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	<title>Inflação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Inflação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Em nova redução, Copom baixa taxa Selic para 14% ao ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/em-nova-reducao-copom-baixa-taxa-selic-para-14-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 07:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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					<description><![CDATA[É a quarta redução consecutiva da taxa básica de juros da economia. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu na quarta-feira (5/8) em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, que passará de 14,25% para 14% ao ano. Esta é a quarta vez consecutiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">É a quarta redução consecutiva da taxa básica de juros da economia.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu na quarta-feira (5/8) em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, que passará de 14,25% para 14% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é a quarta vez consecutiva que o comitê reduz os juros. A decisão foi tomada em reunião na sede do BC, em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O BC utiliza a Selic, os juros básicos da economia, como um instrumento para reduzir o ritmo da atividade econômica e, com isso, tentar controlar a inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando há redução, a expectativa é de estímulo para a economia e de um menor risco de descontrole nos preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a instituição, o novo ajuste gradual de menos 0,25 ponto é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta no próximo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&#8221;, informou o BC, em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o ambiente externo, o BC voltou a apontar o cenário de indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities&#8221;, disse o órgão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em relação ao cenário doméstico, o BC reforçou que o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião &#8220;sugere uma moderação gradual da atividade econômica, embora ainda em patamar resiliente, com sinais mistos entre setores, e mercado de trabalho aquecido&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia desacelerou, mas ainda, observou o BC, segue acima do limite superior da meta, enquanto as medidas subjacentes desaceleraram para patamar ligeiramente abaixo do limite superior da meta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,06% em julho, ficando 0,35 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de junho (0,41%). No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,51% e, em 12 meses, de 4,52%, abaixo dos 4,80% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho de 2025, o IPCA-15 foi de 0,33%. O indicador oficial da inflação é medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A meta para a inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o período iniciado em janeiro de 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de menos 1,50 ponto percentual e mais 1,50 ponto percentual, isto é, de 1,50% a 4,50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom iniciou o corte dos juros em março, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta a queda da taxa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco Central reduz juros básicos para 14,5% ao ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 06:31:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Política Monetária]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa Básica de Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de guerra no Oriente Médio, Copom voltou a cortar juros. Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela segunda vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Apesar de guerra no Oriente Médio, Copom voltou a cortar juros.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela segunda vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Na terça-feira (28), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por causa do falecimento de um parente de primeiro grau.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o Copom não deu pistas sobre a evolução dos juros. O texto informou que está monitorando a guerra no Oriente Médio e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária. Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções foi elevada consideravelmente, em função da falta de clareza sobre a duração dos conflitos e de seus efeitos sobre os condicionantes dos modelos de projeção analisados&#8221;, destacou o comunicado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril. No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IPCA cheio de abril só será divulgado em 12 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em abril de 2026, a inflação desde maio de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em maio de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de junho de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou, de 3,5% para 3,6%, a previsão do IPCA em 2026, mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,86%, acima do teto da meta, de 4,5%. Antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crédito menos caro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento da economia em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,85% do PIB em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-propoe-salario-minimo-de-r-1-717-em-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 12:31:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias]]></category>
		<category><![CDATA[Salário Mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[Reajuste segue previsão de inflação mais PIB de 2025 O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.717 para o ano que vem, com aumento nominal de 5,92%. O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional. O reajuste segue a projeção de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">Reajuste segue previsão de inflação mais PIB de 2025</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.717 para o ano que vem, com aumento nominal de 5,92%. O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reajuste segue a projeção de 3,06% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os 12 meses terminados em novembro mais o crescimento da economia em 2025, limitado ao crescimento de gastos de 2,5% acima da inflação, determinado pelo arcabouço fiscal. A estimativa para o INPC também consta do PLDO.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto também apresentou previsões de R$ 1.812 para o salário mínimo em 2028, de R$ 1.913 para 2029 e de R$ 2.020 para 2030. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB, soma das riquezas produzidas pelo país, de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Por essa regra, o salário mínimo aumentaria 2,3% acima do INPC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pacote de corte de gastos aprovado no fim de 2024, no entanto, limitou o crescimento. Isso porque o salário mínimo entrou nos limites do arcabouço fiscal, que prevê crescimento real (acima da inflação) dos gastos entre 0,6% e 2,5%. Como o crescimento de 2,3% no PIB está abaixo do teto de 2,5%, a expansão da economia em 2025 poderá ser aplicada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>BC reduz juros básicos para 14,75% ao ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/bc-reduz-juros-basicos-para-1475-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 06:27:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[Essa foi primeira redução da Taxa Selic em quase dois anos. Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela primeira vez em quase dois anos. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">Essa foi primeira redução da Taxa Selic em quase dois anos.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Banco Central (BC) cortou os juros pela primeira vez em quase dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No comunicado, o Copom afirmou que o aumento das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio exige mais cautela. O BC não descartou rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo&#8221;, destacou o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom tinha reduzido os juros tinha sido em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a ser elevada, até chegar aos 15% atuais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em fevereiro, o IPCA acelerou para 0,7% , pressionado pelas mensalidades escolares. Mesmo com a alta, o indicador ficou em 3,81% no acumulado de 12 meses, abaixo de 4% pela primeira vez desde maio de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro deste ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em março de 2026, a inflação desde abril de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em abril de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de maio de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária diminuiu para 3,5% a previsão do IPCA para 2026, mas a estimativa será revista, por causa do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As previsões do mercado estão menos otimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,1%, abaixo do teto da meta. Há um mês, antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crédito menos caro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central manteve em 1,6% a previsão de crescimento da economia em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,83% do PIB em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz para 4,02% projeção de inflação para 2026</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mercado-financeiro-reduz-para-402-projecao-de-inflacao-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 14:53:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boletin Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Os demais índices anunciados pelo Boletim Focus apresentam estabilidade na comparação com as semanas anteriores O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação no Brasil em 2026. Divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), em Brasília, o Boletim Focus projeta que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-10">Os demais índices anunciados pelo Boletim Focus apresentam estabilidade na comparação com as semanas anteriores</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação no Brasil em 2026. Divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), em Brasília, o Boletim Focus projeta que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano a 4,02% – percentual inferior aos 4,05% projetados há uma semana; e aos 4,06% estimados há quatro semanas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1675319&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1675319&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O IPCA é o índice que serve de referência para a inflação oficial do país. Para 2027 e 2028, as projeções de inflação permanecem estáveis há 11 semanas consecutivas em 3,80% e 3,50%, respectivamente.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Meta de inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 e 2026 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante o 0,18% do mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou dentro da meta do governo: 4,26%, portanto.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Juros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais índices anunciados pelo Boletim Focus apresentam estabilidade na comparação com as semanas anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No caso da taxa básica de juros (Selic), o mercado financeiro mantém os 12,25% estimados para o final de 2026, percentual calculado há quatro semanas consecutivas. Atualmente, a Selic encontra-se em 15%, o maior nível desde julho de 2006 quando atingiu 15,25%.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2027, a expectativa do mercado financeiro é de que a Selic caia para 10,50%, percentual que se repete nas projeções há 49 semanas seguidas. Para 2028, o mercado reviu para cima as expectativas da taxa básica de juros, passando dos 9,88% projetados na semana passada para 10%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essa tendência de alta nas expectativas para a Selic em 2028 tem sido observada em alguns dos boletins anteriores. Na semana passada, foi apresentada uma projeção de Selic a 9,88% para 2028. Há quatro semanas, as projeções apontavam uma Selic de 9,75%, também para 2028.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Variações da Selic</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dólar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos bens e serviços produzidos no país &#8211; as expectativas são de que a economia brasileira cresça 1,80% em 2026, mesmo percentual que se repete há seis semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para os anos seguintes, o mercado financeiro projeta crescimento de 1,80% em 2027 e de 2% em 2028.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As expectativas do mercado financeiro relacionadas ao dólar sinalizam cotação de R$ 5,50 para a moeda dos Estados Unidos ao final de 2026 &#8211; percentual que é mantido há 14 semanas, projetado também para 2027.&nbsp;<strong>Para 2028, estima-se o dólar a R$ 5,52.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mercado-reduz-para-405-expectativas-da-inflacao-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 11:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[inflação 2026]]></category>
		<category><![CDATA[inflação menor 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=66207</guid>

					<description><![CDATA[Demais índices do Boletim Focus permanecem estáveis O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026.&#160;De acordo com o Boletim Focus, divulgado segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%.&#160; Na semana passada, este índice, que serve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-12">Demais índices do Boletim Focus permanecem estáveis</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026.&nbsp;<strong>De acordo com o Boletim Focus, divulgado segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Meta de inflação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</strong>&nbsp;Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante ao 0,18% registrado no mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou em 4,26%, dentro da meta do governo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, com exceção do grupo habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/ipca-vai-033-em-dezembro-e-fecha-2025-em-426" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A maior variação (0,74%) e o maior impacto (0,15 p.p.) vieram dos transportes</a>,&nbsp;</strong>seguido, em termos de impacto, por saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,52% e 0,07 p.p.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PIB</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais índices do Boletim Focus divulgado hoje se mantiveram estáveis em relação às semanas anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No caso do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil), o mercado projeta que a economia do país crescerá 1,80% em 2026 – percentual que vem sendo projetado há cinco semanas consecutivas, e o mesmo projetado para 2027.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2028, as expectativas são de que o PIB feche o ano com um crescimento de 2%.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Câmbio</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com relação ao câmbio, as projeções do mercado permanecem estáveis há 13 semanas consecutivos, com uma expectativa de que o dólar feche 2026 cotado a R$ 5,50 – o mesmo valor projetado para 2027</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2028, as expectativas são de que a moeda estadunidense termine o ano cotada a R$ 5,52.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Selic</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A taxa básica de juros (Selic) deverá ser reduzida dos atuais 15% para 12,25% até o final de 2026, segundo o mercado financeiro; e para 10,50% em 2027.</strong>&nbsp;Para o ano subsequente (2028), as expectativas são de que ela caia ainda mais, para 9,88%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic, atualmente, está em seu maior nível desde julho de 2006, quando registrou 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Variações da Selic</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inflação do governo Lula 3 pode ser a menor em mais de 25 anos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/inflacao-do-governo-lula-3-pode-ser-a-menor-em-mais-de-25-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 12:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[LULA]]></category>
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					<description><![CDATA[Último recorde de menor inflação acumulada também foi registrado durante o governo Lula, entre 2006 e 2010 O Brasil caminha para encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a menor inflação acumulada desde 1999, ano em que foi implantado o regime de metas — sistema que orienta as decisões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14">Último recorde de menor inflação acumulada também foi registrado durante o governo Lula, entre 2006 e 2010</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil caminha para encerrar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a menor inflação acumulada desde 1999, ano em que foi implantado o regime de metas — sistema que orienta as decisões do Banco Central para manter a estabilidade dos preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com estimativa do economista André Braz, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), publicada pela Folha de S. Paulo, a inflação acumulada entre 2023 e 2026 pode alcançar 19,11%, caso as projeções para 2025 e 2026 se confirmem. Se isso ocorrer, será o menor índice registrado em um mandato presidencial em mais de duas décadas e meia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último recorde de menor inflação acumulada também foi registrado durante o governo Lula, entre 2006 e 2010, quando o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) somou 22,21%. Ainda assim, mesmo com a tendência de queda, a percepção da população segue de perda de poder de compra, o que mostra um descompasso entre os números oficiais e o cotidiano dos brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Braz, a diferença ocorre porque o IPCA é uma média ponderada e nem sempre reflete o comportamento dos preços de itens que pesam mais no orçamento das famílias, como alimentos e energia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Percepção popular sobre a inflação é desafio para o governo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa Datafolha realizada em abril apontou que 54% dos brasileiros responsabilizam o governo Lula pela alta dos alimentos nos meses anteriores. Para integrantes da equipe de comunicação do Planalto, essa percepção representa um desafio político para 2026, já que a inflação “sentida” pelo consumidor demora mais a refletir as melhorias econômicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, o governo aposta em políticas de aumento da renda, como o Auxílio Gás e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, ainda em análise no Congresso, como forma de amenizar esse impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Braz explica que, mesmo com os salários sendo corrigidos pela inflação, o problema surge quando o aumento dos alimentos é muito superior à média. “Se a carne sobe 20% e o salário apenas 4%, a família acaba substituindo carne por ovo e reduzindo a qualidade da alimentação”, afirma.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Expectativa de novo recorde</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade de terminar 2026 com a menor inflação acumulada desde o início do regime de metas é vista como motivo de orgulho dentro do governo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem reforçado esse discurso em eventos públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O senhor [Lula] vai terminar o terceiro mandato com a menor inflação acumulada da história do Brasil. O mais importante é que o senhor está batendo esse próprio recorde. Porque antes desse mandato, o senhor já tinha batido esse recorde no segundo mandato”, declarou Haddad durante o lançamento do programa Reforma Casa Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O sistema de metas de inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 1999, o regime de metas de inflação começou com um objetivo de 8% ao ano, sendo gradualmente reduzido ao longo dos anos. Desde 2024, o Brasil adota o modelo de meta contínua, em que o alvo central é de 3% ao ano, com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — ou seja, entre 1,5% e 4,5%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Preços de alimentos e bebidas caem pelo 4º mês seguido</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/precos-de-alimentos-e-bebidas-caem-pelo-4o-mes-seguido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 06:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
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					<description><![CDATA[Queda nos preços de itens como tomate, cebola e batata-inglesa impacta o IPCA, que ficou em 0,48% em setembro. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma variação de 0,48% em setembro de 2025, conforme divulgado nesta quinta-feira (9/10) pelo IBGE. A alta de 0,59 ponto percentual em relação a agosto, quando o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-16">Queda nos preços de itens como tomate, cebola e batata-inglesa impacta o IPCA, que ficou em 0,48% em setembro.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma variação de 0,48% em setembro de 2025, conforme divulgado nesta quinta-feira (9/10) pelo IBGE. A alta de 0,59 ponto percentual em relação a agosto, quando o índice apresentou uma queda de -0,11%, foi impulsionada principalmente pelo aumento nos preços da energia elétrica, mas o destaque ficou com a queda nos preços de alimentos e bebidas. Em termos anuais, a inflação acumula 3,64%, enquanto nos últimos 12 meses, o índice é de 5,17%. Em setembro de 2024, a variação foi de 0,44%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo alimentação e bebidas (-0,26%) continuou sua trajetória de queda, registrando o quarto mês consecutivo de deflação. Os preços de itens como tomate (-11,52%), cebola (-10,16%), alho (-8,70%) e batata-inglesa (-8,55%) foram os principais responsáveis por essa redução. Por outro lado, frutas e o óleo de soja tiveram aumentos de 2,40% e 3,57%, respectivamente, atenuando a queda no grupo. A alimentação no domicílio foi a principal responsável por essa desaceleração, com uma queda de 0,41%, após uma redução mais acentuada de 0,83% em agosto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-sanciona-gratuidade-em-conta-de-luz-para-familias-de-baixa-renda/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/lula-sanciona-gratuidade-em-conta-de-luz-para-familias-de-baixa-renda/">Lula sanciona gratuidade em conta de luz para famílias de baixa renda</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Copom mantém juros básicos da economia em 15% ao ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-em-15-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 07:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[Política Monetária]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Básica de Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco Central interrompe ciclo de aumento da Selic após sete altas. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o Banco Central (BC) interromper o ciclo de aumento de juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-18">Banco Central interrompe ciclo de aumento da Selic após sete altas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o Banco Central (BC) interromper o ciclo de aumento de juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 15% ao ano. A decisão, que já era esperada pelo mercado financeiro, foi unânime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O comitê tem acompanhado, com particular atenção, os anúncios referentes à imposição pelos Estados Unidos de tarifas comerciais ao Brasil, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza”, afirmou o comunicado. “[O Copom] enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. A pausa no aperto monetário consolida um ciclo de contração na política monetária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De setembro do ano passado a maio deste ano, a Selic foi elevada sete vezes. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto, três de 1 ponto percentual, uma de 0,5 ponto e outra em 0,25 ponto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em junho, o IPCA recuou para 0,24%, mesmo com a pressão de alguns alimentos e da conta de energia. Com o resultado, o indicador acumula alta de 5,35% em 12 meses, acima do teto da meta contínua de inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o IPCA-15 de julho, que funciona como uma prévia da inflação oficial, veio acima das expectativas. O indicador acelerou por causa de preços de energia e de passagens aéreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em junho de 2025, a inflação desde julho de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em julho, o procedimento se repete, com apuração a partir de agosto de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária diminuiu para 4,9% a previsão do IPCA para 2025, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. A próxima edição do documento, que substituiu o antigo Relatório de Inflação, será divulgada no fim de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 5,09%, quase 1 ponto acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 5,2%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crédito mais caro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central elevou para 2,1% a projeção de crescimento para a economia em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,23% do PIB em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="463" height="989" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/infografia_selic-3.webp" alt="" class="wp-image-62968" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/infografia_selic-3.webp 463w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/infografia_selic-3-140x300.webp 140w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/infografia_selic-3-70x150.webp 70w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/infografia_selic-3-20x43.webp 20w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>infografia_selic &#8211; </em><strong>ArteDJOR</strong></figcaption></figure>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Preços no mercado em queda. Isenção de impostos começa a surtir efeito</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/precos-no-mercado-em-queda-isencao-de-impostos-comeca-a-surtir-efeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 13:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo Lula anunciou a redução a zero das tarifas de importação de nove alimentos no dia 14 de março. Medida começa a surtir efeito. Entenda O governo Lula anunciou a redução a zero das tarifas de importação de nove alimentos no dia 14 de março. O objetivo é de facilitar a entrada desses produtos no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-20">Governo Lula anunciou a redução a zero das tarifas de importação de nove alimentos no dia 14 de março. Medida começa a surtir efeito. Entenda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O governo Lula anunciou a redução a zero das tarifas de importação de nove alimentos no dia 14 de março. O objetivo é de facilitar a entrada desses produtos no mercado interno e abaixar os preços. A medida, vigente já começa a apresentar efeitos nos preços. Especialmente aqueles que o Brasil importa em grandes volumes, como azeite de oliva e sardinha. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“O efeito do imposto zero para alimentos importados já começou: os preços do azeite, da sardinha, da carne e do café já estão sendo impactados segundo dados do FGV IBRE”, comemorou o governo em suas redes sociais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Redução dos preços dos alimentos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nos supermercados, algumas reduções já são percebidas. Dados da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) apontam que itens como azeite, café, carnes e sardinha estão mostrando menor variação de preço desde a entrada em vigor da isenção tarifária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também identificou quedas nos preços de diversos produtos, incluindo óleo de soja, ovos, carne bovina e farinha de trigo. O óleo de soja teve redução de 1% a 4%, a depender da região, enquanto os ovos ficaram 6% mais baratos no Espírito Santo e 3% em São Paulo. A carne bovina teve redução de 1% em São Paulo, e a farinha de trigo caiu 5% no Paraná. As quedas estão associadas tanto à isenção da tarifa de importação quanto às condições do mercado interno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conab também divulgou dados sobre hortaliças e frutas. A maçã registrou uma queda de 11,84% no preço devido à maior oferta da variedade Gala. A cenoura e a banana também tiveram reduções de 8,01% e 3,59%, respectivamente. Por outro lado, a cebola, a alface e o tomate apresentaram aumento de preços, sendo que a alface subiu 24,94% e o tomate, 19,69%. Entre as frutas, melancia e mamão também ficaram mais caros devido às condições climáticas e à redução da produção em algumas regiões.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="354" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1.png" alt="" class="wp-image-60701" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1.png 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-300x104.png 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-150x52.png 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-768x266.png 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-600x207.png 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-20x7.png 20w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Lista de preços em queda no mês de março. Fonte: FGV Ibre</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">Economia reforçada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No setor de exportação, o Brasil tem aproveitado a abertura de mercados internacionais. Problemas climáticos na América Central impulsionaram as exportações de frutas brasileiras. Nos dois primeiros meses de 2025, o volume enviado ao exterior cresceu 38% em relação ao mesmo período do ano anterior, com faturamento de mais de 206,6 milhões de dólares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outra frente econômica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um avanço significativo para o agronegócio brasileiro. Durante visita oficial ao Vietnã, Lula confirmou a abertura do mercado vietnamita para a carne brasileira, um pleito que o país tentava há mais de 20 anos. A decisão foi tomada após reuniões com as principais lideranças do sistema político vietnamita e representa uma importante conquista para o setor pecuário nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é que as medidas adotadas pelo governo contribuam para reduzir a pressão inflacionária sobre os alimentos e incentivem a economia, embora especialistas alertem que os efeitos dependerão de variáveis externas e da dinâmica do mercado interno nos próximos meses.</p>
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