilidades tecnológicas mais buscadas pelas empresas no mercado de trabalho:</h4>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>>></strong> <strong>Inteligência Artificial</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vagas:</strong> 21.864</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Média salarial:</strong> R$ 5.186,71</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Salário máximo: </strong>R$ 40.000,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cargos com mais vagas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cientista de Dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvedor Full-Stack.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assistente de Operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Designer Gráfico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gestor de Projetos.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>>></strong> <strong>Machine Learning (Aprendizado de Máquina)</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vagas:</strong> 4.430</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Média salarial:</strong> R$ 8.268,51</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Salário máximo:</strong> R$ 23.750,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cargos com mais vagas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cientista de Dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Engenheiro de Dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gestor de Projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Machine Learning Developer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Machine Learning Engineer.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>>></strong> <strong>Internet das Coisas</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vagas:</strong> 2.179</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Média salarial:</strong> R$ 6.388,77</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Salário máximo:</strong> R$ 28.800,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cargos com mais vagas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Kubernetes Engineering Manager.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Engagement Pmo Manager.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Engineering Manager.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bootloader &amp; System Engineer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Analista de Marketing Digital.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>>></strong> <strong>Data Science (Ciência de Dados)</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vagas: 2.070</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Média salarial:</strong> R$ 7.529,04</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Salário máximo:</strong> R$ 21.500,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cargos com mais vagas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cientista de Dados Sênior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marketing Analyst.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Data Analyst.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Business Analyst.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Statistical Analyst.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>>></strong> <strong>Chatbot</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vagas:</strong> 907</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Média salarial:</strong> R$ 4.392,81</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Salário máximo:</strong> R$ 17.500,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cargos com mais vagas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Chatbot.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Analista de Marketing.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atendente Sac.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atendimento Ao Cliente – Sucesso Do Cliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Auxiliar Administrativo.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>>></strong> <strong>Deep Learning (Aprendizagem Profunda)</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vagas:</strong> 468</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Média salarial:</strong> R$ 10.162,51</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Salário máximo:</strong> R$ 21.500,00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cargos com mais vagas:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cientista de Dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Engenheiro de Dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Analista de Sistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvedor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Analista de Sistemas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER - MIGUEL NICOLELIS - Programa 20 Minutos" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/pb4b4_MlNwo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inteligência Artificial deve afetar 40% dos empregos no mundo, segundo FMI</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/inteligencia-artificial-deve-afetar-40-dos-empregos-no-mundo-segundo-fmi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 11:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Forum de Davos FMI]]></category>
		<category><![CDATA[IA destruirá 40%]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=52295</guid>

					<description><![CDATA[Fórum Econômico Mundial (WEF) que começou ontem (segunda-feira, 15), na Suíça, deve discutir o tema O uso das ferramentas de Inteligência Artificial pode afetar&#160;até 40% dos empregos atualmente existentes no mundo. O alerta é do Fundo Monetário Internacional (FMI), que apontou para o aumento da desigualdade com a tendência. O Fórum Econômico Mundial (WEF), em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1ca3ba3bdaab2abd37effd5deaba3a6a">Fórum Econômico Mundial (WEF) que começou ontem (segunda-feira, 15), na Suíça, deve discutir o tema</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso das ferramentas de Inteligência Artificial pode afetar&nbsp;<strong>até 40% dos empregos atualmente existentes no mundo</strong>. O alerta é do Fundo Monetário Internacional (FMI), que apontou para o aumento da desigualdade com a tendência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fórum Econômico Mundial (WEF), em Davos, na Suíça, que começa hoje, segunda-feira (15), deve discutir o tema. A chefe do FMI, Kristalina Georgieva, publicou um pedido para que&nbsp;<strong>redes de segurança social e programas de reciclagem sejam oferecidos pelos governos para conter o impacto da IA</strong>. A informação é da&nbsp;<em>CNN Brasil</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Na maioria dos cenários, a IA provavelmente piorará a desigualdade geral, uma tendência preocupante que os formuladores de políticas devem abordar proativamente para evitar que a tecnologia estimule ainda mais as tensões sociais”, escreveu, em publicação no último domingo (14).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Georgieva, ainda, as mudanças devem ser mais sentidas nas economias mais desenvolvidas, em comparação às emergentes. Nos países mais ricos, até 60% dos empregos podem ser afetados pela IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Nos casos mais extremos, alguns desses empregos podem desaparecer”, disse a chefe do FMI.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">O CASO DO BRASIL</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nos países emergentes, como o Brasil, cerca de&nbsp;<strong>40% dos empregos devem ser afetados</strong>&nbsp;pela Inteligência Artificial. Nos países mais pobres, as ferramentas devem atingir&nbsp;<strong>26% dos empregos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Muitos desses países não têm infraestrutura ou mão de obra qualificada para aproveitar os benefícios da IA, aumentando o risco de que, com o tempo, a tecnologia possa piorar a desigualdade”, salientou Georgieva.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O FMI alerta, ainda, que o uso de IA pode aumentar a agitação social. Desde a ascensão do ChatGPT, o uso das ferramentas de Inteligência Artificial passou a fazer parte das discussões do Fórum Econômico de Davos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“A IA transformará a economia global…Vamos garantir que ela beneficie a humanidade”, escreveu a chefe do FMI.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plataformas digitais espionam cidadãos mais que governos, diz Chelsea Manning</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/plataformas-digitais-espionam-cidadaos-mais-que-governos-diz-chelsea-manning/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 11:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Espionagem digital]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[violação de dados]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-militar presa em 2010 por revelar crimes dos Estados Unidos ao Wikileaks mostra que a regulação é um meio de se proteger das plataformas digitais A facilidade com que se espiona dados privados de cidadãos de todo o mundo, hoje, supera qualquer vigilância que governos faziam, até então. Foi a avaliação da ex-militar Chelsea&#160;Manning, à&#160;Folha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Ex-militar presa em 2010 por revelar crimes dos Estados Unidos ao Wikileaks mostra que a regulação é um meio de se proteger das plataformas digitais</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A facilidade com que se espiona dados privados de cidadãos de todo o mundo, hoje, supera qualquer vigilância que governos faziam, até então. Foi a avaliação da ex-militar Chelsea&nbsp;Manning, à&nbsp;<em>Folha de S. Paulo</em>, durante o congresso de tecnologia Web Summit Rio. Ela afirma que os ataques do Google ao Projeto de Lei de combate às Fake News no Brasil demonstram o poder dessas empresas de tecnologia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As plataformas digitais abusam de dados em massa da internet para construir esquemas de publicidade e manter os usuários nas redes sociais, segundo&nbsp;a ex-militar. “As corporações estão no topo da hierarquia de vigilância”, afirma. De acordo com a entrevista, há formas individuais de se proteger de vigilância, mas o abuso dos dados privados pelas mídias sociais é algo que só a regulação pelos países pode minimizar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chelsea diz que os governos também se beneficiam desses dados colhidos pelas Big Techs. “Os governos também podem se aproveitar dessas corporações para conseguir dados sem realizar uma busca diligente”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“</strong>Eles obtêm dados em massa, sugando esses dados da internet para usar dentro de seus termos e condições, construindo seus algoritmos ou ferramentas, esquemas de publicidade e para aumentar o tempo de visualização”, explicou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ativista digital</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Chelsea, 35 anos, ficou conhecida por vazar segredos criminosos do Departamento de Defesa dos&nbsp;Estados Unidos&nbsp;ao&nbsp;Wikileaks. Ela foi presa em 2010 e depois condenada, em 2013, a 35 anos por traição pela atuação como&nbsp;informante&nbsp;do Wikileaks e ativista digital. O ex-presidente dos EUA&nbsp;Barack&nbsp;Obama&nbsp;suspendeu a pena em 2017, mas a Justiça norte-americana ordenou a prisão da ex-militar outra vez em 2019, quando ela se recusou a prestar depoimento contra&nbsp;Julian&nbsp;Assange, fundador do WikiLeaks. Desde 2020, ela está livre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consultora de segurança da Nym Technologies —um projeto que oferece navegação na internet de difícil rastreio—, Chelsea criticou o&nbsp;Google&nbsp;na disputa pela regulação das plataformas digitais no Brasil como propaganda disfarçada de conteúdo editorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas, de acordo com ela, precisam ceder à vigilância das grandes empresas de tecnologia, sob pena de serem excluídas da vida digital. “Esse é o sistema que construímos, liderado pelo&nbsp;Vale do Silício&nbsp;e seguido, agora, por corporações chinesas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como se proteger?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos urgentemente de ferramentas para enfrentar o problema da coleta de dados por grandes empresas do Vale do Silício”, defende ela, que acredita que os mecanismos de segurança estão aumentando, e podem ser utilizados pelos usuários comuns. Na opinião dela, após a pandemia, as pessoas passaram a usar ferramentas como Zoom e outras de trabalho remoto acreditando que estão com a privacidade protegida. “Esta centralização nos obriga a renunciar às nossas informações, uma situação que precisamos evitar no futuro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta Nym funciona como um VPN ou Tor, navegadores que não deixam rastros, protegendo conexões entre dois pontos na internet. Processos que protegem contra quem promove vigilância ao redor do globo e fornece uma camada adicional de segurança e proteção contra a censura. “Grandes empresas e governos podem promover devassas contra a privacidade, mas ferramentas como o Nym ajudam a manter a segurança, especialmente para aqueles que precisam de uma camada extra de proteção”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora essa ferramenta reduza a velocidade de navegação, ela garante a reputação de quem navega, pondo em quarentena os mal-intencionados. Chelsea também sugere o uso de ferramentas como o Signal, onde você não precisa saber nada sobre criptografia para usá-lo, e incorporar a criptografia à infraestrutura da internet por padrão. “Dessa forma, não precisamos escolher”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pagando o uso com dados privados</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Como várias formas de comunicação passaram a ser criptografadas, a coleta de dados acaba ocorrendo por meio dessas empresas a quem o próprio usuário entrega os dados, aceitando suas regras de privacidade. Esses dados não funcionam apenas como estatística, mas também como predição de comportamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela compreende que o público está ciente, “mas sente que não tem escolha a não ser participar”. “Como pesquisadora de segurança com 20 anos de experiência, avalio que esse é um grande desafio”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inteligência Artificial e fake news</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Chelsea também avalia que, muito rapidamente, vai ficar cada vez mais caro identificar informações verificáveis. “Ser capaz de verificar e autenticar sua informação é o que realmente lhe confere poder”, diz ela, sobre um momento em que é muito barato produzir desinformação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como verificamos se o que estamos vendo é um vídeo real? Como sabemos que uma conversa é real com os vídeos falsos gerados por inteligência artificial. Não é preciso muito para convencer as pessoas, os seres humanos são muito ruins em discernir a realidade da ficção”, diz ela, apontando também os limites éticos ultrapassados pela Inteligência Artificial acessível a qualquer usuário.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há muitos modelos de linguagem de IA, com possibilidade de utilização ética, mas ela acredita que o debate sobre o assunto não tem seguido um rumo seguro, há muitos anos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inteligência Artificial pode ser risco à humanidade. Carta pede pausa nos experimentos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/inteligencia-artificial-pode-ser-risco-a-humanidade-carta-pede-pausa-nos-experimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 12:44:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidado com robôs]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[IA é prejudicial?]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Cientistas, empresários, historiadores, entre outros pedem pausa de, no mínimo, seis meses para desenvolvedores de Inteligência Artificial O instituto&#160;Future of Life&#160;(futuro da vida, em livre tradução)&#160;publicou uma carta&#160;pedindo uma “pausa” nos experimentos com Inteligência Artificial (IA) no mundo. O documento aponta “profundos riscos para a sociedade e para a humanidade”. Os signatários argumentam que a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Cientistas, empresários, historiadores, entre outros pedem pausa de, no mínimo, seis meses para desenvolvedores de Inteligência Artificial</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O instituto&nbsp;<em>Future of Life</em>&nbsp;(futuro da vida, em livre tradução)&nbsp;<a href="https://futureoflife.org/open-letter/pause-giant-ai-experiments/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicou uma carta</a>&nbsp;pedindo uma “pausa” nos experimentos com Inteligência Artificial (IA) no mundo. O documento aponta “profundos riscos para a sociedade e para a humanidade”. Os signatários argumentam que a IA apresenta “uma mudança profunda na história da vida na Terra”. Por isso, defendem maior análise e planejamento sobre os instrumentos. O objetivo é evitar grandes tragédias de escala global graças a essa “corrida desenfreada”. Entre os preocupados está o bilionário polêmico Elon Musk; o que provoca reflexões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, o documento pede uma trégua de, no mínimo, seis meses para os desenvolvedores. Entre os mais de mil signatários, muitos têm grande relevância no cenário científico e econômico. Nomes como o cofundador e responsável pela parte tecnológica no início da Apple, Steve Wozniak; o historiador Yuval Noah Hariri, autor de best sellers como&nbsp;<em>Sapiens: Uma breve história da humanidade</em>; engenheiros e executivos de empresas como Microsoft; acadêmicos de renome internacional como Yoshua Bengio (Universidade de Berkley, nos EUA); e até mesmo o CEO da Tesla, do Twitter e da SpaceX, Elon Musk.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fator Musk</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Musk é visto por muitos como um vilão digno das histórias de Hollywood. Além de suas empreitadas megalomaníacas que vão de lança-chamas a túneis inócuos para seus carros elétricos, o bilionário chegou a incentivar golpes de Estado em países latinos para garantir a grande demanda de sua empresa por lítio. O metal é matéria-prima para bateria dos carros da Tesla. Então, sua presença neste rol de preocupados com o futuro da humanidade estranha. Contudo, não é a primeira vez que ele mostra “preocupação” com o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empresário, filho de mineradores de esmeraldas na África do Sul, é grande investidor de empresas como a OpenAI, criadora da IA mais <em>hype</em> do momento, o ChatGPT. Além disso, Musk possui laços, ainda que não explícitos, com liberais de extrema direita nos Estados Unidos. E é abertamente contrário a regulamentações do Estado. Ao comprar o Twitter, adotou uma série de medidas para garantir que estes grupos destilassem o ódio em nome de “liberdade de expressão”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, com a IA não é bem assim. Ainda em 2017, em uma entrevista coletiva, Musk defendeu duramente a regulamentação estatal da IA. Ele apresentou a tecnologia, à época, como “o maior risco para a existência da nossa civilização”. “Ela (a IA) pode começar uma guerra ao publicar notícias falsas e invadindo contas de e-mails, fabricando <em>press releases</em>, tudo isso só manipulando informação. A caneta é mais poderosa que a espada”, argumentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inteligência Artificial sem ética</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia que está por trás da IA é baseada em um número gigantesco de informações (<em>big data</em>). Ela ainda utiliza algoritmos potentes (assim como as redes sociais), para organizar informações. Então, também é capaz de aprender, a partir de mecanismos de redes neurais profundas (<em>deep learning</em>). Na prática, a partir de um comando humano, a máquina consegue mimetizar comportamentos, criar ações de larga escala e, até mesmo, imitar humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É essencial entender, contudo, que nenhum destes mecanismos possui vontades, paixões, humores ou ética. Qualidades intrínsecas do ser humano. Este é justamente um dos maiores riscos. Não existe, na produção de conteúdo pela IA, compromisso com a verdade, por exemplo. Entretanto, nada impede que ela execute mentiras em massa a partir de um comando que respeita uma agenda obscura. “Sistemas de IA estão se tornando competitivos com humanos em atividades gerais. Precisamos nos questionar: devemos permitir que máquinas inundem nossos canais de informação com propagandas e mentiras”, questiona a carta do<em>&nbsp;Future of Life</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos profundos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Musk prefere uma abordagem mais alarmista. “Até que as pessoas não vejam robôs matando gente na rua não se entenderão os perigos da inteligência artificial.” O documento, por sua vez, apresenta problemas mais imediatos, sem abandonar a questão futura, uma vez que os avanços devem ser velozes. Os impactos podem ser alarmantes, por exemplo, no mercado de trabalho. É possível, rapidamente, uma extinção em massa de funções humanas; das mais básicas às especializadas e bem remuneradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Devemos automatizar todos os trabalhos, incluindo os intelectuais? É certo desenvolver mentes não humanas que, eventualmente, em maior número e com maior inteligência, substituirão e nos tornarão obsoletos? Devemos colocar em risco o controle da nossa civilização?”, questiona o documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, a carta sentencia que “sistemas poderosos de IA só devem ser desenvolvidos uma vez que tenhamos confiança que seus efeitos serão positivos e que os riscos serão controláveis”. O fato é que as tecnologias de IA vieram para ficar. São disruptivas e apresentam uma mudança de panorama de difícil compreensão, apesar dos exercícios de futurologia. Um dos grandes nomes da área no Brasil, a cientista Dora Kaufman, da PUC-SP, vê a IA como algo profundamente transformador. “A IA difere de outras tecnologias. Ela reconfigura a lógica e funcionamento da sociedade.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tecnologia maximiza a lucratividade dos bancos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tecnologia-maximiza-a-lucratividade-dos-bancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agências Bancárias]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto demitem milhares de pais e mães de famílias e fecham agências em todo o país, os bancos investem pesado na automatização, com softwares poderosos. O objetivo? Economizar com mão de obra, transferir os serviços aos clientes para aumentar ainda mais os lucros. Em 2018, o investimento em tecnologia &#8211; principalmente inteligência artificial &#8211; chegou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto demitem milhares de pais e mães de famílias e fecham agências em todo o país, os bancos investem pesado na automatização, com softwares poderosos. O objetivo? Economizar com mão de obra, transferir os serviços aos clientes para aumentar ainda mais os lucros.<br />
</p>
<p>Em 2018, o investimento em tecnologia &#8211; principalmente inteligência artificial &#8211; chegou em R$ 19,6 bilhões, alta de 3% na comparação com 2017. Destaque para o software, R$ 10,1 bilhões. Já as agências físicas fazem o caminho inverso. No período, houve redução de 200 unidades, totalizando 21,6 mil em todo território nacional. Os dados incluem ainda as agências digitais.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.facebook.com/santosbancarios/" target="_blank">&gt;&gt;&gt; Curta o Sindicato no Facebook</a></p>
<p> </p>
<p>O quadro de pessoal também despenca, ao contrário da carteira de clientes. Na década de 90, as empresas tinham quase 1 milhão de empregados. Hoje são pouco menos de 500 mil. O redirecionamento do investimento para a tecnologia e a queda brusca no número de bancários comprometem o atendimento humanizado e muita gente, atraída pela falsa facilidade, migra para outros meios nem sempre seguros.</p>
<p> </p>
<p>No ano passado, foram abertas 2,5 milhões de contas por meio do celular. No período, foram realizados 2,5 bilhões de pagamentos de contas e transferências.</p>
<p> </p>
<p>Os dados da Febraban (Federação Brasileiros dos Bancos) apontam que para cada 10 transações bancárias realizadas no país, seis são feitas por meio do internet banking ou celular.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia<br />Escrito por: Imprensa SEEB Bahia</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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