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	<title>Insônia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Insônia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Insônia pode ser sintoma de depressão, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 07:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação clínica]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituto do Sono avaliou pessoas com idade entre 20 e 80 anos Um estudo inédito feito por pesquisadores do Instituto do Sono revelou que a insônia não é apenas um sintoma secundário da depressão, mas parte integrante da doença mental. A conclusão veio depois de os pesquisadores examinarem a relação entre o risco genético para [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Instituto do Sono avaliou pessoas com idade entre 20 e 80 anos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo inédito feito por pesquisadores do <a href="https://institutodosono.com/" data-type="link" data-id="https://institutodosono.com/">Instituto do Sono</a> revelou que a insônia não é apenas um sintoma secundário da depressão, mas parte integrante da doença mental. A conclusão veio depois de os pesquisadores examinarem a relação entre o risco genético para problemas de sono e sintomas de depressão em uma amostra do Estudo Epidemiológico do Sono de São Paulo, com pessoas entre 20 e 80 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes foram submetidos a avaliação clínica, polissonografia noturna completa e responderam a um conjunto de questionários sobre sono. Houve também coleta de amostras de sangue para extração de DNA e genotipagem dos voluntários, com o objetivo de calcular o risco genético dessas pessoas para problemas de sono e sintomas depressivos. Os resultados do estudo foram apresentados no Sleep 2024, durante a 38ª Reunião Anual das Sociedades Profissionais Associadas de Sono, no início de junho, nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A privação de sono de forma pontual não potencializa o desenvolvimento da depressão, mas a insônia, como um problema de sono crônico, sim. Já foi descrito que, em pessoas com sintomas depressivos graves, o fato de ter insônia estava relacionado com a falta de resposta aos tratamentos para depressão. Também já foi provado que pessoas com insônia correm mais risco de ter depressão no futuro”, disse uma das responsáveis pelo estudo, a pesquisadora Mariana Moysés Oliveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Mariana, as descobertas são inéditas. A insônia e os sintomas depressivos partem de origens genéticas muito parecidas e, por isso, os problemas de sono não podem ser tratados como algo secundário em pessoas com depressão, já que está demonstrado que são parte central da doença. Para chegar ao resultado, foi aplicado um modelo estatístico, chamado escore poligênico, que permite prever o risco para doenças complexas ao considerar milhares de variantes genéticas, o que permitiu estabelecer essa interrelação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A análise foi baseada em estudos de associação do genoma completo para depressão e insônia. Os resultados indicam que os escores poligênicos foram eficazes em alocar os indivíduos em grupos de alto e baixo risco para problemas de sono e depressão. Pessoas com má qualidade de sono tendiam a apresentar sintomas depressivos mais graves. Quanto maior o risco genético para queixas de sono, aumentava o risco genético para sintomas depressivos. Os genes que contribuíram para os escores poligênicos se sobrepuseram, indicando uma correlação genética forte entre essas condições”, destacou Mariana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Mariana, os resultados podem ser úteis para a saúde pública, pois, por meio deles, é possível estabelecer políticas que promovam a identificação precoce e o tratamento integrado podem ser mais eficazes na redução da carga dessas condições na sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acredito que as pesquisas podem levar a novos protocolos clínicos que abordem de forma integrada a saúde mental e a qualidade de sono, abrindo caminhos para a pesquisa científica e permitindo uma compreensão mais profunda das causas desses problemas de saúde. Além disso, usar dados genéticos para prever a predisposição permite identificar pessoas em risco antes mesmo que os sintomas se manifestem”, afirmou a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisadora, a as doenças se manifestam geralmente por fatores genéticos, que não mudam desde a concepção, e ambientais aos quais as pessoas são expostas ao longo da vida. A pesquisa conseguiu calcular os riscos genéticos para prever os riscos maiores ou menores para o desenvolvimento de uma doença. “Para doenças comuns, não conseguimos atribuir um único gene. Não existe o gene da depressão, da insônia ou do câncer. O risco genético é determinado por diversas, muitas vezes milhares de variações genéticas. Apenas quando avaliamos o conjunto dessas variações genéticas podemos calcular o risco genético”, salientou Mariana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a responsável pelo estudo, com uma amostra epidemiológica é possível identificar variações genéticas que podem ser usados como biomarcadores de risco e, entendendo as conexões genéticas, é possível desenvolver tratamentos que atacam as causas das doenças, não apenas os sintomas, reduzindo a chance de recaídas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Insônia: especialistas alertam para riscos de remédios inadequados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/insonia-especialistas-alertam-para-riscos-de-remedios-inadequados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 16:39:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Insônia]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos errrados]]></category>
		<category><![CDATA[Melatonina]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios errados e riscos]]></category>
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					<description><![CDATA[Medicamentos para o sono sem prescrição podem causar efeitos negativos “Minha insônia começou quando mudei de trabalho e passei a ficar 100%&#160;home-office” [escritório de casa]. O que poderia ser uma facilidade foi o início dos episódios de insônia para a jornalista Poliana Bollini Marques, de 49 anos. “Apesar de todas as facilidades e de não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color"><em>Medicamentos para o sono sem prescrição podem causar efeitos negativos</em></h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Minha insônia começou quando mudei de trabalho e passei a ficar 100%&nbsp;<em>home-office</em>” [escritório de casa]. O que poderia ser uma facilidade foi o início dos episódios de insônia para a jornalista Poliana Bollini Marques, de 49 anos. “Apesar de todas as facilidades e de não precisar mais acordar antes das seis horas da manhã, meu horário de dormir ficou bem complicado e só conseguia adormecer por volta das três da madrugada”, recorda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poliana conta que ficou um tempo sem se tratar. “Fiquei um bom tempo assim e atribuindo a insônia a mudança no trabalho. Eu simplesmente não tinha sono. Até hoje é muito raro. Mesmo quando ia dormir tarde e acabava acordando cedo, durante o dia não sentia – e ainda não sinto &#8211; sono”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estudo Epidemiológico do Sono de São Paulo (Episono), conduzido pelo Instituto do Sono, apontou que 45% das pessoas queixam-se de insônia ou dificuldade para dormir em São Paulo. A mesma pesquisa revelou que 15% dos paulistanos sofrem de insônia crônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A insônia é definida com a insatisfação em relação à qualidade e\ou quantidade de sono, podendo se manifestar como a dificuldade em iniciar o sono, assim chamada de insônia inicial; dificuldade em manter o sono: presença de despertares ao longo da noite, chamada de insônia de manutenção; ou pode se manifestar por um despertar antes do horário previsto, com dificuldade de retornar ao sono, chamada de insônia do despertar precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A insônia crônica é quando acontecem episódios pelo menos três vezes por semana durante o mínimo de três meses, com consequências diurnas, associada à perda de concentração, alteração de memória, irritabilidade, perda de produtividade, normalmente consequências desse sono fragmentado”, explica a pneumologista e especialista em sono Luciane Luna de Mello, do Instituto do Sono. Um período inferior a este, isto é, por um mês ou menos é insônia aguda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A insônia pode estar associada a outras doenças como depressão, ansiedade, doenças neurológicas e situações de dores crônicas, por exemplo. “Além disso, também pode estar associada a hábitos, comportamentos inadequados que não favorecem o relaxamento e o início do sono como o uso de excessivo de telas &#8211; especialmente próximo do horário de dormir, consumo excessivo de café ou bebida alcoólica, alimentação pesada ou gordurosa antes do horário de dormir”, disse a neurologista Marcia Assis, vice-presidente da Associação Brasileira do Sono (Absono).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prática de atividade física próxima ao horário de dormir e as condições do ambiente de dormir como temperatura e ruídos, ou ainda ter um parceiro de cama que ronca, podem perturbar o sono, completa a neurologista. “Até mesmo outra doença do sono pode estar associada à insônia e causar a piora da qualidade do sono como a Apneia do Sono”, acrescenta a neurologista.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Impactos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“A insônia tem um impacto absolutamente importante na sociedade, impacta no dia a dia, na produtividade e na saúde das pessoas”, alerta a médica Luciane Luna de Mello, do Instituto do Sono. Segundo a especialista, a insônia ainda pode diminuir a imunidade e piorar a condição clínica. “Esses indivíduos podem ter ainda uma irritabilidade, inclusive com quadros neurológicos ou psiquiátricos associados a esse processo de insônia, que podem gerar processos psiquiátricos. Outras vezes a insônia é gerada por doenças psiquiátricas, como causa secundária”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poliana Bollini Marques procurou ajuda quando percebeu os prejuízos que a falta de sono causava durante o dia. “Muito cansaço, memória ruim, um pouco de irritabilidade e pouca produtividade. Fora o incômodo, tristeza mesmo, de ficar acordada todo dia até às três horas da manhã”, relembra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, antes de procurar ajuda, ela tentou medicamentos por conta própria. “Fiz uso de melatonina sem prescrição médica. Foram meses tomando e nada de resultados. Achei que melatonina era para insônia, mas hoje eu sei que ajuda em casos de&nbsp;<em>jet lag</em>&nbsp;[mudança de fuso horário que provoca alterações dos padrões de sono], por exemplo. Melatonina não é tratamento para insônia. Além da melatonina, tomei remédios fitoterápicos. Como um só não funcionava, às vezes tomava dois ou três. Nada adiantou”, conta a jornalista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com tantas ofertas de medicações para induzir ao sono, a automedicação não é uma solução a longo prazo, explica a especialista Luciane de Mello. “Muitos indivíduos com automedicação chegam no consultório até viciados em remédios que não vão ser os mais adequados para aquele quadro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os medicamentos tomados por conta própria estão os fitoterápicos. “Muitos fitoterápicos não têm o efeito sobre o sono adequado, muitos não têm confirmação científica de que atuam sobre o sono. Na literatura [médica], o que tem uma confirmação melhor é a valeriana [planta medicinal]. Mas tem que ser adequada para um quadro leve de insônia ou para indivíduos mais jovens”, observa Luciane.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica adverte que as medicações não são isentas de efeitos colaterais. “É preciso ter cuidados porque toda medicação é substância química e, mesmo a substância natural tem suas substâncias intrínsecas e que vão fazer algum tipo de efeito, algumas consequências relacionadas ao uso indiscriminado e em quantidades que não devem ser usadas”, frisou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Melatonina</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“A melatonina não é uma substância recomendada para o tratamento da insônia”, alerta a neurologista Marcia Assis, vice-presidente da Absono. “A melatonina é um hormônio e não é utilizada para tratar a insônia”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista esclarece que existem doenças do sono e situações médicas especiais que a melatonina pode ser indicada pelo médico, “porém, não deve ser usada por conta própria e menos ainda para tratar a insônia, pois não é recomendada. A tentativa, sem orientação, de tratar a insônia pode apenas mascarar os sintomas e provocar o estado crônico”, adverte a neurologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Márcia ressalta que existem medicamentos aprovados e recomendados para os diversos tipos de insônia, mas que o tratamento considerado padrão ouro para a insônia é a Terapia Cognitivo Comportamental para a Insônia (TCC-I).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As terapias medicamentosas e não medicamentosas podem ser associadas. Deve-se lembrar que a TCC-I é realizada pelo profissional da psicologia especializado em sono. Além disso, a higiene do sono dever ser estabelecida para os melhores resultados”. &nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tratamentos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Poliana vem se tratando com a TCC, indicação de uma otorrinolaringologista, &nbsp;especialista em medicina do sono. “Foi um divisor de águas! Ela me orientou, me ensinou sobre a higiene do sono e fiz Terapia Cognitiva Comportamental. Também procurei uma psiquiatra, pois a pandemia prejudicou ainda mais meu sono. Hoje, tomo uma medicação, o cloridrato de trazodona, e faço acompanhamento com a psiquiatra e a psicóloga”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, o que falta agora é fazer exercícios físicos, “pois eles ajudam muito em toda a nossa saúde. Além disso, tenho 49 e anos e percebo que estou entrando na perimenopausa. Outra fase que mexe com o sono. Vou incluir a ginecologista nesta etapa como mais uma ajuda para cuidar do meu sono. Me sinto muito melhor, mas ainda tem ajustes, pois as fases da vida estão mudando e é preciso prestar atenção, sempre”, alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terapia tem como base a higiene do sono, um conjunto de práticas que prepara o organismo para dormir. Entre as orientações, os especialistas indicam aos pacientes sair da cama, quando despertam no meio da noite, ficam ruminando ideias e não conseguem dormir. Em outro ambiente, devem se dedicar a uma atividade relaxante, como a leitura de um livro, meditação ou realizar técnicas de respiração para que mudem o pensamento e consigam adormecer. “Assim, o cérebro vai associar a cama ao sono e não à insônia”, ressalta a médica Luciane Luna de Mello.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Higiene do sono</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para todos que apresentam insônia ou não, cuidar dos hábitos antes de dormir é fundamental para uma boa noite de sono. Baseadas na higiene do sono, as médicas Luciane Luna de Mello e Marcia Assis mostram como hábitos adequados podem ajudar as pessoas a dormir melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Mantenha uma rotina: estabeleça horários para o sono, a alimentação, os exercícios físicos, o lazer, o trabalho e as atividades com a família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Não leve o&nbsp;<em>notebook</em>&nbsp;ou celular para cama: Eletrônicos provocam aumento do estado de alerta, além da luminosidade dificultar o início do sono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Desacelere antes de dormir: pelo menos uma hora antes de se deitar faça uma atividade relaxante: tome banho, leia, ouça música, faça meditação ou qualquer outra atividade que ajude a desacelerar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Evite permanecer na cama trabalhando, lendo&nbsp;<em>e-mails</em>, assistindo TV. Reserve este momento para atividades que provoquem relaxamento. Deite-se somente quando estiver com sono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Evite alimentos pesados e bebidas com cafeína: &nbsp;faça refeições leves até duas horas antes de deitar-se. Não tome café, energéticos e chá preto e outras infusões que contêm cafeína à noite.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome do sono insuficiente pode levar a ansiedade e depressão</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sindrome-do-sono-insuficiente-pode-levar-a-ansiedade-e-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 19:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apneia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbios do sono]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos Saudáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Insônia]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas explicam que a necessidade e o limite de horas de sono podem ser diferentes de pessoa para pessoa e são variáveis em cada fase da vida, conforme as alterações hormonais. O Dia Mundial do Sono, celebrado em 2023 nesta sexta-feira (17), tem como tema “O sono é essencial para saúde”. A primeira comemoração da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">Especialistas explicam que a necessidade e o limite de horas de sono podem ser diferentes de pessoa para pessoa e são variáveis em cada fase da vida, conforme as alterações hormonais.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Dia Mundial do Sono, celebrado em 2023 nesta sexta-feira (17), tem como tema “O sono é essencial para saúde”. A primeira comemoração da data ocorreu em 2008 a fim de chamar a atenção para a conscientização e promoção da saúde do sono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, o apelo global organizado pela Sociedade Mundial do Sono tem o objetivo de diminuir o peso que os problemas do sono provocam na sociedade, por meio da prevenção e do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Brasileira do Sono (Absono), a Associação Brasileira da Medicina do Sono (ABMS) e a Associação Brasileira de Odontologia do Sono (Abros) lançaram, em conjunto, a <a href="https://semanadosono.com.br/wp-content/uploads/2023/02/DIGITAL-cartilha-semana-do-sono-2023-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cartilha da Semana do Sono – 2023</a> com explicações e dicas à sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação mostra que é durante o sono que ocorrem as principais funções restauradoras, como reposição energética, hormonal, reconstituição de tecidos e sínteses de proteínas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Distúrbios do sono</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Existem mais de 100 distúrbios do sono. As três associações brasileiras associadas ao sono (Absono, ABMS e Abros) afirmam que ter uma boa noite de sono vai contribuir para melhorar a qualidade de vida e pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares (arritmias e hipertensão arterial) e diabetes; manter o peso corporal saudável, evitando a obesidade; fortalecer o sistema imunológico; liberar hormônios; consolidar a memória, concentração e aprendizado; regular o humor, diminuir o risco de depressão e ansiedade; reduzir o estresse; diminuir o número de acidentes, como os de trabalho e de trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fadiga causada pela privação do sono ou pelo sono de baixa qualidade pode sobrecarregar física, mental e emocionalmente, com alterações do humor. A psicóloga clínica comportamental e mestre em Medicina do Sono, Mônica Müller, explica a evolução dos quadros de má qualidade do sono, com quatro sintomas principais. “Na insônia inicial, a pessoa tem dificuldade para conciliar o sono. O segundo sintoma é a dificuldade de manutenção. O terceiro é a insônia terminal, com despertar precoce &#8211; o indivíduo acorda antes do horário desejado/programado e não consegue voltar a dormir. Por fim, o quarto sintoma é o sono não reparador, com queixas de fadiga, cansaço extremo, o que dificulta à pessoa funcionar [bem] durante o dia”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Transtornos cognitivos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O sono de baixa qualidade pode dificultar a atenção, concentração, memória, o aprendizado, planejamento, a tomada de decisão, o raciocínio lógico, a imaginação, criatividade e capacidade de reter novas informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 23 anos de experiência no assunto, Mônica Müller tem percebido pacientes impactados pelo hábito nocivo da privação intencional do sono, provocado pelo acúmulo de tarefas. “São pessoas que trabalham até mais tarde, que utilizam a noite para fazer outras tarefas, que, muitas vezes, não conseguem se organizar durante o dia. Elas acabam se privando de sono, porque no dia seguinte precisam acordar cedo. Elas têm outros compromissos. Então, é preciso considerar que fadiga gera essa sobrecarga. E o sono de má qualidade, se é mantido durante muito tempo assim, vai repercutir negativamente no funcionamento tanto mental, quanto físico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mônica detalha algumas consequências negativas dessa chamada síndrome do sono insuficiente. “São alterações do humor, em especial para pessoas que apresentam pré-disposição ou já têm transtornos psiquiátricos, sendo os carros-chefe a ansiedade e a depressão. Ela cita ainda o transtorno do humor bipolar, onde a privação de sono é extremamente danosa e pode desencadear episódios de mania. A fadiga e o cansaço extremo precisam ser evitados a todo custo.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Transtornos respiratórios &#8211; ronco e apneia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mônica também fez uma associação direta de prejuízos cognitivos aos transtornos respiratórios, principalmente a apneia do sono, que é a interrupção da respiração por dez segundos ou mais durante a noite. O distúrbio é considerado grave e perigoso, pelo risco de óbito. “Nessa parada respiratória, a pessoa não tem uma boa oxigenação do sangue. Como consequência da dessaturação do oxigênio, acaba sendo levado gás carbônico ao cérebro. O prejuízo na circulação nessa área mata, literalmente, as células nervosas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta semana, a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) divulgou levantamento, realizado em fevereiro deste ano, que mostra que a baixa qualidade do sono representa 25% das queixas nos consultórios de otorrinolaringologia no Brasil. O mapeamento, feito com 430 médicos de todo o país, considerou os atendimentos realizados por esses especialistas entre 2020 e 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase 94% das queixas recebidas pelos otorrinolaringologistas estão relacionadas a roncos e à apneia obstrutiva do sono. O coordenador do Departamento de Medicina do Sono da ABORL-CCF, Danilo Sguillar, considera o percentual bastante expressivo. &#8220;Mais de 930 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem da apneia obstrutiva do sono”. O médico enumera os efeitos nocivos da interrupção da respiração: “além da parada respiratória, os sinais mais comuns desse problema são o ronco alto, a sonolência diurna e as alterações cardiovasculares e metabólicas como pressão arterial elevada, arritmia e diabetes&#8221;. Por isso, o ronco deve ser considerado sinal de existência de apneia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa da ABORL-CCF destaca que a faixa etária dos pacientes predominante está entre 40 e 65 anos de idade e há um predomínio (85,2%) do gênero masculino. As queixas em menor número aos otorrinolaringologistas são de insônia, bruxismo, sonolência excessiva e comportamentos como sonambulismo, terror noturno e pernas inquietas. Por isso, a categoria defende a boa respiração pelo nariz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a pandemia, o estudo revelou que a insônia ganhou destaque nos consultórios. Representou 47,7% das queixas, percentual maior que o das reclamações de ronco e apneia. O médico projeta um quadro de melhora. “Agora, as informações mais sólidas, a vacinação que vem ganhando cada vez mais projeção, com a quarta e quinta doses, fazem com que a gente crie mais confiança, uma relação de mais estabilidade e, obviamente, isso se reflete no nosso sono. Então, seguramente, os próximos meses, os próximos anos vão fazer com que essas queixas relacionadas a insônia, aos pesadelos vão perder destaque”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem já tem apneia, a otorrino especialista em Medicina do Sono em Brasília, Aliciane Mota, aconselha: “de forma geral, o paciente pode dormir de lado. A maioria se beneficia com o decúbito lateral, porque existe a apneia com um componente posicional. E quando você se coloca de barriga para cima, tende a ter mais apneia. Vale também levantar a cabeceira, não com travesseiro comum. Sugiro aqueles em formato triangular”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Qualidade do sono</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os especialistas explicam que a necessidade e o limite de horas de sono podem ser diferentes de pessoa para pessoa e são variáveis em cada fase da vida, conforme as alterações hormonais. Um recém-nascido, por exemplo, passa de 14 a 18 horas por dia dormindo, consideradas essenciais ao desenvolvimento, sobretudo, neurológico. Nas crianças, o sono contribui na liberação do hormônio do crescimento. Já a adolescência é caracterizada por uma situação passageira de mudança de padrão do sono. Nessa faixa etária, os adolescentes precisam dormir mais horas (de 8 a 10), com a tendência de dormir e acordar mais tarde. Em tese, os adultos necessitam, em média, de 8 horas de sono por dia. E com o avanço da idade, podem acordar mais vezes à noite e há maior propensão para dormir e acordar mais cedo. Durante o dia, os cochilos podem ser mais frequentes neste momento da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sono é dividido em duas fases: o sono não REM (Rapid Eyes Movement) e o sono REM. Os estágios do sono se alternam durante a noite. No sono não REM são quatro estágios:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1: Sono de transição: marcado pelo adormecimento. Nesta transição entre estar acordado e dormindo, há relaxamento dos músculos e pode ser caracterizado por cochilos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2: Sono leve, com a diminuição dos ritmos cardíacos e respiratório e da temperatura corporal;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3: Sono intermediário: a atividade cerebral começa a diminuir e o corpo começa a entrar em um sono profundo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4: Sono profundo: fundamental para o descanso do corpo, com a liberação de hormônios e recuperação de células e órgãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o quarto estágio, o corpo caminha para o sono REM, com atividade cerebral intensa. É a fase dos sonhos, fixação da memória e o descanso profundo, essencial para a recuperação e o acordar disposto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recomendações</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para dormir bem à noite, os médicos recomendam hábitos saudáveis de higiene do sono:</p>



<p class="wp-block-paragraph">· ir para o quarto somente quando estiver sonolento (a), para não ‘fritar’ na cama;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· manter uma rotina regular de horários para deitar e se levantar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· reduzir ruídos e manter o ambiente escuro à noite;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· se necessitar levantar no período noturno, usar lâmpadas adequadas nos ambientes, evitando a luz branca;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· manter a temperatura agradável no quarto;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· evitar o uso de medicamentos para o sono sem prescrição médica;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· manter fora do quarto animais de estimação que podem atrapalhar o sono;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· cerca de duas horas antes de ir para a cama, evitar o uso de telas (TV, celular e computador);</p>



<p class="wp-block-paragraph">· evitar alimentação pesada próximo ao horário de dormir;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· evitar o uso de bebidas alcóolicas e com cafeína, como café, chás preto, branco e mate, chocolate, guaraná e outros termogênicos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· evitar alimentos com glicose</p>



<p class="wp-block-paragraph">· praticar exercícios físicos regularmente, mas, evitá-los três a quatro horário de deitar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· perder o excesso de peso corporal;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· não dormir em excesso durante o dia para acumular cansaço físico e mental para a noite</p>



<p class="wp-block-paragraph">· não fumar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem já apresenta dificuldades para pegar no sono ou se manter dormindo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">· não permanecer muito tempo na cama acordado;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· ao acordar no meio da noite, evitar conferir o horário</p>



<p class="wp-block-paragraph">· se tiver os pés frios, usar meias para dormir;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· não pensar em preocupações diárias ao se deitar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">· evitar discussões e polêmicas, no início da noite.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ajuda profissional especializada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A otorrino Aliciane Mota aponta que diante dos transtornos do sono, em especial a apneia, é fundamental procurar com urgência a ajuda de um profissional com atuação em Medicina do Sono. “Procure um médico. Para o tratamento, ele vai precisar de outros colegas da área de saúde. Pode ser um fisioterapeuta, fonoaudiólogo, psicólogo do sono, dentista. Então, há vários braços na área da saúde colaborando.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A psicóloga Mônica Müller defende a análise individual de cada paciente. “Não significa que todas as pessoas vão receber as mesmas orientações. Cada um tem um ritmo próprio, uma necessidade de sono própria. O profissional específico do sono vai entender, durante o tratamento, quantas horas de sono aquela pessoa de fato precisa”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E finaliza explicando o que é um tratamento exitoso: o paciente consegue ir para a cama com bastante sonolência, bastante cansaço para que durma rapidamente e mantenha o sono durante a noite toda. Ele vai se sentir, principalmente, reparado durante o dia. Ter disposição para fazer atividades é um termômetro bastante importante”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Hábitos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa global sobre hábitos e condições de sono em mais de dez países, feita pela ResMed em janeiro de 2023, com mais de 20 mil indivíduos, mostra que 49% dos brasileiros mantêm o hábito de usar telas para tentar adormecer, seguido pela prática da leitura (34%) e do costume de passar tempo com um familiar ou animal de estimação (20%), antes de dormir.</p>
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		<title>10 sintomas físicos do ESTRESSE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/10-sintomas-fisicos-do-estresse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alergias]]></category>
		<category><![CDATA[Apetite]]></category>
		<category><![CDATA[Cansaço]]></category>
		<category><![CDATA[Dores de Cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[Gastrite]]></category>
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		<category><![CDATA[Queda de Cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[Tensão]]></category>
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					<description><![CDATA[O estresse é uma resposta do organismo (física ou mental) a um evento de esforço extremo ou importante, geralmente quando se sente ameaçado ou sob pressão. Essa resposta libera uma série de reações químicas no seu organismo, o que provoca reações fisiológicas. Uma pessoa que está passando por um alto nível de estresse é, geralmente, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estresse é uma resposta do organismo (física ou mental) a um evento de esforço extremo ou importante, geralmente quando se sente ameaçado ou sob pressão. Essa resposta libera uma série de reações químicas no seu organismo, o que provoca reações fisiológicas.</p>
<p></p>
<p>Uma pessoa que está passando por um alto nível de estresse é, geralmente, conhecida por sua irritabilidade, nervosismo ou desequilíbrio emocional. Porém, quem vive na pele as consequências desse problema pode notar alguns sintomas que vão além dos aspectos comportamentais, afetando a pessoa fisicamente.</p>
<p> </p>
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<p> </p>
<p>“Aquilo que não conseguimos lidar emocionalmente acaba sendo descarregado no corpo, se expressando através de sintomas físicos”, afirma a psicóloga Marina Vasconcellos. Separações, dificuldades financeiras, pressão no trabalho, luto e a rotina desgastante podem acarretar em um quadro de alto estresse. Abaixo, conheça alguns dos sinais que o corpo apresenta nessas situações:</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1. Dificuldade para dormir</strong></span></p>
<p> </p>
<p>O estresse em excesso é capaz de atrapalhar e muito o sono, pois a pessoa não consegue parar de pensar em seus problemas. “Determinados acontecimentos podem ser facilmente vividos e elaborados por alguns, mas não por outros, que não conseguem encarar a questão”, afirma Marina. Isso só traz sofrimento e transtornos para a pessoa.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2. Queda de cabelo em excesso</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Notar um aumento na queda do cabelo pode ser um indicativo do estresse, mas tudo deve ser analisado de perto por um profissional. “Os sintomas, isoladamente ou somados, ajudam a avaliar se a pessoa estaria vivendo o estresse”, diz o mestre em psicologia Marcello Accetta, professor de psicologia do Centro Universitário Augusto Motta.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>3. Cansaço demasiado</strong></span></p>
<p> </p>
<p>“O estresse obriga a pessoa a parar e olhar para a vida, rever seu ritmo, analisar o que pode e deve ser mudado, aprender a relaxar e se cuidar”, destaca Marina. Quando as noites de sono não são mais suficientes para acabar com o cansaço, algo pode estar errado.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>4. Alergias de pele</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Você nunca teve problemas com reações alérgicas e então, da noite para o dia, aparecem irritações na pele? Essa pode ser uma manifestação do estresse. “Nunca devemos pensar que o sofrimento psicológico acontece separadamente do nosso corpo. Nossas emoções, nossos sentimentos, bons ou ruins, sempre se manifestam através do nosso corpo”, de acordo com o psicólogo.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>5. Gastrite e úlceras</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Tentar ter controle sobre tudo só irá piorar o quadro de estresse. Tirar alguns momentos para você e relaxar é extremamente importante para a saúde mental.</p>
<p> </p>
<p>Momentos de estresse elevam os danos causados à parede do estômago, podendo gerar casos de gastrite e úlceras. Marcello alerta que, quanto maior o tempo que a pessoa permanecer convivendo com os sintomas físicos do estresse, mais o problema se agravará, então nenhum sinal deve ser ignorado.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>6.Tensão muscular</strong></span></p>
<p> </p>
<p>“Exercícios físicos regulares ajudam bastante a descarregar as tensões, assim como a prática da meditação. Tente estabelecer limite de horas para trabalhar diariamente”, destaca a psicóloga. A tensão também pode se manifestar na mandíbula, fazendo a pessoa até ranger os dentes durante a noite.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>7. Imunidade baixa</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Quadros de estresse intenso podem baixar significativamente a imunidade, acarretando em diversas doenças. O tratamento, porém, pode estar diretamente ligado à rotina que a pessoa leva, de acordo com Marina: “Se a pessoa conseguir mudar seu estilo de vida estressante e cuidar mais de si, estará se tratando adequadamente”.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>8. Dores de cabeça</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Apesar de ser algo considerado “comum”, a dor de cabeça não deve ser subestimada. “O estresse está diretamente ligado com a forma como nos relacionamos com nossos objetivos, sonhos, atividades diárias e nosso nível de satisfação com tudo isso”, lembra o especialista.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>9. Mudanças de apetite</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Tanto o aumento, quanto a diminuição significativa do apetite, repentinamente, podem indicar que algo está errado. “Ao diagnosticar um paciente com estresse, o mais importante na clínica psicológica é poder compreender como o momento que essa pessoa está vivendo”, aponta Marcello.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>10. Tonturas</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Ficar sob situações extremamente estressantes pode gerar uma certa tontura, por causa da irritação no labirinto, órgão na área interna do ouvido. “Esse tipo de situação ocorre quando o corpo se manifesta para ‘lembrar’ ou ‘avisar’ que algo não está bem e precisa ser checado”, ressalta Marina Vasconcellos.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: Psicologias do Brasil<br />Escrito por: Amanda Cruz</p>
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