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	<title>Instituição Financeira &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Instituição Financeira &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Justiça condena instituição financeira em ação trabalhista bancária</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/justica-condena-instituicao-financeira-em-acao-trabalhista-bancaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 09:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça do Trabalho de SP reconhece rescisão indireta contra banco, em causa de R$ 2,76 mi, por condutas graves, e determina pagamento de verbas trabalhistas e indenizações. A controvérsia teve origem em alegações de descumprimento contratual reiterado por parte do empregador, incluindo acúmulo de funções, irregularidades na concessão de intervalos intrajornada e fracionamento indevido de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Justiça do Trabalho de SP reconhece rescisão indireta contra banco, em causa de R$ 2,76 mi, por condutas graves, e determina pagamento de verbas trabalhistas e indenizações.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia teve origem em alegações de descumprimento contratual reiterado por parte do empregador, incluindo acúmulo de funções, irregularidades na concessão de intervalos intrajornada e fracionamento indevido de férias. Contudo, o ponto central da demanda residiu nas denúncias de assédio moral, metas abusivas e, especialmente, na forma como a empresa lidou com episódio de abuso sexual e violência de gênero no ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No tocante ao assédio moral, restou comprovado que a trabalhadora era submetida a cobranças excessivas por metas, com exposição pública de rankings, pressão psicológica intensa e ameaças de transferência ou dispensa. Testemunhas confirmaram a prática de constrangimento perante colegas, o que levou o juízo a reconhecer abuso do poder diretivo, violação à dignidade da empregada e consequente dever de indenizar. A empresa foi condenada ao pagamento de R$ 15.000,00 a título de danos morais, valor atualizado conforme os critérios fixados na sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda mais grave foi o reconhecimento de falha empresarial diante de denúncia de abuso sexual. Ficou demonstrado que a trabalhadora não recebeu o devido acolhimento, tendo sido desacreditada, exposta a falas machistas e, inclusive, compelida a conviver com o agressor após o ocorrido. O gestor, segundo apurado, tentou minimizar a situação, deixou de adotar providências imediatas e permitiu o retorno do acusado ao mesmo ambiente de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão destacou que tal conduta configura omissão patronal e violação ao dever de garantir um ambiente laboral seguro e digno. Embora o agressor tenha sido posteriormente desligado após investigação interna, o juízo entendeu que a medida tardia não afastou a gravidade da omissão inicial. Diante disso, foi fixada indenização por danos morais no valor de R$ 75.000,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesse conjunto fático, a Justiça do Trabalho reconheceu a rescisão indireta do contrato, nos termos do art. 483 da CLT, equiparando a situação a uma dispensa sem justa causa por culpa do empregador. Foram deferidas à trabalhadora todas as verbas rescisórias correspondentes, incluindo saldo de salário, aviso prévio indenizado de 90 dias, 13º salário integral e proporcional, férias vencidas e proporcionais acrescidas de um terço, além de FGTS com multa de 40% e liberação das guias para saque e seguro-desemprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que se refere às férias, a sentença também reconheceu irregularidade no fracionamento imposto pela empresa. Embora a legislação admita o parcelamento, restou comprovado que não houve anuência da empregada, mas sim imposição da gestão. Assim, foi deferido o pagamento em dobro, acrescido de um terço, relativo aos períodos aquisitivos de 2019/2020 a 2022/2023. A decisão ainda determinou obrigações de fazer, como a baixa na CTPS e a entrega dos documentos necessários à efetivação dos direitos reconhecidos, sob pena de aplicação de multas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso evidencia a crescente atenção da Justiça do Trabalho à proteção da dignidade da pessoa trabalhadora, especialmente em situações que envolvem violência de gênero e assédio no ambiente corporativo. Reforça-se, assim, o entendimento de que o poder diretivo do empregador encontra limites nos direitos fundamentais do empregado, sendo inadmissível qualquer conduta que comprometa sua integridade física, psíquica ou moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença analisada representa importante precedente no sentido de responsabilizar empregadores não apenas por ações diretas, mas também por omissões diante de situações graves, consolidando o dever de promoção de um ambiente de trabalho seguro, saudável e respeitoso. O caso reforça a proteção legal da dignidade do trabalhador, evidenciando que o poder diretivo do empregador encontra limites nos direitos fundamentais do empregado. Condutas abusivas, assédio moral, machismo e omissão diante de violência sexual geram responsabilidade civil e trabalhista, consolidando o dever do empregador de garantir um ambiente de trabalho seguro, saudável e respeitoso.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça suas lutas. Sindicalize-se!</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Instituição financeira terá que indenizar por cancelar contratação já confirmada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/instituicao-financeira-tera-que-indenizar-por-cancelar-contratacao-ja-confirmada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 06:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artigo 422 do Código Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Cancelamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região]]></category>
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					<description><![CDATA[Candidato foi aprovado, mas empresa cancelou contratação. Um candidato que teve a admissão confirmada e, logo a seguir, cancelada pela empresa deve receber indenização por danos morais e materiais pela perda de uma chance. A decisão da 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) reformou parcialmente a sentença do juízo da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Candidato foi aprovado, mas empresa cancelou contratação.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um candidato que teve a admissão confirmada e, logo a seguir, cancelada pela empresa deve receber indenização por danos morais e materiais pela perda de uma chance. A decisão da 8ª Turma do <a href="https://www.trt4.jus.br/portais/trt4" data-type="link" data-id="https://www.trt4.jus.br/portais/trt4">Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região</a> (RS) reformou parcialmente a sentença do juízo da 3ª Vara do Trabalho de Passo Fundo (RS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do primeiro contato com a instituição financeira, o candidato enviou a documentação solicitada, incluindo certidão de antecedentes criminais, e conversou pessoalmente, duas vezes, com uma gerente e uma proprietária da empresa. Depois, teve a contratação confirmada. Quando aguardava a data do exame admissional, foi informado que a contratação havia sido cancelada pela matriz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na defesa, a empresa argumentou que apenas forneceu o e-mail para envio do currículo e que nada havia sido formalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo de primeiro grau deferiu a indenização de R$ 2,7 mil por danos morais. A indenização pela perda de uma chance, no entanto, não foi reconhecida. As partes recorreram.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Perda de uma chance</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator do caso no TRT-4, desembargador Marcelo José Ferlin D’Ambroso, a análise da prova documental, em especial as conversas de aplicativo de mensagens e a lista de documentos fornecidos, revela que a relação entre as partes ultrapassou a fase de mera sondagem ou entrevista preliminar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A conduta da ré, ao avançar até o ponto de exigir documentação pessoal e sensível para depois, abruptamente, cancelar a admissão sob a alegação genérica de ‘ordem da matriz’, configura comportamento contraditório, violando a boa-fé objetiva e incorrendo em abuso de direito”, salientou o magistrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator ainda ressalta que a regra da boa-fé objetiva (artigo 422 do Código Civil) deve ser observada inclusive nas tratativas ou negociações pré-admissionais. “Entendo que a ré excedeu os seus limites diretivos, abusando do direito de seleção de pessoal, ofendendo, com isso, o valor social do trabalho e a função social da propriedade”, concluiu D’Ambroso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado aumentou a indenização por danos morais para R$ 15 mil e fixou indenização por danos materiais pela perda de uma chance em R$ 8,3 mil. Embora os desembargadores tenham sido unânimes quanto ao reconhecimento das duas indenizações, os valores foram fixados por maioria de votos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os desembargadores Joaquina Charão Barcelos e Edson Pecis Lerrer também participaram do julgamento. Cabe recurso da decisão.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça suas lutas. Sindicalize-se!</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco é condenado por dispensa discriminatória e litigância de má-fé</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-e-condenado-por-dispensa-discriminatoria-e-litigancia-de-ma-fe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 07:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[analista de relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[artigo 4º da Lei 9029/95]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituição financeira terá de pagar em dobro salário de bancária demitida de forma discriminatória O artigo 4º da Lei 9029/95 estabelece que a dispensa discriminatória dá ao empregado o direito de ser reintegrado com ressarcimento integral de todo o período de afastamento ou o pagamento em dobro do período, acrescido de juros. Esse foi um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Instituição financeira terá de pagar em dobro salário de bancária demitida de forma discriminatória</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 4º da Lei 9029/95 estabelece que a dispensa discriminatória dá ao empregado o direito de ser reintegrado com ressarcimento integral de todo o período de afastamento ou o pagamento em dobro do período, acrescido de juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi um dos fundamentos adotados pela juíza Ivana Meller Santana, da 44ª Vara do Trabalho de São Paulo, para condenar um banco a pagar em dobro os salários de uma empregada, levando em conta a data da dispensa e a data da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, a autora alegou que sofreu dispensa discriminatória por ser pessoa com deficiência (PcD). Ao analisar o caso, a julgadora apontou que a instituição financeira não demonstrou que a trabalhadora foi dispensada por métricas abaixo do esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma ação, o banco também foi condenado por litigância de má-fé e a enquadrar a trabalhadora como bancária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao condenar a instituição financeira por má-fé, a juíza apontou que a procuradora do banco atuou para tumultuar o processo e causou prejuízos à União, uma vez que tal conduta gerou atos processuais desnecessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já ao ordenar que o banco reconhecesse a ex-empregada como bancária, a juíza explicou que a função de “analista de relacionamento” desempenhada pela trabalhadora no banco reunia atividades que a enquadram na categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A julgadora elencou uma série de depoimentos de testemunhas que corroboravam a versão da autora, e afirmou que o próprio banco reconheceu a condição de bancária da trabalhadora. “Em depoimento pessoal, a própria preposta diz que a parte autora oferecia empréstimos, seguro, cartões de crédito. Relata que, em suma, oferecia todos os produtos do aplicativo.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Documento_ada345b-1.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Documento_ada345b-1.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 1001092-42.2024.5.02.0044</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST: Bancário que pediu demissão receberá PLR proporcional</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-bancario-que-pediu-demissao-recebera-plr-proporcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 08:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição]]></category>
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		<category><![CDATA[STF – Supremo Tribunal Federal]]></category>
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		<category><![CDATA[TST Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Colegiado afirmou que a PLR é um direito constitucional, assegurando que todos os empregados que contribuíram para os resultados da empresa têm direito a ela O Tribunal Superior do Trabalho, por meio da 3ª turma, assegurou o pagamento da PLR &#8211; Participação nos Lucros e Resultados a ex-funcionário de banco que havia pedido demissão. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Colegiado afirmou que a PLR é um direito constitucional, assegurando que todos os empregados que contribuíram para os resultados da empresa têm direito a ela</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://tst.jus.br/" data-type="link" data-id="https://tst.jus.br/">Tribunal Superior do Trabalho</a>, por meio da 3ª turma, assegurou o pagamento da PLR &#8211; Participação nos Lucros e Resultados a ex-funcionário de banco que havia pedido demissão. A decisão considerou inválida a cláusula de instrumento coletivo que restringia o pagamento proporcional da PLR, permitindo-o apenas em casos de dispensa sem justa causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O bancário em questão trabalhou no banco por um ano e meio, solicitando seu desligamento em dezembro de 2020. Ao requerer o pagamento da PLR de 2020, alegou ter contribuído para o atingimento das metas e lucros da instituição financeira durante quase todo o ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco, contudo, amparou-se na cláusula coletiva que excluía o pagamento da PLR proporcional aos funcionários que pediam demissão ou eram dispensados por justa causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alberto Balazeiro, relator do recurso, citou o entendimento do STF que valida instrumentos coletivos, desde que não suprimam direitos &#8220;absolutamente indisponíveis&#8221; (Tema 1.046 da repercussão geral).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Balazeiro explicou que a PLR, garantida pelo art. 7º, inciso XI, da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm">CF</a>, configura um direito constitucionalmente indisponível, estando, portanto, fora do alcance da negociação coletiva. Criar critérios discriminatórios para restringir esse direito, segundo o relator, afronta os valores constitucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do TST também ressaltou a violação do princípio da isonomia, previsto na Constituição. O ministro Balazeiro mencionou a <a href="https://www3.tst.jus.br/jurisprudencia/Sumulas_com_indice/Sumulas_Ind_451_600.html" data-type="link" data-id="https://www3.tst.jus.br/jurisprudencia/Sumulas_com_indice/Sumulas_Ind_451_600.html">Súmula 451 do TST</a>, que considera inválido condicionar o pagamento da PLR à permanência do vínculo empregatício até a data da distribuição dos lucros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesma lógica, segundo o relator, aplica-se à exclusão da PLR com base na forma de desligamento, uma vez que se trata de um critério discriminatório que prejudica os trabalhadores que contribuíram para o desempenho positivo da empresa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje.tst.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0000371-88.2022.5.09.0010/3#5c9b03a" data-type="link" data-id="https://pje.tst.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/0000371-88.2022.5.09.0010/3#5c9b03a">371-88.2022.5.09.0010</a><br> <br><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/2/F3CE38C51AC130_tst7.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/2/F3CE38C51AC130_tst7.pdf">Leia aqui o acórdão</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Operador que acessou conta bancária de Neymar tem justa causa mantida</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/operador-que-acessou-conta-bancaria-de-neymar-tem-justa-causa-mantida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 07:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acesso indevido]]></category>
		<category><![CDATA[CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)]]></category>
		<category><![CDATA[confidencialidade de dados]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[lei 13.709/2018 (LGPD)]]></category>
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		<category><![CDATA[teleatendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Violação]]></category>
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					<description><![CDATA[Magistrado destacou quebra de confiança e violação à LGPD por parte do trabalhador O juiz do Trabalho&#160;Marco Antônio dos Santos,&#160;da 27ª vara de São Paulo/SP, manteve justa causa aplicada a operador de teleatendimento que acessou indevidamente contas bancárias de clientes, dentre eles o jogador Neymar Jr. Para o magistrado, a conduta representou quebra de confiança [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Magistrado destacou quebra de confiança e violação à LGPD por parte do trabalhador</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz do Trabalho&nbsp;Marco Antônio dos Santos,&nbsp;da 27ª vara de São Paulo/SP, manteve justa causa aplicada a operador de teleatendimento que acessou indevidamente contas bancárias de clientes, dentre eles o jogador Neymar Jr.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o magistrado, a conduta representou quebra de confiança e violação à LGPD, justificando a rescisão imediata do contrato.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O caso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, o operador realizou as consultas sem solicitação, autorização ou consentimento dos titulares, desrespeitando a política de segurança da empresa e comprometendo a privacidade e a confidencialidade dos dados dos clientes do banco contratante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acesso indevido foi identificado pelo sistema de monitoramento da instituição financeira e comunicado à empregadora, que confirmou a irregularidade após apuração interna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa relatou que o operador admitiu não ter um motivo específico para o acesso, apenas &#8220;curiosidade&#8221;, e que tinha ciência da proibição de consultar dados de clientes fora do atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O depoimento de uma testemunha que presenciou a reunião de desligamento corroborou as alegações da empregadora.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Provas robustas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na sentença, o magistrado ressaltou que a empresa conseguiu demonstrar a irregularidade do acesso por meio de prova documental e testemunhal.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gravidade do fato é inegável e houve inegável quebra da fidúcia, que deve existir em qualquer contrato de trabalho, e com maior razão no contrato de trabalho pois o reclamante desrespeitou Lei de proteção aos dados pessoais e expôs a reclamada junto ao seu cliente (Banco &#8212;&#8212;&#8211;), que podem ensejar consequências jurídicas contra essa e face a observância da lei 13.709/2018 (LGPD) e, portanto, a justificar a imediata rescisão do contrato de trabalho.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o juiz concluiu que mediante as provas robustas contidas nos autos, fica &#8220;evidente que as punições aplicadas ao reclamante (suspensões), alinhada a conduta faltosa (ato de improbidade) de 26/08/2022, ensejaram a justa causa aplicada pela reclamada, nos termos do artigo 482, alínea &#8220;a&#8221; da CLT, prevalecendo a tese defensiva&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, o magistrado negou o pedido do operador, validando a justa causa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje.trt2.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/1001023-66.2023.5.02.0069/1#e92a8a4" data-type="link" data-id="https://pje.trt2.jus.br/consultaprocessual/detalhe-processo/1001023-66.2023.5.02.0069/1#e92a8a4">0968466-13.2023.8.19.0001</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/2/D4ADB7D1DFC6AE_Juizvalidajustacausadeoperador.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/2/D4ADB7D1DFC6AE_Juizvalidajustacausadeoperador.pdf">Leia a decisão</a></h4>



<h5 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/curso-cpa-20-com-otimo-desconto-para-sindicalizados-e-seus-dependentes-aulas-presenciais/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/curso-cpa-20-com-otimo-desconto-para-sindicalizados-e-seus-dependentes-aulas-presenciais/">Curso CPA 20 com ótimo desconto para sindicalizados e seus dependentes. Aulas presenciais!</a></h5>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Itaú indenizará por cobrança indevida e assédio telefônico a cliente</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/itau-indenizara-por-cobranca-indevida-e-assedio-telefonico-a-cliente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 08:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assédio telefônico]]></category>
		<category><![CDATA[Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança Indevida]]></category>
		<category><![CDATA[danos sofridos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú Unibanco]]></category>
		<category><![CDATA[prática abusiva]]></category>
		<category><![CDATA[proteção ao consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão ressalta a proteção ao consumidor e a prática abusiva da instituição financeira A 1ª turma Recursal dos Juizados Especiais do DF confirmou a condenação do Itaú Unibanco S.A. ao pagamento de indenização por danos morais a um consumidor. O cliente relatou ter sido cobrado indevidamente por uma dívida de terceiro, recebendo ligações e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">A decisão ressalta a proteção ao consumidor e a prática abusiva da instituição financeira</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 1ª turma Recursal dos Juizados Especiais do DF confirmou a condenação do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/itau-noticias/">Itaú Unibanco S.A.</a> ao pagamento de indenização por danos morais a um consumidor. O cliente relatou ter sido cobrado indevidamente por uma dívida de terceiro, recebendo ligações e mensagens insistentes durante um ano. Apesar de suas tentativas de resolução, as cobranças só cessaram após o ajuizamento da ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o banco alegou que a situação já havia sido regularizada e que não havia danos a serem indenizados. Subsidiariamente, requereu a redução do valor da indenização, fixada em R$ 2 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A turma Recursal, entretanto, considerou a relação entre as partes como consumerista, sujeita ao CDC. Os autos comprovaram a quantidade excessiva de ligações e mensagens de cobrança indevida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A cobrança excessiva configura prática comercial abusiva, nitidamente submetendo o consumidor a constrangimento e importunação que ultrapassam a esfera do mero aborrecimento, violando a dignidade do autor a justificar a reparação por dano moral&#8221;, afirmou o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado julgou o valor de R$ 2 mil adequado e proporcional aos danos sofridos, considerando os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, a situação do consumidor e a capacidade econômica da instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a condenação do banco ao pagamento de R$ 2 mil por danos morais foi mantida, acrescida de custas processuais e honorários advocatícios de 20% sobre o valor da condenação. A decisão foi unânime.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje2i-consultapublica.tjdft.jus.br/consultapublica/ConsultaPublica/DetalheProcessoConsultaPublica/listView.seam?ca=ccd2989ce88d5c82e898f304a4a5256e6a879b9238107728" data-type="link" data-id="https://pje2i-consultapublica.tjdft.jus.br/consultapublica/ConsultaPublica/DetalheProcessoConsultaPublica/listView.seam?ca=ccd2989ce88d5c82e898f304a4a5256e6a879b9238107728">0733810-65.2024.8.07.0016</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/2B1A447C098FEE_tjdf42.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/2B1A447C098FEE_tjdf42.pdf">Confira aqui o acórdão</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco deve restituir juros abusivos e valores de venda casada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-deve-restituir-juros-abusivos-e-valores-de-venda-casada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 07:35:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
		<category><![CDATA[Condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Juros Abusivos]]></category>
		<category><![CDATA[seguro prestamista]]></category>
		<category><![CDATA[venda casada]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão determina limitação dos juros à média de mercado e condena banco a devolver valores de seguro prestamista incluído sem opção de escolha O juiz de Direito substituto&#160;Rafael Altoé, da&#160;5ª vara Cível de Maringá/PR, determinou que instituição financeira limite a taxa de juros de contrato à média de mercado, além de devolver valores relativos à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14">Decisão determina limitação dos juros à média de mercado e condena banco a devolver valores de seguro prestamista incluído sem opção de escolha</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz de Direito substituto&nbsp;Rafael Altoé, da&nbsp;5ª vara Cível de Maringá/PR, determinou que instituição financeira limite a taxa de juros de contrato à média de mercado, além de devolver valores relativos à inclusão obrigatória de seguro prestamista. A decisão reconheceu a abusividade dos juros aplicados e considerou a prática de venda casada na contratação do seguro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa autora da ação firmou contrato de cédula de crédito bancário para capital de giro, com valor inicial de R$ 52.091,71, dividido em 24 parcelas. O contrato previa uma taxa de juros efetiva mensal de 5,36%, valor significativamente superior à média de 1,64% praticada no mercado na época da contratação. Além disso, o contrato incluía a contratação obrigatória de seguro prestamista, sem oferecer ao cliente a opção de escolha da seguradora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa do banco argumentou que a taxa de juros e a inclusão do seguro estavam claras e devidamente pactuadas no contrato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, a sentença entendeu que a taxa de juros aplicada ultrapassava o dobro da média de mercado, configurando abusividade. O juiz também constatou que o seguro prestamista foi imposto ao cliente, caracterizando venda casada, prática vedada pelo CDC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, o juiz afirmou que a prática de venda casada do seguro prestamista viola o direito de escolha do consumidor, conforme entendimento do STJ. O magistrado destacou que &#8220;o consumidor não pode ser compelido a contratar seguro com a instituição financeira ou com seguradora por ela indicada&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, foi determinado que a instituição financeira devolva os valores pagos pelo seguro, corrigidos e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos juros, o juiz considerou abusiva a taxa pactuada e ordenou que ela fosse limitada à média de mercado divulgada pelo Banco Central para o período da contratação. A sentença determinou que a instituição devolva os valores pagos a mais, corrigidos pela média INPC/IGP-DI e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: 0006813-34.2024.8.16.0017</h4>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/4CDD784602DEF5_taxadejurosabusivasegurovendac.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/4CDD784602DEF5_taxadejurosabusivasegurovendac.pdf">Acesse a decisão</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco do Brasil: operação da polícia desarticula esquema de fraudes</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-do-brasil-operacao-da-policia-desarticula-esquema-de-fraudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 07:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[esquema de fraudes bancárias]]></category>
		<category><![CDATA[informações cadastrais]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[invasão de dados]]></category>
		<category><![CDATA[investigações]]></category>
		<category><![CDATA[operação policial]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Criminosa]]></category>
		<category><![CDATA[subtração de valores]]></category>
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					<description><![CDATA[Alvos são integrantes de organização criminosa altamente especializada Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) do Rio de Janeiro realizaram, na última terça-feira (29/10), operação para desarticular esquema de fraudes bancárias. Segundo a polícia, os alvos são integrantes de uma organização criminosa altamente especializada na prática de invasão de dados, alteração de informações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Alvos são integrantes de organização criminosa altamente especializada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) do Rio de Janeiro realizaram, na última terça-feira (29/10), operação para desarticular esquema de fraudes bancárias. Segundo a polícia, os alvos são integrantes de uma organização criminosa altamente especializada na prática de invasão de dados, alteração de informações cadastrais e subtração de valores diretamente do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil</a>. Os agentes buscam cumprir seis mandados de busca e apreensão, na capital, na Baixada Fluminense e no estado do Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as investigações, o prejuízo causado pelo grupo seria de mais de R$ 40 milhões. As investigações conduzidas pela DRF revelaram que a quadrilha contava com a colaboração direta de um gerente da instituição financeira, lotado no Mato Grosso, um funcionário da área de tecnologia da informação e terceirizados do banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esses colaboradores facilitavam a inserção de scripts maliciosos nos sistemas, permitindo que os criminosos acessassem remotamente computadores da instituição e obtivessem controle sobre informações sigilosas. Com esse acesso, os envolvidos realizavam transações bancárias fraudulentas em nome dos clientes, cadastravam equipamentos, alteravam dados cadastrais e modificavam dados biométricos”, diz a polícia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Banco do Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco do Brasil informou que as investigações iniciaram a partir de apuração interna, que detectou irregularidades, as quais foram comunicadas às autoridades policiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O BB, no seu âmbito de atuação, colabora com as autoridades na investigação de fraudes com repasse de informações e subsídios; e possui processos estabelecidos para apuração e análise de denúncias de irregularidades envolvendo a conduta de funcionários. Normativos internos preveem soluções administrativas passíveis de aplicação, que vão desde a advertência e suspensão até destituição do cargo e demissão”, diz a nota.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco manipula jurisprudência e é condenado por litigância de má-fé</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-manipula-jurisprudencia-e-e-condenado-por-litigancia-de-ma-fe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 07:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[embargos de declaração]]></category>
		<category><![CDATA[escritório de advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[honorários advocatícios]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[litigância de má-fé]]></category>
		<category><![CDATA[Mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[Multa]]></category>
		<category><![CDATA[Omissão de informação]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=57846</guid>

					<description><![CDATA[Instituição financeira alegou que sentença original teria extrapolado pedidos e analisado preliminares, o que não ocorreu A 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve uma sentença que condenou um banco a pagar multa de 1% sobre o valor da causa (que corresponde a apenas R$ 100) por litigância de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">Instituição financeira alegou que sentença original teria extrapolado pedidos e analisado preliminares, o que não ocorreu</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve uma sentença que condenou um <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> a pagar multa de 1% sobre o valor da causa (que corresponde a apenas R$ 100) por litigância de má-fé depois de apresentar embargos que apontavam trechos inexistentes na decisão original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> também manipulou a jurisprudência ao omitir trecho de ementa do Superior Tribunal de Justiça que era desfavorável às suas pretensões no caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o escritório Galera Mari e Advogados Associados cobrava honorários advocatícios de serviços prestados ao <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> em outros dois processos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença foi desfavorável, e o banco apresentou embargos de declaração alegando que a decisão extrapolou o pedido da banca autora, ao flexibilizar os termos do contrato, e cometeu erro material ao rejeitar uma preliminar de ilegitimidade passiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">instituição financeira</a> ainda apontou um precedente do Superior Tribunal de Justiça (<a href="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?termo=AREsp+1.720.988&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;chkordem=DESC&amp;chkMorto=MORTO" data-type="link" data-id="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?termo=AREsp+1.720.988&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;chkordem=DESC&amp;chkMorto=MORTO">AREsp 1.720.988</a>) que condiciona o recebimento de honorários à vitória do antigo cliente nas demandas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No julgamento dos embargos, a juíza Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo afirmou que “os fundamentos da sentença coadunam com a causa de pedir”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também indicou que a sentença original não analisou quaisquer preliminares, pois todas elas foram discutidas na decisão saneadora — na qual se confirma que o processo está em ordem e que a fase probatória pode começar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Embargos infinitos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“O embargante tem interposto embargos de declaração de todas as sentenças prolatadas advindas da relação com o embargado, insistindo em apontar trechos que não existem na sentença, apesar de este Juízo apontar, em todos, que não existem os trechos”, assinalou Zanolo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> “extrapola os limites da boa-fé processual” ao apontar afirmações “que não constam da sentença”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada ainda notou que o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> omitiu, de forma deliberada, a parte final da ementa do caso do STJ, que não favorecia suas alegações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último item do precedente dizia que, se parte significativa da remuneração do escritório estiver condicionada ao êxito, a revogação do mandato durante o processo deve autorizar a banca a apurar a proporção de honorários devidos pelo trabalho desempenhado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso foi levado ao TJ-MT, mas todos os pedidos foram rejeitados e a sentença foi mantida. O tribunal também negou um pedido de recurso especial ao STJ.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/10/sentenca-multa-litigancia-de-ma-fe-banco-embargos-trechos-inexistentes-decisao.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/10/sentenca-multa-litigancia-de-ma-fe-banco-embargos-trechos-inexistentes-decisao.pdf">Clique aqui para ler a sentença</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 1030059-76.2022.8.11.0041</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mantida justa causa de bancária que enviou dados sigilosos a e-mail pessoal</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mantida-justa-causa-de-bancaria-que-enviou-dados-sigilosos-a-e-mail-pessoal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 07:19:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Código de ética]]></category>
		<category><![CDATA[dados sigilosos]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[infração]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Justa Causa]]></category>
		<category><![CDATA[penalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sentença]]></category>
		<category><![CDATA[vazamento das informações]]></category>
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					<description><![CDATA[Relator do caso destacou a legitimidade da penalidade, considerando a gravidade da conduta e a proteção de dados O TRT da 3ª região manteve a decisão que considerou válida a dispensa por justa causa de uma ex-funcionária de um banco em Uberlândia/MG. A trabalhadora havia enviado uma lista de clientes contendo informações sigilosas, como CPF [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-20">Relator do caso destacou a legitimidade da penalidade, considerando a gravidade da conduta e a proteção de dados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O TRT da 3ª região manteve a decisão que considerou válida a dispensa por justa causa de uma ex-funcionária de um banco em Uberlândia/MG. A trabalhadora havia enviado uma lista de clientes contendo informações sigilosas, como CPF e número de conta, para seu endereço de e-mail pessoal, infringindo o código de ética da instituição financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz convocado Carlos Roberto Barbosa fundamentou a decisão no respeito aos princípios da imediaticidade, gradação e proporcionalidade na aplicação da penalidade. A ex-empregada recorreu da decisão, alegando que a prática era comum entre os colegas e que o envio dos dados tinha como objetivo comprovar as pressões sofridas para o cumprimento de metas e desvio de função. Ela afirmou ainda que não houve o vazamento das informações para terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A detecção do envio dos dados sigilosos foi realizada pelo Departamento de Segurança Corporativa do banco. Durante o processo, a ex-funcionária confirmou ter conhecimento do código de ética e passado por treinamentos sobre o tema. Ela também admitiu ter solicitado sua demissão semanas antes do ocorrido, alegando problemas de saúde. O preposto do banco, por sua vez, confirmou que a dispensa se deu exclusivamente pelo envio indevido dos dados dos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do caso destacou que a alegação de ausência de prejuízo ao banco não se sustenta, visto que a conduta da ex-funcionária violou as normas da empresa e gerou risco à segurança das informações dos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado considerou as provas suficientes para a aplicação da justa causa, ressaltando a gravidade da conduta e a quebra de confiança na relação entre as partes. A imediatidade da dispensa também foi considerada justificada, visto que o banco tomou conhecimento do fato em 8 de março de 2022 e a demissão ocorreu em 28 do mesmo mês, tempo considerado hábil para a apuração dos fatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do exposto, o colegiado manteve a sentença proferida pela 3ª vara do Trabalho de Uberlândia/MG, confirmando a justa causa da dispensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal omitiu o número do processo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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