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	<title>Insalubridade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Adicional de insalubridade dos avaliadores de penhor garantido até 31/12</title>
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				<category><![CDATA[Insalubridade]]></category>
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<p>Gra&ccedil;as &agrave; press&atilde;o dos representantes dos trabalhadores, o adicional de insalubridade dos avaliadores de penhor est&aacute; garantido at&eacute; 31 de dezembro deste ano. &nbsp;A prorroga&ccedil;&atilde;o do pagamento, que seria suspenso em 31 de outubro, est&aacute; assegurada na ata de fechamento da Campanha Nacional dos Banc&aacute;rios 2016. Para a Comiss&atilde;o Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), a medida &eacute; importante para que as entidades produzam os laudos que atestam os riscos a que est&atilde;o expostos esses empregados.</p>
<p>&Eacute; preciso que a Caixa melhore as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho dos avaliadores e n&atilde;o haja redu&ccedil;&atilde;o de direitos. A empresa levou dois anos para produzir laudos, mas os trabalhadores n&atilde;o tiveram acesso a todas as an&aacute;lises. O corte do adicional foi anunciando no dia 5 de julho, em comunicado interno, alegando que laudos de empresas contratadas consideraram que o ambiente em que se manipulam produtos qu&iacute;micos pelos avaliadores n&atilde;o apresenta risco &agrave; sa&uacute;de. E que, portanto, os empregados n&atilde;o teriam mais direito ao correspondente a 40% do sal&aacute;rio m&iacute;nimo (R$ 352), que estavam sendo pagos pela Caixa apesar de contesta&ccedil;&otilde;es dos trabalhadores sobre o valor.</p>
<p>Para contrapor este posicionamento, a Comiss&atilde;o Executiva levou o caso &agrave; Fundacentro, vinculada ao Minist&eacute;rio do Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social, que tem ampla experi&ecirc;ncia na &aacute;rea de seguran&ccedil;a, higiene e sa&uacute;de no trabalho. &nbsp;A institui&ccedil;&atilde;o elencou problemas no processo de avalia&ccedil;&atilde;o de insalubridade feito pelos peritos contratados pelo banco.</p>
<p>
<strong>Press&atilde;o</strong></p>
<p>Desde que a Caixa anunciou a suspens&atilde;o do adicional de insalubridade aos avaliadores de penhor, as entidades representativas dos trabalhadores t&ecirc;m pressionado o banco a reverter essa medida. Al&eacute;m de contratar novas per&iacute;cias t&eacute;cnicas para avaliar o ambiente de trabalho, realizaram um Dia Nacional de Luta no dia 20 de julho, denunciando o problema. O assunto foi levado tamb&eacute;m para mesa de negocia&ccedil;&atilde;o permanente do dia 12 de julho, quando a empresa recuou e manteve o pagamento por mais 90 dias.</p>
<p>
<strong>Tesoureiros</strong></p>
<p>Outro avan&ccedil;o importante da Campanha Nacional 2016 &eacute; relativo aos tesoureiros. Segundo a cl&aacute;usula 60 do ACT 2016/2018, a Caixa se comprometeu a manter a fun&ccedil;&atilde;o e apresentar na mesa permanente um plano de a&ccedil;&atilde;o para resolver, de forma definitiva, os problemas enfrentados por esses empregados no tocante a sa&uacute;de, seguran&ccedil;a e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>Os tesoureiros t&ecirc;m sofrido com mudan&ccedil;as realizadas pelo banco. Passaram a ser subordinados aos gestores da rede e, o que &eacute; mais grave, s&atilde;o submetidos a um per&iacute;odo de &lsquo;experi&ecirc;ncia&rsquo; de 60 dias. Ap&oacute;s esse prazo, podem ser descomissionados e a ag&ecirc;ncia n&atilde;o pode designar outro empregado para a fun&ccedil;&atilde;o em car&aacute;ter efetivo.</p>
<p>Fonte: Fenae</p>
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