<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Inflação julho 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<atom:link href="https://santosbancarios.com.br/artigo/tag/inflacao-julho-2026/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 11 Aug 2026 13:37:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/12/favicon-1.png</url>
	<title>Inflação julho 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
	<link>https://santosbancarios.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>IPCA: Inflação desacelera para 0,07% em julho com queda nos preços dos alimentos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ipca-inflacao-desacelera-para-007-em-julho-com-queda-nos-precos-dos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cai inflação em julho 26]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação julho 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=69736</guid>

					<description><![CDATA[No acumulado do ano, a inflação está em 3,44% e, nos 12 meses encerrados em julho, em 4,44%, abaixo dos 4,64% registrados até junho O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, foi de 0,07% em junho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">No acumulado do ano, a inflação está em 3,44% e, nos 12 meses encerrados em julho, em 4,44%, abaixo dos 4,64% registrados até junho</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ipca/"><strong>IPCA</strong></a>), considerado a inflação oficial do país, foi de 0,07% em junho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ibge/"><strong>IBGE</strong></a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado representa uma desaceleração em relação a&nbsp;<strong>junho, quando havia sido de 0,16%</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de 2026, a inflação está em&nbsp;<strong>3,44%</strong>. Já nos últimos 12 meses, a alta é de&nbsp;<strong>4,44%</strong>, abaixo dos 4,64% registrados até junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo Habitação teve a maior alta em julho, de 0,99%,&nbsp;<strong>puxado principalmente pelo aumento da conta de luz</strong>. A energia elétrica residencial subiu 3,09% no mês, ante 1,53% em junho, e sozinha respondeu por 0,13 ponto percentual da inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já&nbsp;<strong>Alimentação e bebidas</strong> ajudaram a segurar a inflação, com queda de 0,67%. Entre os demais grupos, os preços variaram de uma queda de 0,66% em&nbsp;<strong>Vestuário&nbsp;</strong>a uma alta de 0,40% em&nbsp;<strong>Saúde e cuidados pessoais</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Veja o resultado dos grupos do IPCA</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alimentação e bebidas: -0,67%;</li>



<li>Habitação: 0,99%;</li>



<li>Artigos de residência: 0,07%;</li>



<li>Vestuário: -0,66%;</li>



<li>Transportes: 0,05%;</li>



<li>Saúde e cuidados pessoais: 0,40%;</li>



<li>Despesas pessoais: 0,22%;</li>



<li>Educação: -0,03%;</li>



<li>Comunicação: 0,04%.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Alimentos mais baratos ajudam a segurar inflação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os preços de alimentos e bebidas caíram&nbsp;<strong>0,67%</strong>&nbsp;em julho, principalmente por causa da redução de 1,14% nos alimentos comprados para consumo em casa. Entre os produtos que mais ficaram baratos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f345.png" alt="🍅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> tomate (-29,09%),</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f954.png" alt="🥔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />batata-inglesa (-19,59%),</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f955.png" alt="🥕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> cenoura (-14,41%)</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2615.png" alt="☕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> café moído (-2,45%).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O tomate foi o produto que mais ajudou a reduzir a inflação no mês.&nbsp;Na outra ponta, o&nbsp;<strong>leite longa vida</strong>&nbsp;subiu 2,47% e as&nbsp;<strong>frutas</strong>&nbsp;ficaram 1,20% mais caras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já quem comeu fora de casa enfrentou uma alta maior nos preços. A&nbsp;<strong>alimentação fora do domicílio</strong>&nbsp;subiu&nbsp;<strong>0,55%</strong>&nbsp;em julho, contra 0,15% em junho. O preço dos lanches aumentou&nbsp;<strong>0,76%</strong>, enquanto o das refeições subiu 0,42%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as regiões pesquisadas pelo IBGE,&nbsp;<strong>Rio Branco</strong>&nbsp;teve a maior alta de preços em julho, de 0,32%, principalmente por causa do aumento das passagens aéreas e da energia elétrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Belém</strong>&nbsp;teve a maior queda, de 0,45%, influenciada principalmente pela redução dos preços da gasolina e do açaí.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Conta de luz pesa na inflação de julho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo&nbsp;<strong>Habitação</strong>&nbsp;acelerou de uma alta de 0,63% em junho para 0,99% em julho,&nbsp;principalmente por causa do&nbsp;<strong>aumento da energia elétrica residencial</strong>, que passou de 1,53% para&nbsp;<strong>3,09%</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conta de luz foi o item que mais contribuiu individualmente para a inflação do mês, com impacto de 0,13 ponto percentual.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O resultado considera reajustes nas tarifas de energia em algumas cidades:</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em São Paulo, uma das concessionárias aumentou as tarifas em&nbsp;<strong>8,85%</strong>, a partir de 4 de julho;</li>



<li>Em Porto Alegre, o reajuste foi de&nbsp;<strong>14,89%</strong>, válido desde 19 de junho;</li>



<li>Em Curitiba, de&nbsp;<strong>19,55%</strong>, desde 24 de junho.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos reajustes, a conta de luz continuou sendo influenciada pela&nbsp;<strong>bandeira tarifária amarela</strong>, que acrescenta&nbsp;<strong>R$ 1,885</strong>&nbsp;a cada 100 kWh consumidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda no grupo Habitação, a&nbsp;<strong>taxa de água e esgoto</strong>&nbsp;subiu 0,40%, refletindo reajustes aplicados em Salvador, Porto Alegre, Brasília e Rio Branco. Já o&nbsp;<strong>gás encanado</strong>&nbsp;ficou 0,04% mais barato, devido a uma redução média de 2% nas tarifas no Rio de Janeiro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Boletim Focus: mercado reduz projeção para inflação de 2026</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/boletim-focus-mercado-reduz-projecao-para-inflacao-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:52:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Estimativa da inflação cai 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação julho 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://santosbancarios.com.br/?p=69230</guid>

					<description><![CDATA[O recuo foi de 5,30% para 5,16%. Mercado mantém estimativas para juros e câmbio Economistas do mercado financeiro voltaram a reduzir a expectativa para a inflação de 2026. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (13/7) pelo Banco Central (BC), a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,30% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">O recuo foi de 5,30% para 5,16%. Mercado mantém estimativas para juros e câmbio</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Economistas do mercado financeiro voltaram a reduzir a expectativa para a inflação de 2026. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (13/7) pelo Banco Central (BC), a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,30% para 5,16%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da revisão para baixo, a estimativa segue acima do teto da meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Pelo sistema de metas contínuas, o objetivo para o IPCA é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, o que fixa o limite superior em 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os anos seguintes, as expectativas apresentaram comportamento misto. A projeção para 2027 subiu de 4,18% para 4,20%, enquanto a estimativa para 2028 foi mantida em 3,70%. Já para 2029, os economistas mantiveram a previsão de inflação em 3,50%.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PIB&nbsp;</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 permaneceu estável em 1,99%. Para 2027, a estimativa foi revisada para baixo, de 1,69% para 1,65%, após uma semana de estabilidade. Já para 2028, os economistas mantiveram a expectativa de expansão de 2%, mesmo percentual projetado para 2029.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Selic&nbsp;</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As projeções para a taxa básica de juros (Selic) permaneceram estáveis em todo o horizonte da pesquisa. Para 2026, a expectativa foi mantida em 14% ao ano. Em 2027, os economistas continuaram projetando a taxa em 12% ao ano. Para 2028, a estimativa seguiu em 10,50%, enquanto, para 2029, permaneceu em 10% ao ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Câmbio&nbsp;</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No câmbio, o mercado também não fez ajustes nas estimativas. A projeção para a cotação do dólar ao fim de 2026 seguiu em R$ 5,20. Para 2027, a expectativa continuou em R$ 5,28. Em 2028, os analistas mantiveram a previsão em R$ 5,34 e, para 2029, em R$ 5,40.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
