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	<title>indenização Santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>indenização Santander &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Dano causado pelo Santander ao não reconhecer fraude gera indenização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 12:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[clonagem de cartão santander]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[indenização Santander]]></category>
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					<description><![CDATA[O juiz Fabio Varlese Hillal, da 4ª Vara Cível da Comarca de Campinas (SP), determinou que o Santander indenize cliente em R$ 12 mil e reconheça a inexigibilidade de uma dívida de cartão de crédito cobrada dele A atitude do Santander de se negar a reconhecer fraude no cartão de um correntista provoca prejuízos de [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-eb0eba2bff994f8df128d8649d5ab684">O juiz Fabio Varlese Hillal, da 4ª Vara Cível da Comarca de Campinas (SP), determinou que o Santander indenize cliente em R$ 12 mil e reconheça a inexigibilidade de uma dívida de cartão de crédito cobrada dele</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A atitude do Santander de se negar a reconhecer fraude no cartão de um correntista provoca prejuízos de ordem moral, pela insegurança e angústia causadas na vítima, o que resulta no dever de indenizar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse entendimento, o juiz Fabio Varlese Hillal, da 4ª Vara Cível da Comarca de Campinas (SP), determinou que um banco indenize um cliente em R$ 12 mil e reconheça a inexigibilidade de uma dívida de cartão de crédito cobrada dele, no valor de aproximadamente R$ 62 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O correntista sustentou que foi vítima de estelionato em uma viagem à África do Sul, ocasião em que foi obrigado a entregar os cartões e suas senhas. Ele alegou ainda que, mesmo depois de pedir o bloqueio do cartão, foram autorizadas duas compras de cerca de R$ 29 mil cada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de levar a cobrança dessas compras adiante, o banco não teria permitido que o correntista pagasse uma parte da fatura que julgava ser devida, também conforme relatou o autor da ação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Culpa do banco</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o julgador, que deu razão ao cliente, “a realização de compras no exterior com valor considerável, em curto espaço de tempo, certamente deveria ter gerado desconfiança por parte da instituição financeira, que, no entanto, nada fez em relação aos valores indevidamente cobrados na fatura de novembro de 2023”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A omissão, assim, é culposa e acarreta a responsabilização do réu pelos danos ocasionados ao demandante”, completou o juiz. O banco ainda terá de arcar com as custas e os honorários advocatícios de 10% do valor da condenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atuou na causa o escritório&nbsp;<strong>Zanetti e Paes de Barros Advogados</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Clique <a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/10/indenizacao-banco-golpe.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para ler a sentença</strong><br><strong>Processo 1000427-89.2024.8.26.011</strong>4</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>TST dá direito a bancário do Santander entrar com nova ação de indenização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria por invalidez indenização]]></category>
		<category><![CDATA[indenização Santander]]></category>
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					<description><![CDATA[Pedido anterior à aposentadoria por invalidez não afasta direito de bancário de ajuizar nova ação contra Santander   Para a 1ª Turma, as causas de pedir são diferentes nas duas ações movidas contra o banco.    16/09/21 &#8211; A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou o retorno ao juízo de primeiro grau da reclamação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedido anterior à aposentadoria por invalidez não afasta direito de bancário de ajuizar nova ação contra Santander</p>
<p></p>
<p> </p>
<p>Para a 1ª Turma, as causas de pedir são diferentes nas duas ações movidas contra o banco. </p>
<p> </p>
<p>16/09/21 &#8211; A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou o retorno ao juízo de primeiro grau da reclamação trabalhista em que um bancário pede a condenação do Banco Santander (Brasil) S.A. ao pagamento de indenização por danos morais e materiais decorrentes de sua incapacidade permanente para o trabalho. Ele já havia ajuizado outra ação antes de ser aposentado por invalidez, mas, para o colegiado, as causas de pedir são diversas nas duas ações: na primeira, era a existência de doença ocupacional, e, na segunda, é a incapacidade total e permanente para o trabalho, decorrente da consolidação dos efeitos da doença.</p>
<p> </p>
<p><strong>Entenda o caso</strong></p>
<p>O empregado ficou afastado do trabalho de 1997 a 2014, em razão de uma tendinite calcificante dos ombros. Em 2009, ainda durante o auxílio-doença, ajuizou reclamação trabalhista com pedido de indenização por danos morais e materiais. O juízo de primeiro grau declarou a prescrição, por considerar que o bancário tinha conhecimento da lesão desde 1997, e a decisão se tornou definitiva em 2011. </p>
<p> </p>
<p>Em 2014, o trabalhador foi aposentado por invalidez. Em decorrência, ajuizou a segunda ação, em que pede o pagamento indenizatório por danos morais e materiais decorrentes do fato de estar definitivamente incapacitado para o desempenho de quaisquer atividades, em razão da doença ocupacional.</p>
<p> </p>
<p><strong>Repetição de ações</strong></p>
<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (PE) entendeu que houve a repetição de ações contendo parte dos mesmos pedidos (indenização por danos morais e pensionamento vitalício) e a mesma causa de pedir principal (doença ocupacional). Com isso, reconheceu a existência da coisa julgada sobre a matéria e extinguiu o processo sem resolução do mérito, considerando a prescrição declarada na ação anterior. O empregado, então, recorreu ao TST.</p>
<p> </p>
<p><strong>Causas de pedir diferentes</strong></p>
<p>Para a Primeira Turma do TST, no entanto, ao ajuizar a primeira reclamação trabalhista, o empregado ainda não tinha ciência inequívoca da incapacidade laboral nem da extensão da lesão. De modo diverso, na época em que foi ajuizada a segunda ação, os efeitos da doença ocupacional já tinham se consolidado no tempo, ocasionando a aposentadoria por invalidez.</p>
<p> </p>
<p>“Os pedidos formulados neste caso têm como causa de pedir a incapacidade total e permanente para o trabalho”, explicou o relator, ministro Hugo Scheuermann. “Desse modo, em relação à pensão mensal, não há falar em coisa julgada”.</p>
<p> </p>
<p>O ministro observou que, especificamente em relação aos danos materiais, até mesmo os pedidos são diferentes, pois o artigo 950 do Código Civil faz distinção entre os períodos anteriores e posteriores (lucros cessantes até a convalescença e pensão mensal após a consolidação das lesões).</p>
<p> </p>
<p><strong>Prescrição</strong></p>
<p>Na parte relativa à prescrição, o ministro Scheuermann observou que, de acordo com a jurisprudência do TST, o termo inicial do prazo ocorre com a ciência inequívoca da incapacidade para o trabalho, que somente ocorre com a recuperação (e o consequente retorno ao trabalho) ou a aposentadoria por invalidez. “No caso, tendo em vista que a aposentadoria por invalidez ocorreu em 5/9/2014 e que a reclamação trabalhista foi ajuizada em 8/8/2016, não há prescrição a pronunciar”, concluiu.</p>
<p> </p>
<p>O processo deverá retornar à 9ª Vara do Trabalho do Recife, para que julgue o mérito da ação. A decisão foi por maioria de votos, vencido o ministro Amaury Rodrigues Pinto.</p>
<p>(GL/CF)</p>
<p><strong>Processo: RR-1134-86.2016.5.06.0009</strong></p>
<p> <br /> </p>
<p>Fonte: secom@tst.jus.br</p>
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