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	<title>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Desemprego segue em seu menor patamar desde 2012</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 09:23:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Taxa apurada pelo IBGE fica em 5,6% no trimestre encerrado em setembro; população desocupada atingiu menor contingente desde 2012. A taxa de desemprego repetiu a menor média da série histórica iniciada em 2012 ao encerrar o trimestre fechado em setembro em 5,6%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Frente ao trimestre [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a5c7ff75c838f8ebde1174fff15cabf7">Taxa apurada pelo IBGE fica em 5,6% no trimestre encerrado em setembro; população desocupada atingiu menor contingente desde 2012.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego repetiu a menor média da série histórica iniciada em 2012 ao encerrar o trimestre fechado em setembro em 5,6%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Frente ao trimestre móvel de abril a junho (5,8%), a taxa recuou 0,2 ponto percentual (p.p.). Comparado ao trimestre encerrado em setembro de 2024 (6,4%), o indicador caiu 0,8 p.p.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, 6,045 milhões de pessoas estão desocupadas, o menor contingente apurado pela pesquisa desde 2012 e em queda de -3,3% (menos 209 mil pessoas) no trimestre e -11,8% (menos 809 mil pessoas) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O total de trabalhadores do país fiou estável, em 102,4 milhões, enquanto o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) ficou em 58,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada renovou seu recorde, chegando aos 39,229 milhões e mostrando estabilidade no trimestre. Na comparação anual, o contingente cresceu 2,7% (mais 1,0 milhão de pessoas). Já o número de empregados no setor público (12,8 milhões) ficou estável no trimestre e subiu 2,4% (mais 299 mil pessoas) no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Subutilização tem menor percentual da série histórica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o IBGE, a taxa composta de subutilização caiu para 13,9%, a menor da série histórica da PNAD Contínua, enquanto os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas recuaram para 4,535 milhões, o menor contingente desde o trimestre encerrado em abril de 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os trabalhadores informais, o total de empregados sem carteira no setor privado (13,5 milhões) ficou estável no trimestre e recuou 4% (menos 569 mil pessoas) no ano. Já o número de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) também ficou estável no trimestre e cresceu 4,1% (mais 1 milhão) no ano.</p>
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		<title>Mulheres em cargos de gerência e diretoria enfrentam disparidade salarial de R$ 3,3 mil mensais</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mulheres-em-cargos-de-gerencia-e-diretoria-enfrentam-disparidade-salarial-de-r-33-mil-mensais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 06:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados foram divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) As mulheres que ocupam cargos de direção e gerência no Brasil continuam enfrentando a disparidade salarial de gênero. Segundo um boletim especial do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado pela CNN Brasil neste sábado (8/3), Dia Internacional da Mulher, as [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-095011a9ed805ffb06e7bb49df858e3c">Dados foram divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres que ocupam cargos de direção e gerência no Brasil continuam enfrentando a disparidade salarial de gênero. Segundo um boletim especial do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado pela CNN Brasil neste sábado (8/3), <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/8m-ato-regional-do-dia-internacional-de-luta-das-mulheres-trabalhadoras-acontece-neste-sabado/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/8m-ato-regional-do-dia-internacional-de-luta-das-mulheres-trabalhadoras-acontece-neste-sabado/">Dia Internacional da Mulher</a>, as diretoras e gerentes receberam, em média, R$ 6.798 por mês, enquanto os homens que desempenham as mesmas funções ganharam R$ 10.126. A diferença mensal de R$ 3.328 se traduz em um impacto expressivo no longo prazo: ao fim de um ano, as mulheres nesses cargos deixam de ganhar cerca de R$ 40 mil em comparação aos seus colegas do sexo masculino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa, baseada em dados do 3º trimestre de 2024 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que a desigualdade salarial não se restringe às posições de liderança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas camadas de menor remuneração, a disparidade também é evidente: 37% das mulheres que trabalham no Brasil recebem até um salário mínimo, contra 27% dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo aponta ainda que o rendimento médio real mensal das mulheres é de R$ 2.697, enquanto o dos homens alcança R$ 3.459. Mesmo entre profissionais com nível superior, a diferença persiste. As trabalhadoras com diploma universitário ganham, em média, R$ 4.885, o que representa R$ 2.899 a menos do que os homens com o mesmo grau de escolaridade, que recebem R$ 7.784.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade salarial identificada pelo levantamento abrange empresas de diferentes portes e setores, desde pequenos estabelecimentos comerciais até grandes corporações e multinacionais. Além disso, a análise contempla todo o território nacional, incluindo capitais, cidades do interior e zonas rurais.</p>
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		<title>Efeito Lula: PIB oficial de 2024 é divulgado com alta histórica</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/efeito-lula-pib-oficial-de-2024-e-divulgado-com-alta-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 07:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Indústria puxa &#8220;PIBão&#8221; do Brasil, que registra o segundo maior crescimento desde 2011 Nesta sexta-feira (7/3), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anuncia oficialmente o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2024: O Brasil cresceu 3,4%. É o melhor resultado desde 2021 (ano de repique do crescimento por conta da queda de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f4c18278ceb6f57ad9e59e5f18891189">Indústria puxa &#8220;PIBão&#8221; do Brasil, que registra o segundo maior crescimento desde 2011</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta sexta-feira (7/3), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anuncia oficialmente o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2024: O Brasil cresceu 3,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o melhor resultado desde 2021 (ano de repique do crescimento por conta da queda de 2020, ligada à pandemia de coronavírus) e o segundo melhor desde 2011 (4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Produto Interno Bruto (PIB) do país apresentou variação positiva de 0,2% no quarto trimestre de 2024 contra o terceiro e encerrou o ano com crescimento de 3,4%, totalizando R$ 11,7 trilhões”, destacou o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço foi impulsionado pelo vigor da indústria nacional e pela robustez do setor de serviços, setores que se tornaram os pilares da retomada econômica sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para o consumo das famílias tivemos uma conjunção positiva, como os programas de transferência de renda do governo, a continuação da melhoria do mercado de trabalho e os juros que foram, em média, mais baixos que em 2023”, afirma Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O destaque ficou por conta do setor industrial, que registrou crescimento de 3,3% ao ano, segundo o IPEA, impulsionado por políticas de incentivo à manufatura verde do programa Mover programas de reindustrialização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado chegou a prever um crescimento de 1,59% para a economia brasileira em 2024, resultado que foi quase duplicado pelo governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB reflete também o aumento da massa salarial, que fez com que a renda dos brasileiros e o nível de emprego crescesse ao redor do país</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço econômico, com enfoque no setor produtivo, foi conquistado mesmo com taxas de juro altas impostas pelo Banco Central desde 2023. O Brasil é praticante de uma das taxas de juro real mais altas do planeta.</p>
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		<title>Setor de serviços cresce 3,1% em 2024, mostra IBGE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/setor-de-servicos-cresce-31-em-2024-mostra-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 09:50:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quatro dos cinco setores analisados tiveram desempenho positivo O setor de serviços fechou o ano de 2024 com crescimento acumulado de 3,1%, completando o quarto ano consecutivo de taxas positivas, um feito inédito na série histórica, iniciada em 2012. Entre 2021 e 2024, a alta acumulada chegou a 27,4%. O resultado do ano passado também [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d1642329271fc8a5d2e0433a793326cf">Quatro dos cinco setores analisados tiveram desempenho positivo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O setor de serviços fechou o ano de 2024 com crescimento acumulado de 3,1%, completando o quarto ano consecutivo de taxas positivas, um feito inédito na série histórica, iniciada em 2012. Entre 2021 e 2024, a alta acumulada chegou a 27,4%. O resultado do ano passado também superou o de 2023, que ficou em 2,9%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (12) pela Pesquisa Mensal de Serviços, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No resultado anual de 2024, quatro dos cinco setores tiveram desempenho positivo. Os maiores destaques foram os serviços de informação e comunicação e os serviços profissionais, administrativos e complementares: ambos cresceram 6,2%. Já os serviços prestados às famílias tiveram incremento de 4,4% e os outros serviços avançaram 1,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O único setor com resultado negativo foi o dos transportes, com queda de -0,7%. De acordo com o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, isso se deve principalmente à diminuição da receita obtida pelo transporte rodoviário de cargas, impactado pela menor safra colhida no ano passado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dezembro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No último mês do ano, o volume de serviços no Brasil recuou 0,5%, o segundo resultado negativo consecutivo, acumulando perda de 1,9%. Rodrigo Lobo lembra que esses dois resultados vêm depois do recorde registrado em outubro, o que eleva a base de comparação. Com relação a dezembro de 2023, o resultado foi positivo em 2,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na passagem de novembro para dezembro, três das cinco atividades apresentaram retração. A maior delas foi observada na categoria outros serviços, que caiu -4,2%, por causa principalmente do mau desempenho dos serviços financeiros auxiliares. Também tiveram recuo os serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,7%) e e as atividades de informação e comunicação (-0,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contraponto, os serviços prestados às famílias cresceram 0,8%, acumulando crescimento de 7,8% entre maio e dezembro de 2024. Os transportes tiveram discreta recuperação de 0,1%, depois de queda expressiva de 3,5% em novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com a queda mensal, o setor de serviços chegou ao último mês de 2024 em um patamar 15,6% acima do nível pré-pandemia, de fevereiro de 2020. Mas ainda se encontrava 1,9% abaixo do ponto mais alto da série histórica, registrado em outubro de 2024.</p>
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		<item>
		<title>Desemprego atinge menor nível desde 2012, aponta IBGE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-atinge-menor-nivel-desde-2012-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 08:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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		<category><![CDATA[governo Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice chegou a 6,2% no trimestre entre agosto e outubro O desemprego no Brasil atingiu 6,2% no trimestre encerrado em outubro, o menor nível desde 2012, quando começou a ser feito o levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram divulgados [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e357909b37b1dc6a3ff2fb5331a8a02a">Índice chegou a 6,2% no trimestre entre agosto e outubro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O desemprego no Brasil atingiu 6,2% no trimestre encerrado em outubro, o menor nível desde 2012, quando começou a ser feito o levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram divulgados na última sexta-feira (29/11). No trimestre anterior, que terminou em julho, a taxa foi de 6,8%. Já em outubro do ano passado, o índice era de 7,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de pessoas ocupadas também é recorde: são 103,6 milhões de pessoas, um aumento de 1,5% em relação ao trimestre entre maio e julho e 3,4% de alta na comparação com o período de agosto a outubro de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de pessoas desocupadas caiu para 6,8 milhões, uma redução de 591 mil pessoas (8%) em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o período entre agosto e outubro de 2023, a queda é de 17,2% (menos 1,4 milhão de pessoas). É o menor número de desocupados desde o fim de 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento real médio do trabalhador ficou em R$ 3.255, sem variação em relação ao trimestre anterior, mas com um aumento de 3,9% quando comparado ao mesmo mês do ano passado. A massa de rendimento real habitual somou R$ 332,6 bilhões, com um crescimento de 2,4% no trimestre (aumento de R$ 7,7 bilhões) e 7,7% no ano (acréscimo de R$ 23,6 bilhões).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Indicador de inflação para o mês de setembro fica abaixo do esperado</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/indicador-de-inflacao-para-o-mes-de-setembro-fica-abaixo-do-esperado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 08:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O indicador de inflação IPCA-15 ficou em 0,13%, abaixo das expectativas, apesar do aumento nas tarifas de energia O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado ontem (25/9), desacelerou na comparação com o mês agosto, que registrou taxa de 0,19%. Naquela ocasião, o indicador já ficou abaixo da expectativa do mercado, que [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-eb41e73ebef45cf3e835619061fb39fa">O indicador de inflação IPCA-15 ficou em 0,13%, abaixo das expectativas, apesar do aumento nas tarifas de energia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado ontem (25/9), desacelerou na comparação com o mês agosto, que registrou taxa de 0,19%. Naquela ocasião, o indicador já ficou abaixo da expectativa do mercado, que esperava 0,28%. Já neste mês de setembro, a inflação ficou em 0,13%, também abaixo das expectativas, apesar do aumento nas tarifas de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, com o resultado apurado em setembro, o índice acumulou alta de 4,12% em 12 meses, abaixo do patamar de 4,35% da divulgação anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é de 4,12%, abaixo dos 4,35% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,15%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação por grupo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Habitação (0,50% e 0,08 p.p). Já Alimentação e bebidas (0,05% e 0,01 p.p.), grupo de maior peso no índice, registrou aumento de preços após dois meses de queda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As demais variações ficaram entre o recuo de 0,08% de Transportes e o aumento de 0,32% em Saúde e Cuidados Pessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sete regiões analisadas tiveram alta em setembro. A maior variação foi observada em Salvador (0,35%), por conta da alta da gasolina (2,17%) e do gás de botijão (3,04%). Já o menor resultado foi em Recife (-0,37%), que registrou queda nos preços da gasolina (-4,51%) e da cebola (-31,80%).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancos preveem alta da Selic para 10,75% ao ano mesmo com inflação em baixa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bancos-preveem-alta-da-selic-para-1075-ao-ano-mesmo-com-inflacao-em-baixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 08:19:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Comitê do Banco Central vai divulgar nova taxa básica de juros na quarta-feira (18/9) O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (18/9) o patamar da taxa básica de juros da economia nacional, a Selic. A taxa está em 10,5% ao ano desde maio e, segundo economistas ligados a bancos, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9875fc08456f20710b5aba1ab0d0cddf">Comitê do Banco Central vai divulgar nova taxa básica de juros na quarta-feira (18/9)</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (18/9) o patamar da taxa básica de juros da economia nacional, a Selic. A taxa está em 10,5% ao ano desde maio e, segundo economistas ligados a bancos, deve subir 0,25 ponto percentual neste mês. Isso, apesar da inflação no país ter recuado em agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão dos bancos está registrada na última edição do Boletim Focus, divulgada na segunda-feira (16) pelo próprio BC. O boletim é elaborado semanalmente com base em expectativas enviadas por instituições financeiras sobre indicadores econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há duas semanas, os economistas de bancos estimam que a Selic vá fechar 2024 em 11,25% ao ano – 0,75 ponto acima do atual patamar. Parte dessa elevação é explicada por um temor de que a inflação no país cresça, em parte, por conta dos efeitos das secas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eventual alta da Selic ajudaria a conter o aumento de preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram, porém, que o Brasil na verdade registrou uma queda generalizada de preços em agosto. O Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 4,24% nos últimos 12 meses – está, portanto, dentro da meta estabelecida para 2024, de até 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a valorização do dólar arrefeceu nos últimos dias. A cotação da moeda dos Estados Unidos tende a cair ainda mais caso os juros da economia de lá caiam nesta semana, como preveem quase todos os economistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do cenário com bons índices, a alta da Selic é mesmo esperada. &#8220;Infelizmente, a expectativa é de confirmação do aumento de 0,25 ponto na Selic&#8221;, confirmou Weslley Cantelmo, economista e presidente do Instituto Economias e Planejamento. &#8220;Há uma pressão grande do mercado para aumento por conta do temor pela inflação.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A nossa previsão é que o Banco Central aumente a Selic em 0,25 ponto&#8221;, ratificou Miguel de Oliveira, economista e diretor-executivo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prós e contras</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Oliveira confirmou que há dados positivos sobre a economia que poderiam sustentar pelo menos uma manutenção dos juros. Para ele, contudo, o BC tende a considerar os riscos de não subir a Selic para tomar uma decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Temos alguns fatores que pressionam a inflação, e vão continuar pressionando: as queimadas e uma menor safra, por exemplo&#8221;, afirmou. &#8220;A energia elétrica vai subir mais forte nos próximos meses por queda da quantidade de água.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pedro Faria, também economista, confirma a tendência de aumento de preços por conta da seca e até de elevação da Selic já nesta reunião. Ele ressalta que a elevação dos juros não é a melhor forma de conter a inflação neste caso, já que a demanda da população por alimentos e por energia elétrica vai cair caso o preço suba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A meta de inflação pode ser ser estourada porque nós tivemos choques de oferta, mas o BC não tem que reagir com aumento de juros. Tem que admitir que não é da competência dele conter esses choques dentro de um certo limite. Eles precisam ser contidos de outras formas&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A maior parte da pressão inflacionária está em coisas que não podem ser afetadas pela taxa básica de juros&#8221;, ratificou Cantelmo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pressão por alta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Cantelmo disse que a redução da taxa básica de juros é necessária para a economia nacional. Sua queda favorece o investimento para o ganho de produtividade no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele reconhece que existe no Brasil uma pressão vinda do mercado financeiro para manutenção da Selic num alto patamar. Isso garante ganhos sem riscos a investidores que têm recursos disponíveis para aplicar em bancos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mercado não quer perder seu ganho e, por isso, a pressão pela alta dos juros&#8221;, disse ele.</p>
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		<title>Desemprego cai para 6,8% no trimestre encerrado em julho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-para-68-no-trimestre-encerrado-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 07:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de desocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[É a menor taxa para um trimestre fechado em julho desde 2012 A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, ficou em 6,8% no trimestre encerrado em julho deste ano, abaixo dos 7,9% do mesmo período em 2023. O indicador também foi inferior ao observado no trimestre encerrado em abril deste ano (7,5%). [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a6e2282311d75e120dbf6cefca5e3dda">É a menor taxa para um trimestre fechado em julho desde 2012</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, ficou em 6,8% no trimestre encerrado em julho deste ano, abaixo dos 7,9% do mesmo período em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O indicador também foi inferior ao observado no trimestre encerrado em abril deste ano (7,5%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, essa é a menor taxa para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Emprego</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A população desocupada, isto é, aquela que está buscando emprego, mas não consegue, ficou em 7,4 milhões de pessoas, o menor patamar para o período na série histórica. A desocupação caiu 9,5% em relação ao trimestre encerrado em abril (menos 783 mil desempregados) e 12,8% na comparação com julho de 2023 (menos 1,1 milhão de pessoas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a população ocupada atingiu 102 milhões de pessoas, o maior contingente para o período desde 2012, apresentando altas de 1,2% no trimestre (mais 1,2 milhão de trabalhadores) e 2,7% no ano (mais 2,7 milhões de pessoas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento real de todos os trabalhos (R$ 3.206) ficou estável no trimestre e cresceu 4,8% no ano, enquanto a massa de rendimento real habitual (R$ 322,4 bilhões) cresceu 1,9% (mais R$ 6 bilhões) no trimestre e 7,9% (mais R$ 27,5 bilhões) no ano.</p>
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		<title>Com alta de 1,2% em maio, comércio cresce pelo 5º mês seguido</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/com-alta-de-12-em-maio-comercio-cresce-pelo-5o-mes-seguido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 08:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[Setor atinge o ponto mais alto da série histórica do IBGE As vendas do comércio cresceram 1,2% em maio na comparação com abril, o que representa o quinto mês seguido de alta, fazendo o setor alcançar o maior volume da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em janeiro de 2000. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4907eef75688cbacc3bf5dd3a37ade1f">Setor atinge o ponto mais alto da série histórica do IBGE</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As vendas do comércio cresceram 1,2% em maio na comparação com abril, o que representa o quinto mês seguido de alta, fazendo o setor alcançar o maior volume da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em janeiro de 2000. Até então, o recorde era em abril. Com os resultados da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada nesta quinta-feira (11), o setor acumula expansão de 5,6% em 2024 e 3,4% nos últimos 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cinco das oito atividades pesquisadas ficaram no campo positivo em maio. A principal influência positiva veio de hiper e supermercados, que tiveram aumento nas vendas de 0,7%, marcando o segundo mês seguido de alta. Esse segmento responde por mais da metade (54,7%) do volume de vendas do comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, se destaca a atividade outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,6%). Também apresentaram evolução positiva as atividades de tecidos, vestuário e calçados (2,0%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gerente da pesquisa, Cristiano Santos, classifica o resultado como “bastante forte”. De acordo com pesquisador, fatores como aumento no nível de emprego, da massa salarial e concessão de crédito ajudam a explicar os resultados positivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficaram no campo negativo os segmentos móveis e eletrodomésticos (-1,2%), combustíveis e lubrificantes (-2,5%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-8,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No setor de combustíveis e lubrificantes, essa queda tem a ver com a diminuição de uma atividade de transporte no sul do país, em decorrência das enchentes”, explica Cristiano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Comparação anual</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com maio do ano passado, o comércio brasileiro apresentou alta de 8,1%. Essa alta foi disseminada por cinco das oito atividades: outros artigos de uso pessoal e doméstico (14,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (13,6%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (10,5%), móveis e eletrodomésticos (2,1%) e tecidos, vestuário e calçados (2,0%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As outras três atividades tiveram resultados negativos: livros, jornais, revistas e papelaria (-8,9%), combustíveis e lubrificantes (-3,2%) e equipamentos e material para escritório informática e comunicação (-0,2%).</p>
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		<title>Desemprego cai a 7,1%, menor nível desde 2014</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-a-71-menor-nivel-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2024 10:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice no trimestre encerrado em maio representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8% A taxa de desocupação no trimestre encerrado em maio ficou em 7,1%, alcançando o menor patamar para o período desde 2014. O índice de desemprego representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-bd6b9b2eb6bde43223dfb66ede9f7a9b">Índice no trimestre encerrado em maio representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8%</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desocupação no trimestre encerrado em maio ficou em 7,1%, alcançando o menor patamar para o período desde 2014. O índice de desemprego representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8%. Além disso, fica abaixo do nível registrado no mesmo período de 2023, quando era 8,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se comparados com todos os trimestres da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, iniciada em 2012, o indicador é o menor desde o período de três meses encerrado em janeiro de 2015. Na época, a taxa de desemprego ficou em 6,9%. O menor índice já registrado foi 6,6% no fim de 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados de desemprego foram divulgados nesta sexta-feira (28/6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento aponta que, em maio, a população desocupada – pessoas com 14 anos ou mais de idade que não tinham trabalho e procuravam emprego – era de 7,8 milhões. Isso representa uma diminuição de 751 mil pessoas em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2024 e de 1,2 milhão em comparação ao trimestre encerrado em maio de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pnad apura todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ocupados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A população ocupada chegou a 101,3 milhões de pessoas, um recorde da série histórica do IBGE. Esse contingente é 1,1 milhão superior ao do trimestre encerrado em fevereiro e 2,9 milhões acima do registrado no mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, “o crescimento contínuo da população ocupada tem sido impulsionado pela expansão dos empregados, tanto no segmento formal como informal. Isso mostra que diversas atividades econômicas vêm registrando tendência de aumento de seus contingentes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ilustrar a avaliação, o número de empregados com carteira assinada (38,3 milhões) foi recorde. “Esse recorde não acontece de uma hora para outra. É fruto de expansões a cada trimestre”, diz Adriana Beringuy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contingente de empregados sem carteira também foi o maior já registrado (13,7 milhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na passagem de três meses, se destacaram na criação de vagas os grupamentos de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (4,4%, ou mais 776 mil pessoas). Apresentaram redução os setores de transporte, armazenagem e correio (2,5%, ou menos 146 mil pessoas). Os demais grupamentos não tiveram variações significativas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recorde na massa salarial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento médio dos trabalhadores no trimestre encerrado em maio ficou em R$ 3.181, estável em relação ao trimestre anterior (R$ 3.161) e 5,6% maior na comparação anual. Esse valor é o mais alto já registrado para um trimestre encerrado em maio. Quando a comparação é geral, é o maior desde o outubro de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em 2020 havia rendimento elevado, mas com perda de população ocupada”, explica Adriana, se referindo ao período em que a economia sofria efeitos da pandemia, que forçaram o corte de postos de trabalho de menor remuneração e informais, principalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A massa de rendimentos, que é o total de renda que os trabalhadores recebem, atingiu o recorde de R$ 317,9 bilhões. Esse valor funciona como um combustível para movimentar a economia, seja com consumo ou poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de informalidade foi 38,6% da população ocupada, o que representa 39,1 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior o índice era de 38,7 % e, um ano atrás, de 38,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse grupamento informal inclui, principalmente, empregados sem carteira, empregador e trabalhador por conta própria sem CNPJ.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contribuição para a previdência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa do IBGE sobre desemprego revelou que o país alcançou recorde no número de trabalhadores com contribuição para a previdência social. Foram 66,171 milhões no trimestre encerrado em maio. Esse volume tem crescido seguidamente desde o início de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse dado representa que 65,3% dos trabalhadores contribuíram para a previdência no trimestre terminado em maio. O maior patamar registrado foi 66% no início de 2016.</p>
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