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	<title>Informalidade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Informalidade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>FGV: 70% dos trabalhadores informais gostariam de ter carteira assinada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/fgv-70-dos-trabalhadores-informais-gostariam-de-ter-carteira-assinada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 13:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[FGV pesquisa trabalhadores informais]]></category>
		<category><![CDATA[Informalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa mostra que sete anos após a reforma trabalhista, brasileiros sentem falta da CLT Pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre) mostra que sete em cada dez trabalhadores brasileiros autônomos gostariam de ter carteira assinada. A informação é do jornalista Wanderley Preite Sobrinho, da Folha de S. Paulo. Aprovada em julho [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-810e88a0775bfad5877d804803bd1da6">Pesquisa mostra que sete anos após a reforma trabalhista, brasileiros sentem falta da CLT</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre) mostra que sete em cada dez trabalhadores brasileiros autônomos gostariam de ter carteira assinada. A informação é do jornalista Wanderley Preite Sobrinho, da Folha de S. Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aprovada em julho de 2017, a reforma trabalhista alterou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) em mais de cem pontos e prometeu criar 6 milhões de empregos.&nbsp;A bonança, no entanto, não ocorreu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desemprego continuou alto — a taxa de desocupação era de 12,9% em julho de 2017, quando a reforma foi aprovada. A taxa se manteve no mesmo patamar nos anos seguintes e atingiu pico de 14,9% em março de 2021, durante a pandemia de Covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FGV</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisa da&nbsp;<a href="https://portal.fgv.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>FGV</strong></a>, sete anos após a reforma, 67,7% dos autônomos sonham em trabalhar com carteira assinada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelos critérios da pesquisa, o Brasil tem 25,4 milhões de autônomos, enquanto a população total ocupada era de 100,2 milhões em março de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sonho da CLT é maior entre os mais pobres. A pesquisa mostra que 75,6% dos autônomos com renda de até um salário mínimo (R$ 1.412) gostaria de ter um trabalho com carteira assinada.&nbsp;Já entre aqueles com renda entre um e três mínimos, o nível chega 70,8%.&nbsp;Foram consultadas 5.321 pessoas, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pesquisa</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisa da FGV, os autônomos têm baixos salários — cerca de 44% recebem até um salário mínimo.&nbsp;A maioria é homem e negro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo a FGV, 38% dos informais têm entre 45 e 65 anos, 66% são homens e 54,5% se declaram pretos e pardos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa aponta que a renda, por sua vez, tem forte variação. O salário de 19,8% pode oscilar mais de 20% de um mês para o outro. Já entre os trabalhadores com CLT, oscilação ocorre para apenas 4,7%.</p>
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		<title>Com Bolsonaro, informalidade bate recorde</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/com-bolsonaro-informalidade-bate-recorde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Distribuição de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Informalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Para sobreviver a um cenário de constantes crueldades do governo Bolsonaro, sem trabalho, sem dinheiro e sem condições de pagar o alto custo de vida, o brasileiro tem de recorrer ao chamado trabalho informal – pessoas que trabalham por conta própria e sem carteira assinada Para se ter ideia, já são 38,763 milhões de trabalhadores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para sobreviver a um cenário de constantes crueldades do governo Bolsonaro, sem trabalho, sem dinheiro e sem condições de pagar o alto custo de vida, o brasileiro tem de recorrer ao chamado trabalho informal – pessoas que trabalham por conta própria e sem carteira assinada</p>
<p>Para se ter ideia, já são 38,763 milhões de trabalhadores atuando na informalidade (<a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/17270-pnad-continua.html?=&amp;t=o-que-e" target="_blank">PNAD Contínua</a>). Isso porque, em um ano, o governo <a href="https://santosbancarios.com.br/pesquisa/bolsonaro/AND/t" target="_blank">Bolsonaro</a> se mostrou incapaz de implantar um projeto de geração de emprego e distribuição de renda no país. Prova disso é que, só neste ano, a taxa de informalidade no mercado de trabalho superou o patamar de 41%, a maior proporção desde 2006.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Fortaleça suas Lutas, <a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se" target="_blank">Sindicalize-se</a>!</strong></em></p>
<p> </p>
<p>Para cada 10 trabalhadores, quatro estão no mercado informal. Segundo especialistas, com a falta de oportunidades, o desempregado passou a fazer bicos e a trabalhar em novas atividades, abaixo do nível de qualificação e tempo disponível. Isso porque precisa gerar alguma renda para a família.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/resistencia-mantem-direitos-da-categoria-bancaria" target="_blank">&gt;&gt; Resistência mantém direitos da categoria bancária</a></p>
<p>Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia &#8211; 27/12</p>
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