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	<title>Injúria &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Injúria &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Lei Maria da Penha se estende a casais homoafetivos e mulheres trans</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/lei-maria-da-penha-se-estende-a-casais-homoafetivos-e-mulheres-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2025 08:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[casais homoafetivos]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional de Justiça (CNJ)]]></category>
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		<category><![CDATA[Injúria]]></category>
		<category><![CDATA[lei maria da penha]]></category>
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		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
		<category><![CDATA[Violência doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[Por unanimidade, STF amplia proteção contra violência doméstica Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) estendeu a proteção da Lei Maria da Penha a casais homoafetivos formados por homens e a mulheres travestis e transexuais. O plenário virtual da corte julgou a ação nessa sexta-feira (21/2) à noite. O caso começou a ser analisado no [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2b95009714ec84ddd37cf4ad69f86940">Por unanimidade, STF amplia proteção contra violência doméstica</h4>



<p>Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) estendeu a proteção da Lei Maria da Penha a casais homoafetivos formados por homens e a mulheres travestis e transexuais. O plenário virtual da corte julgou a ação nessa sexta-feira (21/2) à noite.</p>



<p>O caso começou a ser analisado no último dia 14 e só teve o julgamento concluído ontem. Os ministros acolheram ação da Associação Brasileira de Famílias HomoTransAfetivas (ABRAFH), segundo a qual o Congresso Nacional se omite ao não legislar sobre o assunto.</p>



<p>Para o relator, ministro Alexandre de Moraes, a ausência de uma norma que estenda a proteção da Lei Maria da Penha “pode gerar uma lacuna na proteção e punição contra a violência doméstica”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ampliação</h4>



<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a proteção conferida pela Lei Maria da Penha deve ser estendida a casais homoafetivos formados por homens e a mulheres travestis e transexuais.</p>



<p>“Considerando que a Lei Maria da Penha foi editada para proteger a mulher contra violência doméstica, a partir da compreensão de subordinação cultural da mulher na sociedade, é possível estender a incidência da norma aos casais homoafetivos do sexo masculino, se estiverem presentes fatores contextuais que insiram o homem vítima da violência na posição de subalternidade dentro da relação”, destacou Moraes em seu voto.</p>



<p>“Isto porque a identidade de gênero, ainda que social, é um dos aspectos da personalidade e nela estão inseridos o direito à identidade, à intimidade, à privacidade, à liberdade e ao tratamento isonômico, todos protegidos pelo valor maior da dignidade da pessoa humana”, completou o ministro.</p>



<p>Em relação às mulheres transexuais e travestis, Moraes entendeu que a expressão “mulher” &#8211; contida na Lei Maria da Penha &#8211; abrange tanto o sexo feminino como o gênero feminino. Para o ministro, “a conformação física externa é apenas uma, mas não a única das características definidoras do gênero”.</p>



<p>&#8220;Há, portanto, uma responsabilidade do Estado em garantir a proteção, no campo doméstico, a todos os tipos de entidades familiares”, acrescentou Moraes em sua decisão.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Proteção</h4>



<p>Sancionada em 2006, a Lei Maria da Penha estabelece medidas para proteger as vítimas de violência doméstica, como a criação de juizados especiais, a concessão de medidas protetivas de urgência e a garantia de assistência às vítimas.</p>



<p>Em relatório de 2022, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou que o crime mais frequente contra travestis e gays foi o homicídio (com 80% e 42,5%, respectivamente).</p>



<p>No caso de lésbicas, prevaleceram a lesão corporal (36%) e a injúria (32%). Mulheres trans apareceram como mais vitimizadas por crimes de ameaça (42,9%).</p>



<p></p>
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			</item>
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		<title>Qual a diferença entre calúnia, injúria e difamação?</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/qual-a-diferenca-entre-calunia-injuria-e-difamacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Injúria]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos usam os chamados crimes contra a honra como sinônimos, mas há diferenças sutis, definidas no Código Penal Não é tudo a mesma coisa, não.   Calúnia (crime descrito no artigo 138 do Código Penal) é acusar alguém publicamente de um crime – sabendo que a pessoa não o cometeu. A pena para calúnia envolve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos usam os chamados crimes contra a honra como sinônimos, mas há diferenças sutis, definidas no Código Penal<br />
</p>
<p>Não é tudo a mesma coisa, não.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Calúnia</strong></span> (crime descrito no artigo 138 do Código Penal) é acusar alguém publicamente de um crime – sabendo que a pessoa não o cometeu. A pena para calúnia envolve multa e até prisão, de 6 meses a dois anos. Se a acusação virar uma denúncia falsa, que gera uma investigação policial e um monte de custos à justiça, a coisa fica mais grave, e muda de nome. Vira denunciação caluniosa (que é o artigo 339 no Código Penal), e pode dar cadeia por mais tempo: de 2 a 8 anos.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Difamação</strong></span> (art. 139) é dizer que a pessoa foi autora de um ato desonroso – ou seja, sair espalhando algo sobre alguém que prejudica sua reputação. Interessante aqui é que o acusado não precisa estar mentindo. Ele pode ser acusado de difamação mesmo que esteja falando a verdade. Agora, se será condenado ou não… aí vai depender da situação.</p>
<p> </p>
<p>Por último, a <span style="color: #800000;"><strong>injúria</strong></span> (art. 140) é basicamente uma difamação que os outros não ouviram: é chegar e dizer para um sujeito algo que esse sujeito considere prejudicial.</p>
<p> </p>
<p>É possível cometer os 3 delitos de uma vez só. Se, num programa de TV, um entrevistado disser que o apresentador é cafetão, estará acusando em público de um crime (calúnia) desonroso (difamação), cara a cara (injúria).</p>
<p> </p>
<p>Então, atenção quando for denunciar uma empresa no Facebook ou quiser contar os podres do ex em público. E é preciso cuidado extra com um tipo de vítima: o(a) presidente(a) da República ou qualquer outro(a) chefe(a) de Estado estrangeiro. “Contra eles, mesmo que o ‘criminoso’ tenha dito a verdade, pode ser condenado”, conta Jorge Alberto Araújo, juiz e professor da Universidade Regional de Campinas.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Exemplos práticos</strong></span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Calúnia</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Se você acusar a faxineira de ter sumido com seu dinheiro – ou seja, um crime – sem ter provas, estará sendo calunioso e pode passar de 6 meses a 2 anos preso, além de pagar uma multa. Do trio, é o único em que, se você tiver provas, não é condenado.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Difamação</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Contou no almoço que a fulana trai o marido com todo mundo? Difamação. Detenção de 3 meses a 1 ano e multa. Detalhe importante: como o crime é a ofensa à reputação, você está cometendo difamação mesmo que prove as puladas de cerca da mulher do cara.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Injúria</strong></span></p>
<p> </p>
<p>É qualquer xingamento dito diretamente à pessoa. A verdade da acusação não muda nada e, caso resolvam processá-lo, você pode pegar de 1 a 6 meses ou ter que pagar uma multa.</p>
<p> </p>
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<p>Fonte: Super Interessante<br />Escrito por: Solon Brochado</p>
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