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	<title>Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Saiba quanto o trabalhador receberá de lucro do FGTS</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/saiba-quanto-o-trabalhador-recebera-de-lucro-do-fgts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 07:12:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Valor para cada conta é proporcional a saldo em 31 de dezembro. A distribuição de quase R$ 13 bilhões do lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2024, aprovada na quinta-feira (24/7) pelo Conselho Curador do fundo, será dividida proporcionalmente entre os cotistas. Quanto maior o saldo da conta vinculada ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-dc809203cc8737028be119b7f3acfab9">Valor para cada conta é proporcional a saldo em 31 de dezembro.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição de quase R$ 13 bilhões do lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2024, <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/fgts-distribuira-quase-r-13-bi-do-lucro-de-2024/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/fgts-distribuira-quase-r-13-bi-do-lucro-de-2024/">aprovada na quinta-feira (24/7)</a> pelo Conselho Curador do fundo, será dividida proporcionalmente entre os cotistas. Quanto maior o saldo da conta vinculada ao FGTS, mais o trabalhador terá a receber.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dinheiro será depositado até 31 de agosto. O valor de referência corresponde ao saldo de cada conta em 31 de dezembro de 2024. Quem tiver mais de uma conta receberá o crédito em todas elas, respeitando a proporcionalidade do saldo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para saber a parcela do lucro que será depositada, o trabalhador deve multiplicar o saldo de cada conta em seu nome em 31 de dezembro do ano passado por 0,02042919. Esse fator significa que, na prática, a cada R$ 1 mil de saldo, o cotista receberá R$ 20,43. Quem tinha R$ 2 mil terá crédito de R$ 40,86, com o valor subindo para R$ 102,15 para quem tinha R$ 5 mil no fim de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual do lucro que seria repassado aos trabalhadores foi definido na quinta-feira pelo Conselho Curador e equivale a 95% do lucro de R$ 13,61 bilhões obtido pelo FGTS no ano passado. A distribuição do lucro elevará o rendimento do FGTS neste ano para 6,05%, superior à inflação oficial de 4,83% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo ganhando da inflação, o FGTS rendeu menos que a caderneta de poupança. No ano passado, a poupança rendeu 6,41%, influenciada pela taxa Selic (juros básicos da economia). Quando os juros básicos estão acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a Taxa Referencial (TR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela legislação, o FGTS rende 3% ao ano mais a taxa referencial (TR). No entanto, a distribuição dos lucros &#8211; existente desde 2017 &#8211; melhora o rendimento do fundo. O crédito &#8211; rendimento tradicional mais a distribuição do lucro &#8211; é incorporado ao saldo da conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Fundo deverá ter correção mínima pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mas a correção não é retroativa sobre o estoque das contas e só vale a partir da publicação do resultado do julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o resultado da distribuição do lucro por trabalhador e do rendimento de 3% ao ano mais a TR ficar menor que a inflação, o Conselho Curador é obrigado a definir uma forma de compensação para que a correção alcance o IPCA.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Posso sacar?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O dinheiro do FGTS só poderá ser retirado de acordo com as regras de saque, como demissão sem justa causa, compra da casa própria ou doenças graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2020, o trabalhador pode retirar parte do saldo no mês de aniversário. Nesse caso, é necessário aderir à modalidade saque-aniversário. No entanto, caso seja demitido, o empregado que optou pelo saque-aniversário só receberá a multa de 40% de rescisão, não os depósitos do empregador.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como consultar o saldo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para verificar o saldo do Fundo de Garantia, o trabalhador deve consultar o extrato do fundo, no aplicativo FGTS, da Caixa Econômica Federal, disponível para smartphones e tablets dos sistemas Android e iOS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ao entrar no aplicativo, o trabalhador deve:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fazer login com a senha cadastrada;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Clicar em &#8220;Resumo do Seu FGTS&#8221;;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Verificar, na tela seguinte, o histórico completo de depósitos, saques e rendimentos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rolar a tela até encontrar o mês de dezembro de 2024;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Anotar o saldo parcial na data de 31 de dezembro de 2024. É possível imprimir o extrato ou salvá-lo em arquivo PDF;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Multiplicar o saldo em 31 de dezembro por 0,02042919. Isso deve ser feito em cada conta do FGTS em nome do trabalhador.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quem não puder fazer a consulta pela internet deve ir a qualquer agência da Caixa pedir o extrato no balcão de atendimento. O banco também envia o extrato do FGTS em papel a cada dois meses, no endereço cadastrado. Quem mudou de residência deve procurar uma agência da Caixa ou ligar para o número 0800-726-0101 e informar o novo endereço.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Consignado para CLT busca proteger trabalhador de juros, diz Haddad</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/consignado-para-clt-busca-proteger-trabalhador-de-juros-diz-haddad/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 07:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central (BC)]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada (CLT)]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital)]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernando Haddad (PT)]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Crédito do Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[taxa básica de juros (Selic)]]></category>
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					<description><![CDATA[Pessoas empregadas há mais tempo poderão conseguir taxas melhores O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, nesta quinta-feira (20/3), que o programa de crédito consignado para quem trabalha com carteira assinada (CLT) é uma forma de proteger esses trabalhadores dos juros altos praticados pelo mercado. Além disso, segundo ele, visa inibir o superendividamento dos cidadãos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ce4a75223fae0543d6d249eb8c9272da">Pessoas empregadas há mais tempo poderão conseguir taxas melhores</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, nesta quinta-feira (20/3), que <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/saiba-como-vai-funcionar-o-credito-consignado-clt/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/saiba-como-vai-funcionar-o-credito-consignado-clt/">o programa de crédito consignado para quem trabalha com carteira assinada (CLT)</a> é uma forma de proteger esses trabalhadores dos juros altos praticados pelo mercado. Além disso, segundo ele, visa inibir o superendividamento dos cidadãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar do aumento da Selic, nós estamos abrindo um caminho para permitir que você renegocie suas dívidas a taxas mais civilizadas”, disse, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, do Canal Gov.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad comentou a elevação da taxa básica de juros, a Selic, para 14,25% ao ano, e afirmou que os bancos cobram dos clientes muito mais do que a taxa de captação do crédito, que é pouco maior que a Selic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É justamente porque o juro está alto e nós temos um Banco Central independente, que fixa o juro, que nós temos que tomar medidas como essa [do consignado para CLT] para proteger o trabalhador”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O trabalhador que vai a um banco hoje, sem garantia, e pede um crédito pessoal,está pagando entre 5% e 6% ao mês. […] Vamos supor que o banco pague 15% ao ano ou 16% ao ano, e ele empresta para o trabalhador, no crédito pessoal, a 6% ao mês. Então, em dois meses, em três meses, o trabalhador pagou todo o juro que o banco está pagando para captar. E, no entanto, o banco tem os outros nove meses para receber juro do trabalhador”, explicou Haddad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o Programa Crédito do Trabalhador, os clientes bancários terão a opção de migrar para o crédito mais barato. O crédito consignado é um empréstimo que tem as parcelas descontadas diretamente do salário ou benefício do devedor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o ministro, a medida também visa conter o alto endividamento da população. “Muitas vezes, o super endividamento é uma decorrência do juro alto e não do fato de que o cara tomou muito dinheiro. Porque o pouco dinheiro a juro alto se transforma num montante impagável. Agora, se você dá condições para o trabalhador administrar a sua carteira, os créditos que ele está tomando a um juro razoável, você impede o super endividamento”, explicou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Adesão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de hoje (21/3), por meio do aplicativo da carteira de trabalho digital (CTPS Digital), o trabalhador terá a opção de requerer proposta de crédito diretamente com instituições financeiras habilitadas pelo governo federal. Os empréstimos terão como garantia os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, o empregado autoriza o acesso a dados como nome, CPF, margem do salário disponível para consignação e tempo de empresa, em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A partir daí, ele receberá ofertas em até 24 horas, analisará a melhor opção e fará a contratação no canal do banco, comparando as taxas de juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de 25 de abril, os bancos também poderão operar a linha do consignado privado dentro de suas plataformas digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Você que tem uma dívida, hoje, com o banco no crédito pessoal, fale calmamente com o seu gerente, pergunte quanto você está pagando de taxa de juros nessa linha de crédito, você vai encontrar um número alto, acima de 5%, acima de 6% ao mês”, alertou o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad explicou que a taxa de juro dessa modalidade de crédito pode ser ainda menor, a depender do tempo em que o trabalhador está empregado e de que setor da economia está empregado. Com juro menor, cai o preço da prestação, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Então, imagine uma empregada doméstica, que, às vezes, tem cinco, dez anos de serviço junto a um empregador. Ela ia no banco e tinha um crédito pessoal caro, mesmo tendo um histórico relevante para ter um crédito barato. Agora, essa pessoa vai poder ter um crédito barato”, completou Haddad.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Juros básicos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Fernando Haddad lembrou que a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de elevar os juros básicos da economia de 13,25% para 14,25% ao ano estava prevista desde dezembro de 2024, ainda na gestão do ex-presidente da autarquia Roberto Campos Neto, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Você contratou, como dizem, três aumentos bastante pesados na Selic, na última reunião do ano passado. Você não pode ir na presidência do Banco Central dar um cavalo de pau depois que se assumiu. Isso é uma coisa muito delicada. Quer dizer, o novo presidente, com os novos diretores, eles têm aí uma herança a administrar”, disse Haddad sobre os desafios do atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, que assumiu o cargo em janeiro deste ano, indicado pelo presidente Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação, definida em 3% pelo Conselho Monetário Nacional. Hoje, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, soma 5,06% no acumulado em 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad lembrou ainda que o governo federal também vem trabalhando para cumprir o marco fiscal e equilibrar as contas públicas. O resultado das contas impacta a expectativa de inflação, que é um fator considerado pelo BC na decisão sobre a taxa básica de juros. “Nós vamos, neste ano, cumprir os nossos compromissos de meta [fiscal], e o Banco Central tem a meta de inflação para cumprir também”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós temos uma tarefa que é debelar esse aumento de preços que houve. Isso tem que ser feito pelo Executivo e pelo Banco Central independente, e nós vamos buscar esse resultado. Tudo o que a gente quer é crescer com sustentabilidade. O Brasil não cresceu durante muitos e muitos anos. Eu não acredito que você precisa de uma recessão para baixar a inflação no Brasil. Eu acho que você consegue administrar a economia de maneira a crescer de forma sustentável sem que que a inflação saia do controle”, defendeu o ministro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-lanca-curso-de-formacao-para-exame-cea-com-vantagens-para-associados/">Sindicato lança curso de formação para exame CEA com vantagens para associados</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Previsão para inflação permanece em 5,65% para este ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/previsao-para-inflacao-permanece-em-565-para-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 06:58:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central (BC)]]></category>
		<category><![CDATA[boletim focus]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária (Copom)]]></category>
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		<category><![CDATA[Produto Interno Bruto (PIB)]]></category>
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					<description><![CDATA[Essa é primeira estabilização após 19 semanas de alta Depois de 19 semanas em alta, as projeções para a inflação em 2025 se estabilizaram. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central (BC), os analistas de mercado acreditam que a inflação oficial pelo Índice Nacional de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-43a0b98b6fff853db4e5e2cd865b3d62">Essa é primeira estabilização após 19 semanas de alta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de 19 semanas em alta, as projeções para a inflação em 2025 se estabilizaram. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central (BC), os analistas de mercado acreditam que a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 5,65%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da estabilização, a inflação, caso se concretize a projeção, fechará o ano bastante acima da meta. Pelo novo sistema de metas contínuas, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelece meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, o que indica teto da meta de 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC informou que a inflação deve estourar o teto da meta no primeiro ano do regime de metas contínuas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O boletim Focus manteve em 15% ao ano a expectativa para a Taxa Selic (juros básicos da economia) no fim do ano. A projeção está nesse nível há oito semanas. Para 2026, as instituições financeiras projetam juros básicos de 12,5% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a Selic está em 13,25% ao ano, com o Copom admitindo que elevará os juros para 14,25% na reunião de março.</p>



<h4 class="wp-block-heading">PIB</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao desempenho da economia neste ano, os analistas de mercado mantiveram em 2,01% a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O boletim Focus projeta crescimento de 1,7% no PIB para 2026 e de 2% para 2027 e 2028..</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Supremo decide que FGTS deve garantir correção pelo IPCA</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/supremo-decide-que-fgts-deve-garantir-correcao-pelo-ipca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 07:51:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Advocacia-Geral da União(AGU)]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Curador do FGTS]]></category>
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		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta não será aplicada a valores retroativos O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (12) que as contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não podem ser corrigidas somente pela Taxa Referencial (TR), taxa com valor próximo de zero. Com a decisão, as contas deverão garantir correção real conforme o Índice [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7646e36039809e2c632f6a7190f5b1c9">Proposta não será aplicada a valores retroativos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://portal.stf.jus.br/" data-type="link" data-id="https://portal.stf.jus.br/">Supremo Tribunal Federal (STF)</a> decidiu nesta quarta-feira (12) que as contas do <a href="https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/Paginas/default.aspx" data-type="link" data-id="https://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/Paginas/default.aspx">Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)</a> não podem ser corrigidas somente pela Taxa Referencial (TR), taxa com valor próximo de zero. Com a decisão, as contas deverão garantir correção real conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal indicador da inflação no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova forma de correção vale para novos depósitos a partir da decisão do Supremo e não será aplicada a valores retroativos. Após o julgamento, a assessoria de imprensa do STF esclareceu que a nova correção deverá ser aplicada ao saldo atual da contas a partir da publicação da ata de julgamento, que deve ocorrer nos próximos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela deliberação dos ministros, fica mantido o atual cálculo que determina a correção com juros de 3% ao ano, o acréscimo de distribuição de lucros do fundo, além da correção pela TR. A soma deve garantir a correção pelo IPCA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, se o cálculo atual não alcançar o IPCA, caberá ao Conselho Curador do FGTS estabelecer a forma de compensação. O índice acumulado nos últimos 12 meses é de 3,90%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de cálculo foi sugerida ao STF pela Advocacia-Geral da União(AGU), órgão que representa o governo federal, após conciliação com centrais sindicais durante a tramitação do processo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O caso começou a ser julgado pelo Supremo a partir de uma ação protocolada em 2014 pelo partido Solidariedade. A legenda sustenta que a correção pela TR, com rendimento próximo de zero, por ano, não remunera adequadamente os correntistas, perdendo para a inflação real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 1966 para substituir a garantia de estabilidade no emprego, o fundo funciona como uma poupança compulsória e proteção financeira contra o desemprego. No caso de dispensa sem justa causa, o empregado recebe o saldo do FGTS, mais multa de 40% sobre o montante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a entrada da ação no STF, leis começaram a vigorar, e as contas passaram a ser corrigidas com juros de 3% ao ano, o acréscimo de distribuição de lucros do fundo, além da correção pela TR. No entanto, a correção continuou abaixo da inflação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF marca para dia 12 julgamento sobre correção do FGTS</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stf-marca-para-dia-12-julgamento-sobre-correcao-do-fgts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 08:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Discussão foi interrompida em novembro do ano passado O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, marcou para 12 de junho a retomada do julgamento sobre a legalidade do uso da Taxa Referencial (TR) para correção das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A discussão sobre o índice de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0d85716e6b80667c9c6ebef57d2d74e8">Discussão foi interrompida em novembro do ano passado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, marcou para 12 de junho a retomada do julgamento sobre a legalidade do uso da Taxa Referencial (TR) para correção das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre o índice de correção das contas do fundo foi interrompida em novembro do ano passado, após pedido de vista (mais tempo para análise) feito pelo ministro Cristiano Zanin. O processo foi devolvido para julgamento no dia 25 de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo chegou a entrar na pauta do Supremo no início de abril, mas acabou não sendo chamada a julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, o placar é de 3 votos a 0 para considerar inconstitucional o uso da TR para remunerar as contas dos trabalhadores. Votaram nesse sentido o relator, Luís Roberto Barroso, e os ministros André Mendonça e Nunes Marques.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Governo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, a Advocacia-Geral da União (AGU) enviou ao STF uma proposta para destravar o julgamento do caso. A sugestão foi construída após consulta a centrais sindicais e outros órgãos envolvidos na causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nome do governo federal, a AGU defendeu que as contas do fundo garantam correção mínima que assegure o valor do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial da inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta vale somente para novos depósitos a partir da decisão do STF e não se aplicaria a valores retroativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a AGU, deve ser mantido o atual cálculo que determina a correção com juros de 3% ao ano, o acréscimo de distribuição de lucros do fundo, além da correção pela TR. Contudo, se o cálculo atual não alcançar o IPCA, caberia ao Conselho Curador do FGTS estabelecer a forma de compensação. O IPCA acumulado nos últimos 12 meses é de 3,69%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O caso começou a ser julgado pelo Supremo a partir de uma ação protocolada em 2014 pelo partido Solidariedade. A legenda sustenta que a correção pela TR, com rendimento próximo de zero, por ano, não remunera adequadamente os correntistas, perdendo para a inflação real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 1966 para substituir a garantia de estabilidade no emprego, o fundo funciona como uma poupança compulsória e proteção financeira contra o desemprego. No caso de dispensa sem justa causa, o empregado recebe o saldo do FGTS, mais multa de 40% sobre o montante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a entrada da ação no STF, novas leis começaram a vigorar, e as contas passaram a ser corrigidas com juros de 3% ao ano e acréscimo de distribuição de lucros do fundo, além da correção pela TR. No entanto, a correção continua abaixo da inflação.</p>
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		<title>Copom reduz juros básicos da economia para 10,5% ao ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-105-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2024 08:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária (Copom)]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
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		<category><![CDATA[Redução]]></category>
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					<description><![CDATA[Queda de 0,25 ponto era esperada pelo mercado financeiro A alta recente do dólar e o aumento das incertezas fizeram o Banco Central (BC) diminuir o ritmo do corte de juros. Por 5 votos a 4, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8cfa8da78db1319c048faa784b92c45e">Queda de 0,25 ponto era esperada pelo mercado financeiro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A alta recente do dólar e o aumento das incertezas fizeram o Banco Central (BC) diminuir o ritmo do corte de juros. Por 5 votos a 4, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 10,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa foi a sétima vez consecutiva que o Copom reduziu a Selic. No entanto, a velocidade dos cortes diminuiu. De agosto do ano passado até março deste ano, o Copom tinha reduzido os juros básicos em 0,5 ponto percentual a cada reunião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do BC, Roberto Campos Neto, desempatou a decisão ao votar por um corte de 0,25 ponto. Além de Campos Neto, votaram por essa redução os seguintes diretores Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Otávio Ribeiro Damaso e Renato Dias de Brito Gomes, indicados pelo governo anterior. Votaram por uma redução de 0,50 ponto percentual os seguintes membros: Ailton de Aquino Santos, Gabriel Muricca Galípolo, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira, indicados pelo atual governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, o Copom informou que o cenário internacional se agravou e que a inflação subjacente, que elimina preços mais voláteis, está acima da meta de inflação. Além disso, o comunicado defendeu que o arcabouço fiscal aprovado no ano passado tenha credibilidade. Ao contrário das últimas reduções, o Banco Central não deu nenhuma indicação sobre o que fará nos próximos encontros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O comitê acompanhou com atenção os desenvolvimentos recentes da política fiscal e seus impactos sobre a política monetária. O comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida contribui para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, destacou o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa está no menor nível desde fevereiro de 2022, quando estava em 9,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas, quando começou a ser reduzida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do início do ciclo de alta, a Selic estava em 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em março, o indicador ficou em 0,16% e acumula 3,93% em 12 meses. Após um repique em fevereiro, a inflação desacelerou em março, por causa de alimentos, bebidas e transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice em 12 meses está exatamente no teto da meta de inflação. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Relatório de Inflação divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a estimativa de que o IPCA fecharia 2024 em 3,5% no cenário base. A projeção, no entanto, pode ser revista na nova versão do relatório, que será divulgada no fim de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,73%, abaixo portanto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 3,76%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crédito mais barato</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Inflação, o Banco Central aumentou para 1,9% a projeção de crescimento para a economia em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado projeta crescimento um pouco melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,05% do PIB em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="479" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-479x1024.webp" alt="" class="wp-image-54425" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-479x1024.webp 479w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-140x300.webp 140w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-70x150.webp 70w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-719x1536.webp 719w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-600x1282.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1-20x43.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/infografia_selic-1.webp 754w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>infografia_selic &#8211;&nbsp;</em><strong>ArteDJOR</strong></figcaption></figure>
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		<title>Banco Central reduz juros básicos da economia para 11,25% ao ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-central-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 08:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central (BC)]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária (Copom)]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Monetário Nacional (CMN)]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
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		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic)]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic (juros básicos da economia)]]></category>
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					<description><![CDATA[Queda de 0,5 ponto era esperada pelo mercado financeiro O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela quinta vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-60afc787b4d2df450ca79827680f4d37">Queda de 0,5 ponto era esperada pelo mercado financeiro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela quinta vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o Copom informou que pretende continuar a reduzir a Selic em 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. Na entrevista coletiva do Relatório de Inflação de dezembro, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicou que o Copom sempre se refere aos próximos dois encontros ao mencionar a expressão “próximas reuniões”, o que indica que os cortes continuarão até maio pelo menos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em se confirmando o cenário esperado, os membros do comitê, unanimemente, anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões e avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, destacou o comunicado. Em relação à quando os cortes serão interrompidos, o órgão informou que isso dependerá do cenário econômico “de maior prazo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa está no menor nível desde março de 2022, quando estava em 10,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2023, o indicador ficou em 4,62%. Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada pelos economistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice fechou o ano passado abaixo o teto da meta de inflação, que era 4,75%. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Relatório de Inflação divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a estimativa de que o IPCA fecharia 2024 em 3,5% no cenário base. A projeção, no entanto, pode ser revista na nova versão do relatório, que será divulgada no fim de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,81%, abaixo portanto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 3,9%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crédito mais barato</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Inflação, o Banco Central reduziu para 1,7% a projeção de crescimento para a economia em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado projeta crescimento semelhante. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,6% do PIB em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="479" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/infografia_selic-479x1024.webp" alt="" class="wp-image-52572" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/infografia_selic-479x1024.webp 479w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/infografia_selic-140x300.webp 140w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/infografia_selic-70x150.webp 70w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/infografia_selic-719x1536.webp 719w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/infografia_selic-600x1282.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/infografia_selic-20x43.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/infografia_selic.webp 754w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>ArteDJOR</strong></figcaption></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco Central reduz taxa de juros Selic para 11,75% e promete mais cortes em 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-central-reduz-taxa-de-juros-selic-para-1175-e-promete-mais-cortes-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 07:48:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária (Copom)]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Monetário Nacional (CMN)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela quarta vez seguida, Comitê de Política Monetária (Copom) decide pela redução O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu hoje reduzir a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual. Com a decisão, a Selic passa a ser de 11,75% ao ano — anteriomente, estava em 12,25%. Foi a quarta redução seguida. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-119e7a53e03a59c37077958adfafe3df">Pela quarta vez seguida, Comitê de Política Monetária (Copom) decide pela redução</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu hoje reduzir a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual. Com a decisão, a Selic passa a ser de 11,75% ao ano — anteriomente, estava em 12,25%. Foi a quarta redução seguida. A próxima reunião do grupo está marcada para os dias 30 e 31 de janeiro de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, o Copom informou que continuará a promover novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões, mas não detalhou quando parará de reduzir a taxa Selic. Segundo o BC, o momento dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024.</p>



<h5 class="wp-block-heading">MENOR NÍVEL</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa está no menor nível desde maio do ano passado, quando marcava 11,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>



<h5 class="wp-block-heading">INFLAÇÃO</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em novembro, o indicador ficou em 0,28% e acumula 4,68% em 12 meses . Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada pelos economistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice fechou o ano passado acima do teto da meta de inflação. Para 2023, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,75% nem ficar abaixo de 1,75% neste ano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Consumo do brasileiro cresceu 2,89% em outubro, aponta Abras</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/consumo-do-brasileiro-cresceu-289-em-outubro-aponta-abras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 07:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Brasileira de Supermercados (Abras)]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo do brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
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					<description><![CDATA[Alta pode ser atribuída à inauguração de novas lojas e promoções O consumo nos lares brasileiros, medido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), registrou alta de 2,89% em outubro, na comparação com o mês anterior. Na comparação com outubro do ano passado, a alta é de 0,61%. No acumulado do ano, a alta é de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-442d177791b76d97411f495f82c9bdd3">Alta pode ser atribuída à inauguração de novas lojas e promoções</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O consumo nos lares brasileiros, medido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), registrou alta de 2,89% em outubro, na comparação com o mês anterior. Na comparação com outubro do ano passado, a alta é de 0,61%. No acumulado do ano, a alta é de 2,64%. O resultado contempla os formatos de loja atacarejo, supermercado convencional, loja de vizinhança, hipermercado, minimercado e e-commerce. Todos os indicadores são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, a alta pode ser atribuída à inauguração de novas lojas e promoções. “As atividades promocionais tradicionalmente se intensificam no segundo semestre, combinados com renda mais estável e a menor variação nos preços da cesta de abastecimento dos lares”, analisou Milan. De janeiro a novembro, entraram em operação 573 lojas, das quais 306 são novas e 267 reinauguradas. Os principais formatos de lojas são os supermercados (185) e os atacarejos (121).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Abras, apesar da alta registrada no mês, as quedas nos preços foram expressivas de janeiro a outubro (-6,43%) e nos últimos 12 meses (-5,08%), influenciadas principalmente pelos preços do óleo de soja (-30,94%), do feijão (-23,12%), dos cortes bovinos do dianteiro (-12,61%) e do traseiro (-12,44%), do frango congelado (-9,55%), do leite longa vida (-6,10%). Os preços dessa cesta caíram de R$ 754,98 em janeiro para R$ 705,93 em outubro, variação de -6,43% equivalente a cerca de R$ 50.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados da Abras, o valor da cesta de 35 produtos de largo consumo (alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza) teve alta de 0,10% em outubro na comparação com setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, as principais altas do mês foram batata (11,23%), cebola (8,46%), arroz (2,99%), carne bovina – corte traseiro (1,94%), açúcar refinado (1,88%), tomate (0,97%), extrato de tomate (0,83%), pernil (0,57%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior retração em outubro foi registrada na cesta de lácteos com leite longa vida (-5,48%), queijos muçarela e prato (-1,14%), leite em pó (-0,87%), margarina cremosa (-0,60%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na cesta de produtos básicos, as principais quedas vieram do feijão (-4,67%), do óleo de soja (-1,77%), do café torrado e moído (-1,23%), da farinha de mandioca (-0,65%), da farinha de trigo (-0,56%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as proteínas que mantiveram a tendência de queda nos preços estão ovos (-2,85%), carne bovina &#8211; corte do dianteiro (-0,30%). As altas foram registradas na carne bovina &#8211; corte do traseiro (1,94%), pernil (0,57%), frango congelado (0,54%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na cesta de higiene e beleza, as principais quedas foram registradas no sabonete (-0,78%), xampu (-0,08%) e as altas no papel higiênico (+0,99%) e no creme dental (+0,22%). Em limpeza, houve recuo em sabão em pó (-1,03%), detergente líquido para louças (-0,42%), água sanitária (-0,04%).</p>
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		<title>Ipea: recuo nos preços de alimentos e bebidas favorece famílias mais pobres</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ipea-recuo-nos-precos-de-alimentos-e-bebidas-favorece-familias-mais-pobres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 07:38:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)]]></category>
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					<description><![CDATA[Indicador de Inflação por Faixa de Renda, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que, nos últimos doze meses, inflação pesou menos no bolso das classes de baixa renda Boa notícia para as famílias mais pobres do Brasil. De acordo com o Indicador de Inflação por Faixa de Renda do Instituto de Pesquisa Econômica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Indicador de Inflação por Faixa de Renda, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que, nos últimos doze meses, inflação pesou menos no bolso das classes de baixa renda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Boa notícia para as famílias mais pobres do Brasil. De acordo com o Indicador de Inflação por Faixa de Renda do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado hoje, houve recuo no preço dos alimentos e bebidas. O estudo mostra que a inflação pesou menos no bolso das classes de baixa renda nos últimos doze meses, na comparação com os lares de renda média e alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou em 5,19%, a inflação para as famílias com renda muito baixa foi de 3,9%. Já para as de renda baixa, 4,45%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o indicador do Ipea, é considerada renda muito baixa a família que recebe até de R$ 2.015 por mês. As de renda baixa estão na faixa entre R$ 2.015 e R$ 3.022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos lares com rendas média-alta e alta, a inflação acumulada em doze meses ficou em 5,95% e 6,41%, respectivamente. São classificadas como renda média-alta os grupos familiares que recebem de R$ 10.075 a R$ 20.151. Os de renda alta têm rendimento superior a R$ 20.151.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Alimentos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto na inflação acumulada de doze meses quanto na de setembro, o custo dos alimentos foi o item que mais aliviou o peso no orçamento dos mais pobres. São quatro meses seguidos de recuo no preço da comida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em setembro, tal comportamento foi motivado pelos preços do feijão (-7,6%), farinha de trigo (-3,3%), batata (-10,4%), carnes (-2,9%), aves e ovos (-1,7%), leite (-4,1%) e o óleo de soja (-1,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alívio é sentido mais fortemente pelas famílias com rendas mais baixas, “dado o peso desses itens nas suas cestas de consumo”, explica a pesquisadora do Ipea Maria Andreia Parente Lameiras. Ou seja, famílias mais pobres gastam, proporcionalmente, mais com comida que as mais ricas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gastos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em setembro, pelo lado da alta de preços, os reajustes de 1% nas tarifas de energia elétrica e de 2,8% da gasolina fizeram dos grupos habitação e transportes os principais focos de pressão para todas as classes de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, para os segmentos de renda mais alta, além do aumento dos combustíveis, as altas de 13,5% das passagens aéreas e de 4,6% dos transportes por aplicativo forçaram uma alta mais forte do grupo transportes, uma vez que esse gasto pesa mais no orçamento destas famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado dos últimos doze meses, os itens que mais pesaram para todas as famílias foram transportes (1,63%) e saúde e cuidados pessoais (1,10%). Nessa comparação, o grupo de renda muito baixa também sofreu menos impacto negativo que o de renda alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o transporte apresentou inflação de 1,01% para o grupo renda muito baixa, foi quase o dobro (1,94%) para a renda alta. Em relação à saúde e cuidados pessoais, foi de 1,01% e 1,26%, respectivamente.</p>
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