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	<title>indicado por Bolsonaro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>indicado por Bolsonaro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Ministro do STF, indicado por Bolsonaro, trava revisão da vida toda do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[indicado por Bolsonaro]]></category>
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		<category><![CDATA[revisão das aprosentadorias]]></category>
		<category><![CDATA[STF e aposentadoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Restando poucos minutos para o encerramento do Plenário Virtual do STF que julgou e tinha aprovado a Revisão da Vida Toda, o Ministro Nunes Marques apresentou pedido de destaque e impediu a conclusão da discussão sobre o tema. Agora, com a manobra, o julgamento vai começar do zero O ministro do STF, indicado por Jair [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Restando poucos minutos para o encerramento do Plenário Virtual do STF que julgou e tinha aprovado a Revisão da Vida Toda, o Ministro Nunes Marques apresentou pedido de destaque e impediu a conclusão da discussão sobre o tema. Agora, com a manobra, o julgamento vai começar do zero</p>
<p></p>
<p>O ministro do STF, indicado por Jair Bolsonaro, Nunes Marques pediu destaque e retirou do Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal o julgamento sobre a chamada &#8220;revisão da vida toda&#8221;. A manobra legal fez o julgamento ter novo início do zero, presencialmente no Plenário, em data a ser definida pelo presidente da Corte, Luiz Fux.</p>
<p> </p>
<p>Todos os ministros já tinham votado e decidido, por 6 a 5, que os aposentados pelo INSS poderiam usar todas as suas contribuições previdenciárias, inclusive aquelas recolhidas antes do Plano Real, para calcular os valores de seus benefícios.</p>
<p> </p>
<p>A decisão sobre o tema foi aguardada durante meses. Em junho do ano passado, quando o placar estava empatado em cinco a cinco, o ministro Alexandre de Moraes pediu vista. Ele votou na última sexta-feira, dia 25 de fevereiro, e definiu o resultado.</p>
<p> </p>
<p>O entendimento vencedor foi o do relator, ministro Marco Aurélio, agora aposentado. Ele tinha sido acompanhado por Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Carmen Lúcia e Luiz Edson Fachin. A divergência, aberta por Nunes Marques, foi seguida por Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli e Luiz Fux.</p>
<p> </p>
<p><strong>O que é a Revisão da Vida Toda</strong></p>
<p>Com a Revisão da Vida toda, será possível a consideração de todas as contribuições anteriores a julho de 1994, possibilitando um benefício mais justo e maior isonomia entre os segurados que começaram a contribuir antes de 1994 e não tiveram esses recolhimentos incluídos em seu cálculo.</p>
<p> </p>
<p><strong>Quem tem direito:</strong></p>
<p>-Quem se se aposentou antes da reforma da Previdência, em 19 de novembro de 2019, ou já tinha direito a se aposentar na mesma época.</p>
<p> </p>
<p>&#8211; Quem se aposentou em 2012 ou antes desta data não vai poder pedir a revisão porque já terá prescrito o prazo de 10 anos. Quem se aposentou de 2013 a 2019, antes de novembro, mês da reforma da Previdência, poderá pedir a revisão da vida toda porque o prazo não terá sido prescrito.</p>
<p> </p>
<p>&#8211; Quem não tinha o tempo de contribuição ou idade para se aposentar até essa data, não tem direito a pedir à revisão da vida toda.</p>
<p> </p>
<p><strong>Quem pode receber</strong></p>
<p>&#8211; Poderão pedir a revisão da vida toda aposentados por tempo de contribuição, por idade, aposentadoria especial, por invalidez, quem recebeu auxílio-doença ou pensão por morte.</p>
<p> </p>
<p><strong>Como será feito o novo cálculo</strong></p>
<p>A conta será feita com base nas 80% das maiores contribuições, incluindo aquelas que foram realizadas antes de 1994.</p>
<p> </p>
<p><strong>Quando é vantajoso</strong></p>
<p>Somente quem teve salários mais altos antes de 1994 será beneficiado com um valor maior no benefício. Por isso é importante verificar se suas contribuições ao INSS antes desse ano eram maiores do que as últimas contribuições.</p>
<p>Crédito: STF<br />Fonte: Conjur, CUT e LBS advogados</p>
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